MENTE
By Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
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Abatimento psíquico, com dificuldade de pensar e debilidade da memória.
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Sensação angustiosa ao mover-se, ao permanecer muito tempo em pé, ao erguer-se da posição sentada, mesmo pela manhã ao levantar-se, e enquanto está na cama e ao erguer-se dela.
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Humor angustiado, com grande temor e susto desde as 4 horas da tarde até adormecer; no crepúsculo, alguns cães e crianças pareciam duas vezes maiores que o natural.
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Mal-humorado; não se satisfaz com nada.
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Ela experimenta certa má vontade, um espírito de intrepidez.
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Humor muito irritadiço, rabugento, chegando mesmo a aversão à vida. Melancolia marcante e relutância em falar, que ela de modo algum consegue vencer, com anseio sensual calmo, não reflexivo (segundo e terceiro dias).
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Humor indiferente, deprimido, com pouco interesse pelo mundo exterior, indisposição para o trabalho, confusão.
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Humor indiferente, tranquilo, por vezes até apático.
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A perspectiva do trabalho mental necessário torna-se difícil e afeta muito a cabeça, especialmente pela manhã. [10.]
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Durante o trabalho mental, ocorrências externas facilmente causam perturbação, geralmente despercebida; ele perde facilmente o fio, fica irritadiço e precisa cessar o trabalho.
CABEÇA
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Confusão e Vertigem.
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Confusão na cabeça, como se fosse seguir-se coriza.
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Confusão tensional-pressiva de toda a cabeça, como se um gorro estivesse repuxado sobre ela, e como se estivesse sendo puxada para baixo por trás (várias vezes).
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Confusão e tontura na cabeça (após duas horas).
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Confusão, sensação de peso na cabeça, muitas vezes também com pressão na fronte, e grande prostração e irritabilidade; sensação de frio, às vezes com leve calor entre os acessos de frio; isso começa pela manhã ao despertar, continua até depois do meio-dia, quando é seguido de aquecimento aumentado, especialmente na cabeça, com sintomas de coriza iminente, especialmente umidade das fossas nasais e espirros, que, contudo, não vão além; esses acessos repetem-se durante a longa patogenesia, e as agravações sempre começam com eles.
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Sensação de intoxicação na cabeça (após duas a três horas).
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Vertigem e tontura na cabeça (após meia hora).*
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Vertigem ao abaixar-se (primeiro dia).
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Vertigem ao caminhar, de modo que quase caiu, com debilidade como de desfalecimento (décimo oitavo dia).
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Vertigem e sensação de desmaio, com grande debilidade (décimo dia). [20.]
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Durante trabalho bastante pesado, com frequente abaixar-se e esforço dos braços, uma vertigem giratória ao erguer-se, de modo que ela precisa virar-se da esquerda para a direita e para a frente, e com dificuldade se mantém ereta; com acessos de desfalecimento, dor de cabeça frontal compressiva; seguida de sensação de frio nas costas e no occipício, como no inverno mais rigoroso; por meia hora (quadragésimo quarto dia).
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Tontura na cabeça (primeiro dia).*
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Cabeça em Geral.
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Sensação de vazio e de abatimento na cabeça, repetidamente.
OLHOS
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Em geral.
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Na maioria dos provadores, os olhos pareciam estar fundos, circundados por anéis azulados ou cinzento-sujos, durante muito tempo.
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O olho estava excessiva e uniformemente vermelho (segundo dia), 7.
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A inflamação dos olhos agravou-se tanto à tarde que se parecia com a que tenho experimentado com grandes doses (segundo dia), 7.
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Os olhos estão muito secos (segundo dia), 7.
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Secura nos olhos quase constante.
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Secura e sensação mordicante ou de ardor, e às vezes também coceira nos olhos, muitas vezes também com sensação como se houvesse areia entre as pálpebras e o olho; por vezes com ligeiro rubor da conjuntiva palpebral e até do globo ocular; este sintoma não apenas surgiu muito precocemente, no primeiro ou em um dos primeiros dias, mas também persistiu durante quase toda a patogenesia, com intermissões. [80.]
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Sensação de rigidez nos olhos, com repuxamento (primeiro e segundo dias).
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Sensação borbulhante no olho direito, durando um quarto de hora (décimo primeiro dia).
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Sensação borbulhante no olho esquerdo, passageira (após quatro horas, e também à noite do terceiro dia).
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Sensibilidade dolorosa dos olhos (segundo dia). [A maioria dos transtornos oculares parece agravar-se ao ar livre; o movimento dos olhos agrava a dor.]
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Dor nos olhos, como após chorar.
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Sensação um tanto dolorosa ao começar a ler ou escrever (sétimo dia).
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Sensação nos olhos como se estivessem frios, como quando se sai para o ar frio externo, com algum lacrimejamento ao fechá-los (septuagésimo dia).
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Ardor nos olhos, desde as 12 horas (primeiro dia), 9.
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Sensação de ardor, com secura e rubor nos olhos, com alguma secreção nos cantos (décimo sétimo dia).
OUVIDOS
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Por baixo e atrás da orelha direita, pequena tumefação do tamanho de uma avelã, pouco dolorosa, aparentemente uma glândula cutânea tumefeita (do quarto ao décimo primeiro dia).
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Na orelha externa esquerda, junto à cabeça, na pele, uma pápula do tamanho de um grão de painço, dolorosa ao toque; desaparece após seis ou sete dias (quadragésimo dia).
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Grande calor na orelha externa esquerda, depois, após uma hora e meia, grande frieza da mesma e das têmporas (após oito horas).
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Dor tensional, violenta, em pontadas e pressão, com pontadas no ouvido direito, como se algo escavasse o ouvido, dura meio minuto à noite (décimo sétimo dia).
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Dor puxante nos ouvidos, terminando em várias pontadas que duram vários minutos, frequentemente durante o dia (décimo oitavo dia).
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Dor compressiva com pontadas no ouvido direito, como se algo escavasse nele, durando meio minuto à noite (décimo sétimo dia).
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Dor opressiva e em pontada começa no lado da goela abaixo do maxilar, sai rapidamente pelo ouvido com uma pontada leve ou acentuada, especialmente do lado esquerdo (décimo primeiro dia).
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Uma dor perfurante e em pontadas no ouvido direito, em pontadas lentas, como se um animal forte estivesse no ouvido e ferroasse com um ferrão grosso, à tarde, às 5 horas, por um quarto de hora (décimo sétimo dia). [150.]
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Uma pontada longa, em sacudida, no ouvido direito, como se saísse através do tímpano, durante o trabalho, estando sentada, como se um prego fosse atravessado à força, ou como se um animal vivo, que ferroasse, estivesse no ouvido, tão violenta e surpreendente que ela se sobressalta e agarra involuntariamente o ouvido, com finas pontadas escavantes entre as dores, com sensação de que o ouvido estivesse cheio e puxado para baixo, durando de dez minutos a um quarto de hora (sétimo e décimo quinto dias, e também em outras ocasiões).
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Dor dilacerante e em pontadas nos ouvidos internos, alternando com os mesmos sintomas em outras partes da cabeça (décimo primeiro dia, e frequentemente).
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Pontadas puxantes, profundas, no ouvido direito, de baixo para cima, durando cerca de vinte segundos.
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Pontadas violentas e tensionais no ouvido direito, de fora para dentro.
NARIZ
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O nariz e os olhos estão húmidos, como se uma coriza fosse surgir (após oito horas).
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Catarro abundante e fluente (décimo sétimo dia).
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A mucosa do nariz parecia, na maioria dos provadores, seca, com pouca secreção; num provador, porém, posteriormente, apareceu uma coriza, que durou vários minutos, na narina esquerda, e aparentemente envolveu também os seios frontal e maxilar; no início, assoava-se do nariz e expelia-se pela garganta uma água amarela, com odor de queimado, depois muco purulento, por vezes esbranquiçado, às vezes amarelento ou esverdeado, também com odor e gosto de queimado, especialmente pela manhã, embora não em grande quantidade.*
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Pela manhã, ao levantar-se, perde algumas gotas de sangue claro pela narina esquerda, o que nunca antes havia sido observado (nono dia).
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Por volta das 6 horas da manhã, são eliminadas algumas gotas de sangue claro pela narina esquerda, seguido de dor opressiva na têmpora esquerda, estendendo-se para diante até o olho (nono dia).
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Secura do nariz, e sensação como se fosse ter um catarro, com espirros frequentes (segundo dia), 7.* [170.]
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Sensação mordente e roedora na extremidade do nariz.
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Formigamento na narina esquerda, muito sensível, como se fosse espirrar, o que não aconteceu (primeiro dia).
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Formigamento, sensação mordente ou prurido frequentes nas narinas.
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Prurido na pele do nariz, às vezes com ardor, sensação mordente ou finas picadas; também finas pontadas de ardor ou de prurido; às vezes surgem algumas espinhas sobre ela.
ROSTO
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Em geral, e bochechas.
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Expressão pálida do rosto (em pessoas muito afetadas pelo medicamento), aspecto sujo, acinzentado, bochechas encovadas, olhos profundamente encovados, rodeados por círculos azulados ou negro-acinzentados; expressão muito doentia durante longo tempo.*
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Surge uma pequena mancha vermelho-escura, muito dolorosa, após uma sensação passageira de frio; ela logo aumenta e, pouco a pouco, estende-se por todo o rosto, com sensação de grande calor; este sintoma repetiu-se várias vezes numa tarde (quinto dia).
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Sensação como se gotas frias de chuva salpicassem o rosto ao passar de casa para o ar livre, várias vezes (septuagésimo dia, et seq .).
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Dor lacerante, com sensibilidade ao frio, num pequeno ponto da bochecha esquerda.
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Dor compressiva, por vezes alternando com dor lacerante, no maxilar superior esquerdo.
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Sensação fria em pontada num pequeno ponto da bochecha esquerda. [180.]
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Dor lacerante, compressiva, no osso malar esquerdo, especialmente na fossa malar (décimo dia).
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Dores lacerantes, em pontada, em ambos os ossos malares (décimo quinto dia, et seq .).
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Dor lacerante, em pontada, na bochecha direita, irradiando em sacudidas lancinantes para as têmporas, durando vários minutos (após duas horas e meia).
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Laceração acentuada na porção posterior do osso malar esquerdo, em três violentas sacudidas de baixo para cima.
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Dores lacerantes no maxilar superior direito, estendendo-se do ângulo diante da orelha até a têmpora.
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Sacudida dolorosa, pressiva e dolente, na bochecha direita, como se tivesse levado um tapa na orelha (trigésimo terceiro dia).
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Lábios e queixo.
BOCA
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Dentes e Gengivas.
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Dor surda e dolente nos dentes posteriores do maxilar superior esquerdo, como se estivessem demasiado longos.
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Dor lenta, escavante, num incisivo superior direito, na raiz, como se estivesse desnudado da gengiva, durante vários minutos (décimo oitavo dia).
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Uma dor repuxante e borbulhante comprime para baixo os primeiros incisivos superiores do lado esquerdo, com sensação como se os dentes estivessem excessivamente sensíveis ao toque, demasiado longos ou rombos, e como se algo pesado pendesse sobre eles; após alguns dias, um pequeno furúnculo na gengiva acima deles.
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Dor lacerante nos incisivos superiores esquerdos, estendendo-se ao osso maxilar superior (durante um quarto de hora).
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Pontadas penetrantes frequentes nos dentes do lado direito do maxilar inferior, como se um deles estivesse cariado, com sensação como se os dentes fossem demasiado grandes ou rombos, com grande sensibilidade ao ar frio, especialmente com dor lacerante e pontadas no maxilar inferior, à tarde e à noite durante várias horas seguidas (décimo dia). [210.]
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Diversas pontadas nos dois dentes posteriores inferiores anteriores do lado direito, seguidas da sensação de que estavam demasiado longos (após duas horas).
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Dor lacerante nos dentes posteriores do maxilar superior esquerdo (décimo dia).
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Dor lacerante nos dois dentes posteriores do maxilar superior esquerdo por meia hora, estendendo-se depois a outras partes do rosto.
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Uma dor escarificante e roedora em toda a fileira dos dentes posteriores do maxilar inferior do lado esquerdo, como se estivesse nas raízes ou nos colos dos dentes (décimo oitavo dia).
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Película vermelho-suja na gengiva de vários dentes anteriores do maxilar superior, menos no maxilar inferior e nos dentes posteriores.
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Na gengiva da arcada superior, várias pequenas pápulas brancas; a menor do tamanho de uma semente de uva, a maior de uma semente de linhaça, ora redondas, ora achatadas, sem dor, duram várias semanas.
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Acima dos dois dentes posteriores superiores do lado esquerdo, algumas pequenas pústulas, que se transformam em úlceras e persistem por muito tempo.
GARGANTA
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Os arcos do palato, a úvula, as amígdalas e a faringe estão algo avermelhados (segundo e terceiro dias).
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Secura na garganta e pressão na parte posterior do palato e da faringe (após onze horas).
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Na parte superior do lado direito da garganta, logo abaixo do ângulo do maxilar, uma dor escavante, em pontada, estende-se ao ouvido e volta novamente (sétimo dia).
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Dor ardente na garganta, especialmente do lado direito; coçar aumentou-a e provocou uma grande mancha vermelha e quente (nonagésimo quinto dia). [240.]
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Raspar na garganta (após quatro horas).
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Sensação de raspagem na garganta, como se estivesse algo em carne viva, como se fosse acometido de catarro (décimo segundo dia).
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Sensação de raspagem na garganta, como no início de angina, de modo que ela é forçada a pigarrear e expelir com frequência, sem qualquer dificuldade para engolir, por várias horas (após quatro horas).
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Sensação de raspagem na garganta pela manhã (segundo dia).
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Sensação de raspagem na garganta pela manhã ao acordar, como se a garganta fosse ficar inflamada, o que continua até que a garganta se torne umedecida.
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Sensação de raspagem na garganta à noite; estende-se à faringe, ao estômago e às vias aéreas (terceiro dia).
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Raspar na garganta, muito aliviado ao beber água, 7.
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Sensação de raspagem na garganta, especialmente pela manhã depois de levantar-se, quase todos os dias durante várias semanas, às vezes com dor em um de seus lados.
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Dor na amígdala esquerda, provocada e agravada ao falar, e também ao engolir, com sensação como se a semente de uma fruta estivesse presa na garganta; as amígdalas e o arco do palato desse lado estão algo avermelhados e bastante sensíveis à pressão, assim como também as partes vizinhas da garganta ao movimento (do quinto ao sétimo e décimo sétimo dias).
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(Inflamação completamente desenvolvida das amígdalas, do arco do palato, da úvula, da faringe, com vermelhidão viva, rubra como fogo, e tumefação; sensação como se houvesse um caroço de um lado da garganta); rigidez dolorosa do pescoço, como por um vesicatório; grande rouquidão, pela manhã eliminação de muito muco espesso, amarelo, gelatinoso; dores muito intensas, mais ao engolir em vazio; secura, raspagem, sensação de carne viva e ardor na garganta, sem sede, estendendo-se para baixo até a faringe e as vias aéreas; língua branca, pegajosa; *; os transtornos duram violentamente apenas dois dias, mas por oito dias permanece uma sensação como de um tampão na garganta, e por várias semanas sensação de carne viva, secura e raspagem na garganta; por fim, catarro (décimo primeiro e décimo oitavo dias em duas pessoas). [Este quadro apareceu em duas mulheres justamente na ocasião em que uma influenza grassava aqui, a qual não considerei relacionada com esta angina. Pode ser, entretanto, que esse ataque tenha dependido, em seu desenvolvimento peculiar, dessa circunstância.]
ESTÔMAGO. [250.]
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Aumento do apetite (segundo dia).
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Aumento do apetite (após uso prolongado da tintura da raiz de Berberis por uma moça que sofria de debilidade do estômago e falta de apetite). [°].
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Grande apetite (primeiro dia).
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Apetite muito bom, quase fome canina (quarto dia).
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Apetite muito bom (após cinco a seis horas); aumento do apetite à noite (primeiro dia).
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Fome sem apetite (terceiro dia).
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Perda do apetite, com sabor biliar, amargo (décimo primeiro dia).
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Quase completa ausência de fome e de apetite; a comida quase não tem sabor (décimo sétimo e vigésimo primeiro dias).
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Nenhuma fome, apetite ou paladar verdadeiros (primeiro dia).
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Sede acentuada a desperta várias vezes durante a noite (primeira noite), 7. [260.]
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Aumento da sede com boca seca, especialmente à tarde, raramente pela manhã, em várias pessoas.
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Eructações (logo após tomar o medicamento).*
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Eructações alternando-se frequentemente com bocejos (após uma hora e meia).
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Eructações sem gosto nem odor desagradáveis (uma hora após tomar o medicamento, e também várias vezes depois durante o primeiro dia).*
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Duas horas após tomar, frequentes eructações biliosas (durando quase meia hora).
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Eructações frequentes e cólicas no abdómen, como por gases, sem eliminá-los (primeiro dia), 10.
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Soluços durante quase um quarto de hora (décimo sétimo dia).
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Náusea passageira (após uma hora).
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Náusea durando uma hora (após meia hora).
ABDÓMEN
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Hipocôndrios.
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Duas vezes, sensação de borbulhamento abaixo da extremidade das falsas costelas, na parte anterior do lado direito, em rápida sucessão; forte sensação borbulhante, como se se sacudisse uma garrafa de água, ou como se se forçasse ar para dentro da carne, na borda externa da omoplata direita, perto da axila (nonagésimo sétimo dia).
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Na região hipocondríaca, perto da borda das falsas costelas, cerca de três polegadas da linea alba, violenta dor pungitiva durante um quarto de hora, aumentada pela pressão, irradiando-se para a região do estômago; apareceu pela primeira vez ao caminhar; caminhar devagar não a aliviou (depois de um quarto de hora), (também observada com a 5ª diluição).*
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Pressão na parte anterior do hipocôndrio direito, estendendo-se para dentro até a borda das falsas costelas (quadragésimo sexto dia). [280.]
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Pressão na região do fígado, na margem das falsas costelas, cerca de três polegadas da linea alba, dura um quarto de hora (terceiro dia).
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Na borda das falsas costelas do lado direito, cerca de duas polegadas e meia da linea alba, trinta e seis a quarenta pontadas ardentes sucessivas, em intervalos de quatro a oito segundos (décimo nono dia).
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Dor compressiva pungitiva na região do fígado, aumentada pela pressão, correspondendo à região da vesícula biliar, em um pequeno ponto; dura três horas, embora não contínua (segunda hora e frequentemente depois, até mesmo ao quadragésimo sexto dia).*
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Dor pungitiva, não muito penetrante, na região da vesícula biliar, durante vários minutos (depois de nove horas).*
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Dor pungitiva na região da vesícula biliar por pouco tempo, aumentada pela pressão (depois de uma hora e meia).*
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Dor puxante-lacerante abaixo das extremidades das falsas costelas, no hipocôndrio esquerdo, à inspiração; sente-se como se algo se soltasse por laceração no ponto afetado.
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Dor compressiva no hipocôndrio esquerdo irradiando-se para trás ou para baixo.
Recto e ânus
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Sensação constante como se tivesse de evacuar (terceiro dia).*
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No ânus, surgiam hemorroidas frequentemente, com dor em queimação após uma evacuação; a evacuação é frequentemente dura e, externamente, de uma cor de sangue sujo (segunda e terceira semanas, e frequentemente). [360.]
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Irritação no ânus, frequentemente recorrente (primeiro e segundo dias).
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Sensação de aquecimento na região do ânus (do primeiro ao terceiro dia, depois frequentemente).
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*Dor muito intensa em queimação no ânus, como se as partes ao redor estivessem escoriadas, frequentemente recorrente, e continuando por muito tempo (décimo nono, trigésimo sétimo, quadragésimo e quinquagésimo primeiro dias, etc.)
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Sensação de plenitude no ânus após uma hora.
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Pressão no ânus (sétimo dia).
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Leve sensação de pontada no ânus (quinto dia).*
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Pontada pungente passageira no ânus (segundo dia).
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Leves pontadas passageiras no ânus (após três horas).
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Dor pungente com queimação durante, antes e após a evacuação (quarto dia).*
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Dores dilacerantes estendendo-se ao redor do ânus.* [370.]
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Dor ardente no ânus (terceiro dia).*
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Sensação de sensibilidade dolorosa e ardor na vizinhança do ânus; surgiram hemorroidas, que duraram várias semanas, do tamanho de uma bolota, e frequentemente causavam coceira e ardor (nonagésimo dia).
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A pele, por certa distância ao redor do ânus, parece completamente em carne viva, com ardor acentuado por alguns dias; dor muito intensa ao tocar o local dolorido, e grande sensibilidade ao sentar-se; por fim aparece uma fina crosta na borda do ânus; esse estado retorna várias vezes, embora posteriormente em menor grau (sexagésimo terceiro dia).*
EVACUAÇÃO
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Urgência para evacuar (segundo dia).* [380.]
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Urgência antes da evacuação, especialmente no cólon, estendendo-se para a região lombar (primeiro e segundo dias).
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Urgência tensional para evacuar na região lombar e no ânus (primeiro dia).
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Evacuação pela manhã, com pressão e dores (terceiro dia).
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A evacuação passa facilmente (primeiro, segundo e terceiro dias).
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Uma evacuação macia e satisfatória passa facilmente (após uma infusão morna de meia onça da raiz de Berberis) (na manhã seguinte). Evacuação a princípio algo dura, depois macia (vinte horas após uma segunda infusão morna da mesma raiz). Na manhã do segundo dia, uma evacuação semelhante (após uma terceira infusão da mesma).
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Evacuação fácil, abundante, natural, não dura, à noite, o que não é o habitual (primeiro dia).
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Evacuação fácil, macia, profusa, pela manhã (segundo e terceiro dias, em duas pessoas).
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Evacuação abundante e macia à noite, em hora invulgar (nove horas após tomar uma infusão da raiz, seguida em vinte horas por outra semelhante).
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Evacuação abundante e macia, seguida durante meia hora por uma sensação compressiva, tensional, na região lombar e no recto (vinte e quatro horas após tomar meia dracma da casca pulverizada da raiz).
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Evacuação abundante e macia, em hora invulgar da tarde; na manhã seguinte seguiu-se a evacuação habitual, antecedida de muita pressão na região lombar e no ânus (oito horas após dois escrópulos da raiz).
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Uma dejeção solta três ou quatro vezes por dia, com dores incisivas (do oitavo ao décimo dia), 9. [390.]
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Três evacuações macias; habitualmente ela tinha apenas uma ou duas, com grande urgência (terceiro dia).
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Três evacuações abundantes, espessas, pastosas (seis, treze e vinte e seis horas após meia dracma da casca pulverizada da raiz). Evacuação dura (terceiro dia).
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Evacuação diarreica sem dor incisiva (segundo dia), .
ÓRGÃOS URINÁRIOS
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Rins e Bexiga.
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*Dor em pontada e escavante, ou escavante e lacerante, numa ou noutra região renal, como se estivesse supurando, agravada pela pressão profunda.
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Dor puxante na região do rim esquerdo.
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Dor lacerante, pulsante, no rim direito.*
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Dor lacerante na região de ambos os rins logo após levantar-se pela manhã, que se estende para os lados e para diante, tanto para cima como para baixo, de modo que toda a região das costas entre o tórax e a bacia fica afetada. Ao abaixar-se, a parte inferior das costas parecia enrijecida, e era com dificuldade que conseguia endireitar-se por causa dessa rigidez dolorosa. Essa dor lacerante foi observada mesmo sentado, mais acentuada do que em pé; melhorava à tarde (segundo dia), 7.* [410.]
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Sensação borbulhante na região do rim esquerdo, estendendo-se através para o abdómen e para a bexiga (décimo dia). [Os sintomas na região do rim eram piores ao abaixar-se e ao endireitar-se, sentado, e também deitado, do que em pé, embora nem sempre.]
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Ardor e prurido, com dor mordente e pungente, na região da bexiga.
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*Dor em queimação na bexiga, às vezes quando está cheia, às vezes quando vazia, mesmo depois de urinar, por várias vezes, frequentemente também pela manhã antes de urinar pela primeira vez.
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Depois de urinar, sensação na bexiga como se fosse preciso ir novamente logo, ou como se alguma urina tivesse ficado para trás.
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Dor beliscante constritiva na região da bexiga.
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Dor beliscante compressiva num ou noutro lado da região da bexiga; à pressão sobre ela surge por vezes ardor em toda a uretra.
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*Dor puxante em pontada num ou noutro lado da bexiga, descendo para a uretra feminina, surgindo muitas vezes na região lombar e estendendo-se ao longo do trajeto dos ureteres.
ÓRGÃOS SEXUAIS
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Masculino.
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Pénis.
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Nítida sensação de debilidade nos genitais após a relação sexual.
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Sensação de debilidade e perda de excitabilidade dos genitais externos masculinos após urinar, e também em outros momentos.
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O pénis parece algo encolhido e retraído.
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Ereções frequentes (primeiro dia).
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A mucosa do pénis parece estar seca.
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Sensação de frio no prepúcio e na glande, às vezes, também com sensação algo entorpecida.
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Uma dor constritiva, em beliscão, estende-se para baixo, do monte de Vénus ao longo do dorso do pénis.
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Várias pontadas na glande.
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Dor pungente fina no pénis (durante meio minuto). [470.]
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Pontadas finas no pénis, na parte anterior.
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Dores de ardência na porção anterior do lado esquerdo do pénis, vindas da uretra.
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Dor de ardência no lado esquerdo do pénis, mais externamente, sobretudo na parte anterior da mucosa da glande, e na parte situada atrás deste ponto, ao caminhar e depois, também após a relação sexual (centésimo oitavo, centésimo décimo segundo e centésimo vigésimo segundo dias, etc.).
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Dor de ardência e queimação na corona glandis.
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Dor de ardência e queimação no lado esquerdo do pénis, especialmente na corona glandis.
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Dor de ardência e queimação na parte superior do lado direito do pénis.
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Dor no prepúcio com ardência, queimação e prurido.
APARELHO RESPIRATÓRIO E TÓRAX
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Voz e tórax em geral.
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Disfonia, com dor ou inflamação das amígdalas.
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Opressão do tórax, aparecendo várias vezes, especialmente à noite, com violenta coriza fluente.
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Dor lacerante nos músculos peitorais esquerdos, estendendo-se para a sua inserção no braço.
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Dor puxante, lacerante, nas paredes do tórax, por vezes melhorada ao espreguiçar-se ou ao pôr os músculos em esforço.
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Dor violenta, súbita, cortante, constritiva, na parte anterior da porção média do tórax, estendendo-se para baixo até ao abdómen, de modo que é forçada a dobrar-se em dois durante meio minuto (vigésimo primeiro dia).
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Pontadas isoladas e lentas, aqui e ali, no tórax, estendendo-se para dentro.
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Pontada na região média anterior do tórax, piorada pela respiração profunda, juntamente com uma breve tosse irritativa seca (vigésimo primeiro dia).
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Parece haver sensação de carne viva no tórax, como no catarro, e aumenta uma expectoração habitual, embora apenas ocasional, proveniente do tórax (segundo ao sexto dia).
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Sensação de raspagem no tórax (segundo dia). [520.]
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Sensação de raspagem, arranhadura, de carne viva e de sensibilidade dolorosa no tórax.
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Lados do tórax.
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Dor perto da glândula mamária esquerda, profunda, internamente, estendendo-se para fora e para baixo através da glândula mamária em cerca de dez pontadas (oitavo dia).
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Uma sensação peculiar de frio no lado direito do tórax por curto tempo (centésimo nono dia).
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Dor lacerante, em queimação, no bordo inferior do peitoral maior esquerdo, estendendo-se em direção ao braço.
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Dor puxante tensional no lado esquerdo do tórax, mais em direção às costas (trigésimo oitavo dia).
CORAÇÃO E PULSO
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Palpitação frequente (vigésimo primeiro dia).
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Pontadas dolorosas e rápidas na região do coração, estendendo-se para fora e para baixo (vigésimo dia). [550.]
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Pulso lento e fraco em várias pessoas.
PESCOÇO E DORSO
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Pescoço.
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Sensação de frio no lado esquerdo do pescoço, numa área do tamanho de uma moeda de vinte e cinco centavos, tornando-se um leve ardor.
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Sensação tensional, ardente, na parte superior do lado esquerdo do pescoço, com rigidez.
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Dor tensional no pescoço, não muito sensível, com rigidez, durando vários minutos, repetidas vezes.
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Sensação tensional de rigidez em um ou outro ponto na parte posterior ou lateral do pescoço.
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Ao abaixar-se, dor puxante no pescoço, como se os músculos estivessem contraídos (após meia hora).
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Dor lacerante e compressiva nos cordões do pescoço, pior no lado esquerdo.
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Dor em queimação, em pontada, entre os ombros (por dez minutos).
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Dor lacerante, em pontada, no lado esquerdo do pescoço e posteriormente, em sacudidas lentas, irradiando-se para cima até o occipício (sétimo e oitavo dias).
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Pontadas súbitas disparam rapidamente do lado esquerdo do pescoço para os músculos da face interna do braço, de modo que ela se assusta com elas (vigésimo primeiro dia). [560.]
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Pontadas como relâmpagos disparam da clavícula direita para cima, por esse lado do pescoço, em seis a oito pontadas longas, como aos saltos, como se se fosse perfurado por uma agulha afiada (quarto dia).
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Dores lacerantes, lancinantes, violentas, cortantes, no lado esquerdo do pescoço, nos músculos próximos ao áxis, durando vários minutos, com rigidez dolorosa do pescoço, de modo que ela não consegue mover a cabeça (terceiro dia).
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Dor lacerante no lado esquerdo do pescoço durante meio minuto (quinquagésimo primeiro dia).
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Leve dor lacerante na parte superior do lado esquerdo do pescoço.
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Dor lacerante reumática no lado esquerdo do pescoço.
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Dor lacerante no lado direito do pescoço, várias vezes por meio minuto, uma vez também com dor à pressão externa (quadragésimo sexto dia).
MEMBROS SUPERIORES
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Ombro.
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Dor no ombro esquerdo, especialmente profundamente na articulação, na parte anterior, como se fosse na cabeça do úmero, como se as partes estivessem inchadas, principalmente ao mover os braços para trás, sempre percebida à pressão durante várias horas (quinto dia). Dor no ombro esquerdo, externamente e posteriormente, como se o braço tivesse sido distendido ou torcido (trigésimo segundo dia).
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Dor reumática, como paralítica, no ombro direito e algumas pontadas sobre o olho esquerdo, 6.
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Sensações puxantes tensionais superficiais nos ombros.
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Dor lacerante com pontadas nos ombros.
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Ardor com pontadas na região do acrômio direito, estendendo-se para ele (centésimo sétimo dia). [620.]
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Dor escavante, como borbulhante, e um movimento vivo na parte anterior da articulação do ombro direito, externamente e um pouco abaixo da cabeça do úmero.
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Dor lacerante com pontadas ao longo da borda do ombro direito, estendendo-se então rapidamente pela face externa do braço e terminando numa pontadinha na ponta do dedo mínimo.
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Dor lacerante na articulação do ombro, especialmente na parte anterior.
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Dor lacerante no ombro esquerdo, estendendo-se por toda a omoplata e descendo pelas costas, especialmente ao movimento; continuou por vários dias (sexto dia), 9.
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Dores lacerantes, começando ao longo da borda do ombro esquerdo, subindo pela lateral da nuca e da goela até o lado esquerdo da região occipital, onde se fixa (quadragésimo sexto e quadragésimo sétimo dias).
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Sensação corrosiva de ardor no ombro esquerdo.
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Dor no ombro direito como se fosse supurar.
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Sensação borbulhante no ombro direito, principalmente na parte anterior, sem dor, como se houvesse algo vivo dentro dele e quisesse perfurar para sair; intensa durante alguns minutos (sétimo e décimo quinto dias).
MEMBROS INFERIORES
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Em geral.
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Grande debilidade dos membros inferiores durante uma caminhada, de modo que mal os sentia, como se estivessem entorpecidos (quinquagésimo dia).
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Sensação de debilidade e como de contusão nos membros inferiores, às vezes com sensação de peso e rigidez, e sensação de paralisia, como após uma longa marcha, ou como se as partes tivessem sido distendidas, como se os músculos estivessem demasiado espessos, geralmente nas partes moles, embora não raramente também nos ossos, com dor, facilmente provocada pelo movimento, embora nem sempre agravada por ele, durante quase todo o período da patogenesia, às vezes pior, às vezes melhor. [790.]
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Sensação nos membros inferiores como se estivessem emagrecendo, o que realmente parecia ser o caso.
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Grande peso, sensação de contusão e lassidão nos membros inferiores, especialmente nas coxas, principalmente ao subir escadas, com grande debilidade (quinquagésimo primeiro dia), 7.
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Sensação puxante-tensional nos membros inferiores sobre uma ampla superfície, às vezes também com leves dores lacerantes, antes superficiais, e uma sensação pesada ou rigidamente paralisada, especialmente ao levantar-se depois de ficar sentado por muito tempo.
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Violenta dor como de contusão em toda a extensão dos membros inferiores, de modo que ele não consegue levantar-se do assento sem o auxílio das mãos; os joelhos parecem gastos e como paralisados; sofre sobretudo ao longo da face posterior, dos lombos e da região sacral para baixo; as panturrilhas parecem doloridas como por contusão; a pressão e o movimento aumentam as dores, especialmente ao abaixar-se, durante dezesseis horas; por fim a dor se estende mais para baixo, até os pés (terceiro e quarto dias).
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Quadril e coxa.
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Dor em queimação na região do trocânter esquerdo.
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Pontadas ardentes pulsáteis, irradiando-se do trocânter direito para baixo, profundamente para dentro, durando meio minuto.
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Leve dor puxante na região do trocânter direito.
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Dor lacerante na região abaixo do trocânter.
GENERALIDADES
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Crises de desfalecimento com afluxos súbitos de sangue após uma caminhada; suor e calor na metade superior do corpo, frieza, palidez e aspecto encovado do rosto, opressão no tórax, pouco antes de adormecer; ao deitar-se na cama, estremece; dorme pesadamente, revira-se inquieta e tem sonhos pesados (quinquagésimo primeiro dia).
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Qualquer ocupação continuada, mesmo ligeira, fatiga-a muito, e o suor irrompe facilmente.
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À noite, frequentemente, grande fadiga, de modo que não consegue manter-se acordada.
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À noite e após a ceia, logo se sentia cansada, e era forçada a ir para a cama muito precocemente (primeiro dia), 10.
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Grande fadiga à noite; vai para a cama duas horas mais cedo do que o habitual e adormece mais cedo do que o habitual (primeiro dia).
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Debilidade semelhante a desfalecimento ao caminhar, ao permanecer de pé ou ao erguer-se, com tontura (décimo segundo e décimo terceiro dias).
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Grande debilidade nos membros e em todo o corpo, aumentada ao caminhar ou por permanecer muito tempo em pé; mesmo esforços ligeiros a afetam muito.
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Esgotamento até tremores, de modo que temia que os joelhos lhe cedessem; tontura ao erguer-se depois de se abaixar (décimo terceiro dia). [1100.]
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Prostração geral, de modo que não tem vontade de fazer coisa alguma, após seis a dez horas.
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Estado próximo do desfalecimento, depois de cavalgar, seguido de uma curta caminhada, de modo que precisa deitar-se.
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Sensação geral de contusão em todo o corpo, especialmente nas extremidades inferiores, como após grande fadiga.
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Depois de permanecer muito tempo abaixada, sente-se como se estivesse machucada e incapaz de fazer qualquer coisa (décimo segundo dia).
PELE
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Aspecto geral.
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A pele frequentemente se torna viscosa e descama, e na sua margem interna aparece uma fina escama furfurácea superficial, acastanhada.
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Duas pequenas manchas vermelhas em cada lado da testa (sexagésimo quinto dia).
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Na parte anterior do ombro esquerdo, três pequenas manchas puntiformes, mosqueadas, vermelho-escuro baço, por vezes com ligeiro ardor pungente (septuagésimo quarto dia).
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Na parte anterior do ombro direito, duas manchas mosqueadas vermelho-escuro baço, quase confluentes, uma com cerca de um quarto de polegada, a outra com cerca de cinco quartos de polegada de comprimento, algo dolorosas ao apertá-las, como após contusão da pele ou como "vibices" (quadragésimo quarto dia).
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Uma mancha pálida, vermelho-escuro baço, mosqueada, do tamanho de uma moeda de meio dólar, perto do côndilo externo do úmero esquerdo, por vezes com ardor e prurido como se congestionada, no meio de um vergão elevado semelhante ao da urticária.
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Pequenas manchas vermelho-escuro baço, semelhantes a petéquias, por vezes com ligeiro prurido ou ardor, no antebraço, também às vezes no dorso da mão, principalmente perto do punho e a algumas polegadas dele. [1110.]
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Uma mancha intensamente ardente, de uma polegada e meia de comprimento, vermelho-viva, na face interna da coxa esquerda, cerca de cinco polegadas acima do joelho, durando mais de meia hora; esfregar piora a dor; a mancha desaparece no dia seguinte.
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Erupções.
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Pápulas isoladas, raramente agrupadas, vermelhas, na pele, com sensação de picada, de ardor e prurido, de pontadas ou sensação roente, sensíveis à pressão, geralmente rodeadas por uma aréola vermelha, com pequenas extremidades que contêm pus, acabando por tornar-se manchas castanhas semelhantes a manchas hepáticas.
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Várias pápulas nos lábios.
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Pápulas por vezes no queixo.
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Várias pápulas na garganta.
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Algumas pápulas na pele do tórax, mais numerosas nas omoplatas.
SONO E SONHOS
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Bocejos, alternando com eructações (após uma hora e meia).
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Dor dilacerante no lado esquerdo do tórax (após nove horas).
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Sonolência reiterada durante o dia, especialmente pela manhã, também após comer, de modo que é forçado a deitar-se.
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Sono invulgarmente prolongado, até as 7 horas da manhã, com sensação de cansaço e de contusão, e dor compressiva na cabeça, nas costas e nos lombos (quadragésimo sexto dia). [1200.]
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Despertar difícil pela manhã, quando ela não consegue recordar-se bem, não consegue reunir os pensamentos e deve empregar todas as suas forças para despertar completamente (sétimo dia).
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Ela é incapaz de adormecer antes das 2 horas da noite (décimo segundo dia).
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Ele desperta frequentemente e com muita facilidade entre as 2 e as 4 horas, não consegue voltar a dormir apesar de ainda estar muito cansado, ou adormece de novo, mas torna a despertar; com tensão na cabeça, afluxo sanguíneo para ela e excitação.
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Despertar frequente do sono, numa posição invulgar, sobre o lado esquerdo.
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Sono frequentemente agitado, perturbado por coceira com ardor ou por sonhos angustiosos.
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Sono agitado, cheio de sonhos, o que é bastante invulgar.
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Pela manhã, ao despertar, ele com frequência não se sente repousado, mas cansado no corpo e na mente.
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À noite, um estado entre o sono e a vigília, no qual ela é atormentada por um sistema de educação, que às vezes assume a forma de uma árvore, em outras ocasiões alguma outra forma maravilhosa; tenta em vão livrar-se da imagem, desperta do cochilo, abre os olhos e fica muito irritadiça por causa disso (nono e décimo dias).
FEBRE
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Sensação de frio.
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Sensação de frio que se insinua em certos momentos, especialmente ao sair para o ar frio externo (terceiro dia), 9.
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Leve sensação de frio antes do jantar, melhor depois (primeiro dia). [1210.]
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Sensação de frio, especialmente nas horas que antecedem o jantar, às vezes também depois, com pés gelados, secura e viscosidade da boca, sem sede; dor na região da amígdala esquerda.
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Leve sensação de frio na região estomacal (após nove horas).
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Leve sensação de frio nas costas por cerca de um quarto de hora, às sete e meia da noite (sétimo dia).
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Sensação de frio nas costas e na face posterior dos braços, descendo até as ancas, à noite, pouco antes de adormecer, várias vezes, como se estivesse envolta em pano embebido em água gelada, durante vinte minutos, após o que ficava aquecida; depois do segundo acesso, inchaço do tendão de Aquiles esquerdo (vigésimo segundo ao trigésimo primeiro dia).
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Sensação de frio pela manhã, a partir das 11 horas, por algumas horas (terceiro dia).
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Frequente sensação de frio na cabeça, com pés frios, confusão da cabeça, até mesmo dor de cabeça pressiva, como se fosse acometido por coriza, pela manhã; a cabeça frequentemente fica quente com isso; as mãos estão mais frias do que quentes.
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À tarde, o calor se estende por todo o corpo, com tendência a suar.
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De manhã, sensação de frio alternada nas costas, na face externa dos braços e nas panturrilhas; à tarde, pontadas ardentes, em aumento à noite, sem sede, sem secura da boca; tontura e violenta pontada na cabeça, com angina; no terceiro dia e nos subsequentes, suor com odor algo urinário.
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Sensação de frio nas mãos e nos pés e em todo o corpo, com calor no rosto, a partir das 11 horas, com pés gelados; as mãos parecem quentes.
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Sensação de frio por todo o corpo, a ponto de fazê-la tiritar, seguida de calor, por alguns minutos (segundo dia).
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Arrepios que se propagam rapidamente, até mesmo calafrios em várias partes do corpo, começando especialmente no rosto e nos braços e estendendo-se pelas costas e pelo tórax, seguidos de calor, com angústia e opressão do tórax, especialmente pelas manhãs e à noite; o calor era tão violento que ela foi forçada a lançar-se à água (terceiro dia). [1220.]
CONDIÇÕES
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Agravação.
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( Manhã ), Ao levantar-se, sensação angustiada; enquanto na cama, sensação angustiada; o trabalho mental torna-se difícil, etc.; sensação de frio, etc.; dor de cabeça pressiva, etc.; depois de levantar-se, ardor, etc., nos olhos; depois de levantar-se, substância crostosa nas pálpebras; depois de levantar-se, sensação viscosa na borda das pálpebras; gotas de sangue da narina; por volta das 6 horas, gotas de sangue; depois de levantar-se, sensação viscosa na borda dos lábios; depois de levantar-se, secura na boca; às 8 horas, gosto amargo na boca; gosto de sangue; raspagem na garganta; ao despertar, raspagem na garganta; depois de levantar-se, raspagem na garganta; na cama, dor no abdómen; ao pôr-se ereto ao levantar-se, retorna a dor no alto do abdómen; ao despertar, dor acima da crista do ílio esquerdo; ao despertar, quando na cama, dor no ílio esquerdo; logo após levantar-se, dor na região de ambos os rins; antes de urinar pela primeira vez, dor na bexiga; logo em seguida ao levantar-se, desejo de urinar; depois de levantar-se, urina turva; na cama, imediatamente ao despertar, sensação no osso sacro; na cama, ao despertar, pontada no lado esquerdo do osso sacro; ao despertar, dor no dedo médio; depois de levantar-se, sensação na coxa esquerda; ao descer escadas, depois de levantar-se da cama, ao dobrar o joelho, dor acima da patela; das 4 às 11 horas, ao dobrar o joelho, dor na articulação do joelho; borbulhamento no meio da barriga da perna esquerda; ao despertar, pontada no maléolo esquerdo; ao levantar-se, dor no dorso do pé direito; sonolência diurna; sensação de frio; sensação de frio na cabeça, etc.
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( Fim da manhã ), Sensação de frio nas costas; das 11 horas em diante, com sensação de frio nas mãos, etc.; arrepios rastejantes, etc.
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( Para a tarde ), Perturbações dos olhos.
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( Tarde ), Sintomas em geral; às 4 da tarde, até adormecer, humor angustiado, etc.; inflamação dos olhos; desde as 12 horas, ardor nos olhos; às 3 horas, ardor nos olhos, etc.; mancha vermelha no rosto, etc.; sede intensa; dor no abdómen; coceira na pele do joelho, etc.; calor nas mãos, etc.; calor na cabeça; inclinação para dormir.
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( Noite ), Coceira sob os pelos; perturbações dos olhos; dor na orelha direita; sensação de raspagem na garganta; até às 9 horas, depois de comer, sensação na região epigástrica; às 10 horas, ao adormecer, dor no alto do abdómen; na cama, dor na região do peitoral maior; às 9 horas, dor no dorso da mão; na cama, sensação na coxa direita; quando deitado na cama, dor no espaço poplíteo, etc.; ao adormecer, dor na barriga da perna esquerda; ao adormecer, dor no maléolo esquerdo; ardor nas plantas dos pés; ; às 7h30, sensação de frio nas costas; pouco antes de adormecer, sensação de frio nas costas, etc.; arrepios rastejantes, etc.; às 6 horas, sensação do coração através de todo o corpo; calor; às 6 horas, leve sensação de frio.