MENTE
By Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
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Emoções, Cólera e Furor.
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Cólera, chegando mesmo a paroxismos de raiva extrema, 215.*
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Ela se revira na cama em completa fúria, 65.*
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Raiva: o menino não conhece os pais, 71. [Composto de S. 1409 e 42. da patogênese de Hahnemann.]*
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[Raiva; ele fere a si mesmo e aos outros, e desfere golpes ao redor], 40
(Caso 12).
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Mordia tudo o que lhe vinha pela frente, 60.*
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*Inclinação para morder os que os cercam, 29.
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[Ele tenta morder os que estão ao redor dele, à noite], 40
(Caso 18).
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Em vez de comer o que havia pedido, mordeu a colher de pau ao meio, roeu o prato, e rosnou e latiu como um cão, 60.*
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Ela tentou morder e bater em seus atendentes, irrompia em acessos de riso e rangia os dentes. A cabeça estava quente, o rosto vermelho, o olhar selvagem e feroz, 186. [10.]
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*Inclinação para morder os que o cercam e rasgar tudo ao redor em pedaços, 29.
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*Inclinação para rasgar em pedaços tudo ao redor, 29.
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*Ela rasga a camisola e as roupas de cama, 65.
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[Ele rasga tudo ao redor, morde e cospe], 65.
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[Ele golpeia o rosto com os punhos], 40
(Caso 12).
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Balbuciavam palavras violentas, 29.
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*Furor violento e raivoso, 1.
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*Furor; ela puxava os cabelos dos circunstantes, 55. [20.]
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A administração forçada de medicamento líquido a torna furiosa, 17.
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[Furor, com ranger de dentes e convulsões], 56.
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*Tal furor (com calor queimante do corpo e olhos abertos, fixos e imóveis) que ela precisava ser contida sem cessar, para que não atacasse alguém; e quando assim era segurada, de modo que não pudesse mover-se, cuspia continuamente nos que a cercavam, 17.
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Mania.
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Mania, na qual o doente estava frequentemente muito alegre, cantava e gritava; depois, por sua vez, cuspia e mordia, 32.
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Loucura; em sua extrema inquietação, saltava sobre a mesa, a cama e o fogão, 120.
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Loucura violenta; as crianças se arranhavam com as unhas, 127.
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Insanidade, 44.
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Insanidade, com várias gesticulações, 44.
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Está fora de si, delira, fala muito de cães, e o braço e o rosto incham, .
(Caso 22).
- [Bate palmas acima da cabeça, com tosse curta e muito violenta, que ameaçava sufocação à noite], 40
(Caso 22).
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Fala como um maníaco, com olhos fixos e salientes, 20.*
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Delírio.
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*Delírio, 46. [40.]
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Delírio (mãe e filho, dentro de uma hora), 228.
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Delírio continuado, 234.
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Delírio constante, 46.
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Devaneio ocioso; desvario; delírio, com ilusões dos sentidos, 215.
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Delírio, retornando por acessos, 16. [Não encontrado.]
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Delírio, quer contínuo quer recorrente em paroxismos, alegre a princípio, mas mudando subsequentemente para furor, 73.*
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Delírio; ela jazia de lado, com a cabeça inclinada para a frente e os joelhos recolhidos, gesticulando veementemente e murmurando palavras ininteligíveis, 225.
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Muito delirante; insistia em que havia monstros horríveis por todo o quarto, a fitá-la, 135.*
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Delírio selvagem, porém inteiramente fantástico, quase histérico, rindo, chorando, e de modo algum consciente, 183. [50.]
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Durante o delírio, gritos altos, clamores e risadas, 234.
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Delírio; , , .*
(Caso 5).
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Tagarelice e risadas sem cessar, sem sentido (após meia hora), 104.
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Fala alta, desconexa, 223. [70.]
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[Fala delirante; obscena], 40.
(Caso 11). [Ver S. 864.]
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Falava sem cessar e rapidamente, dizendo disparates, 66.
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Fala em frases truncadas e delirantemente, 240.
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Seu espírito estava tão perturbado que a fala não correspondia ao pensamento, nem o pensamento ao entendimento, nem o entendimento aos objetos presentes, 37.*
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Sua imaginação exaltada, mas iludida, evoca diante dela uma multidão de belas imagens, 9.
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A imaginação do menino era muito ativa, mas passava rapidamente de uma ideia para outra; eram em sua maioria de caráter vivo, relacionadas às suas brincadeiras, 118.
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Alucinações e confusão mental, 91.
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Alucinações, com vertigem, 122.
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Alucinações, com grande inquietação; não conhecia os circunstantes; desatava a rir, 222.
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Imaginava ver coisas que não estavam presentes, 80, 236.* [80.]
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Apalpava coisas que não existiam, 237.
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Imagina ver pássaros voando pela chaminé e deseja segui-los pelo mesmo caminho, 229.
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[Fala delirantemente de cães, como se pululassem ao redor dele], 48.
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Fala de lobos que estão no quarto; com pulso cheio, 41.
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Olhava em volta; falava de camundongos e outros animais que via, 233.
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Visões de lobos, cães, gigantes e fogo, 215.
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No auge da intoxicação, a mulher se encontrava em estado muito semelhante ao que tão frequentemente se vê no delírio tremens. Terror excessivo estampava-se-lhe no semblante, e respondia a todas as perguntas apontando com dedo trêmulo para enxames de animais imundos, que imaginava estarem se arrastando e arranhando por todas as paredes, camas, mesa etc. da enfermaria (de 5 grãos usados como supositório), .
(Caso 21). [Estes dois sintomas foram extraídos do seguinte: «Em 6 de dezembro, delirava dormindo; gritou: ‘Tudo está em fogo em casa; é necessário que eu volte para lá.’»]
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Deitado na cama à noite, parece-lhe como se estivesse flutuando com o leito; durante dez noites seguidas imaginou, logo após deitar-se, que flutuava em sua cama, 5.
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Vivo e brincalhão na manhã seguinte, aparentemente bem, mas completamente inconsciente, de tal modo que, quando lhe ofereceram um pedaço de pão, pensou que fosse uma pedra e o lançou para longe, 221.
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*Procurava continuamente saltar para fora da cama, 30.
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*Quando colocado na cama, saltava novamente para fora em delírio, falava sem cessar, ria alto e apresentava perda completa da consciência; não conhecia os próprios pais (isso durou a noite inteira), 221.
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Ela saltou na água, 66.
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Em seu delírio, catava as roupas de cama e as atirava para fora, e procurava continuamente saltar para fora da cama, 30.*
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Estado semelhante a intoxicação constante, 215. [100.]
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Intoxicação, 1.
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Estado de intoxicação alegre; ela dançava e pulava de tal modo que os vizinhos pensaram que tivesse bebido, 239.
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Estado de intoxicação, com visão alterada e fala difícil; imagina que não consegue mover a língua (após cinco horas), 239.
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Como se estivesse bêbado, logo após uma refeição, 1.
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Diretamente após uma refeição, como se estivesse intoxicado (após seis horas e meia), .
(Caso 21).
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Um alfaiate foi envenenado com uma injeção de Belladonna e, durante quinze horas, embora mudo e insensível aos objetos externos, executou com grande vivacidade todas as operações costumeiras de seu ofício, e movia os lábios como se conversasse, 197. [110.]
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Faz truques tolos e ridículos (de uma a oito horas), 1.
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A fala estava mais incoerente à noite, 15.
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[Delírio noturno, ausente durante o dia], 40
(Caso 7).
- [Desvarios incoerentes à noite; durante o dia está em seu juízo], 40
(Caso 16).
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O delírio cessa após uma refeição, 5.
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Fala constante e ininteligível, 238.
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Garrulidade; usa sem cessar linguagem tola e absurda, da qual frequentemente ri alto; quando interpelado, volta-se para quem lhe fala, mas não responde de modo correspondente (após meia hora), 136.*
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Grande garrulidade, com sorriso e riso tolos e sem significado, 115.
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Garrulidade, ao contrário do seu humor habitual, com estrabismo e expressão extremamente estúpida, 123.
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Desejos e Aversões. [120.]
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Tem prazer apenas em ideias voluptuosas, 215.
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Inclinação para exercício violento e viagens rápidas, 215.
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Gosto por jogos de azar, 215.
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Amor à solidão, aversão à sociedade, e desgosto pela conversa, 215.
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Medo da solidão, de fantasmas e de ladrões, 215.
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Não inclinado a falar; deseja solidão e quietude; todo ruído e as visitas dos outros lhe são incômodos, 7.
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Ela tinha horror a todos os líquidos, agia de modo medonho, cerrava fortemente os maxilares e delirava de tal modo que foi preciso amarrá-la, 108.
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Aversão a todos os líquidos, de modo que se comportava horrivelmente à vista deles, 17.
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Horror a todos os líquidos; gritava veementemente assim que uma colher ou um copo contendo líquido era levado aos seus lábios, cerrava convulsivamente os dentes e, se fosse forçado a engolir algum, sobrevinham logo em seguida convulsões gerais violentas, .
(Caso 5).
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Risada alta constante, 23.
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Risada involuntária, quase sonora, sem ter quaisquer pensamentos risíveis, 13.
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Riso estúpido e delírio alegre, 236. [140.]
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Ri longamente consigo mesma, 40
(Caso 5).
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Risada contínua, pela qual os indivíduos saltavam muito alto, por emoções de alegria selvagem, dançavam, faziam as mais marcantes gesticulações e executavam diferentes movimentos do corpo com a maior rapidez e destreza (após uma hora), 112.
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[Irrompe em risada alta, canta e toca as coisas perto de si], 40
(Caso 17).
- [Rindo e cantando, toca os objetos ao redor dela o dia inteiro], 46
(Caso 22).
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Cantoria, 233.
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Canta e trina, 57.
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Cantar e falar alto durante o sono, 1.
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[Choro], 29.
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Humor muito excitado; põe-se a chorar com facilidade, 2.
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Choro violento, lamúrias e uivos sem causa, acompanhados de temor, geralmente dentro de doze horas, 1. [150.]
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Choro e extremo mau humor ao despertar do sono, 1.
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Nos intervalos livres dos espasmos, profere os mais violentos gritos, como se sofresse grande dor, 37.
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Abatida, desalentada, 19. [Não encontrado.]
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Está tão ansiosa e confusa que teme estar prestes a morrer, 72.
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Ansiedade e inquietude, 30.
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Muito ansioso e medroso, 12.
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De dia, grande ansiedade; não tem paz em parte alguma; parecia-lhe como se precisasse fugir, 1.*
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Ansiedade, angústia, tremor, inquietação constante; gemidos, gritos e choro, especialmente à tarde e à noite, 215.*
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Ansiedade durante as menstruações, 50.
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Muita ansiedade, seguida em uma hora de suor, 43. [160.]
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Em seus momentâneos intervalos lúcidos, queixa-se de angústia intolerável, de modo que deseja morrer, .
(Caso 22).
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Timidez chorosa, 1.
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Desconfiança tímida, 1.
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Covardia, desconfiança, suspeita, inclinação para fugir, 215.
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Assusta-se com grande facilidade, especialmente quando alguém se aproxima dele, 13.
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Acontecimentos que anteriormente aguardava com prazer apareciam-lhe sob aspecto ansioso; julgava-os temíveis e terríveis, 13.
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Loucura medrosa; teme um cão preto imaginário, a forca etc.; mais nas primeiras doze horas do que depois, 1.
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Ao ver uma bebida que lhe era oferecida, tornava-se muito inquieto, as gesticulações e o revirar dos olhos tornavam-se mais violentos, e o rosto assumia expressão de grande medo, 137. [170.]
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Temia que a morte estivesse próxima, 30.
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[Está tão ansiosa e confusa que teme estar prestes a morrer], 72.*
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[Tenta estrangular-se e pede aos circunstantes que a matem, porque acredita que certamente morrerá], 40
(Caso 22).
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[Tenta escapar], 65.
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Escapou, sob algum pretexto, para o campo aberto, 60.
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Extrema irritabilidade de temperamento, 219.*
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A mínima bagatela o provoca e irrita; está descontente com tudo, 215.
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Humor extremamente irritável e sensível, com inclinação a proferir linguagem injuriosa e a bater, 215.
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Rabugice; nada lhe parecia certo; estava vexado consigo mesmo, 5.
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Estava rabugento por isto e por aquilo, 1. [180.]
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Extremamente carrancudo e sério, 4.
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Mau humor silencioso (após oito horas); nos dois dias seguintes estava em seu humor habitual; no dia seguinte, porém, seu mau humor voltou, 7.
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Mau humor queixoso por ninharias, com dor de cabeça como se uma pedra pressionasse a fronte, 1.
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Falta de alegria, mau humor, sem inclinação para nada, 1.
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Extremo mau humor após o sono; morde os que o cercam, 20.
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Irrita-se muito facilmente, mesmo por ninharias, 7.
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Espírito briguento violento, que não pode ser aplacado, 1.
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Às vezes delira, às vezes responde corretamente quando interrogado e se lamenta, 31.
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Ora profere disparates ridículos, ora fala racionalmente, 1.
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Após a loquacidade, mutismo, . [190.]
(Caso 5).
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Memória diminuída, 1.
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Perda da memória, 237.
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Esquecimento do que havia acontecido, 235.
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Sua memória, nos dois ou três dias seguintes, era muito defeituosa, 188.
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Memória muito fraca por dois ou três dias; não se lembrava de nada do que aconteceu depois que o médico chegou, 238.
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Memória muito fraca; esquece em um instante o que estava prestes a fazer e não consegue recordar-se de nada, 1.
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Ausência de espírito; está propenso a fazer mal seus afazeres e esquece coisas que acabara de pretender fazer, 14. [240.]
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Durante a dor de cabeça, desaparecimento dos pensamentos; esquece o que acaba de pensar e não consegue recompor-se, 2.
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Não reconhecia os próprios parentes, 79.
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O menino não reconhece os pais, 130.
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Insensibilidade.
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Insensibilidade, perda da consciência, 13a, 73, 42, 37, 63, 30.
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Insensibilidade a todos os objetos externos, 197.
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Insensibilidade, respiração estertorosa e movimentos convulsivos no rosto e nas mãos, 17.
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Insensibilidade completa, rigidez dos membros inferiores, distensão extrema dos vasos sanguíneos superficiais, com semblante estranhamente vermelho e inchado, pulso muito cheio e rápido, e suor excessivo, 17.
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[Perda dos sentidos, com convulsões dos membros], 20. [250.]
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[Perda da consciência e convulsões do braço, à noite], 40
(Caso 14).
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Insensibilidade, como na intoxicação, e uma espécie de delírio ativo, 102.
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Após pouco tempo, perda da consciência, com respiração estertorosa, 230.
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Ficou quatro dias sem tomar qualquer alimento, imóvel, como morto; não podia ser despertado, 62.
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Estado letárgico, apoplético; durante um dia e uma noite ficaram sem qualquer movimento dos membros; se os circunstantes os beliscassem, abriam os olhos, mas não emitiam som algum, 74.
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O estado do paciente era apoplético, e havia grave ingurgitamento dos vasos. Esse estado de coma parcial alternava com paroxismos de tendência incontrolável ao movimento e movimentos automáticos rápidos, acompanhados de riso convulsivo. Não surgiram convulsões bem marcadas, embora, durante os breves intervalos de sono, se observasse leve subsultus dos músculos da face e das extremidades.
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Uma espécie de coma, com pulso pequeno, fraco e desigual, 19.
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Estado comatoso, com ronqueira na garganta, rosto muito vermelho, pupilas dilatadas, convulsões dos membros superiores, pele muito quente, com manchas vermelhas no pescoço e no tórax, e pulso febril (após meia hora), 109.*
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Estupor e perda da consciência, 215. [260.]
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Leve estupor ou letargia, 231.
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Estupor persistente (após cinco horas e meia), 239.
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Estupor, com convulsões violentas dos membros, 134.
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Estado bem marcado de estupefação, 239.
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Estupefação muito grande, .
CABEÇA
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Confusão e Tontura. [270.]
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A cabeça toda fica confusa por muitos dias, 13a.
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Sensação de aturdimento na cabeça, 219.
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Cabeça confusa e embotada (após cinco minutos), 91.
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Confusão da cabeça, agravada pelo movimento, 7.
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Confusão da cabeça ao movê-la, porém ainda mais ao caminhar; mesmo quando aliviada, volta logo em seguida ao caminhar (após cinco minutos), 88.
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À noite, queixa-se de confusão da cabeça; com extraordinária loquacidade, 128.
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Confusão da cabeça, como em intoxicação incipiente, com embotamento continuamente em aumento, 88.
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Confusão da cabeça, com turvação e sensação de intoxicação, como por fumar tabaco e beber bebidas alcoólicas, 215.
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Cabeça confusa, com dor na fronte, 195.
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Tontura; cambaleia como se estivesse bêbado, 91.
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Tontura; impossível para ela manter-se em pé; tudo gira ao redor (após três horas), 220.
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Tontura, como se tudo girasse em círculo (após uma hora), 7.
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, .*
(Caso 14), 25. [310.]
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Enquanto caminhava, cambaleava e falava sem sentido, como se estivesse bêbado, 107.
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Parece como se tudo à sua volta estivesse girando, 215.
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Sensação como se ele próprio estivesse girando como uma bola, e como se valsasse da direita para a esquerda, 215.
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Giro na cabeça, tontura com náusea, como após girar depressa em círculo, ou como ao despertar do sono matinal depois de uma noite de orgia, 4.
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Giro tão violento na cabeça que era incapaz de distinguir objetos, muito menos de ser útil em sua ocupação, 237.
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Giro na cabeça e, ao mesmo tempo, giro semelhante no escrobículo cardíaco; depois de levantar-se, tornou-se tão grave ao caminhar que ela já não conseguia distinguir nada; tudo desaparecia diante de seus olhos, 9.
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Sensação de cabeça a nadar, como em estado de intoxicação, 227.
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Tontura (após cinco horas), 217.
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Tontura com sensação como se uma tábua estivesse diante da fronte, 90.*
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Sensação, às vezes de tontura, às vezes como a vibração de um pêndulo, na cabeça, 215.
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Em Geral. [320.]
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Cabeça inchada ao dobro do tamanho, 46.*
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Grande inchaço da cabeça e vermelhidão por todo o corpo (em dois meninos), 60.*
(Caso 6).
- [Sacudidas violentas da cabeça, espuma saindo pela boca e perda da consciência], 40
(Caso 14).
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[Após soluço, leves convulsões da cabeça e dos membros, seguidas de náusea e lassidão], 40.
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A cabeça é puxada para trás; à noite, enterra-se profundamente no travesseiro, 2.*
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Inconscientemente, coça frequentemente a cabeça e esfrega o nariz, 125. [330.]
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Uma espécie de apoplexia cerebral acometeu uma delas, fazendo-a cair insensível, 207.
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Determinação de sangue à cabeça; faces vermelhas, 20.
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*Afluxo sanguíneo à cabeça; pulsação das artérias cerebrais e latejamento no interior da cabeça (após cinco minutos), 88.
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Forte afluxo sanguíneo à cabeça, com batimento nas têmporas e ardor nos olhos, 215.*
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Congestão de sangue à cabeça, com perigo de apoplexia, 215.*
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Congestão de sangue à cabeça, com sangramento do nariz e extremo embotamento, 215.*
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Um pastor morreu em coma doze horas após comer as bagas. Na autópsia, os vasos sanguíneos da cabeça estavam ingurgitados, 197.
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Ebulição do sangue em direção à cabeça, sem calor interno da cabeça; ao inclinar a cabeça para trás, parecia-lhe como se o sangue afluísse para ela, 4.
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Confusão da cabeça como se fosse causada por muito conhaque e tabaco, 4. [340.]
(Caso 19).
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Confusão constante da cabeça e sonolência (após quatro horas), 3.
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Confusão da cabeça, com inchaço das glândulas na região da nuca (após seis horas), 1.
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Sensação embotada e desconfortável por toda a cabeça (após meia hora), 217.
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Sensação de embotamento e giro na cabeça; sentia-se melhor ao fresco, pior em um quarto (após um quarto de hora), 13a.
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Embotamento da cabeça, com sensação cansada, torporosa, entorpecida, 215.
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Cansaço da cabeça; incapacidade de levantar a cabeça após abaixar-se, 198.
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Cabeça pesada (segundo dia), 218.
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Sensação pesada e opressiva em toda a cabeça (após cinco horas e meia), 218. [350.]
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Cabeça pesada o dia inteiro (primeiro dia), 218.
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Sente a cabeça toda pesada, como por intoxicação, 13a.
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A cabeça toda parece-lhe tão pesada que parece prestes a adormecer; não se sente disposto a fazer nada, 1.
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Sensação de cabeça pesada ao levantar-se pela manhã (após oito horas e meia), 218.
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Ao abaixar-se, o sangue sobe à cabeça, que se torna pesada, como tonta, 1.
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Sensação de peso e flutuação na cabeça, como se houvesse nela um vaso com água, 215.
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Peso na cabeça e tontura, 106.
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Peso na cabeça como se fosse cair, 10.
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Peso sobre a cabeça, com pontadas surdas (após catorze horas), .
(em vários casos).
(Caso 8).
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As dores nos olhos são correspondentemente sentidas na cabeça, e frequentemente até no coração, 215.
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Dor de cabeça violenta e surda (logo depois), 237.
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Dor de cabeça como se o cérebro estivesse entorpecido, 1.
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Queixa-se de dor intensa na cabeça, e diz que a sente enormemente grande, 185. [370.]
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Dor de cabeça, com confusão e embotamento dos sentidos, 99.
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Dor de cabeça, com tontura, agravada ao abaixar-se e, se aliviada, imediatamente reproduzida pelo movimento, 90.*
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Dor de cabeça violenta, principalmente na região orbitária, com rubor dos olhos e da face (após uma hora), 117.*
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Dor de cabeça violenta, e sensação de pressão nos olhos, que estavam muito injetados, 199.
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Dor na cabeça e nos globos oculares, que pareciam querer saltar das órbitas, 187.*
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Dor de cabeça, com cegueira passageira, 40.
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Dores muito intensas na cabeça, com inchaço das pálpebras, calor na face e lacrimejamento (após três quartos de hora), 93.
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Dor de cabeça e cansaço, face vermelha, 186.
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Dor de cabeça e grande lassidão ao despertar, 1.
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Dor de cabeça estupefaciente, com lassidão dolorosa, mau humor e inclinação a deitar-se, 215. [380.]
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Dor de cabeça, com erupção miliar ardente por todo o corpo, 215.
OLHOS
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Em geral.
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Aspecto inchado ao redor dos olhos, 230.
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Círculo negro ao redor dos olhos, como se tivesse recebido um golpe, 215.
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Olhos inflamados, vermelhos e injetados de sangue, até mesmo na íris, 215.
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Os olhos estão inflamados e têm expressão selvagem, 114.*
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Inflamação dos olhos; a conjuntiva está coberta de vasos vermelhos, com dor lancinante; os olhos lacrimejam, 4.
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Inflamação dos olhos; inchaço das veias da esclerótica, com sensação de cócega, 1.
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Inflamação dos olhos; a córnea está turva e as pálpebras inchadas (após cinco minutos), 86. [510.]
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O olhar é algo apagado, incerto, instável, como na amaurose, sem que ele sofra minimamente dessa afecção, 115.
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Os olhos estão muito vivos, com as pupilas plenamente dilatadas, 19.*
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Olhar ousado, 29.
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Tinha uma expressão fixa (por três dias), 230.*
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Olhos fixos.
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Embora esteja cego, os olhos permanecem abertos, 31.
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Olhos protuberantes (após uma hora), 114.
(Caso 8).
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*Os olhos tornam-se desviados, com rubor e inchaço da face, 20.
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Espasmos dos olhos, desviando-os, 69.* [540.]
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Olhos virados espasmodicamente para cima, mostrando apenas o branco, 215.
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Os olhos giram espasmodicamente em círculos, 19.
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Rolamento do globo ocular (por três dias), 230.
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Os olhos, que se projetam para fora das órbitas, revolvem-se, 103.
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Os olhos estão em movimento constante, as pupilas extremamente dilatadas, 137.*
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Olhos e mãos estão em movimento espasmódico constante, 19.
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Olhos alternadamente fixos e muito móveis, 200.
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Às vezes os olhos giravam desvairadamente; noutras, ficavam imóveis, fixos num só ponto, 118.
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Dor compressiva sobre o olho direito, 219.
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Os olhos se fatigam muito depressa ao ler, 94. [550.]
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*Olho seco; o movimento é acompanhado por sensação de secura e rigidez, 178.
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Secura dos olhos (do nariz, da boca e da goela), 75. [O observador acrescenta após "olhos": "com ardor nestes e nas pálpebras."]
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Sensação de secura ardente em ambos os olhos, mais violenta alternadamente num ou noutro (após sete horas), .*
(Caso 1).
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Sensação de calor nos olhos, reiterada muito frequentemente, e como se os olhos nadassem em lágrimas, 94.
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*Sensação de calor nos olhos; como se estivessem cercados por um vapor quente, 1.
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Ao caminhar ao ar livre, sensação de um sopro de calor contra os olhos e finas pontadas, à tarde; ao mesmo tempo sonolência (após cinco minutos), 88.
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*Calor queimante nos olhos, 215.
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Ardor nos olhos, associado a coceira aguda; ambos, porém, cessam quando os olhos são pressionados para cima, 12.
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Ardor e secura intoleráveis dos olhos, 215. [560.]
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Sensação de ardor e aspereza nos olhos, como por areia ou pimenta, 215.
-
Seus olhos lhe pareciam demasiado grandes, 237.
-
Dor nos olhos, 228.
-
Dor puxante sob o olho esquerdo, de baixo para cima, 1.
-
Sensação nos olhos como se estivessem protuberantes, 13a.
-
Pressão nos olhos, como por um grão de areia, 40
(Caso 5).
-
Pressão geral em ambos os olhos, como se neles tivesse entrado água dura de fonte, 10.
-
Dor compressiva e escavante nos olhos, sentida até mesmo na cabeça, 215.
-
Dor lancinante nos olhos, de dentro para fora, 9.
-
Ardência em ambos os olhos, 4. [570.]
-
Dor opressiva com sensação de formigamento nos olhos, como se estivessem cheios de areia; foi forçada a esfregá-los (após uma hora), 1, 5, 11.
-
Coceira nos olhos, com dores lancinantes de um canto ao outro, 215.
-
Sensibilidade dos olhos, 91.
-
Supercílios, órbitas e pálpebras, lacrimejamento.
-
Dor compressiva no rebordo supraorbitário esquerdo, juntamente com angustiante debilidade da visão do olho direito ao escrever, de modo que as letras flutuavam; e sensação opressiva, como se a pálpebra direita pendesse paralisada, 94.
-
Dor nas órbitas; frequentemente parece como se os olhos estivessem sendo arrancados, às vezes (e de modo mais duradouro) como se estivessem sendo pressionados para dentro da cabeça; além disso, há uma dor que desce da testa para os olhos, comprimindo, 3.
-
Dor fulgurante dentro e perto da órbita do olho esquerdo e perto da extremidade vertebral da oitava costela (após quatro horas), 217.
-
Surge uma pressão confusa na órbita direita, alternando-se para a testa e de volta, 3.
-
Dor opressiva na parte superior da cavidade orbitária (após quatro horas e um quarto), 217.
-
Pálpebras alargadas; olhos bem abertos, .
(após uma hora e meia), 14. (após duas horas e meia), 11.
-
As pupilas dilatadas tornam-se um pouco menores após várias horas, mas a direita ficou menos contraída do que a esquerda (após cinco minutos), 88.
-
Pupilas muito contraídas o dia todo, que só começam a dilatar-se à noite, 13a.
-
Contração excessiva das pupilas, com dor de cabeça, 1. [650.]
-
Íris insensíveis à luz, 231.
-
Pupilas insensíveis e extremamente dilatadas (após seis horas), 239.
-
Visão.
-
Visão perturbada, 231.
-
Visão perturbada e alucinações, 240.
-
Perturbação da capacidade visual e presbiopia, com pupilas dilatadas, 83.
-
Visão imperfeita, os objetos lhe parecendo brancos, 180.
-
Visão fraca ou débil, 91.
-
Os olhos estavam algo fracos, ou os objetos eram vistos como através de vidro, sem turvação, 211.
-
A debilidade da visão aumentou, sem qualquer dilatação das pupilas, 195.
-
Debilidade e perda passageira da visão, com pupilas largamente dilatadas, como na amaurose, 215. [660.]
-
Grande enfraquecimento da visão, 230.
-
[Grande obscurecimento da visão], 49.
-
Obscurecimento da visão por dilatação das pupilas, 20.
(Caso 26).
-
Obscurecimento da visão, de modo que ele não conseguia distinguir os objetos ao redor; pupilas dilatadas, 105.
-
Obscurecimento completo da visão, de modo que ela não podia andar sozinha sem esbarrar em tudo; os olhos parecem completamente amauróticos, 114.
-
Embotamento da visão por três horas, 40
(Caso 17).
-
Visão e audição bastante embotadas; ele não respondia a chamados altos (após quatro horas), 121.
-
Embotamento da visão, com tremor de todos os membros, 40
(Caso 1). [670.]
-
Turvação extrema da visão, 61.
-
Turvação e debilidade da visão, 215.
-
Turvação da visão ou cegueira efetiva, 21, 31, 40, 42, 49, 50, 66.
-
Visão turva e cegueira, com tontura, dor de cabeça e debilidade dos membros, 215.
-
Turvação da visão, secura da boca e dor no abdómen, 40. [Não encontrado.]
-
Turvação da visão alternando com cãibras nas mãos e nos pés, turvação da cabeça e lassitude dos membros, 40
(Caso 18).
-
A indistinteza da visão era mais queixada quando as pupilas tinham seu tamanho natural e se contraíam livremente sob o estímulo da luz, 209.
-
A visão comprometida da beladona é principalmente ou inteiramente presbiopia. Em dois casos, lentes de aumento permitiram ao sujeito ler com facilidade, 201.
-
Presbiopia, como na velhice, 52.
-
Presbiopia; ele só consegue ler tipos grandes, 215. [680.]
-
Os objetos distantes parecem mais nítidos do que os próximos, com pupilas dilatadas, 94.
-
Ele só consegue ver distintamente objetos muito distantes e raios completamente paralelos, como os de uma estrela no céu (após injetar o suco de beladona nos olhos), 83, 84.
-
Sensação como se não pudesse ver nada; contudo via quando tentava ver alguma coisa e forçava os olhos para isso, 13.
-
A capacidade visual parecia quase perdida, mas, se a atenção do menino era despertada, reconhecia as pessoas ao seu redor, embora apenas por alguns momentos, após o que voltava à terra dos sonhos; imaginava ver vários objetos diferentes, moscas, pássaros, peixes, cavalos, soldados etc., com os quais se ocupava sem cessar, 118.
-
Visão como através de neblina, as pálpebras pesadas e, nos olhos, sensação como se se projetassem para fora das órbitas, 89.
-
Escuridão diante dos olhos ao olhar, pela manhã, 106.
-
Ao ler, não consegue discernir no livro nada além da margem branca que circunda a área das letras pretas impressas, 58.
-
A visão do olho direito tornara-se um tanto mais clara, mas a do olho esquerdo mais comprometida; a pálpebra superior mais tumefeita e caída, a conjuntiva mais vascular e elevada acima da margem da córnea transparente, que em poucos dias se tornou opaca, e pequena quantidade de líquido puriforme havia-se acumulado na câmara anterior do olho, .
(Caso 17).
-
Desperta cego, 31.
-
Observou-se cegueira tão notável que ela não podia ler letras comuns de imprensa, 50.
-
Cegueira completa, 223. [700.]
-
Estava completamente cego e fitava o vazio, 183.
-
As pálpebras não se fechavam quando se passava subitamente a mão diante delas. Evidentemente perdera o poder da visão, embora fixasse os objetos como se os visse, 190.
-
[Cegueira; a pupila do olho direito está extremamente dilatada e incapaz de contrair-se], 40
(Caso 11).
-
A capacidade visual está totalmente perdida (em estado de estupor), (após quatro horas), 121.
-
Visão tão completamente perdida que nem a luz mais brilhante pode ser distinguida, 197.
-
Retina completamente insensível à influência da forte luz do dia, 179.
-
(Aversão à luz; evita olhar para a luz), 49.
-
Seu quarto foi escurecido (a luz era insuportável), 228.
-
Ela vê os objetos invertidos, 43.
-
Diplopia (após seis horas), 239.* [710.]
-
Os objetos pareciam duplos, e pareciam girar e correr para trás, 190.
-
Os objetos parecem duplos, invertidos ou tortos, 215.*
-
Cada objeto no quarto, tanto real quanto espectral, tinha contorno duplo, ou pelo menos indistinto, devido à extrema dilatação das pupilas, 196.*
-
[Os objetos são vistos múltiplos e escuros], 65.
-
A visão (por ex., das letras) é multiplicada, pouco clara e irregular (após uma hora), 98.
-
Ler à luz da lâmpada era difícil; as linhas saltavam de um lado para outro, .
OUVIDOS
-
Em geral.
-
Tumefação inflamatória das orelhas, e também das parótidas, 215.*
-
Um vento irrompe de seus ouvidos, 40
(Caso 9).
-
Secreção muito abundante de cerúmen, 215.
-
Corrimento purulento dos ouvidos, 215.
-
Umidade purulenta exsuda dos ouvidos, por vinte dias, 5.
-
Sangramento pelos ouvidos, 215. [750.]
-
Pressão violenta sobre o processo mastoide abaixo da orelha, 3.
-
Pontadas incisivas através do processo mastoide abaixo da orelha (após doze horas), 14.
-
Atrás da orelha esquerda, os músculos doem até a goela, como se fossem violentamente comprimidos, e dor semelhante também nos músculos da testa, 4.
-
Dor lacerante e compressiva atrás da orelha direita (após meia hora), 8.
-
Leve dor incisiva atrás das orelhas (após cinquenta minutos), 217.
-
Pressão lacerante na metade inferior da cartilagem da orelha direita, 7.
-
Dor lacerante na face posterior da cartilagem da orelha esquerda, 14.
-
Dor puxante dos ouvidos para a região da nuca, 4.
-
Uma dor lancinante passageira parte do ouvido para o queixo (após uma hora), 14.
-
Grande tendência a resfriar-se e a apresentar, nas orelhas, afecções como frieiras, 215. [760.]
-
Sensação de calor, com tamborilar nos ouvidos, 215.
-
Ardor nos ouvidos, com hipoacusia, 215.
-
Beliscamento nos ouvidos, primeiro no direito, depois no esquerdo, logo em seguida ao soluço, .
(Caso 23). [Imediatamente após um grave paroxismo epiléptico.]
-
Hipoacusia, como se uma pele estivesse estendida sobre os ouvidos, 1.
-
Acessos de hipoacusia, por afluxo sanguíneo, principalmente à noite, 215.
-
Não podia nem ouvir nem falar distintamente, 180.
-
Perda total da audição e da fala (após quatro horas), 126.
-
O que lhe era dito soava como um zumbido, 239.
-
Ruídos nos ouvidos, 73.*
-
Tinido nos ouvidos, 195. [790.]
-
Tinido nos ouvidos (de manhã, após tomar), 230.
-
Por vezes, perturbações da audição, como canto nos ouvidos, 201.
-
De manhã, imediatamente após despertar, um adejar e borbulhar diante dos ouvidos, 1.
-
Imagina ouvir vozes remotas ou o trinado dos pássaros, 215.
-
Assobios e murmúrios vocais nos ouvidos, com dores compressivas e distensivas, como se algo no interior tentasse alargar a cavidade, 215.
-
Bramido nos ouvidos, tontura e cólica surda, 40
(Caso 9).
-
Bramido ou tinido nos ouvidos, 91.*
-
Bramido, formigamento e zumbido nos ouvidos, 215.*
-
Bramido marcante nos ouvidos e, ao mesmo tempo, cintilação diante dos olhos, especialmente do esquerdo, de modo que foi forçado a esfregá-los com frequência, com contração da pálpebra superior esquerda (após cinco minutos), 89.
-
Primeiro, estrépito como de trombetas e tímpanos nos ouvidos, e como de vento impetuoso, imediatamente; depois, zumbido e zunido, pior sentado, melhor em pé e deitado, ainda melhor ao caminhar, 1.
NARIZ
-
Sinais objetivos e secreções. [800.]
-
Extremidade do nariz vermelha, tumefeita e brilhante, 215.*
-
Rubor súbito na extremidade do nariz, com ardor, 14.*
-
Rubor da membrana pituitária, 91.
-
[Nariz muito frio], 40
(Caso 12). [Continuando durante sete dias de mania.]
-
Úlceras, crostas e fissuras nas narinas e na borda do nariz, 215.
-
O muco nas narinas ressecava-se em crostas, 211.
-
O menino frequentemente esgaravata o nariz, 118.
-
Espirros frequentes, 215.
-
Paroxismos de espirros, 223.
-
Espirros secos frequentes, com cócega, especialmente na narina esquerda, 195.* [810.]
-
Coriza, com corrimento de muco claro e esbranquiçado, 215.
-
Coriza abundante, de um lado do nariz, e apenas por uma narina, 1.
-
Coriza com mau cheiro no nariz, como de salmoura de arenque, sobretudo ao assoar o nariz, 9.
-
Ora entupimento do nariz, ora escorre água dele, 2.
-
Narina esquerda um tanto húmida, seguida de espirros e acúmulo de muco no nariz, na goela e nas vias aéreas (terceiro dia), 211.
-
A narina direita um tanto obstruída, seguida de espirros e, depois, ligeira coriza, 211.
-
Muco misturado com sangue expelido ao assoar o nariz, 195.*
-
Saída de sangue coagulado ao assoar o nariz, 215.
-
Sangramento nasal logo em seguida, durante toda a noite, de manhã cedo, 1.
-
Hemorragia pelo nariz e pela boca (ao vomitar as bagas, pela ação de um emético), 74. [820.]
-
, .*
FACE
-
Objetivo.
-
Expressão estúpida, 233.
-
Expressão algo estupefata, 238.
-
A expressão da face é de assombro estúpido; o olhar é sem vida (após dez horas), 110.
-
Fisionomia angustiada, porém vazia, 231.
-
A expressão era animada, denotando alegria e assombro, 233.
-
Face extremamente macilenta, exprimindo mal-estar e angústia, 215. [850.]
-
A face está encovada e coberta de suor frio e viscoso, 129.
-
Fisionomia pálida, 230.
-
Palidez da face, 70.
-
[Palidez súbita da face, durando algum tempo], 40
(Caso 16). [Tal palidez súbita não é incomum em epilépticos.]
- Palidez da face, com aumento do apetite, 40
(Caso 5).
- Palidez da face, com sede, 40
(Caso 5). [Não encontrado.]
-
A criança estava pálida, fria e como em estado de desfalecimento, 124.
-
Tez pálida, amarelada, terrosa, 215.
-
Tez ictérica, 215. [860.]
-
A face habitualmente cobriza do velho tornou-se violácea, e a conjuntiva bulbar estava injetada de sangue azulado, 115.
-
Rubor azulado da face, 228.
-
Face vermelho-azulada, com grande calor do corpo, a cada entardecer, 80.
-
A face pálida torna-se subitamente vermelha, 215.
-
[Palidez excessiva e frequente da face, mudando subitamente para rubor, com faces frias e testa quente], 40
(Caso 11). [Manifestando-se durante uma sucessão de paroxismos epilépticos.]
-
Rubor incomum da face, 10.
-
Grande rubor da face (após duas horas), 220.
-
Rubor marcante da face (após uma hora), 98.
-
Face extremamente vermelha, 235.
-
Fisionomia vermelho-sangue, 66. [870.]
-
Face rubra, ardente e quente (após meia hora), 105.
-
Rubor ardente na face, com dores violentas e inexprimíveis na cabeça, 13a.
-
Face vermelho-suja, 240.
-
Vermelhidão escarlate da face e do tórax durante o sono, 68.
-
A face estava muito vermelha, com olhar fixo, 119.
-
Face vermelha; olhos brilhantes, parecendo nadar em lágrimas (após duas horas e meia), 90.
-
Face muito vermelha, com aquecimento geral e grande inquietação; isto, porém, foi logo seguido de palidez da face e lassidão, 123.
-
Rubor e calor da face, com sede intensa, 40.
(Caso 14).
-
Face muito vermelha e quente, com frieza glacial dos membros, 13a.
-
Face vermelha e quente, e face, pescoço e tórax muito tumefeitos, 199. [880.]
-
Grande rubor e calor na face, sem suor (após vinte e quatro a trinta horas), 12.
-
A face estava vermelha e túrgida, 178.
-
Face vermelha e tumefeita, 56.
-
Face vermelha e tumefeita (após duas horas), 86.
-
A face estava vermelha e tumefeita, mas o resto do corpo pálido, 37.
-
A face vermelha e distendida; o olhar, alterado e ameaçador, 106, 135.
-
Face escarlate e tumefeita, especialmente ao redor dos olhos, 102.
-
(Face vermelha e tumefeita, com olhos arregalados), 49.
-
A face de um homem habitualmente pálido e magro está incomumente vermelha e tumefeita; o calor é geral e intenso, o pulso cheio e rápido, com suor excessivo (após meia hora), 107.
-
Manchas vermelhas como na escarlatina, e placas púrpuras como contusões na face, 215. [890.]
-
Apareceram na face, especialmente na bochecha esquerda, juntamente com aumento do calor, placas vermelhas irregulares do tamanho de uma moeda de coroa, que desapareciam e depois voltavam, 195.
-
Manchas vermelho-escuras na face, lembrando a erupção da escarlatina; com pulso cheio, .
(Caso 19).
-
Os músculos da face mostram mobilidade marcante (após uma hora), 112.
-
Espasmos na face, 38. [910.]
-
Ação espasmódica dos músculos da face, 198.
-
Contorção alternante dos músculos da face, 234.
-
Convulsões dos músculos faciais, com movimentos ridículos de toda espécie, 103.
-
Movimento convulsivo dos músculos do lado esquerdo da face, especialmente da comissura labial esquerda, 106.
-
Movimento convulsivo dos músculos faciais, com distorção da boca, 215.
-
Traços faciais distorcidos, 19. [Não encontrado.]
-
A face está desfigurada por convulsões e tumefação, 103.
-
[Ela distorce horrivelmente os músculos faciais, projeta muito a língua para fora, estala com a língua e tem ânsias até a êmese, em paroxismos], 40
(Caso 13).
-
Sacudidas da face e das mãos (após meia hora), 107.
-
Os músculos da face, das mandíbulas e dos membros eram agitados por abalos convulsivos (das folhas), 202. [920.]
-
Jogo convulsivo dos músculos faciais, com ranger dos dentes e, por vezes, estiramento e extensão dos membros, 118.
-
Sensações.
-
Entorpecimento da face, 201.
-
Parecia-lhe como se a face tivesse ficado tumefeita (após três horas), 190.
-
Dores lancinantes nos ossos da face, com sensação de como se estivessem tumefeitos, 215.
-
Dores nevrálgicas que se irradiam das têmporas para o maxilar inferior, associadas a dores pulsáteis e compressivas na cabeça, 215.
-
Bochechas e Lábios.
-
Bochechas muito vermelhas, 222.
-
As bochechas vermelho-púrpura (após uma hora), 112.
-
Rubor da bochecha; a face está túrgida, com calor geral (após duas horas e meia), 130.
-
Ao despertar pela manhã, uma pequena mancha vermelho-azulada na bochecha esquerda, que pouco a pouco aumenta de tamanho, até que a tumefação vermelho-azulada ocupa toda a bochecha, muitíssimo agravada pelo movimento; após alguns dias a outra bochecha inchou, e a tumefação durou oito dias, 9.
-
Tumefação da bochecha com dor em queimação, 5. [930.]
-
Tumefação, ora de uma bochecha, ora da outra, .
(Caso 13).
-
Sensação compressiva abaixo do osso zigomático direito, 3.
-
Dilaceração e repuxamento abaixo do osso zigomático direito (após um quarto de hora), 3.
-
Pressão pinçante no osso zigomático esquerdo, 14.
-
Os lábios, e especialmente o superior, racham no meio ao espirrar e tossir, 1.
-
Lábios aumentados de volume, gretados, cheios de flictenas, 215.
-
Grande tumefação do lábio superior; ele se sente tenso ao abrir a boca, 1.
-
Abscesso do lábio superior, provocando tumefação dolorosa, com febre, dor de cabeça e falta de apetite, terminando em abundante escoamento de pus, 50.
-
Movimentos espasmódicos dos lábios, 89. [940.]
-
Um homem padeceu de riso sardônico durante anos, após envenenamento por beladona, 101.
-
Lábios secos, ardentes, tumefeitos e endurecidos, 215.
-
Na borda externa dos lábios, dor em queimação e pequenas vesículas (após vinte e quatro horas), 13a.
-
Lábios, mucosa da boca, fauces e fossas nasais com calor intenso e secura, 226.
-
Repuxamento no lábio superior, com tumefação vermelha subsequente, 9.
-
Mandíbulas e Queixo.
-
Mandíbulas firmemente cerradas, .
BOCA
-
Dentes e Gengivas.
-
Os dentes amarelecem e cariam, 215.
-
A sucção dos dentes cariados com a língua faz com que deles corra sangue, sem dor, 14.
-
Ranger dos dentes, 134.
-
Ranger violento dos dentes, 60.
-
[Ranger dos dentes, com saliva abundante correndo da boca]. 40
(Caso 6).
- (Ranger dos dentes e espasmo do braço direito), 40
(Caso 20).
- [Ranger dos dentes, com muita espuma pela boca, com odor de ovos podres], 40
(Caso 22). [970.]
-
Os dentes anteriores parecem demasiadamente longos, 1.
-
A criança queixou-se de grande dor nos dentes (após quarenta e oito horas), 184.
-
Uma dor leve e indefinida em ambos os incisivos médios superiores, percorrendo-os rapidamente (após cinco minutos), 88.
-
Odontalgia, com dor puxante no ouvido, 1.
-
Odontalgia, com inchaço da bochecha, especialmente do lado direito, 215.
-
Dores puxantes, como cãibras, nos dentes, como se estivessem sendo arrancados, 215.
-
(Uma odontalgia escavante, de curta duração), 1.
-
Odontalgia mais puxante do que lancinante, 1.
-
Sensação desagradável, como se os dentes fossem ser forçados para fora da cabeça, 219.
-
Dor puxante nos molares anteriores do maxilar superior direito, permanecendo inalterada em quaisquer circunstâncias, 3. [980.]
-
Dor surda e puxante na arcada dentária superior direita, durante toda a noite; a dor não permitia dormir; a parte dolorosa estava algo tumefeita (com dor em queimação) e era quente ao toque; às vezes, sacudidas dolorosas nos dentes, 4.
-
Odontalgia, um repuxamento agudo do ouvido até o dente cariado do maxilar superior, onde a dor se torna terebrante, mais fácil enquanto come, mais violenta depois, jamais cessando inteiramente durante o dia, porém mais violenta à noite, e impedindo completamente o sono (depois de beber café, a dor torna-se surda, aos arrancos, e terebrante), 198.
-
Dor lacerante em um dente cariado inferior e num molar são adjacente; a dor se torna excessiva com o contato do ar ou dos alimentos (após quatro horas), 7.
(Caso 20).
-
Calor nas gengivas, com coceira e latejamento, 1.
-
A gengiva, ao ser tocada, dói como se estivesse ulcerada, 1.
-
Sensação de raspagem e arranhadura nas gengivas, não influenciada por causas externas, 14.
-
Latejamento e dor como de abscesso nas gengivas, que estão inflamadas e tumefeitas, 215. [1000.]
-
Coceira nas gengivas (após meia hora), 109.
-
Coceira extremamente incômoda nas gengivas, com dor na garganta, 17.
-
Língua.
-
A língua está recoberta por saburra branca (após um quarto de hora), 91.
-
Língua coberta por uma saburra branca tenaz, que se desprende em farrapos, 238.
-
A língua está recoberta por saburra branca; apetite muito escasso, 89.
-
Saburra esbranquiçada, amarelada ou acinzentada na língua, 215.
-
[A língua está coberta por grande quantidade de muco tenaz, amarelado-esbranquiçado], 49.
-
Os vasos sob a língua são azulados e congestos de sangue, 119.
-
Língua algo escura, porém úmida (após vinte e oito horas), 185.
-
A língua e o palato, vermelho-escuros; ela queixa-se de secura da garganta e de deglutição difícil (após meia hora), 104. [1010.]
-
Língua saburrosa, 140.
-
A língua está úmida e recoberta por saburra branca, .
(Caso 11). [Ver nota em S. 864.]
-
Mastigação convulsiva e espuma pela boca, 125.
-
[Debilidade paralítica das partes internas da boca], 52.
-
Secura da boca (segundo dia), 228.*
-
Secura na boca, quase sem alívio possível, 27.*
-
Ao mastigar pão seco, não conseguia reuni-lo em massa, 92.
-
Cuspir constante, sem expelir saliva, 137.
-
Aridez na boca, como se a mucosa tivesse sido removida por alguma substância acre ou corrosiva, 52.
-
Sensação de grande secura da boca, com temperamento muito irritável; ao mesmo tempo, a boca e a garganta parecem úmidas, 1, 13a.
-
Sensação de grande secura na boca; havia muito pouco muco tenaz na língua, e os lábios estavam quentes e descamavam, 1.
-
Boca seca, ardente, com sede acentuada, 215.* [1060.]
-
Secura da boca e da garganta, .
(Caso 20).
-
Saliva viscosa, que adere à língua e sai da boca em espuma filamentosa, 215.
-
Muco tenaz na boca ( 12 ), com sensação de secura, ( 7 ), pendendo da boca em longos fios, 40.
-
Após a dor na testa, aumento da saliva na boca; também se acumulava muco na parte superior da garganta, que era expelido ao pigarrear, 211.
-
Ele tem muito muco na boca, especialmente pela manhã ao levantar-se, às vezes de gosto pútrido, 7.
-
Sua boca fica cheia de muco pela manhã; ele precisa enxaguá-la de tempos em tempos; isso desaparece depois de uma refeição, 1.
-
Acúmulo de água na boca ao entardecer, durante meia hora, 9.
-
Muco espesso, esbranquiçado, acumula-se na boca e na garganta, com tendência constante a pigarrear e engolir, 215.* [1090.]
-
Espuma pela boca, 129.
-
Espuma com sangue sai copiosamente pela boca (pouco antes da morte), 16.
-
[Espuma com sangue pela boca, convulsões da cabeça e ranger dos dentes, desde a manhã até o meio-dia], 40
(Caso 22).
-
Paladar.
-
Gosto insípido na boca, 4.
-
Leve gosto adocicado na boca, 4.
-
Gosto fraco, aromático, 91.
-
Gosto repugnante na boca, com língua limpa, 1.
-
Gosto desagradável, nauseoso, na boca e eructações vazias, 89.
-
Gosto pegajoso, com língua recoberta por saburra branca e sensação de vazio no estômago, 91.
-
Gosto viscoso na boca, 1.
-
Gosto farináceo na boca, com língua saburrosa branca (três horas após um quarto de grão), 195. [1100.]
-
Gosto salgado, algo azedo, na boca, 13a.
-
Tinha na boca um gosto como de vinho azedo, 99.
-
Gosto amargo, ou gosto de sangue, e às vezes um gosto viscoso e nauseoso na boca, 215.
-
Gosto estragado na boca, 40
(Caso 8). Um gosto pútrido sobe das fauces, mesmo ao comer e beber, embora comida e bebida tenham seu sabor próprio, 14.
-
Gosto extraordinário da saliva, 73.
-
Às vezes, tudo o que se come tem gosto salgado, 215.
-
Gosto salgado dos alimentos, como se tudo tivesse sido salgado (após vinte e cinco horas), 13a.
-
No começo da refeição, o alimento tem seu sabor próprio; mas, de repente, tudo lhe parece demasiado salgado ou desagradavelmente insípido, com sensação na garganta como se fosse vomitar o que ingeriu, 13a. [1110.]
-
Ao entardecer, o pão com manteiga, ou pelo menos a parte final dele, tinha sabor muito azedo, e depois ele geralmente sentia mais ou menos azia, que continuava por duas horas (em oito entardeceres sucessivos) (após quatro dias), 1.
-
O caldo que havia tomado parecia azedo e deixava uma sensação de arranhadura na garganta, 92.
-
(Gosto amargo do pão e das maçãs ao entardecer), 1.
-
Perda do paladar, 52.
-
Fala.
-
Fala rápida, interrompida, 233.
-
Fala lenta, embaraçada, 233.
-
Debilidade paralítica dos órgãos da fala, 1.
-
Debilidade gaguejante dos órgãos da fala, com plena consciência, 1.
-
Gagueja como um embriagado, 20. [1120.]
GARGANTA
-
Em geral.
-
A mucosa, desde o terço posterior do palato até onde se podia ver para baixo, era de cor carmesim intensa, e as amígdalas estavam muito aumentadas de volume, 192.*
-
Rubor da garganta e ardor ao longo de todo o canal alimentar, 197. [1130.]
-
Inflamação aftosa da garganta, 197.
-
Grande quantidade de muco acumulado na garganta, interrompendo a respiração e dando origem a constante pigarreio, 215.
-
Um pouco de muco na parte superior da garganta, com sensação geral como se um catarro da garganta e das fauces fosse desenvolver-se; os arcos palatinos, as amígdalas e a parede posterior da faringe estavam tumefeitos e inflamados (reiterado em diferentes provadores), (sétimo dia), 211.
-
Assim que a garganta começou a ficar dolorida, houve grande expectoração de muco claro, 230.*
-
Expectoração de certa quantidade de catarro da garganta (após três quartos de hora), 93.
-
Expectoração de sangue proveniente da garganta, 215.
-
Em sua inconsciência, ela frequentemente metia o dedo profundamente na garganta, arranhava as gengivas e apertava a garganta com ambas as mãos, 17.
-
A garganta está tumefeita internamente, 63. [Não encontrado.]
-
Secura da garganta (mãe e filho, dentro de uma hora), 228. [1140.]
-
*Grande secura da garganta, , .
(Caso 6).
-
Sensação de calor e secura na garganta (após cinco minutos), 179.*
-
Sua garganta tornou-se quente e seca, 190.*
-
Ardor violento na garganta (estando a boca ao mesmo tempo naturalmente húmida), que não é de modo algum aliviado ao beber, mas o é por um pouco de açúcar, embora apenas por um instante, 2.*
-
Calor queimante, grande secura e aspereza na garganta, 215.*
-
Sensação como se um grande tumor estivesse crescendo na garganta e a obstruísse, 215.* [1150.]
-
Sensação de constrição na garganta (após cinco horas), 131.
-
Sua garganta e fauces pareciam contraídas por causa da secura excessiva da boca; não havia ali a menor partícula de muco, e apenas sede moderada; contudo, ele conseguia engolir o leite que estava bebendo, 13a.
-
Constrição da garganta com sensação de sufocação, 215.
-
*Durante a deglutição, sensação na garganta como se estivesse demasiado estreita, ou repuxada; como se nada passasse devidamente (após duas horas), 13a.
-
Constrição dolorosa na garganta, que se estendia ao estômago, com ardor e sede violenta, 106.
-
Sensação compressiva na garganta, na região das amígdalas (sétimo dia), 211.
-
Parecia-lhe que algo subia do abdómen e pressionava a garganta, com ânsias, porém sem sensação de enjoo ou de êmese, 13a.
(Caso 25). [1170.]
-
Inflamação e tumefação das amígdalas e de toda a garganta, 215.
-
Pequenas pústulas e abscessos nas amígdalas, 215.
-
Cãibra que se estende da amígdala direita ao alto da faringe (após catorze horas), 217.
-
Inflamação das fauces, 63.
-
Muco tenaz nas fauces, 40
(Caso 6).
-
Vômito de sangue, aparentemente procedente das fauces, 24. [Terminou em morte. Também após a morte o sangue flui do nariz, da boca e dos ouvidos daqueles que foram envenenados por beladona; apresentam tonalidade negro-violácea, quer apenas no rosto, quer num lado do corpo, quer em toda a superfície, ou essas partes ficam cobertas de manchas gangrenosas; a epiderme destaca-se facilmente, o abdómen torna-se distendido, e a putrefação instala-se por vezes dentro de doze horas, como afirmaram Eb. Gmelin e Faber.]
-
*Secura das fauces, causando excessiva dificuldade de engolir , e alteração da voz, 189.
-
*Ao redor das fauces a sensação de secura era das mais aflitivas.
Ela induzia uma tentativa constante de deglutição e, por fim, excitava espasmos sufocantes das fauces e da glote, renovados a cada tentativa de engolir, 178.
-
Sensação de ardor nas fauces (185), cada vez que tomava uma dose, 43.
-
Dor em queimação persistente nas fauces; alimentos e bebidas ardem como aguardente, 64. [1180.]
-
Espasmo grave da faringe (após seis horas). 106.
-
Secura da faringe, 24.
-
Leve sensação de ardor na parte superior da faringe; deve engolir frequentemente; isso era um tanto mais difícil que o usual, como se a faringe estivesse espasmodicamente contraída; isso durou algum tempo e voltou em intervalos (sexto dia), 211.
-
Constrição da faringe, 186.
-
Grande constrição da faringe, 24. [Ver S. 1140.]
-
Grande constrição da faringe pela secura da parte, 24.
-
Sensação de constrição na faringe; ao mesmo tempo a garganta parece muito seca e está realmente destituída de humidade, 115.
-
Estreitamento doloroso e contração da faringe; ao preparar-se para engolir, ela parece tensa e distendida, mesmo quando nada é engolido; durante a deglutição efetiva não é mais doloroso; a própria sensação de estreitamento das fauces chega a ser dolorosa (após sessenta horas), 14.
-
Dor de garganta, pontadas lancinantes na faringe e dor como por um inchaço interno, sentida apenas durante a deglutição e ao virar a cabeça; também ao apalpar o lado do pescoço, mas não em repouso nem ao falar, 1.*
-
Esôfago e Deglutição.
-
Contração do esôfago, durando pouco tempo, mas recorrendo frequentemente, mais durante a deglutição do que nos intervalos, e seguida cada vez por sensação de raspagem na região da epiglote, como se esta estivesse em carne viva e dolorida, .* [1190.]
ESTÔMAGO
-
Apetite.
-
Apetite anormal; quer comer o tempo todo e acha sabor em tudo, 215.
-
Desejo violento de comida, e engole-a com avidez, 130.
-
Fome pronunciada, mas sem inclinação por qualquer tipo particular de alimento, 4.
-
É tomado pelo desejo disto ou daquilo, mas, quando o come, não lhe acha sabor; come-o assim mesmo, 1.
-
Apetite por caldo ralo e por pão com manteiga, mas por nada mais, 9.
-
Apetite reduzido; alimentos de origem animal são-lhe especialmente desagradáveis, 14.
-
Perda de apetite, 237.
-
Perda completa de apetite, 550 . [Em conexão com S. 938.] [1220.]
-
Perda de apetite pela manhã, com repugnância por todos os alimentos, especialmente carne e coisas ácidas, 215.
-
Perda de apetite, com sede aumentada, 215.
-
Perda de apetite, com sensação de vazio e fome; se começa a comer, acha sabor no alimento e come como de costume, 7.
-
Falta de apetite, com dor de cabeça, 40
(Caso 10)
-
Comia sem apetite nem gosto; a deglutição era um tanto difícil por causa da secura da boca e da garganta, com sensação de plenitude no abdômen; dores cólicas repetidas ao redor do umbigo, como se fosse forçado a evacuar; melhorava após eliminar flatos, 89.
-
Todo o apetite desaparece depois de fumar tabaco, 1.
-
Sem apetite; tudo lhe causava repugnância, 1.
-
Aversão aos alimentos durando longo tempo, 1. [1230.]
-
[Aversão completa a toda espécie de alimento e bebida, com pulso frequente e fraco], 40
(Caso 16)
-
Repugnância por coisas ácidas, 1.
-
Sede.
-
Sede acentuada, 227.*
-
Busca angustiada por bebida, 37.*
-
Sede excessiva de água fria (após quatro horas), 311.*
-
Sede excessiva, com preferência por água fria, 215.
-
Sede acentuada de bebidas frias, sem calor (após sete horas), 11.
-
Desejo de beber em recipientes grandes e grande quantidade de uma só vez, 215.
-
Sede extremamente incômoda, 56.
-
Sede violenta, 235. [1240.]
-
Sede violenta (após uma hora), 112.
-
Sede violenta, que não consegue saciar por incapacidade de deglutir, 106.
-
Sede acentuada e dificuldade para deglutir, 223.
-
Sede excessiva; vômitos repetidos, depois de beber em grandes goles, 102.
-
[Sede acentuada, urinação frequente, transpiração abundante], 40
(Caso 22).
-
Sede insaciável, com pulso incomumente lento (após dez horas), 110.
-
Desejo de bebidas, sem vontade de beber; mal levava o copo à boca e já o pousava de novo (após oito horas), 11.
-
Atormentada por sede ardente e calor em todas as partes; desejava bebida de tempos em tempos, mas a repelia quando lhe era oferecida, 37.
-
Aversão ao leite, que habitualmente bebe com muita facilidade; parece-lhe ter cheiro repugnante, muito desagradável, e sabor (amargo, acidulado), que desaparece, porém, ao continuar a beber, 13a.
-
Sede extraordinária ao entardecer, com sabor aquoso, embora todos os líquidos lhe sejam repugnantes, 9. [1250.]
-
Sede acentuada durante os catamênios, 40.
-
Após longo sono, sede violenta, 40
(Caso 19).
- Depois que a transpiração inicialmente provocada diminuiu, a sede aumentou e o apetite caiu, 40
(Caso 10).
-
Sede muito discreta, apesar do calor geral, 123.
-
Aversão a todos os líquidos, de tal modo que ela se comporta de maneira assustadora à vista deles. A administração forçada de medicamento líquido torna-a furiosa, 17.*
-
Café é-lhe desagradável, 2.
-
Repugnância à cerveja, 1.
-
Eructações e Soluço.
-
Inclinação infrutífera para eructar. Eructações meio suprimidas, incompletas, 1. [1260.]
-
Eructação ligeira, 118.
-
Eructações frequentes do estômago, 10.
-
Eructações em soluços; um espasmo composto em parte de eructação e em parte de soluço, 1.
-
Eructação sem sabor e flatulência nos intestinos, com pontadas passageiras no lado esquerdo do peito; na noite seguinte acordou à 1 hora, por causa de distensão e cólicas na região hipogástrica, com enjoo incômodo; a eliminação de flatos aliviou (após cinco minutos), 89.
-
Eructações com sabor dos alimentos ingeridos, 1.
-
Eructações ácidas, 215.
-
Eructações ácidas e ardentes, durante as quais subia à boca uma umidade ácida corrosiva, com certa sensação de estrangulamento, 13a.
-
Eructações amargas frequentes, .
(Caso 8). [1270.]
- Eructações e tontura, 40
(Caso 15).
- Eructações com falta de apetite, 40
(Caso 17).
-
Vários acessos de soluço violento, 10.
-
Soluço violento, que a fazia estremecer, após o qual ficava com surdez até o acesso seguinte, 9.
-
Soluços espasmódicos frequentes, que chegam até sensação de sufocação, 215.
-
[Soluço com convulsão, alternadamente do braço esquerdo e da perna direita, seguido de sede violenta, com rubor e calor da cabeça], 40
(Caso 14).
- Soluço violento por volta da meia-noite, 40
(Caso 6).
- [Soluço à noite, com transpiração profusa], 40
(Caso 14).
-
Enjoo.
-
Enjoo após o desjejum, 1.
-
Enjoo, 234. [1280.]
-
Sensação de enjoo (após duas horas e meia), 217.
-
Enjoo no estômago, 7.
-
Enjoo sem vômito, 114.
-
Acessos frequentes de enjoo durante a manhã (após setenta e duas horas), 1.
-
Enjoo, com sensação de plenitude na garganta; o enjoo transforma-se pouco a pouco em ardor (após três horas e cinco sextos), 217.
-
Enjoo e eructações, com sabor dos alimentos ingeridos, 215.
-
Enjoo e dor no estômago, 235.
-
A influência de doses medicinais sobre as secreções intestinais não é muito marcada, mas, quando administrada por via oral e em doses elevadas, a beladona frequentemente causa enjoo e, em doses tóxicas, vômitos e, por vezes, evacuações diarreicas, 194.
-
Enjoo e disposição para vomitar, 219. [1290.]
-
Enjoo e desejo de vomitar (mãe e filho, dentro de uma hora), 228.
-
Enjoo e inclinação para vomitar, mas incapacidade completa de vomitar, 228.
-
Enjoo e inclinação para vomitar, antes de comer, 215.
-
(Ao tossir, o estômago revira-se, como se viesse vômito, mesmo quando está vazio), .
(Caso 2).
-
Vômito.
-
Vômito (após trinta minutos), 227.
-
Vômito excessivo, 39.
-
Vômito (após seis horas), (seguido logo em seguida de sono por várias horas), 31.
-
Vomitou os alimentos dentro de meia hora após comer (logo após tomar), 228.
-
Vômito de alimentos não digeridos, ingeridos doze horas antes, 37.
-
Vômito de substâncias aquosas esbranquiçadas, 215.
-
Muitas vezes cuspia ou vomitava muco, 40.
-
Vômito de muco após o meio-dia, 40
(Caso 5). [1310.]
-
Vômito de bílis e muco, 27.
-
Vômito de bílis, com muito esforço, tremor dos membros, transpiração fria etc., 215.
-
Vômito de grande quantidade de líquido vermelho-azulado escuro (que contém as bagas), seguido de perda da consciência e delírio, 226.
-
Vômito, ao entardecer, 40
(Caso 5).
-
Vômito, que frequentemente ocorre ao entardecer ou à noite, 215.
-
Vômito violento de alimentos, depois sem enjoo nem esforço, especialmente após as refeições, 215.
-
Vômito depois de beber leite, seguido de ligeira melhora, 239.
-
Vômito após comer ou beber (segundo dia), 241.
-
Vômito e transpiração profusa, 40.
-
Vômito, tontura e ondas de calor, 40.
-
Vômito, com evacuações diarreicas, tontura e cãibras, 215. [1320.]
-
Não vomitou após catorze grãos de tártaro emético , e nem sequer sentiu enjoo por causa dele, 17.
-
Estômago.
-
Inflamação do estômago (post-mortem), 39.
-
A região do estômago está distendida, porém sem dor, 137.
-
A boca do estômago e a região hipogástrica estavam tumefeitas e tensas, 103.
-
Ao deitar-se na cama, ao entardecer, epigástrio distendido, com dor tensional no estômago, 1.
-
Deitava-se de bruços, com a cabeça apoiada sobre as mãos e erguida, 233.
-
É como se houvesse algo na boca do estômago, que sempre o faz tossir, 1.
ABDÓMEN
-
Hipocôndrios.
-
Sensação de plenitude abaixo das falsas costelas ao abaixar-se; plenitude na boca do estômago e escurecimento diante dos olhos (após quatro dias), 1.
-
O abdómen está tenso em volta das costelas, 31.
-
Ao pressionar a região epigástrica, dor como se os hipocôndrios estivessem sendo espremidos para fora, 1.
-
A beladona aumenta a secreção de bile, 194.
-
Fígado tumefeito e doloroso, apresentando tumefações como abscessos, 215.
-
Sensação de peso e latejamentos na região hepática, com sensação de tumefação nessa parte, e inclinação a pender para o lado esquerdo e a erguer o ombro direito, 215.
-
Cãibras do fígado, estendendo-se ao tórax e excitando paroxismos de tosse e sensação de sufocação, 215. [1370.]
-
Dores pulsáteis, com angústia no fígado, estendendo-se à região epigástrica, 215.
-
Beliscadura lateral no abdómen, na região hepática, de modo que, ao tentar levantar-se do assento, não conseguia por causa da dor, 4.
-
Pontadas surdas no lado direito do abdómen, perto das falsas costelas, 14.
-
Sensação de inflamação e tumefação do baço, 215.
-
Dor aguda na região esplênica (após seis horas), 217.
-
Dores pulsáteis, em cãibra e profundas na região do baço, 215.
-
Região Umbilical.
-
Uma constrição do ventre na região umbilical, como se uma bola ou massa se estivesse formando, .
(Caso 1).
-
Cólicas e cãibras no abdómen e nos rins, com incapacidade de ficar quieto, 215.
-
[Cólica, constipação intestinal, diurese, com eructações e inclinação a vomitar], 40
(Caso 12).
-
Cólica muito intensa, com afecção da cabeça e debilidade paralítica de todo o lado direito do corpo, 215.
-
[Cólica, constipação intestinal, diurese, com eructações e inclinações a vomitar], 40.
-
Cólica e leucorreia, 40
(Caso 14).
-
(Após beber leite, cólica, algumas pontadas), 1. [1430.]
-
Cólica como por pressão de um peso intenso, apenas ao caminhar e em pé, desaparecendo toda vez que se senta, 1.
-
Um repuxamento surdo e irritante em toda a circunferência da pelve; essa dor é sentida alternadamente no sacro e no púbis, 3.
-
Repuxamento no abdómen como por flatulência, rumor e passagem de gases, 88.
-
Dores puxantes no abdómen, com pés frios, 123.
-
Dor pesada, surda e de pressão para baixo no abdómen e na pelve; (sintoma repetido várias vezes e muito semelhante ao que o experimentador padecia em cada período), (após duas horas e três quartos), 216.
-
Pressão no abdómen como por uma pedra, com dores nos rins, 40
(Caso 18).
-
Pressão, dor escavante, cortante e pontadas no abdómen, 215.
-
Pontadas e ardor no abdómen, assim como nos hipocôndrios e nos rins, 215.
-
Picadas finas, como de inumeráveis agulhas, de dentro para fora, em toda a cavidade abdominal e torácica, 214.
-
(Corte no abdómen à noite, algumas horas antes de ir para a cama), 1. [1440.]
-
Pela manhã, na cama, no lado esquerdo do ventre sobre o qual jaz tranquilamente, um corte opressivo, que desaparece logo que se deita sobre o outro lado, 14.
-
11h30, dor pungente aguda no abdómen (segundo dia), 217.
-
Dolorimento persistente de todo o abdómen, como se estivesse todo dolorido e em carne viva (após uma hora), 13a.
-
Todos mostravam sinais de dor à pressão mesmo quando o abdómen era comprimido levemente, especialmente sobre a região ovariana, 207.
-
Dores em carne viva nos intestinos, como se estivessem queimados ou raspados, 215.
-
Sensibilidade excessiva do abdómen, que não suporta o mais leve toque, 215.
-
Hipogástrio e Regiões Ilíacas.
-
A zona hipogástrica está afundada, mole e em parte alguma dolorosa, 118.
-
À noite, sensação de plenitude na zona hipogástrica, língua muito branca e saburrosa, falta de apetite, ligeira cólica nos intestinos, rumor e sensação de acúmulo de gases, que, contudo, não se desprendem, 89.
-
Repuxamentos na região hipogástrica do lado direito, sobre o ramo horizontal do púbis, ocasionados por gases, que também desapareceram, .
(Caso 26). [Aparentemente um sintoma da doença do paciente.] [1450.]
-
Violenta pressão cortante no hipogástrio, ora aqui, ora ali (após uma hora), 7.
-
(Pela manhã, uma pressão, como se tudo fosse forçado para fora em direção aos órgãos genitais, com distensão do abdómen; após a pressão, o abdómen contraiu-se, e isto foi seguido de eliminação de muco branco pela vagina), 1.
-
Pela manhã, imediatamente após levantar-se da cama, dor muito intensa, tensional e opressiva em todo o hipogástrio, mas especialmente na região do púbis; parece como se o hipogástrio (raramente o epigástrio) estivesse espasmodicamente contraído, às vezes como se estivesse distendido (embora não realmente); dores que pouco a pouco aumentam e pouco a pouco diminuem (após vinte horas), 3.
-
No hipogástrio, imediatamente abaixo do umbigo, sensação como se os intestinos pressionassem para fora, principalmente em pé (após seis dias), 14.
-
Corte em todo o hipogástrio, porém mais violento no lado esquerdo, 3.
-
Ao levantar-se do assento, sente dor nas cristas ilíacas, como se ali se projetasse um corpo agudo, 14.
-
Tumefação dos gânglios inguinais, 215.
-
Pontadas finas na virilha esquerda, 12.
-
Fortes pontadas nos gânglios inguinais, 1.
-
Sentado com o tronco inclinado para a frente, sensação na virilha direita como se um corpo duro pressionasse para fora, 13a. [1460.]
-
Na virilha direita, no anel inguinal, sentado com o tronco inclinado para a frente, sensação como se um corpo duro pressionasse de dentro para fora, sem que a parte se mostrasse dura ao toque (após seis dias), 14.
RECTO E ÂNUS
-
Fluxo hemorroidário durante vários dias, 1.
-
Eliminação hemorroidária de sangue decomposto, mesmo fora da evacuação, 215.
-
Sensação de constipação intestinal, 219.
-
Dor compressiva, constritiva, na porção mais inferior dos intestinos, alternando com pontadas surdas ou abalos na direção do períneo (após trinta e seis horas), 1.*
-
Dor contrativa no recto, depois dor ulcerativa na região epigástrica; em seguida, evacuação rápida de diarreia mucosa; por fim, tenesmo retal, 1.
-
Pressão no recto em direção ao ânus, 12.
-
Uma espécie de tenesmo retal, pressão e urgência constantes em direção ao ânus e aos genitais, alternando com contraturas dolorosas do ânus (após doze horas), 1.*
-
Dores lancinantes, bem definidas, rápidas e acentuadas no recto, durante a evacuação (após três horas), 1.
-
Sensação de escoriação com ardor e dores constritivas no recto, 215. [1470.]
-
Cócega voluptuosa na parte inferior do recto, 1.
-
Coceira na parte inferior do recto, 1.
-
Prolapso do ânus durante a evacuação, 215.
-
Coceira intolerável no ânus, 215.
-
Prurido violento e, ao mesmo tempo, sensação constritiva no ânus, 3.
-
Coceira externamente no ânus, ao caminhar ao fresco, 1.
-
Coceira e umidade no ânus e no períneo, .
EVACUAÇÃO
-
Inclinação urgente para evacuar, 215.
-
Desejo constante de evacuar, 1. [1480.]
-
Urgência para evacuar; a evacuação é mais fluida do que o comum, mas ocorre em quantidade adequada, 7.
-
Urgência para evacuar e cólica, 36.
-
Urgência frequente para evacuar, sem resultado, ou com evacuação muito escassa e dura, 7.*
-
Urgência frequente para evacuar, às vezes infrutífera, e com tenesmo retal, 215.*
-
Urgência infrutífera para evacuar, seguida de vômito, 1.
-
Esforço para evacuar; a evacuação é indubitavelmente diarreica, mas elimina-se muito pouco, e logo em seguida sobrevém esforço muito aumentado (após três horas), 13a.*
-
Primeiro, uma evacuação diarreica mole; em seguida, porém, desejo frequente de evacuar, do qual pouco ou nada resulta, 14.
-
Evacuações frequentes, 111.
-
Diarreia, 235.
-
Às vezes, evacuações diarreicas, 91. [1490.]
-
Quando administrada por via oral em doses venenosas, a Beladona às vezes provoca diarreia, 194.
-
Evacuações abundantes e frequentes, 215.
-
Evacuação muito frequente e pequena; mal termina uma evacuação, já se sente urgência para outra, 215.
-
Evacuações pequenas e frouxas, com dor pungente e penetrante acima da cicatriz umbilical (após uma hora e quarenta e cinco minutos), .
Órgãos do aparelho urinário
-
Bexiga, Rins e Uretra.
-
A bexiga meio paralisada, 203. [1530.]
-
A bexiga estava cheia de urina à admissão (após nove horas), 190.
-
Dor na região da bexiga; desejo de urinar; apenas algumas gotas de urina foram evacuadas pelo cateter, 223.
-
Ardor na bexiga, com urinação frequente, especialmente à noite, 215.
-
Sensação de revolvimento e torção na bexiga, como se fosse causada por um grande verme, sem desejo de urinar, 1.
-
Tenesmo da bexiga, 238.
-
Pressão surda na região vesical durante a noite, 1.
-
Cólica nefrítica, frequentemente associada a êmese, 215.
-
Sensação dolorosa ao urinar e ao evacuar, durante algum tempo, 109.
-
Irritação nas vias urinárias, especialmente no colo da bexiga, com estrangúria e eliminação de urina escura, com sangue, com grande calor; rubor escarlate da pele, do corpo inteiro, do céu da boca e da faringe (após uma hora), 117.
-
Ardor na uretra e violenta urgência para urinar, sem conseguir eliminar nada, 106. [1540.]
-
Uma pontada longa na uretra, que começou no bulbo e se estendeu até ao orifício, ao caminhar (após três horas), 8.
-
Entre as micções, pontadas surdas na uretra atrás da glande, especialmente durante o movimento, 1.
-
Dores escoriantes na uretra, com eliminação de algumas gotas de muco espesso, amarelado, e por vezes de sangue, .
(Caso 14).
-
Urinação abundante, 89.
-
Alguma urina foi eliminada (após um enema) pela primeira vez (após treze horas); vinte e quatro horas depois, a urina foi excretada abundantemente, 185.
-
Urina mais abundante do que a quantidade de bebida ingerida faria supor, 46.
-
Diurese, 40.
-
(A beladona é, de facto, no sentido mais verdadeiro da palavra, um diurético, e talvez mais potente do que qualquer outro de que dispomos).
-
Outro facto relativo aos efeitos da Beladona digno de nota é, a saber, o seu tremendo poder diurético. Observei que ela não parece alcançar os rins até permanecer algum tempo no estômago e exercer a sua influência específica sobre o cérebro. Mas o seu poder sobre a eliminação de urina é muito grande. Estou convencido de que eliminei, no decurso de uma hora, três pintas (cerca de 1,7 litros) de urina, acompanhadas de ligeira estrangúria no colo da bexiga, 178. [1560.]
-
O efeito diurético da droga começou então (após duas e três horas) a fazer-se sentir, evacuando o doente enorme quantidade de urina límpida, 177.
-
[Micção frequente de urina abundante], 65.
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Emissão frequente e abundante de urina (após uma hora), 138.
-
Emissão frequente e abundante de urina pálida, diluída, aquosa, 37.
-
Emissão frequente, algo escassa, de urina espessa, castanho-avermelhada, irisada, 215.
-
[Diurese à noite, com transpiração abundante], 40.
-
[Diurese, com aparecimento da menstruação], 34.
-
Emissão de urina aumentada e, na maior parte das vezes, involuntária, 130.
ÓRGÃOS SEXUAIS
-
Masculinos.
-
Pápulas vermelhas e excrescências como pequenos condilomas no pénis, 215.
-
Um tumor mole, sem dor, na glande, 1.
-
Ereções frequentes, 91.
-
Ereções involuntárias frequentes e emissão involuntária de urina, 200.
-
Debilidade e relaxamento dos genitais (de um grão e sete oitavos), 195.
-
Irritação dos órgãos genitais, em meninos, manifestada por ereções constantes e por agarrar o membro com as mãos, 118.
-
Logo após urinar, dor ardente na borda externa do prepúcio, 1. [1620.]
-
Calor e rubor do pénis, com semi-ereção constante, 215.
-
Na parte anterior da glande, titilação pruriginosa semelhante à picada de pulga, 4.
-
Sensação como se fosse causada por um acúmulo de soro na bolsa escrotal, 215.
-
Tumefação inflamatória dos testículos, 215.
-
Dores repuxantes e lancinantes nos cordões espermáticos e nos testículos, 215.
-
Durante a urinação, repuxamento no cordão espermático, 1.
-
Antes de adormecer no leito, à noite, dor dilacerante ascendente no cordão espermático esquerdo, repetida algumas vezes, 12.
-
Dores lancinantes violentas nos testículos, que são puxados para cima (após dez, dezoito e trinta horas), 11.
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Aumento do desejo sexual, .
(Caso 14).
-
Leucorreia cor de carne ou leitosa, com muita cólica, 215.
-
Metrorragia de sangue claro coagulado, 215.
-
*Metrorragia, tendo o sangue mau cheiro, 3.
-
*Violenta sensação de pressão e de impelência em direção aos órgãos genitais, como se tudo fosse sair por ali; agrava sentada dobrada e ao caminhar, melhora em pé e sentada ereta (após 10 horas), 13a . [Deitada, sentada, C. D.]
-
Provocação da menstruação, 1.
-
Aumento do fluxo menstrual (efeito curativo), 50. [1650.]
-
Nas mulheres, pode ocorrer de repente fluxo menstrual imoderado, 212.*
-
Fluxo menstrual mais abundante, com retardamento até o trigésimo segundo, trigésimo sexto e quadragésimo oitavo dia, 40.
-
As regras aparecem quatro dias cedo demais, 1.
-
*Fluxo menstrual demasiado precoce e muito profuso, de sangue espesso, decomposto, vermelho-escuro, 215.
-
O fluxo menstrual por vezes é retardado, ou de sangue pálido, 215.
-
Durante as regras, sede acentuada, 40
(Caso 14).
-
Durante o fluxo menstrual, febre, lassitude dolorosa, cólica, dores nos membros, debilidade e inclinação para permanecer deitada, 215.
-
Desejo sexual aumentado nas mulheres, especialmente antes do fluxo menstrual e à noite; ausência de desejo, e até repugnância ao abraço amoroso, pela manhã, 215.
APARELHO RESPIRATÓRIO
-
Laringe, Traqueia e Brônquios.
-
Catarro, ou tosse com coriza, 1.
-
Catarro, com tosse, coriza, e a cabeça e os olhos gravemente afetados, 215. [1660.]
-
Grande quantidade de muco tenaz na laringe e nas fossas nasais, 215.
-
A secura estende-se até a laringe, tornando a voz roufenha e, muitas vezes, provocando tosse seca, 194, 195.*
-
*Secura dolorosa na laringe, e, no entanto, com repugnância invencível por toda bebida, 237.
-
A sensibilidade da laringe estava tão comprometida, e a deglutição era realizada de modo tão imperfeito, que, ao introduzir-se uma infusão morna de café na boca do paciente, o líquido se acumulava ao redor da laringe, e a fisionomia se tornava alarmantemente túrgida em consequência da respiração impedida, 179.
-
Cada inspiração provoca irritação e tosse seca, 1.
-
Dor sob a laringe, com soluço, depois de comer (de um grão e sete oitavos), 195.
-
*Sensação como se a laringe estivesse inflamada e tumefeita, com respiração roncante e perigo de sufocação, 215.
-
Secreção de grande quantidade de catarro aguado, 215.
-
Sensação como se alguém lhe contraísse a laringe, 237.*
-
Sensação como se a laringe estivesse estreitada e dilacerada, 215. [1670.]
(Caso 12).
-
Tosse violenta durante o sono, com ranger de dentes, 1.* [1710.]
-
Antes de cada acesso de tosse, a criança fica quieta e, imediatamente antes de a tosse começar, põe-se a chorar, 1.*
-
Durante a tosse, a criança faz muito esforço e fica irritadiça, 1.
-
Tosse seca, que raspa a garganta, 13a.*
-
Tosse curta, seca, ruidosa, espasmódica ou então oca e rouca, 215.*
-
Tosse seca violenta, como se um corpo estranho tivesse ficado alojado na laringe, com coriza (depois de três horas), 11.
-
Acesso de tosse como se se tivesse inalado pó; ele é despertado por isso à noite, com expectoração mucosa, 4.
-
[Durante vários dias seguidos, por volta do meio-dia, tosse violenta, com expectoração de muito muco tenaz], 40
(Caso 22).
-
Muco nas vias aéreas expectorado pela tosse e pelo pigarreio, 211.
-
Expectoração de muco viscoso e esbranquiçado, 215.
-
Catarro, especialmente de manhã, 215. [1720.]
-
Às vezes, expectoração de muco enegrecido e espesso, 233.
-
Pela manhã, ao tossir, expectoração de muco com sangue, 1.
-
Escarro de sangue, 215.
-
Hemoptise de sangue claro, vermelho-vivo, raramente coagulado e negro, 215.
-
Respiração.
-
A respiração é frequentemente suspirante, sem aparentemente ser difícil de outro modo (depois de oito horas), 129.
-
[Suspiros]. 30 . [Imediatamente antes da morte.]
-
Respiração estertorosa (depois de um quarto de hora), 86.
-
A respiração, pesada e estertorosa, 185.
-
Murmúrio respiratório vesicular, embora sem estertores, 226.
-
A respiração era estertorosa, e os sons respiratórios, examinados apressadamente sobre a parte anterior do tórax, estavam modificados por râles, 179. [1730.]
-
Respiração profunda, às vezes com bocejos (depois de sete horas), 112.
-
O hálito é quente; respiração acelerada (depois de meia hora), 118, 136, 137.
-
, .*
TÓRAX
-
Em Geral.
-
Inflamação dos pulmões, 213. [1750.]
-
Ingurgitamento e abscessos das mamas, 215.
-
Tumefação erisipelatosa das mamas, 215.*
-
As mamas tornam-se de repente flácidas e achatadas, ou então inflamadas e tumefeitas, com aumento da secreção de leite, 215.
-
Ardor no tórax, com sensação como se os pulmões se avolumassem e insuflassem o tórax, 215.
-
Ardor e dores puxantes nos mamilos, especialmente no direito, 215.
-
Violenta constrição através do tórax, como se fosse comprimido para dentro, de ambos os lados (após oito horas), 8.
-
À noite, na cama, tal constrição no tórax, que não cedia mesmo tossindo de propósito, de modo que ele só conseguia inspirar com dificuldade, como se o muco na laringe o impedisse, associada a ardor no tórax (após sessenta horas), 1.
-
Sensação de aperto no tórax, 73.*
-
Opressão no tórax, 57.*
-
Opressão no tórax e respiração difícil, especialmente ao caminhar e à noite na cama, com estertor mucoso sibilante e frequentemente crepitante, 215. [1760.]
-
Peso e opressão excessivos de todo o tórax, 219.
-
Dor por pressão no tórax, estendendo-se para as costas, 215.*
-
Dor compressiva no tórax e entre as escápulas, .*
(Casos 11 e 18).
-
Dor lancinante, desaparecendo depressa, como estocadas com uma faca romba, abaixo das duas últimas costelas, perto da cartilagem xifoide, e acima das costelas falsas (após oito minutos), 3. [1770.]
-
Dores raspantes, escavantes e frequentemente lancinantes no tórax, com inclinação constante para tossir, muitas vezes sem o conseguir, 215.
-
Grande inquietação e batimentos no tórax, 1.
-
Esterno.
-
Dor na extremidade esternal da quinta costela (após menos de uma hora), 217.
-
Dor penetrante, tipo cãibra, logo abaixo da extremidade do esterno, estendendo-se pouco a pouco até a boca do estômago e para cima até o esterno, e sobre a região cardíaca (após nove horas), 217.
-
Uma dor opressiva aguda no esterno, diretamente acima da cartilagem xifoide, 3.
-
Pontadas no esterno ao tossir e ao bocejar, 1.
-
Dores lancinantes e beliscantes no tórax, em ambos os lados da parte superior do esterno, 14.
-
Uma dor pulsátil sob o esterno, acima do scrobiculus cordis, 3.
-
Lados.
-
Dores mais no lado esquerdo do que no direito do tórax, 215.
-
Ardor no lado direito do tórax, 4.* [1780.]
-
Sensação de pressão no lado direito do tórax, que causa angústia, 1.
-
Dor opressiva e constritiva nos lados esquerdo e direito do tórax, 4.
CORAÇÃO E PULSO
-
Precórdio e Coração.
-
Grande angústia nos precórdios, 74.
-
Angústia precordial durante as catamênias, 40.
-
Depois do jantar e da ceia, angústia precordial, dor de cabeça, rubor do rosto e gosto amargo na boca, 40 , (Caso 14).
-
Observou-se angústia na região do coração, uma sensação peculiar e incômoda de tempos em tempos, como a percebida com um pulso intermitente; de fato, o pulso chegava a intermitir às vezes (após uma hora), 92.
-
Pressão na região cardíaca, que suspende a respiração e causa sensação de angústia, 1.
-
Sensação de opressão cardíaca no scrobiculus cordis; ela não conseguia respirar adequadamente; então enjoo, subindo à goela como se fosse vomitar; e assim a opressão e o enjoo alternavam-se a cada sete minutos (após um quarto de hora), 13a.
-
A ação do coração era débil (após duas horas), 179.
-
A ação do coração era débil, e as pulsações da artéria radial eram de 116 por minuto, regulares e fracas (após duas horas), 179.
-
Batimento cardíaco fraco, porém frequente (após um quarto de hora), 86. [1800.]
-
Batimento do coração e pulso menores e algo contraídos, mas não acelerados, 118.
-
Sobressaltos e tremor do coração, que parece grande e pesado, 215.
-
Ao subir escadas, o coração faz um cloqueio; uma espécie de palpitação, 13a.
-
Batimento violento do coração, 222.
-
Batimentos e palpitação do coração, com grande opressão do tórax, .
PESCOÇO E DORSO
-
Pescoço.
-
Inchaço das glândulas no lado esquerdo do pescoço, local em que ele também se queixa frequentemente de dor em queimação, 118.*
-
Inchaço das glândulas na região da nuca, com obnubilação da cabeça (após seis dias), 1.*
-
Inflamação e inchaço das glândulas do pescoço e da parte posterior da goela, 215.*
-
Inchaço e rigidez do pescoço e da região da nuca, especialmente do lado esquerdo, com dores tipo cãibra ao menor movimento, 215.*
-
Dores puxantes e pressão na região da nuca, 215. [1850.]
-
Dor compressiva externamente no pescoço, ao levar a cabeça para trás e ao tocar a parte, 1.
-
Ao tossir, violenta dor opressiva na região da nuca, como se fosse partir-se (após três horas e meia), 8.*
-
Dor aguda entre a última vértebra cervical e a primeira dorsal (após quatro horas e meia), 217.
-
Sensação como se a região da nuca tivesse sido golpeada com um martelo, 215.
-
Dorso em geral.
-
Debilidade da coluna vertebral, com sensação de peso na cabeça e marcha curvada, 215.
-
A rigidez dos músculos do dorso e dos membros inferiores impede-o de sentar-se na cama ou de erguer-se direito; se for amparado, consegue manter-se de pé, mas é incapaz de mover os pés ou de caminhar, 136.
-
Dor reumática no dorso,
(Caso 15).
-
Ardor, como se a medula espinal estivesse em fogo, 215.
-
Cãibras no dorso e no tórax, 215.
-
Sensação compressiva, como de cãibra, no meio da coluna vertebral, que se torna tensional quando ele tenta endireitar o dorso (após meia hora), 8. [1860.]
-
Durante o fluxo menstrual, uma dor dilacerante, como de cãibra, ora aqui ora ali no dorso, ora nos braços, 1.
-
Dor como de luxação no lado direito do dorso e na coluna vertebral, 1.
-
Roedura na coluna vertebral, com tosse, 1.*
-
Dor compressiva à esquerda da coluna vertebral, sob as falsas costelas, 4.
-
Pontadas, como de faca, de fora para dentro, nas vértebras, 9.
-
Dor lancinante e roedora na coluna vertebral, 1.
-
Dorsal.
-
Rigidez dolorosa entre as omoplatas e na região da nuca ao voltar a cabeça e o pescoço de um lado para outro, pela manhã (após dezesseis horas), 1.
-
Dores distensivas e reumáticas, com sensação de luxação entre as omoplatas, 215.
-
Dor entre as omoplatas como por distensão, 1.
-
Dor em cãibra, quase como beliscão, entre as omoplatas e entre a omoplata e a coluna vertebral, 14. [1870.]
-
Dor puxante violenta ao longo da coluna, entre as omoplatas, à noite, 1.
-
Dor puxante e incisiva atrás da omoplata direita, 217.
MEMBROS EM GERAL
-
Objetivo.
-
Os vasos sanguíneos dos membros estão distendidos, especialmente as artérias do pescoço pulsam, de modo que, ao abrir-se o maxilar inferior, ele bate contra o superior a cada pulsação, dando assim origem a um leve batimento dos dentes; ao mesmo tempo, calor e sensação de calor em todo o corpo, mais especialmente na cabeça, 5.
-
Inchaço do braço e do pé lesionados, 60.
-
Flacidez de todos os membros (após um quarto de hora), 86.
-
Tremor e lassidão dos membros, 40
(Caso 1).
-
Tremor dos membros; marcha vacilante, com elevação de uma perna, como se tivesse de subir uma colina; por isso cai ao chão e é incapaz de levantar-se de novo sem auxílio, 123.
-
Os membros ficam em tremor constante; se um membro fosse levantado, cairia de novo, sem força, 105. [1890.]
-
Tremor em todos os membros, incapacidade de andar, veias distendidas por todo o corpo e sensação incômoda de irritação na goela, durante vários dias, 17.
-
(Com gritos súbitos, as mãos e os pés tremem), 40
(Caso 1).
-
Membros sem cessar em movimento, especialmente as mãos, pois está constantemente ocupado em tentar apanhar alucinações brilhantemente coloridas, cintilantes, ígneas, 233.
-
Os membros ficam em movimento constante, mesmo sem interrupção, durante toda a noite, 137.
-
Move lentamente os membros para cima, tremendo; depois, com maior força, arroja-os para baixo, 125.*
-
Os membros frequentemente executavam involuntariamente os movimentos próprios das ocupações cotidianas do indivíduo, 112.
-
Contrações dos membros, 81.*
-
Contrações (dolorosas) nos braços; mais na perna direita do que na esquerda, 13a.
-
Contorções dos membros, 236.
-
Distorções singulares alternadas dos membros e completa imobilidade, 31. [1900.]
-
Convulsões dos membros, 234.
-
Movimentos convulsivos dos membros, 63.*
-
Todos os membros ficam em movimento convulsivo, 135.
-
Extensão convulsiva momentânea dos membros ao despertar do sono, 1.*
-
[Estiramento espasmódico dos membros, com contorções dos olhos], 40
(Caso 12).
-
Contração convulsiva, torção e movimentação dos membros superiores e inferiores, 137.
-
Espasmos de todos os membros, 60.
-
[Espasmos dos membros, com soluço], 20
(Caso 14).
-
Múltiplas cãibras, espasmos, agitação e contorção dos membros, 215.
-
Sensações.
-
Sensação de peso nas mãos e nos pés, 2.* [1910.]
-
[Lassidão dos membros], 70.
-
Lassidão dos membros, 81.
-
Intolerância em todos os membros e indisposição para o trabalho, 3.
-
Com o passar do tempo, as extremidades tornam-se tão débeis, e quase mancas, que ele não podia nem ficar de pé ereto nem levantar as mãos, 237.
-
Fraqueza paralítica de todos os músculos dos membros superiores e inferiores (após seis dias), 4.
-
Fraqueza paralítica e sensação de paralisia nos membros, ou em um lado do corpo, 215.
-
Todos os membros parecem paralisados (após seis horas), 239.
-
[Paralisia do braço direito e da perna direita], 40
(Caso 11). [Ver nota à p. 864.]
-
Rigidez de todos os membros, sob a aparência de uma sensação de lassidão, 1.
-
Rigidez frequente e imobilidade dos membros; por exemplo, ele não conseguia mover o pé esquerdo, 13a. [1920.]
-
Grande desassossego em todos os membros, de modo que ele não sabia onde se pôr, 1.
-
Ardor, dores pulsáteis, lancinantes, compressivas, em cãibra ou lacerantes nos membros, 215.
-
Como um roer de muitas formigas internamente nos ossos do braço e da coxa, arrastando-se de cima para baixo, 214.
-
Repuxões, sacudidas e choques nos membros, 215.
MEMBROS SUPERIORES
-
Em geral.
-
Inchaço do braço, 60.
-
Inchaços vermelhos ou escuros nos braços e nas mãos, 215.
-
Tremor dos braços ao menor movimento, 129.
-
[Ele levanta o braço direito involuntariamente e sem o saber, acima da cabeça], 40
(Caso 22).
-
Por vezes, ela estendia os braços e as mãos, como se quisesse agarrar alguma coisa, 20.
-
Os membros superiores movem-se como se estivessem afetados por coreia, 240. [1930.]
-
Os braços e as mãos estavam em contorções contínuas, 19.
-
Abalo convulsivo do braço, como por calafrio excessivo, 1.
-
Sacudidas e tremor nervoso dos braços e das mãos, 215.
-
[Espasmos concussivos dos braços], 40
(Caso 1).
- [Espasmo do braço direito, com ranger dos dentes], 40
(Caso 20).
-
Cãibras e espasmos dos braços e das mãos, 215.
-
Ao comer, ele frequentemente metia a mão na sopa em vez da colher; frequentemente, também, era incapaz de encontrar a boca com a colher e passava-a ao lado, 139.
-
Sensação de grande lassidão nos braços, mas ainda mais nas mãos, como se tivesse de os deixar pender, 13a.
-
Sensação de peso em ambos os braços, 1.
-
Sensação de peso e de paralisia nos membros superiores, especialmente no braço esquerdo, 10.
-
Sensação de peso no braço esquerdo, melhorada por sangria, 40
(Caso 23). [1940.]
-
Às 3 da manhã, rigidez no braço direito, sobre o qual ela não se havia deitado, de modo que não conseguia dobrá-lo, com sensação de que era mais curto que o outro e com dor lacerante nele, 13a.
-
Uma (sensação de) estiramento e torção nos membros superiores, 10.
-
Pressão puxante paralítica, com debilidade, no braço e antebraço direitos (após quatro dias), 7.
-
Ombro e braço.
-
Inchaço doloroso de uma das glândulas axilares esquerdas (após cinco horas), 1.
-
Pressão em pontadas na parte superior do ombro esquerdo (após três horas), 7.
-
Dor lacerante aguda sob e na axila direita (terceiro dia), 217.
-
Sacudidas nos ombros, com entorpecimento e sensação de peso nos braços, 215.
-
[Espasmo do braço direito, com ranger dos dentes], 40.
-
Tendência a movimentar os braços, como se estivesse fazendo exercícios ginásticos, 215.
-
Debilidade como por paralisia, primeiro no braço direito, depois também no antebraço (após oito horas), 12. [1950.]
-
[Paralisia do braço direito], 40
(Caso 11). [Ver nota em S. 864.]
-
[O braço parece entorpecido e doloroso], 65.
-
[Dor reumática no braço direito, com sensação de formigamento; no dia subsequente, espasmo do mesmo braço], 40
(Caso 14).
-
Dor como por entorse e contusão nos braços, 215.
-
Ela queixou-se de uma cãibra muito dolorosa no braço esquerdo e nas costas, que à noite se estendeu até a coxa, 40
(Caso 6).
-
Dores cãibriformes e lacerantes nos braços, começando nos ombros e parando nos cotovelos, 215.
-
Dor puxante na face interna do braço esquerdo, 4.
-
Uma tração para baixo nos músculos do braço direito que, ao atingir a região do cotovelo, subia novamente em sacudidas até a axila e ali cessava por algum tempo, 1.
-
Dor puxante no braço esquerdo, perto da inserção do músculo deltóide, melhorada pela pressão (após cinco horas), 217.
-
Pressão lacerante paralítica na face anterior do braço esquerdo (após cinco dias), 7. [1960.]
-
Pressão paralítica no braço esquerdo, com sensação paralítica e debilidade de todo o braço esquerdo, 7.
-
Violenta dor em pontada, como por uma faca romba, abaixo da cabeça do úmero, de dentro para fora, 3.
-
Dor como de contusão nos braços (após seis horas), 14.
-
Cotovelo, antebraço e punho.
-
Um rumorejo na dobra do cotovelo esquerdo, como se água ou algum líquido pesado corresse pelas veias, 4.
-
(Ao mover ou tocar o cotovelo, dói como se estivesse queimado), 1.
-
Dor puxante paralítica no cotovelo e nos dedos da mão esquerda, 4.
-
Dor incisiva no interior da articulação do cotovelo esquerdo ao caminhar, 14.
-
Pontadas agudas na parte externa da articulação do cotovelo esquerdo (após setenta e duas horas), .
MEMBROS INFERIORES
-
Em geral.
-
Cinco ou seis espasmos dos músculos dos membros, tronco e rosto, 238.
-
Tremor nas pernas, 233.
-
Uma espécie de estiramento; é forçado a estender as pernas (após onze dias), 1.
-
Debilidade das pernas, 231.
-
As pernas lhe falham, 238. [2010.]
-
Parecia exercer muito pouco controle sobre os membros inferiores e ter neles pouquíssima força. Era claro que teria caído ao chão se tivesse sido deixado sem apoio. Ao ser conduzido, arrastava ambas as pernas, mas nenhuma mais do que a outra (após oito horas), 188.
-
Passaram-se alguns dias antes que ela conseguisse andar, mesmo com a ajuda de uma pessoa de cada lado; essa incapacidade de andar não provinha de debilidade, mas ela parecia ter perdido toda a capacidade de controlar o movimento das pernas, 185.
-
Falta de força nos membros inferiores, de modo que precisa deitar-se, com enjoo, tremor, angústia e tontura, 17.
-
Paralisia temporária dos membros inferiores, 29 . [Veja Ss. 1505, 1571.]
-
Paralisia temporária dos membros inferiores, juntamente com o colo da bexiga urinária e o esfíncter anal, 29.
-
Tropeça ao caminhar, 233.
-
A marcha é insegura, vacilante; a posição em pé é incerta (após uma hora), 98, 115.
-
Cambaleio, .
(Caso 20).
-
Ao deitar-se sobre a anca direita, sente dor na esquerda; mas, quando se deita sobre a anca dolorosa, todo o mal-estar cede (após oito ou nove dias), 1.
-
Dores nevrálgicas nas ancas, virilhas, coxas e joelhos, surgindo em paroxismos e pioradas à tarde e à noite, pelo contato e pelo exercício, 215.
-
Dores tipo cãibra, com rigidez, na anca e no jarrete, especialmente do lado esquerdo, 215.
-
Tensão paralítica nas articulações coxofemorais, ao caminhar, como se estivessem deslocadas, 14.
-
Três ou quatro lancinadas muito intensas na anca direita, em repouso e em movimento, 13a.
-
Sensação de peso nas coxas, mesmo sentado, 4.
-
Sensação de peso e rigidez demasiados nas coxas ao caminhar, 9. [2030.]
-
Ao caminhar, sensação de peso nas coxas e pernas, com rigidez das articulações dos joelhos (após doze horas), 14.
-
[Aumento da sensação de peso na coxa e na perna (com descarga de muco amarelo pelas fossas nasais, com aumento da sede intensa)], 40
(Caso 25). [Apenas um agravamento dos sintomas que ela tinha antes de começar Belladonna.]
-
À noite, sentiu dor num pequeno ponto da coxa esquerda, entre o joelho e o trocânter, que no dia seguinte mudou para um ardor pulsátil; ao exame minucioso, encontrou-se leve rubor erisipelatoso, que, contudo, logo desapareceu, 88.
-
Dor de cãibra nos músculos glúteos, com tensão, ao curvar o corpo para a frente, 14.
-
Repuxamento paralítico na coxa e na perna direitas, 7.
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Uma dor puxante, de dentro para fora, num pequeno ponto da face interna da coxa esquerda (após uma hora), 3.
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Uma pontada como facada no meio da coxa, mais para a face posterior, logo após uma refeição, 3.
-
Pontadas cortantes nos músculos externos da coxa direita, logo acima do joelho, apenas quando sentado (após duas horas e meia), 8.
-
Dor lacerante e cortante, com repuxões, nos músculos posteriores da coxa esquerda, quando sentado (após três quartos de hora), 8.
-
Dor como de contusão na face interna da coxa, 1. [2040.]
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Dor nas coxas e pernas, como se estivessem contundidas por toda parte e como se estivessem apodrecidas; pontadas finas e sensação roedora ao longo das diáfises dos ossos, com dor lacerante muito intensa nas articulações; a dor sobe pouco a pouco das articulações társicas até as ancas, obriga-o, enquanto sentado, a mover e remexer continuamente os pés, e torna-se mais branda ao caminhar (após quatro horas), 14.
-
Os ísquios ficam doloridos; parece-lhe como se não tivesse carne sobre eles; apesar disso, sente-se melhor sentada sobre algo duro do que sobre um assento macio, 9.
-
Pressão forte no meio da face anterior da coxa direita, 8.
-
Dor pulsátil flutuante na parte superior e interna da coxa esquerda (após vinte e nove horas), .
GENERALIDADES
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Objetivo.
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Na cama, jazia de bruços, com a cabeça fletida para trás e o queixo apoiado na mão, sem parecer prestar qualquer atenção ao que se fazia ou dizia no quarto, 123.
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Todo o corpo estava inchado e vermelho, 66.
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Aumento do turgor de todo o corpo, calor queimante da pele; face extremamente vermelha; movimento apressado das mãos, 111. [2110.]
-
Sobreveio a morte, e uma gangrena universal por todo o corpo, que em pouco tempo se tornou inteiramente negro e tão flácido que a cutícula aderiu às mãos do cirurgião, 54.
-
Distensão das veias superficiais do corpo, com sede insaciável, 17.
-
[A cabeça e o resto do corpo repuxados completamente para trás, para o lado esquerdo, de modo que ele não podia andar], 40
(Caso 11). [Ver nota em S. 864.]
(Caso 4).
-
Estado apoplético (após convulsões epilépticas), 74.
-
(Após a morte, sobrevém rapidamente alteração séptica), 1, 54.
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(A beladona parece afetar mais poderosamente a superfície flexora e as membranas fibrosas; a metade esquerda do corpo mais que a direita), 88.
-
Todos os movimentos são executados com grande rapidez, 137.
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Todos os seus movimentos e ações eram instáveis e incertos, 222. [2120.]
-
Na maioria dos casos, o poder da vontade sobre os músculos estava tão desordenado que os movimentos musculares eram algo irregulares, provocando uma espécie de cambaleio ou sacudidas, 189.
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O corpo inteiro está em movimento constante de um lado para outro, como na coreia, 19.
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Movimentos incessantes do corpo, especialmente dos braços, 19.
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Músculos em movimento constante, em parte contrações alternadas de músculos isolados, em parte movimentos automáticos, sobressaltos dos membros, movimento de morder, carfologia, 226.
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Abalos espasmódicos por alguns dias (3 grãos de extrato), 205.
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Subsultus tendinum, 32.
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Subsultus tendinum e carfologia, 32.
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Quando o medicamento foi administrado em doses gradualmente crescentes, há subsultus; quando foi administrada uma única dose grande, ocorrem convulsões, 177.
-
Cinco ou seis vezes, repuxões convulsivos dos membros, da face e do tronco, tais, diz ele, como os animais têm quando mordidos por serpentes venenosas (após cinco horas), . [2130.]
(Caso 14).
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Espasmos excessivos, simulando verdadeira epilepsia, 37.
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Convulsões epilépticas, 74.
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Espasmos epileptiformes, sem fechamento convulsivo dos polegares, 215.
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Convulsões epilépticas, seguidas de um estado apoplético, 74.
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Convulsões reiteradas e espasmos horríveis, especialmente dos músculos flexores, 37.
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Tétano, com curvatura do corpo para trás ou para diante, e por vezes para um lado, 215.
-
Inquietação, 19. [2150.]
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Grande inquietação; ela não consegue permanecer sentada muito tempo no mesmo lugar; isso a faz andar de um lado para outro, 9.
-
Inquietação corporal; era forçado a mover constantemente todo o corpo de um lado para outro, e especialmente as mãos e os pés; não consegue permanecer muito tempo em nenhuma posição; ora deita-se, ora senta-se, ora fica de pé, de modo que está sempre mudando a postura de um modo ou de outro, 7.
-
Movimento incessante do corpo, especialmente dos braços, com pulso arterial inalterado, 19.
-
Semblante irrequieto, 19.
-
[Andava às voltas em círculo].
-
Inquietação extraordinária, 223.
-
A inquietação é um resultado marcante da ação da beladona em doses maciças, 194.
-
Grande inquietação; o corpo é lançado ora para um lado, ora para o outro; ora se eleva o tórax, ora o abdómen, .
(Caso 11). [Ver nota em S. 864.]
- [O lado esquerdo, especialmente o braço, está completamente paralisado], 40
(Caso 11). [Ver nota em S. 864.]
-
Uma hora depois, tinha perdido a faculdade de articular as palavras e apresentava o aspecto geral de uma pessoa acometida de leve paralisia. Era totalmente incapaz de ficar de pé ou de andar, e os membros encontravam-se em estado de tremor e agitação. Ficou frio e quase a entrar em estado de insensibilidade; os olhos tinham um aspecto selvagem e vazio; a respiração era laboriosa e por vezes estertorosa. Após mais três horas, a temperatura do corpo havia aumentado, o rosto estava inchado, e a insensibilidade mais completa. Não se manifestou delírio ativo, mas, pelo aspecto geral dos olhos e da fisionomia, não havia dúvida de que existia aquele distúrbio peculiar, parcialmente abafado pela pressão sobre o órgão cerebral, de modo a aproximar-se mais do caráter de apoplexia. Morreu dezassete horas após tomar o veneno. O exame post-mortem mostrou a presença de grande hiperemia do cérebro, particularmente na base, e da medula oblonga, juntamente com considerável derrame (seroso?), 191.
-
Debilidade e Desfalecimento.
-
Langor e indiferença, 215. [2180.]
-
Lassitude de mente e corpo, 7.
-
Lassitude, indolência, repugnância a todo exercício e ocupação, 215.
-
Antes dos catamênios, lassitude, cólica, falta de apetite e obscurecimento da visão, 40
(Caso 17).
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Sensação de cansaço durante uma ou duas horas à tarde (primeiro dia), 218.
-
Falha de forças, 74.
-
Cai sem conseguir levantar-se, 233.
-
Toda a sua força se vai num instante, 219.
-
Debilidade, 240.
-
Debilidade geral, 236. [2190.]
-
Debilidade do corpo, 79.
-
Debilidade muscular, quase chegando à paralisia, 91.
-
Debilidade paralítica de todos os músculos, especialmente dos pés, 1.
-
Tão fraco que não conseguia andar num aposento sem se apoiar na parede, 237.
-
Debilidade geral, e tal prostração que a menina mal conseguia ficar de pé, 102.
-
Ataques breves e frequentemente recorrentes de grande debilidade; sente-se como se estivesse pesada demais e como se fosse puxada para baixo, de modo que desabaria, 2.
-
Grande debilidade do lado esquerdo, entorpecimento da face e do braço esquerdos, e sensação de formigamento nas mesmas partes (pela aplicação do extrato à fronte), 204.
-
Debilidade, com andar cambaleante; os joelhos parecem ceder; não consegue andar, 1.
-
Sensação geral de debilidade, como de desmaio iminente, e incapacidade de manter-se ereto, 124.
-
Debilidade geral, indisposição e indiferença, . [2200.]
PELE
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Aspecto geral.
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Nodosidades e inchaços frios, dolorosos, de longa duração (aparentemente um efeito secundário), 1.
-
Distensão das veias cutâneas, 4. [2230.]
-
A pele parecia branca como uma estátua (aspecto não natural), 230.
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Coloração amarelenta da pele, 215.
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Inchaço, calor e rubor da pele, 215.
-
Inflamação da superfície de todo o corpo, 67.
-
As partes afetadas têm grande tendência a assumir caráter flegmonoso, erisipelatoso e gangrenoso, 215.
-
Inflamação erisipelatosa, que aparece, desaparece e retorna frequentemente na face, e às vezes no tórax e nos mamilos, 215.
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Rubor de todo o corpo, com pulso rápido, 20.
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Pele vermelha; veias superficiais tumefeitas, 135.
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Pele vermelha, com apenas leve febre, 120. [2240.]
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Face, tórax e membros extremamente vermelhos, 125.
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[Rubor e inchaço das partes afetadas], 65. Na menina, vermelhidão escarlate generalizada, 233.
(Caso 19).
-
O dorso de ambas as mãos está coberto por pequenas manchas vermelhas, que desaparecem de novo rapidamente, 14.
-
Manchas vermelho-escuras na face, lembrando as da escarlatina, com pulso cheio, 80.
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A pele é áspera e gretasse facilmente, 215. [2260.]
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Pele muito facilmente ferida; parece queimar e escoriar-se ao contacto com a roupa mais leve, 215.
-
Erupções, secas.
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Pequenos tumores subcutâneos duros, 215.
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Muitíssimos comedões ou poros pretos na pele, 215.
-
Eritema da pele, 140.
-
Eritema e ardor com prurido da vulva, 215.
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[Erupção vermelha, escamosa, nas partes inferiores do corpo até ao abdómen], 81.
-
Erupção escarlate (primeiro dia), 85.*
-
Erupção como escarlatina por toda a face e corpo (após seis horas), 239.*
-
A erupção, que recorda bastante de perto a que caracteriza a escarlatina, foi observada por numerosos observadores, 203.*
-
A face, os membros superiores e o tronco apresentavam uma eflorescência escarlate difusa, salpicada de inumeráveis papilas, muito semelhante ao exantema da escarlatina. A erupção terminava abruptamente nos punhos e nas dobras das coxas, conservando o restante do corpo a cor natural. A pele estava quente e seca, 177.* [2270.]
(Caso 15).
-
Erupção como varíola, com tendência a invadir o encéfalo e as membranas mucosas, 215.
-
Herpes e pústulas, especialmente na face, ulcerando-se e sangrando facilmente, 215.
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Úlceras ardentes, que sangram com muita facilidade, 215.
-
Úlceras e crostas nos pavilhões auriculares, 215.
-
Ulceração dolorosa na lateral das narinas, onde estas se unem ao lábio superior, 1.
-
As narinas e os cantos dos lábios estão ulcerados, mas não causam prurido nem dor, 1.
-
No canto da boca, uma úlcera com bordas vermelhas e prurido corrosivo, 1.
-
Os cantos da boca ulceram-se, precisamente na comissura dos lábios, com dores lacerantes ao redor, de intensidade extraordinária, mesmo sem mover e sem tocar, 1.
-
Sensações. [2310.]
-
Sensação de beliscão em muitíssimos pontos da pele, 215.
-
[Sensação de picadas mordicantes em toda a pele, especialmente nas plantas dos pés], 65.
-
Formigueiro agradável, como de calor saindo de todos os poros da pele, 214.
-
À noite, na cama, picadas pruriginosas, como picadas de pulga, aqui e ali na pele, 1.
-
Ferroadas pruriginosas nas omoplatas que o levam a coçar-se, com o que melhora, 14.
-
Sensações de formigamento, 40
(Caso 14)
-
Prurido intolerável de todo o corpo, 215.
-
[Prurido em todo o corpo, e erupção de manchas vermelhas como picadas de pulga] (após quatro horas), 65.
-
Prurido reptante por todo o corpo, fugaz, ora aqui, ora ali, 14.
-
Prurido lacerante aqui e ali, especialmente depois de se deitar à noite na cama; depois de esfregar, permanece apenas dor lacerante, porém em grau mais intenso, 1. [2320.]
-
Coçar frequente de várias partes do corpo, especialmente do pescoço e do tórax, 226.
-
Prurido raspante na testa (após uma hora), 14.
-
(Um prurido titilante na omoplata esquerda), 10.
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Durante os primeiros dias, prurido reptante esporádico da pele das pernas e das costas, 230.
-
Prurido violento dos pés, 1.
-
Prurido mordicante nos pés e no dorso destes, 4.
-
Uma sensação reptante ascendente no braço esquerdo, como quando uma mosca caminha sobre a pele, que o esfregar frequente não remove, 1.
SONO E SONHOS
-
Sonolência.
-
Bocejos frequentes, 30.
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Bocejos frequentes, como se não tivesse dormido o suficiente (depois de duas horas e meia), 11.
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Bocejos frequentes, e depois arrepios por todo o corpo, mas que apenas percorrem a superfície externa da pele, à noite, 2. [2330.]
-
Bocejos contínuos, 102.
-
Bocejos como os de uma pessoa embriagada, 55.
-
[Bocejava e tinha ânsias até o rosto ficar azul; enquanto uma mão se estendia acima da cabeça, a outra, incontrolável, continuava a bater no abdómen], 40
(Caso 13).
-
Durante os cataménios, bocejos e arrepios percorrendo as costas, 40 , (Caso 14).
-
Sonolência (depois de meia hora), 1.
-
Sonolência (depois de cerca de quatro horas e meia), 239.
-
Grande sonolência, 230.
-
Sonolência notável imediatamente ao acordar, 3.
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Sonolência invencível, especialmente para o anoitecer; adormece contra a própria vontade, onde quer que esteja, 215. [2340.]
-
Para o anoitecer, mesmo ao crepúsculo, sonolência com bocejos; mas de manhã sente-se como se não tivesse dormido o suficiente, 1.
-
Sonolência pouco habitual e embotamento do intelecto, 195.
-
Sonolência, frequentemente com tontura e bocejos, 215.
-
Sonolência continuada, com desejo de espreguiçar os membros, das 5 às 11 da noite, (depois de onze horas), 12.
-
Sonolência cheia de inquietação, 55.
-
Sonolência ou sono comatoso, com despertar sobressaltado e cheio de terror, 215.
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Sonolência; a menina fechava os olhos durante vários segundos, depois tornava a semiabri-los lentamente, como se resistisse ao sono à força (depois de quatro horas), 124.
-
De manhã, depois de se levantar, sonolência pouco habitual, embora tivesse dormido bem durante a noite; também, ao tentar ler, as letras confundem-se, 89.
-
Estado sonolento, .
(Caso 18). [2390.]
-
Despertares frequentes durante a noite, como se tivesse dormido o suficiente (primeira noite), (?).
-
Despertares frequentes do sono, e embora se vire ora para um lado, ora para o outro, ainda assim não encontra repouso e não consegue voltar a adormecer, 11.
-
Acorda demasiado cedo, muitas vezes com incapacidade de voltar a dormir, 215.
-
Acorda de noite cheia de susto e temor; parecia-lhe como se houvesse algo debaixo da cama que fazia barulho; sentia calor seco ao despertar, 1.*
-
Acordando logo após a meia-noite em transpiração, não consegue voltar a dormir; e a transpiração continua durante as horas de vigília, 1.
-
Desperta do sono três vezes por volta da meia-noite; levanta-se três vezes para vomitar, com transpiração fria como de angústia, mas em vão, 1.
-
Esforços contínuos, mas infrutíferos, para obter sono, 37.*
-
Insónia durante vários dias, 47.
-
Insónia durante várias noites, 238. [2400.]
-
Sem sono até à 1 hora, sem inquietação; depois dormiu até às 6h30 da manhã; levantou-se sem se sentir refeito, 218.
-
Insónia noturna, com inquietação e agitação, 215.
-
O sono é impedido pela angústia, 1.
-
Insónia noturna devido à angústia, com dor puxante em todos os membros, 1.
-
Não consegue dormir de noite; a ideia de que tem algum assunto urgente a tratar impede-o de dormir, .
FEBRE
-
Sensação de frio.
-
Temperatura da pele muito baixa, 225.
-
Pele a princípio natural, depois fria, 230.
-
Com a emissão de grande quantidade de urina, e durante o aumento da apetência, estava inteiramente frio ao toque, 40.
-
Frieza do corpo inteiro, 236.
-
Frio geral intenso, ou frio associado a calor parcial, frequentemente com enjoo, fluxo de urina, turvação da visão, repuxamento e dores nos membros, 215.
-
Logo após as refeições, frieza excessiva, com ranger dos dentes e tremor dos membros enquanto estava deitado. Logo adormeceu; ao despertar, estava moderadamente quente, tinha pupilas dilatadas, e olhos brilhantes, salientes, como que nadando em lágrimas; rubor da face, 89.
-
Mãos e pés frios, 235. [2430.]
-
Mãos e pés tornam-se muito frios, 219.
-
Às vezes, frieza das mãos, com temperatura da pele por outro lado fisiológica, 118.
-
Sensação de frio rapidamente passageira na articulação coxofemoral direita (após uma hora), 14.
-
Os membros inferiores estão frios e rígidos, sem haver claudicação, 129.
-
Pés gelados como gelo; mal podem ser aquecidos (após uma hora), 98.*
-
Pés frios, com face distendida e vermelha, e afluxo de sangue à cabeça, 1.
-
Sensação de frio, 60.
-
Sensação de frio e estremecimento, com pele anserina, mesmo perto do fogão quente (após uma hora), .
(Caso 11). [Ver S. 864.] [2440.]
-
Um violento calafrio apodera-se dela nas costas ou no escrobículo cardíaco, ou em ambos os braços ao mesmo tempo, e dali se espalha por todo o corpo, 2.
-
Frio invulgar após o banho, 214.
-
Estremecimento durante a evacuação, 1.
-
Leve estremecimento, com obscurecimento da visão, logo após o meio-dia, 40
(Caso 1).
-
O corpo, a princípio frio, tornou-se quente (após quatro horas), 233.
-
Calor da pele alternado com arrepios, mas sem febre, 215.
-
Febre, com alternância de frio e calor, ou calafrios seguidos de calor, especialmente à tarde e à noite, uma ou duas vezes por dia, ou a cada dois dias, 215.
-
Febre; frio febril pela manhã, seguido de leve calor, 40.
-
Febre; calafrios pelo corpo à tarde, afrontamentos, 4.
-
Febre; alternâncias súbitas de calor e frio, ambos sem sede, com sonolência diurna (após doze horas), 14. [2450.]
-
Ataques de febre frequentemente recorrentes durante o dia; os calafrios com tremores são seguidos de calor geral e suor por todo o corpo, sem sede nem no estágio frio nem no quente, 1.
-
Vários ataques de febre num só dia, durante os quais o estágio quente seguia o frio em poucos minutos até meia hora depois, sempre sem sede em qualquer dos estágios, e em geral com confusão na cabeça, 7.*
-
Ao anoitecer, febre; o estremecimento espasmódico o ergue na cama; duas horas depois, calor e suor geral, sem sede nem durante o estremecimento nem durante o calor, 1.
-
Febre; ondas de sensação de frio correndo por todo o corpo (após uma hora); quatro horas depois, sensação de calor, e calor real, especialmente na face, 7.
-
Febre; à noite, frio febril, rapidamente sucedido por calor do corpo, com urinação frequente e lassitude dos membros; na noite seguinte, dois ataques do mesmo tipo, com tontura e sede, 40
(Caso 1).
-
Febre; frio à noite na cama, depois calor; o frio começou no osso sacro, espalhou-se pelas costas e desceu de novo pelas coxas, 9.
-
Febre; à noite, enquanto se despia, leve sensação de frio pelo corpo, depois calor em todo o lado esquerdo do corpo, 1.
-
Febre; durante a frieza externa do corpo, calor queimante interno, 1.
-
Cabeça às vezes gelada como gelo, às vezes ardendo de quente, 215.
-
Temperatura da cabeça muitíssimo aumentada, a do resto do corpo reduzida, 220.* [2460.]
-
Face quente, membros frios, 224.
-
Calor.
-
Pele quente, 223.
-
Pele ardente, 222.
-
O corpo ardendo de quente como fogo, com rubor azulado da pele, 127.*
-
*A pele quente, seca, escarlate, especialmente intensa na face e nas orelhas, 137.
-
*Temperatura da pele muitíssimo elevada; pele escarlate, especialmente na face e na metade frontal do tronco (após meia hora), 136.
-
Temperatura da pele aumentada, face vermelha, pulso arterial apressado, com fala sem sentido, e cambaleando como se estivesse embriagado, 105, 132.*
-
Distúrbios febris, 67, .
(Caso 12).
-
Após beber cerveja, calor interno, 14. [2490.]
-
Grande calor e rubor das faces, 20.
-
Calor por todo o corpo, com rubor azulado de toda a superfície, 80.
-
Grande calor, distensão das veias superficiais do corpo, e sede insaciável, 17.*
-
Calor excessivo, veias distendidas, sede insaciável, com angústia e tremor (após meia hora), 109.*
-
Calor na cabeça, perceptível externamente (após um quarto de hora), 13a.
-
*Calor e rubor apenas da cabeça, 1.
-
Calor e latejamento na cabeça, com ardor dos olhos, 215.*
-
*A cabeça e a face quentes, esta última um tanto tumefeita, 238.
-
*Cabeça quente; face vermelha; olhos salientes; pupilas dilatadas, olhar fixo, 134.
-
Todos os dias, durante doze dias, por volta do meio-dia, calor súbito da cabeça e rubor da face, com obstrução acentuada da visão e sede acentuada, durando uma hora, 40
(Caso 14). [2500.]
- Calor da cabeça alternado com evacuações diarreicas, 40
(Caso 14).
-
Sensação de calor rastejante na face, sob a pele (após um quarto de hora), 14.
-
Sensação de calor na face sem rubor externo, 14.
-
Calor na face o dia inteiro, como se o vinho tivesse levado o sangue à cabeça (após doze horas), 1.
-
Na face, tal aumento de calor que de fato refulgia, tornou-se castanho-avermelhada e túrgida, 195.
-
Calor e latejamento na face, com hiperemia na cabeça, 215.
-
Grande calor interno na região do estômago, 42.
-
Calor seco geral nas extremidades dos pés e das mãos, com ausência de sede e palidez da face, durando doze horas, 1.
-
(À noite, calor nas mãos e nos pés, mas não nos braços e nas coxas), 1.
-
Calor, especialmente nos pés, 1. [2510.]
-
Grande calor (imediatamente), seguido de suor muito profuso, 40
(Caso 25).
- Grande calor do corpo; pulsações das artérias excessivamente violentas e rápidas, especialmente na região temporal, com confusão na cabeça e suor profuso subsequente, 40
(Caso 24).
-
Calor de baixo para cima; um suor como de ansiedade angustiosa irrompendo nela, seguido de enjoo, com terrível angústia, descendo a sensação de enjoo cada vez mais, 9.
-
A pele está ardendo de quente, e parcialmente coberta de suor (após uma hora), 112.
-
*Sensações de calor, com calor real no corpo inteiro, mas especialmente na face, que estava vermelha e coberta de suor, com confusão na cabeça (após quatro horas), 7.
-
Suor.
-
Os efeitos gerais da beladona sobre a circulação predispõem à sudorese, 194.
-
Transpiração aumentada, 91.
-
Suor (após algumas horas), 15.
-
Suor geral surgindo de repente e desaparecendo depressa, 13.
-
Transpiração que mancha a roupa de amarelo, 215. [2520.]
-
Suor abundante, 219.
-
Suor profuso, 40
(Caso 6).
- [Suor muito profuso, prolongado, manchando a roupa de escuro], 40
(Caso 13).
-
Suor profuso, especialmente à noite, 40.
-
Suor noturno profuso que não enfraquece, 15.
-
Suor profuso à noite, às vezes apenas nas partes cobertas, 215.
(Caso 21 e 22).
-
Transpiração fria profusa das mãos, 1.
-
Sudorese violenta todas as noites, 40.
-
Suor pela manhã, 81. [2530.]
-
[Suor por toda parte desde as quatro da tarde até a meia-noite, depois sono enquanto suava], 65.
-
Sua por todo o corpo ao menor exercício, principalmente na face, escorrendo pelo nariz. Ao caminhar com vento forte, e assim suando, é provocada cólica, 1.
-
Suor durante o sono, 20.
-
[Suor por todo o corpo durante o sono], 65.
-
O cabelo está muito frequentemente úmido de suor, 215.
-
Suor frequente e profuso na face, 215.
-
Transpiração fria na face, especialmente após comer, 215.
-
(Febre; após o calafrio sentia-se bastante bem por algumas horas, depois suor na face, mãos (?), e pés (?) antes de surgir o calor; nenhum sono durante o estágio quente; leve dor de cabeça com o suor na face; mas nenhuma no estágio frio nem no quente), 1.
-
Suor dos pés, sem calor, estando sentado, 4. [2540.]
-
Sudorese dos genitais à noite, 1.
-
Pele do corpo inteiro notavelmente seca, 226.
-
Pele seca e insensível (após seis horas), 239.
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Pele seca e ardente (após seis horas), .
CONDIÇÕES
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Agravamento.
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( Manhã ), Ao levantar-se, vertigem; ao erguer-se, peso na cabeça; cedo, dor de cabeça; cedo, logo após despertar, dor sob as eminências frontais; logo após despertar, ao erguer-se, dor sob as eminências frontais; cedo, ao despertar, dor de cabeça acima dos olhos; cerca de um quarto de hora após levantar-se, e depois de começar a movimentar-se, dor num lado da cabeça; esclerótica riscada de vermelho, etc.; escurecimento diante dos olhos; ao sair, pontos negros, etc., diante dos olhos; logo após despertar, vibração, etc., diante dos ouvidos; hemorragia nasal; ao despertar, epistaxe, etc.; a língua parece dormente, etc.; ao despertar, boca viscosa; mau cheiro na boca; após levantar-se, muco na boca; falta de apetite, etc.; na cama, dor cortante no ventre; pressão em direção aos órgãos genitais, etc.; logo após sair da cama, dor no hipogástrio; micção frequente, etc.; na cama e após levantar-se, catarro; ao tossir, expectoração de muco com sangue; ao virar a cabeça de um lado para o outro, rigidez entre as escápulas, etc.; batimento das artérias da cabeça, etc.; após levantar-se, sonolência, etc.; calafrio febril; suor.
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( Fim da manhã ), Acessos de enjoo.
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( Por volta do meio-dia ), Tosse, etc.
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( Meio-dia ), Sensação de compressão na região umbilical.
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( Tarde ), Dores em geral; angústia, etc.; ao caminhar ao ar livre, sensação de o coração bater contra os olhos; vómito de muco; compressão na região umbilical; tosse; falta de ar; após beber café, falta de ar; dores nos quadris, etc.; sensação de cansaço; arrepios, etc.; febre; tremores.
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( Ao entardecer ), Pontadas no tórax; sonolência, etc.; febre, etc.
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( Anoitecer ), Delírio violento; fala incoerente; animado, etc.; humor jovial; dor de cabeça; pontadas através da cabeça; pontadas no occipício; na cama, ao ler, as letras se confundem; acessos de surdez; rosto vermelho-azulado, etc.; após deitar-se, odontalgia; odontalgia; acúmulo de água na boca; o pão sabe azedo, etc.; sede extraordinária; enjoo, etc.; vómito; beliscadura no abdómen, etc.; algumas horas antes de ir para a cama, dor cortante no abdómen; sensação de plenitude na região hipogástrica, etc.; antes de adormecer na cama, dor dilacerante no cordão espermático; desejo sexual; após deitar-se na cama, cócegas, etc., na laringe; por volta das 10 horas, começa a tosse; na cama, constrição, etc., no tórax; na cama, opressão do tórax, etc.; repuxamento ao longo da coluna; inchaço dos pés; na cama, ao recolher os joelhos, cãibra na planta do pé; na cama, picadas pruriginosas na pele; bocejos, etc.; na cama, calafrio, etc.; ao despir-se, leve sensação de frio, etc.; calor nas mãos.
SUPLEMENTO: BELLADONNA. Autoridades. ( 242 a 254 , da coleção do Dr. Dufresne, Bib. Hom., vol. i, 1833, p. 319.)
242 , Wade, Lond. Med. Journ., 1827; 243 , Ramve, Act. Reg. Soc. Med. Havn., vol. ii, p. 346; 244 , Jolly, Nouv. Bib. Med., 1828, efeitos de 44 grãos do extrato; 245 , observações de Dufresne; 246 , Darlac, Journ. de Med. de Vandermond, 1759; 247 , Smith, Journ. de Chim. Med., 1827, intoxicação pelas bagas; 248 , Munnicks, Bib. Ther., 1823, intoxicação de sete crianças; 249 , Strecker, Rust's Mag., vol. xxv, 1828, efeitos de uma solução do extrato esfregada na pele com óleo, numa mulher em trabalho de parto; 250 , Brandis, Archiv, vol. xxviii, p. 52; 251 , Lemercier; 252 , Hecker's Annals; 253 , Kentel, Hufeland's Journ.; 254 , Remer, ibid., vol. x; 255 , (Nouv. Biblioth. Med.), Lancet, 1828-9 (1), p. 45, um homem, de quarenta e seis anos, engoliu 44 grãos do pó; 256 , Lancet, 1846 (2), p. 251, um homem comeu uma tarte feita com as bagas; 257 , ibid., efeito numa criança; 258 , Pharm. Journ., vol. vi, 1847, p. 174, um homem, de trinta e quatro anos, e uma criança, de três anos, comeram uma torta feita com as bagas; 259 , Dr. Lyman, Bost. Med. and Sur. Journ., vol. lv. 1856, p. 451, uma mulher de vinte e nove anos usou um emplastro de Bell. durante vários dias; 260 , Wm. Jenner, M.D., Med. Times and Gaz., 1856 (2), p. 513, um homem aplicou um emplastro de Bell. nas costas, que estavam cobertas de pústulas; 261 , James Seaton, Med. Times and Gaz., 1859 (2), p. 551, intoxicação de dez pessoas pelas bagas; 262 , Dr. Golding, Lancet, 1859 (2), p. 560, um rapaz, de dez anos, engoliu uma mistura de extrato com água; 263 , ibid., um rapaz, de dez anos, tomou uma colher de chá da tintura não diluída; 264 , Dr. H. Thompson, Lancet, 1859 (2), p. 561, intoxicação de uma criança, de sete anos, pelo extrato; , Geo. W. Quimby, Bost. Med. and Surg. Journ., vol. lviii, 1857, p. 389, tomou quase uma colher de chá do extrato puro em estado pastoso, em dois terços de um copo de água; , G. T. Evans, M.D., Brit. Med. Journ., 1861, p. 305, uma menina, de nove anos, comeu quatro bagas; , Dr. Frazer, Lancet, 1865 (2), p. 536, uma menina, de dezoito anos, aplicou o extrato aos seios; , H. Taylor, M.D., Brit. Med. Journ., 1869 (2), p. 555, um jovem engoliu cerca de 1 dracma do extrato dissolvida em meia chávena de água morna; , Dr. Beddoe, Lancet, 1870 (2), p. 83, uma mulher, de sessenta e seis anos, engoliu cerca de uma colher de chá de linimento de Bell.; , Chas. W. Parsons, M.D., Bost. Med. and Surg. Journ., vol. lxxxvi, 1872, p. 384, um rapaz de quatro anos tomou, no espaço de uma hora e quarenta e cinco minutos, 6 grãos de extrato; , Sharps's Essays, 1874, p. 770; , Dr. S. Ringer, Lancet, 1876 (1), p. 347, um homem, de sessenta e quatro anos, bebeu cerca de 2 dracmas de linimento; , ibid., uma menina, de quatro anos, bebeu mais de 1/2 onça; , Dr. A. Colton, U. S. Med. Invest., New Series, vol. iv, 1876, p. 314, intoxicação de seis crianças pelas bagas; , ibid., p. 315, uma menina, de dois anos, bebeu cerca de um quarto de copo de água contendo 4 gotas de tintura; , John Meredith, M.D., Brit. Med. Journ., 1876 (2), p. 678, uma mulher, de cinquenta anos, engoliu algum linimento; , H. L. Horton, M.D., Phila. Med. and Surg. Rep., vol. xxxiv, 1876, p. 464, um lactente engoliu 45 grãos de extrato; , H. F. Smith, M.D., Brit. Med. Journ., 1877 (1), p. 259, um homem, de setenta anos, com orquite incipiente, aplicou um linimento sobre uma compressa de linho ao escroto; , Dr. Thomas, Am. Journ. of Obs., 1877, p. 298, intoxicação de uma mulher pela aplicação do extrato a um colo uterino rígido; , Alfred Cooper, Brit. Med. Journ., 1877 (1), p. 164, intoxicação de um homem pela aplicação do extrato ao escroto; , J. D. Whitley, M.D., Chicago Med. Journ. and Exam., vol. xxxv, 1877, p. 271, uma criança, de três anos e meio, engoliu uma colher de chá de extrato; , J. N. Smith, M.D., Med. Rec., vol. xii, 1877, p. 397, para um acesso de neuralgia trifacial, tomou 1/2 grão de extrato alcoólico, três vezes por dia; , F. A. Burrall, M.D., Med. Rec., vol. xii, 1877, p. 431, Mrs. W. aplicou um emplastro de Bell. sobre o lado direito; , John Dewar, Lancet, 1878 (1), p. 18, uma mulher introduziu na vagina um pessário contendo 2 grãos de Bell.; , E. L. Parks, Bost. Med. and Surg. Journ., vol. xcviii, 1878, p. 551, um homem de vinte e oito anos tomou 1 dracma de extrato às 2 P.M., e 1 1/4 dracmas às 4 P.M.
MENTE
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Grande delírio, com intervalos lúcidos, 249.
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Delirava furiosamente, porém de modo inteiramente fantástico, quase histérico, rindo descontroladamente e chorando, sem nenhuma consciência; pupilas largamente dilatadas; evidentemente via visões, como no delírio tremens, pois estava sem cessar agarrando e apanhando objetos imaginários; o odor da beladona era forte nas suas mãos e pés; completamente cego, e fitava o vazio com olhar vago, 264.
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Violentemente agitado, atirando os membros de um lado para outro, gemendo e lamentando-se. Aparentemente inconsciente, e não falava, nem tentava fazê-lo. Esses sintomas continuaram por uma hora e meia sem interrupção. Em seguida entrou em coma, e assim permaneceu até a morte, 268.
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Após três horas estava muito delirante, falando rapidamente e agitando os braços de maneira excitada, porém débil; as pupilas estavam largamente dilatadas e insensíveis à luz; o pulso era 126. Três quartos de hora depois estava muito irrequieta, revirando-se na cama, apanhando as roupas de cama e agitando os braços de maneira sem sentido, mas parcialmente consciente do que lhe era dito. Foi colocado um "disco calabarizado" em um olho (o esquerdo); em cerca de vinte minutos a pupila esquerda havia-se contraído até um ponto mínimo, enquanto a pupila direita permanecia largamente dilatada e insensível à luz; os olhos continuaram assim até a morte, que sobreveio dezesseis horas após ingerir o veneno, 269. [2550.]
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Estava bastante delirante, sendo o delírio de caráter brando, caprichoso ou fantástico. Não conseguia nem ouvir nem falar claramente, e sofria de alucinações, mas de resto estava inconsciente. As pupilas estavam largamente dilatadas, e os olhos tinham aspecto fixo e arregalado. A princípio queixava-se de dor na garganta e de visão imperfeita, parecendo-lhe os objetos brancos. O pulso era débil e quase incontável. Urina em pequena quantidade durante as primeiras vinte e quatro horas, 262.
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Os sintomas eram semelhantes aos do caso um, com o acréscimo de rosto ruborizado, delírio mais ativo, sendo também muito mais acentuados o agarrar objetos imaginários e o apanhar das roupas, 263.
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Imediatamente após o segundo gole saiu andando e percebeu logo turvação da visão, secura da boca e da garganta, constrição das fauces, sensação como se a língua estivesse enormemente tumefeita, embotamento intelectual e debilidade dos joelhos, com falta de coordenação muscular. Tendo chegado ao seu quarto às 6 da tarde, duas horas após a segunda dose, alarmou-se com os sintomas e chamou o senhorio em seu auxílio. O paciente corria de um lado para outro no quarto, bebendo grandes quantidades de água, derrubando jarros, e correndo perigo de cair. Foi chamado auxílio médico imediatamente. Observou-se então que a língua estava muito vermelha, e que a eliminação de urina estava aumentada. Havia alucinações como as do delírio tremens, desagradáveis, desaparecendo instantaneamente, e logo após o seu desaparecimento o paciente percebia sua irrealidade. O cadáver amarelo de um homem alto, envolto em branco, tentou partilhar a cama do paciente, e o visitante indesejado foi prontamente expulso. Uma serpente carmesim surgiu aos pés da cama, com a intenção de se enroscar no pescoço do paciente. Erguendo-se sobre os joelhos, com o punho enterrou profundamente a cabeça da serpente na cama, e instantaneamente a aparição desapareceu. Perguntou ao assistente (pois estava praticamente cego) se o cobertor tinha uma borda vermelha que explicasse a alucinação. Havia grandes tartarugas-marinhas pelo quarto, como as que ele vira no Pacífico. Após uma ou duas horas de sono, de madrugada, as ilusões tornaram-se agradáveis e continuaram durante todo o dia. Ao sair para passear a cavalo à tarde com um amigo médico, as árvores se lhe personificavam em pessoas com trajes fantásticos. Pela manhã havia dor acentuada em ambas as regiões renais, que ele aliviava parcialmente pressionando-as com os punhos, com os cotovelos fincados na cama e o corpo assim erguido completamente para fora do colchão. Seguem-se outros pormenores obtidos dos assistentes médicos. O delírio era "muitíssimo atarefado". Apanhando coisas das roupas de cama, erguendo-se na cama para colher coisas dos quadros e das paredes, murmurando para si mesmo, mal tinha tempo de notar os que estavam ao seu redor. Grande prostração mental e física, insónia e dor no rim esquerdo seguiram-se ao acidente, .
CABEÇA
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Confusão na cabeça, 280.
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Tontura, com mal-estar, 243.
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Ao levantar-se do sofá, observou-se que estava tonta e atordoada (após cinco horas), 266.
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Instabilidade do corpo, sem tontura, 246.
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Sensação de peso na cabeça, 242.
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Dores na cabeça, 261.
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Dor de cabeça violenta, especialmente na região orbitária, associada a rubor extremo dos olhos e do rosto; o rubor estendeu-se pouco a pouco por todo o corpo, e após alguns minutos toda a pele estava tão vermelha como na escarlatina, 244.
OLHO
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Olhos encovados, 242. [2580.]
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Olhos abatidos e brilhantes, 249.
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Pálpebras amplamente separadas, 265.
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Dor nos globos oculares, como se estivessem saltando das órbitas, 261.
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Pupila.
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Dilatação extrema das pupilas, com sensibilidade, 268.
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Pupilas amplamente dilatadas enquanto o delírio persistia, 261.
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Pupilas muito dilatadas, não se contraindo à luz comum e contraindo-se muito moderadamente à plena luz solar (após duas horas e um quarto), 266.
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Pupilas insensíveis, 247.
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Uma gota da tintura foi adicionada a noventa e nove gotas de água, e o olho direito foi friccionado da maneira habitual, mas nenhum efeito foi percebido. Depois, uma gota de tintura foi adicionada a nove gotas de água, e isso foi aplicado da mesma maneira; novamente, nenhum efeito foi observado; então uma gota foi adicionada a quatro gotas de água, e aplicada; esta experiência teve êxito, observou-se uma contração perceptível da pupila. Alguns meses depois, a última experiência mencionada foi repetida ao meio-dia. Duas gotas de tintura foram adicionadas a oito gotas de água. Pequenas porções dessa diluição foram friccionadas sobre o olho, em intervalos, durante meia hora. Ao término desse tempo, a pupila estava ligeiramente contraída; era menor que a do outro olho. Depois, o restante foi friccionado sobre o mesmo olho, em intervalos, durante outra meia hora; observou-se uma ligeira dilatação dessa pupila; era maior que a outra. Essa dilatação depois aumentou consideravelmente e não havia desaparecido na manhã seguinte, 271.
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Visão.
NARIZ
- Vários acessos prolongados de espirros, 266.
ROSTO
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Rubor e inchaço do rosto e das pálpebras, 248.
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Rosto vermelho-escuro, 249. [2600.]
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Risus sardonicus, 268.
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Convulsões dos maxilares e dos músculos do rosto e dos membros, 240.
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Espasmos dos maxilares, 248.
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Constrição espasmódica dos músculos dos maxilares, 230.
BOCA
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Língua coberta por uma saburra branca, viscosa, que ele podia puxar em fios, 260.
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Língua seca e retraída (após nove horas e meia), 278.
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Língua e goela muitíssimo secas, 260.
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Língua pálida, seca, 246.
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A língua gruda na goela ao tentar cuspir, 246.
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Gosto metálico desagradável na boca (após dez ou quinze minutos), 258. [2610.]
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Nenhum gosto nos alimentos, 248.
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Movia a boca incessantemente, evidentemente com a ideia de que estava falando, mas os sons que emitia eram inarticulados e de todo ininteligíveis, 260.
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Dificuldade para falar, articulação indistinta, 248.
GARGANTA
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Rubor intenso e calor na garganta e no canal alimentar, 251.
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Secura da garganta e grande dificuldade para engolir, 261.
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Secura e calor na garganta, 231.
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Secura muito intensa da garganta e do esôfago, 246.
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Sensação de calor queimante na garganta, 242.
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Secura e calor na garganta, com dor, 252. [2620.]
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Calor na garganta e nos lábios, 248.
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Coloração vermelho-escura muito intensa da membrana mucosa das fauces e do palato, 362.
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Amígdalas tumefeitas, 242.
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Deglutição difícil, com calor na garganta, 254.
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Paralisia da garganta, que impede a deglutição, 246.
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Incapaz de engolir (após uma hora e quinze minutos), 266.
ESTÔMAGO
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Inapetência, 248.
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Inapetência, com perda do paladar, 246.
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Inapetência, com sensação de fraqueza, 262. [2630.]
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Com sede (após uma hora e um quarto), 266.
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Sede inextinguível, 248.
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Vômitos, 248.
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Distensão extrema do estômago e dos intestinos, 242.
Órgãos do aparelho urinário
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Irritação extremamente dolorosa dos órgãos do aparelho urinário, e especialmente do colo da bexiga urinária; o paciente desejava sem cessar urinar; embora fizesse todo esforço, a urina saía apenas guttatim; urina muito vermelha e com sangue, 244.
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Ela se queixava de dor na região da bexiga urinária, colocando as mãos sobre o púbis e proferindo palavras que exprimiam desejo de urinar. Foi introduzido um cateter em meio a violenta resistência física e a uma tremenda torrente de impropérios; mas apenas algumas gotas de urina escoaram (após treze horas), 268.
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Desejo excessivo de urinar, mas a urina é sanguinolenta e a emissão, pálida, 252.
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Desejo excessivo de miccionar, embora ele só pudesse eliminar algumas gotas de urina completamente incolor, 260.
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Urina eliminada guttatim, 248.
APARELHO RESPIRATÓRIO. [2640.]
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Disfonia (após dez ou quinze minutos), 255.
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A voz, naturalmente hesitante e grossa, tornou-se durante o delírio tão aguda e clara que o pai não a teria reconhecido como a voz de sua criança, 266.
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Tosse assemelhando-se ao crupe, 250.
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Respiração profunda, como no crupe, 250.
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Respiração irregular, 248.
PULSO
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Pulso a 110 (após duas horas e um quarto); depois, 120, 266.
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Pulso pequeno, rápido, 262.
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Pulso muito débil, 248.
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Pulso imperceptível (após quatro horas), 250.
EXTREMIDADES
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Os membros são agitados violentamente, 242. [2650.]
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Debilidade dos membros, 262.
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Não conseguia ficar de pé até a tarde, e então só podia caminhar com auxílio (segundo dia), 275.
GENERALIDADES
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O corpo inteiro está em movimento perpétuo, 247.
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Repuxões convulsivos dos membros, da face e do tronco, como os animais apresentam quando mordidos por serpentes venenosas, 260.
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Em poucos minutos vomitou levemente e, em menos de uma hora, começaram-lhe espasmos, que continuaram, alternando-se com períodos de repouso, até duas horas e meia mais tarde, quando parecia dormir profundamente. Pulso 130; respirações 20 por minuto; toda a superfície do corpo estava coberta por uma erupção escarlatiniforme muito viva, com ocasionais manchas lívidas de tamanho variável. Ao levantar-lhe as pálpebras, verificou-se que as pupilas estavam tão dilatadas que apenas permanecia visível um círculo muito pequeno das íris, 281.
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A criança estava nos braços da mãe, ou apenas parcialmente, pois não parecia haver um músculo no corpo que não estivesse em ação espasmódica, sobretudo os dos membros. A pele, na cor e até certo ponto na espessura, tinha o aspecto de flanela escarlate; os dentes estavam fortemente cerrados, com um pouco de espuma escapando entre eles a cada espasmo irregular dos músculos da expiração; pálpebras amplamente abertas e fixas; pupilas dilatadas ao máximo e imóveis; totalmente insensível; o pulso não podia ser contado por causa dos abalos musculares incessantes, 277.
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Imediatamente após a última dose, estupor, tumefação em torno da garganta e dos maxilares, grande rubor da face e pupila dilatada. O rubor estendia-se até, e mesmo acima, das raízes dos cabelos na região frontal. Era difícil despertar a criança; ao ser acordada, fitava e era difícil controlá-la. Opunha resistência violenta a tudo o que se lhe fazia; se deixada em paz, logo recaía em estupor. O coração agia violentamente, batendo com força, e a mais de 144 por minuto. Tinha ilusões; via visões no chão; falava coisas sem nexo. Eliminação de cerca de 30 mL de urina de cor escura, 270.
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Em cinco minutos estava sonolenta, mas consciente. A pele estava muito seca; as pupilas amplamente dilatadas; a face ruborizada. A pele se ruborizava com mais facilidade do que o normal à irritação. Logo adormeceu e despertou três horas e meia após o envenenamento, quando bocejava e espirrava com frequência. Depois disso caiu num cochilo e despertava em um ou dois segundos com um grito e com leves movimentos convulsivos. Atirava-se de um lado para outro em grande grau. Em quatro horas e meia estava muito delirante, tinha ilusões desagradáveis e gritava de susto. Seguia com os olhos, rapidamente, objetos imaginários.
PELE
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Vermelhidão escarlate em todo o corpo, 252. [2670.]
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Vermelhidão escarlate em todo o corpo, com dor e calor na garganta, desejo de urinar e eliminação dolorosa de urina com sangue, 244.
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Seu corpo e membros ficaram inteiramente cobertos por um belo exantema escarlate, assemelhando-se ao exantema da escarlatina, mas este desapareceu em poucas horas (após dezesseis horas), 266.
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Vermelhidão passageira em todo o corpo, especialmente no tórax e no pescoço, 231.
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Rosto, pescoço e parte superior do tórax avermelhados e congestionados (após nove horas e meia), 276.
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Em cerca de uma hora e meia, o rosto da criança cobriu-se de manchas do tamanho de uma moeda de prata de um quarto de dólar, e maiores. Essas manchas eram de cor vermelho-viva e ligeiramente elevadas e tumefeitas, semelhantes à urticária. Estas confluíram pouco a pouco e, em cerca de duas horas, cobriram o rosto e a parte anterior do pescoço. Ao redor das manchas havia uma borda branca; também ao redor da boca, 273.
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Bolsa escrotal com bolhas, 278.
SONO
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Profundamente adormecido (após três horas); dormindo tranquilamente, sem estertor (após seis horas e meia); após a aplicação de frio à bolsa escrotal e à coluna vertebral, com cócegas e beliscões nos pés e nas pernas, o paciente foi parcialmente despertado às 3h30 da madrugada (após dormir nove horas e meia); depois dormiu tranquilamente até de manhã, quando acordou por si mesmo, 276.
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Sem sono, 261.
FEBRE
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Pele fria (após quatro horas), 250.
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Os membros inferiores tendiam a ficar muito frios, e era com considerável dificuldade que se os mantinha parcialmente aquecidos, 275. [2680.]
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Pele quente (após duas horas e um quarto), 266.
SUPLEMENTO: BELLADONNA. Autoridade.
286 , Drs. Flechner, Frankel e Schneller, Zeit. der k. k. Gesel. der Ærzte zu Wien, 1847, p. 97, uma patogenesia iniciada com 2 gotas da tintura, aumentando irregularmente até 130 gotas.
- Uma dose de 2 a 30 gotas, especialmente esta última, causou leve secura da boca e do nariz, gosto insípido, saburra amarelada na língua, diminuição do apetite, embotamento na região frontal, zumbido nos ouvidos, enfraquecimento da visão, com pupilas normais, antes contraídas; em uma pessoa, além disso, dor na região lombar; em outra, pontadas na região do ombro e no lado esquerdo, na região das falsas costelas. De 35 a 60 gotas, os sintomas acima mencionados na boca e nas fauces aumentaram até grau angustiante. Havia ardor no palato duro e na garganta, com grande rubor dessas partes; a voz tornou-se rouca, os intestinos distendidos por gases e dolorosos. A cabeça ficou embotada; houve tontura, sonolência e bocejos frequentes, sono agitado. Em dois provadores houve também pontadas passageiras na região do coração, dor lacerante na cabeça, na região dos ombros e nos pés. Esses sintomas continuaram em menor grau, mesmo no dia seguinte, quando nada foi tomado. Após doses de 65 a 130 gotas, os sintomas acima mencionados aumentaram, com exceção das dores passageiras; os olhos foram especialmente afetados; havia visão enevoada com tontura, os olhos pareciam cobertos por um véu, a leitura era muito difícil, a conjuntiva estava injetada, as pupilas, num caso, com 110 gotas, dilataram-se. Por fim, observou-se que os órgãos do aparelho urinário foram afetados, de modo que a urinação se realizava com grande esforço e dificuldade. No mesmo dia em que um provador tomou 110 gotas, fez-se uma experiência com aplicação externa à conjuntiva; algumas gotas foram friccionadas na pálpebra superior, e algumas escorreram para o canto interno. Cerca de um quarto de hora depois houve alguma dilatação da pupila, que aumentou de tal modo que, após duas horas, mal se via uma linha de íris. As bordas das pálpebras tornaram-se vermelhas, a conjuntiva levemente injetada; até mesmo a pupila do outro olho estava algo dilatada. A íris do olho direito reagia lentamente, a visão era muito fraca, e os olhos pareciam velados. No dia seguinte, a pupila direita ainda estava consideravelmente dilatada e a visão muito restringida, especialmente ao ar livre. Ao mesmo tempo, o olho estava um tanto puxado para cima e para fora. No terceiro dia, a visão estava apenas algo fraca; a pupila permaneceu dilatada por vários dias. As seguintes foram as principais observações de vinte e uma patogenesias com três preparações diferentes: a mucosa da boca e das fauces foi a primeira afetada; daí a afecção estendeu-se para cima à mucosa do nariz e dos seios frontais, e em parte à conjuntiva e à trompa de Eustáquio, depois para baixo até a laringe, e então da garganta ao estômago e ao canal intestinal. Essa afecção consistia essencialmente em secura das partes, por exemplo, secura da língua recoberta por saburra esbranquiçada, gosto pastoso, diminuição do apetite, desejo de líquidos sem sede, raspadura na garganta, dificuldade para engolir, rouquidão, fala difícil, espirros, enjoo, inclinação para vomitar, pressão no estômago, evacuações diminuídas, aumento de gases nos intestinos. Como sintomas objetivos, havia rubor escuro e tumefação da mucosa, até onde se podia ver. Uma segunda esfera de ação da Belladonna parecia ser o encéfalo. Os sintomas consistiam em tontura, dor compressiva e dolorida na cabeça, cambaleio e leve estupor, sonolência; o sono, porém, era agitado e perturbado por sonhos vívidos. Havia prostração geral, mau humor geral e indisposição para o trabalho mental. O embotamento e a confusão da cabeça duraram longo tempo. Dos dois extratos, o alcoólico e o aquoso agiram em maior grau sobre o encéfalo do que o extrato da Farmacopeia Austríaca; com o primeiro observou-se especialmente que, com o aumento dos sintomas da boca e das fauces, os sintomas da cabeça diminuíam. Observou-se um antagonismo entre as duas preparações. O distúrbio da visão começou com leve grau de enfraquecimento e turvação da vista, sensibilidade à luz, e progrediu para ilusões visuais, cintilações e visões de cores, sensação de pressão no globo ocular, aumentando até alto grau de fraqueza da visão, com injeção da conjuntiva, aumento da lacrimejação e pupilas dilatadas. Com a aplicação externa acima mencionada, os sintomas foram mais pronunciados; as pupilas estavam extremamente dilatadas, a íris menos sensível, e o olho voltou-se para cima e para fora. Particularmente interessante foi a ação da Belladonna sobre os órgãos do aparelho urinário. Sem chamar atenção especial para as ereções noturnas produzidas pelas doses menores, observou-se relaxamento dos órgãos do aparelho urinário, de tal maneira que havia desejo frequente de miccionar, com incapacidade de urinar salvo com grande esforço, e então apenas gota a gota. A ação da Belladonna sobre a pele foi aumento do calor, chegando mesmo a calor ardente do rosto, turgor e coloração vermelha muito intensa, até mesmo vermelho-cereja. Em uma pessoa, 4 1/2 grãos do extrato austríaco causaram manchas vermelhas circunscritas no rosto. No sistema vascular em geral havia sensação de frio, frio das extremidades, alternando com calor e aumento da transpiração, pulso acelerado e palpitações, .