MENTE [1]
By Constantine Hering — Os Sintomas-Guia da Nossa Matéria Médica
Perde a consciência por um momento.
Perda da consciência às vezes em fase inicial, mas em geral só pouco antes da morte. --s. b.
Não vê nem ouve as pessoas ao seu redor. --s. b.
Memória para palavras isoladas muito melhorada.
Sensação singular na cabeça, com perda da memória.
Não conversa tão bem como de costume, mas joga xadrez melhor ; mais inclinado a refletir do que a falar ; nada vivaz.
Pensamentos de que algo terrível vai acontecer-lhe vêm-lhe à mente contra a sua vontade ; sente-se impelido a fazer coisas temerárias, como atirar pela janela a criança que traz nos braços, e semelhantes.
Não conseguia livrar-se do indescritível sentimento atormentador de que algo terrível lhe aconteceria.
Acessos de abstração, pega nas coisas erradas, muitas vezes não sabe o que quer, diz palavras erradas que têm apenas remota semelhança de som.
Apreciam o caráter formidável da doença e falam frequentemente, com articulação notavelmente rápida e cortante, dos desfechos fatais iminentes. --s. b.
Durante os intervalos tranquilos, respondia corretamente às perguntas que lhe eram feitas, reconhecia os que o cercavam e, com pressentimento de morte iminente, rogava-lhes que rezassem por ele e que não o deixassem sozinho. --s. b.
A maioria dos pacientes não tem concepção adequada da verdadeira origem de sua moléstia e afirma, em termos decididos, que a cicatriz não tem significação alguma e não lhes causa dor. --s. b.
Na maior parte das vezes, as faculdades mentais estão em estado superior de excitação, mostrado por percepção rápida, espantosa agudeza de compreensão e rapidez com que respondem às perguntas. --s. b.
No sonho, espanta-se com a facilidade com que consegue expressar-se em elegante latim.
Parece-lhe como se duas correntes de pensamento inteiramente diferentes a influenciassem ao mesmo tempo.
Certa confusão, instabilidade, debilidade mental. É muito difícil para ele pensar, às vezes impossível.
Cansado e incapaz de esforço mental ; as tarefas escolares, que antes lhe davam prazer, tiveram de ser postas de lado.
Campo de ideias extremamente limitado; se deixado a si mesmo, ocupa-se continuamente da mesma coisa, trazendo frequentemente à baila as mesmas ideias em curto espaço de tempo e sempre da mesma maneira.
Embotamento e estupidez ; à noite, inquietação.
Durante as convulsões, ilusões e alucinações mentais ; nos intervalos de consciência, as faculdades mentais são conservadas. --s. b.
Creem ter sido reduzidos ao seu presente estado miserável pela ação dos que os cercam. --s. b.
Imaginam estar sendo maltratados e defendem-se energicamente contra ataques e insultos que, na realidade, são produtos de sua própria fantasia. --s. b.
Imagina que várias pessoas o estejam agredindo, algumas das quais não estão presentes. --s. b.
Falava delirantemente sobre o cão que a mordera ; imaginava-o perto dela e lutava como se quisesse afastá-lo. --s. b.
Pensa ser um cão ou um pássaro e corre de um lado para outro, chilreando e pipilando, até cair desfalecido. --s. b.
Fantasiam que veem objetos, animais e homens que não estão presentes. --s. b.
Queixa-se amargamente de que acenderam fogo e de que o fogão está fumegando, embora não haja fogo ; outro ordenava continuamente que se fechasse uma janela, que não estava aberta. --s. b.
Ideias singulares e apreensões durante a gravidez.
Ocorrem ligeiros acessos de delírio (em estado avançado) ; os pacientes frequentemente esquecem os amigos e parentes ; delírio acompanhado de fala incessante. --s. b.
Algum delírio e ilusões ; imaginava que os médicos eram duas moças que tinham vindo visitá-la. --s. b.
Delírio à noite <.
Faz discursos no delírio ; pensa ser um homem de grande autoridade. --s. b.
Ideias insanas lhe entram na cabeça ; por exemplo, atirar no rosto de alguém o copo de água que traz na mão, ou ferir a própria carne com a faca que segura, e semelhantes.
Sua mania assume caráter sombrio. --s. b.
Mania spermatica ; garanhões.
Inclinado a usar linguagem insultuosa, ralhar com os amigos, bater e maltratar os que lhe estão próximos.
Tendência a ser rude e insultuoso, a morder e bater. θ Diarreia.
Uma espécie de ferocidade no temperamento.
Impulso forte e incontrolável para praticar certos atos ; lançar-se e morder qualquer objeto em movimento que lhe viesse ao alcance ; cão. --s. b.
É continuamente tentada a morder o travesseiro à noite. --s. b.
Negam, com grande obstinação, que alguma vez tenham sido mordidos. --s. b.
Fala incessante durante a noite. --s. b.
Fala penosa, breve e patética. --s. b.
Escreveu ao médico : Estou esperando com impaciência que me dê a mim e aos meus pequenos alguma coisa para comer. --s. b.
Após um acesso de desfalecimento escreveu em papel : Estou abandonado por todos ; até as aves do céu, elas não olham para mim, não me alimentam se tenho fome ; tenho fome com os pequenos e sede com as fêmeas deles ; meu ninho é feito de terra, não obtido por meus próprios esforços,
mas expulsando-os de seus ninhos e sentando-me ali com as fêmeas e os pequenos. --s. b.
Cantava mais do que de costume, porém involuntariamente ; não se sentia de modo algum feliz nem alegre.
Anda pela casa o dia todo cantando, move-se com mais presteza e precisão do que o comum.
Suspiros : com respiração opressiva ; com dor no coração.
Declara, em meio a violentos soluços, que sofre os tormentos do inferno. --s. b.
Lamentam, com a maior angústia, sua incapacidade de aliviar a sede que os aflige e, por vários expedientes, esforçam-se avidamente por beber. --s. b.
Chorou bastante antes de ir para a cama.
Chora amargamente por causa da dor de cabeça.
Antes e depois, assim como durante os paroxismos, gritos ou sons inarticulados expressivos do máximo desespero. Durante os acessos, movimentos bruscos de fechamento das mandíbulas, de caráter involuntário e espasmódico. --s. b.
Pacientes quietos cospem nos recipientes providos; os mais excitados lançam saliva por todos os lados. --s. b.
Morder, bater as mandíbulas, com convulsões. --s. b.
Mandou o marido ir-se embora, pois queria mordê-lo, e, unindo o ato à ameaça, mordeu-se no braço. --s. b.
Pedaços de carpete postos na casota para o cão deitar-se foram rasgados até se tornarem montes de lã solta. --s. b.
Fazia esforços desesperados para romper a corrente ; cão. --s. b.
Saem furiosamente dos estábulos e correm ou saltam por cima de valas e cercas. θ Raiva dos ovinos.
Advertia as pessoas ao redor para não inalarem seu ar expirado; estava corrompido, cheirando a ovos podres, pior que o cólera, e podia fazer mal. --s. b.
Não responde às perguntas.
Desinclinação para mudar a posição da cabeça ; duas correntes distintas de pensamento existindo ao mesmo tempo em sua mente, a ideia de que é incapaz de mover a cabeça (quando deitada), com a convicção positiva de que basta decidir-se a fazê-lo para consegui-lo.
Não tem medo de cães, mas não gosta de vê-los porque a visão deles renova seu medo. θ Lissafobia.
Não suporta ouvir os outros cantarem, nem comer maçãs.
Eufórico, sentia como se tivesse recebido notícia alegre.
Por vezes eufórico, depois novamente sombrio, ambos os estados desaparecendo prontamente ao conversar.
A dor na cabeça o deixa muito inquieto.
Sente-se abatido e muito fraco o dia todo.
Abatido, como se algo fosse acontecer.
Um ataque de depressão psíquica e apatia, inteiramente estranho para ele ; sente como se nada pudesse fazer ; se se força, falta-lhe capacidade mental.
Naqueles que tinham apreensão contínua a respeito de sua segurança, parecia mais curto o tempo desde a mordedura. --s. b.
Sente como se algo desagradável fosse acontecer ; ao pensar melhor no assunto, a sensação desaparece.
Sente como se tivesse ouvido notícia desagradável, ou como se logo viesse a ouvi-la ; até 4 P. M.
Sentiu como se fosse ter um acesso ; às 11 P. M.
Lissafobia ; medo de enlouquecer.
Sente que não poderá suportar corporalmente seus medos por muito mais tempo e que será compelido a entrar num asilo de alienados. θ Lissafobia.
Mary M., æt. 17, havia sido mordida vários anos antes por um cão, e, lendo em jornais vários casos de hidrofobia, foi encontrada no seguinte estado : encolhida num canto de um sofá, rosto vermelho-escuro e intumescido, expressão de terror no rosto, olhos brilhantes, conjuntiva injetada e vermelha ; fora levada a esse estado pela tentativa de beber água, e não podia ouvir mencionar água sem estremecer de medo, não conseguia engolir, pulso muito elevado, língua seca e saburrosa, vermelha ; Lyssin 2c, uma dose ; no dia seguinte estava melhor, mas teve depois vários ataques leves, sempre provocados pelo correr da água, mas sempre cedendo ao remédio ; não teve um ataque em quase um ano.
Sentia como se fosse morrer ; como se fosse desfalecer.
Não consegue dormir um momento sequer há várias noites ; é compelida a sair da cama por angústia indescritível ; só consegue sentar-se e caminhar, ou encontrar paz momentânea na oração. --s. b.
Angústia mental : inquietação, com grande prostração ; com dor no coração ; com dor de cabeça ; medo de ficar sozinho.
Um músico recebeu mordedura de um pequeno cão de estimação na panturrilha da perna esquerda ao passar por uma entrada escura ; a mordedura foi muito leve, mal ferindo a pele ; o animal estava em condição saudável e assim permaneceu ; uma dor no local mordido voltava de tempos em tempos, independentemente de a mente deter-se nisso, até que por fim se transformou em queimação que se estendeu por todo o corpo, provocando sensação indescritivelmente singular ; à noite, tremores, e medo atormentador de que teria hidrofobia ; tinha sede e bebia água livremente ; foi dois anos após a mordedura que estes e os seguintes sintomas apareceram : cuspir saliva frequentemente durante todo o dia, cessando apenas por algum tempo depois de tomar chá forte à noite ; sonhos perturbados à noite ; por fim não podia tomar alimento nem bebida, e queixava-se de pontadas picantes sob a língua ; a excitação mental, como ao longo de toda a vida, agora o afeta mal ; vapor quente aliviava a dor em queimação na mordedura, e Lyssin 2c (Jenichen) melhorou rapidamente todos os sintomas ; em três semanas considerava-se curado e partiu em viagem.
Indecisão até em pequenas coisas.
Mau humor. θ Dor de cabeça. θ Diarreia.
Humor irritadiço, hipocondríaco, à noite.
Sente-se nervoso e irritável.
Muito mal-humorado, tanto que seus filhos expressaram grande surpresa ; melindrava-se com as mais insignificantes ninharias, ralhava com a esposa e os filhos, sentia-se miserável, não conseguia concentrar a atenção em coisa alguma ; taciturno, não deseja ver nem falar com ninguém.
Após acessos de fúria, mostra grande pesar por seu comportamento, fazendo sinceros pedidos de desculpa, advertindo os que o cercam para não deixarem que os morda. --s. b.
Ódio implacável contra os donos do cão que a mordeu, com inclinação a proferir maldições que, em razão de sua educação cuidadosa e da sobriedade de seus pais, a horrorizam profundamente. --s. b.
Hipersensibilidade de todos os sentidos.
Exaltação do olfato, do paladar e do tato, com sensação de angústia e medo de ficar sozinho.
Tudo o afeta com mais intensidade ; também o tabaco.
Sabia exatamente onde estavam suas enfermeiras, seus médicos e conhecidos, mesmo a certa distância dele. --s. b.
Num relógio levado ao escrobículo, vê os ponteiros das horas e dos minutos. --s. b.
Diz que consegue ver os ponteiros no mostrador do relógio da igreja. --s. b.
Podia ouvir o que era falado no aposento ao lado e a contagem de moedas de cobre num aposento abaixo dele. --s. b.
Conhece a todos e responde às perguntas; está também em rapport mesmérico com seus médicos. --s. b.
Linho embebido em água açucarada, posto sobre o epigástrio, produz sabor doce na boca. --s. b.
O cobre, se está em seu quarto, deixa-o inquieto e cheio de dores. --s. b.
Sentiu a mesma dor reumática de que o irmão se queixava. θ Lissafobia.
Antes de cada acesso de sonambulismo, cantava como um galo. Muito inquieto ; desassossego mental, com dor de cabeça.
Compelido incessantemente a mover-se de um lado para outro, sem objetivo definido. --s. b.
Inquietação, levando-o de cá para lá, embora fraco o bastante para deitar-se. Inquietação e angústia no precórdio, mudança frequente de postura e suspiros. --s. b.
Inquieto, balido constante em voz rouca. θ Raiva dos ovinos.
Às vezes conseguia controlar a inclinação para evacuar por forte esforço da vontade, mas o esforço causava muita irritação nervosa. θ Diarreia crônica de campanha.
Mostrando-lhe um pássaro, assustou-se e pensou que fosse um rato. --s. b.
Ficou muito amedrontada durante o ataque e começou a rezar ; o marido teve de ficar acordado com ela e segurar-lhe a mão ; não se restabeleceu completamente do ataque até às 3 A. M.
Sente-se como após vigília noturna e grande angústia.
Exausto de maneira incomum.
Ao ler e pensar, dor de cabeça.
Pior ao ler ou escrever ; dor de cabeça ; dor dolente na mandíbula inferior.
Intensa dor de cabeça e dor no nariz ao deitar-se, depois de escrever todos os seus sintomas.
Os ataques de cefaleia nervosa tornam-se terríveis e insuportáveis se ouve a água correr de um hidrante.
Dor de cabeça pressiva, < ao ler e pensar.
Quando ouve despejar água, ou se a ouve correr, ou se a vê, torna-se muito irritável, nervoso ; isso provoca desejo de evacuar e outros padecimentos.
A mera vista de um recipiente para beber contendo água é intolerável ; desviam o rosto, gritam alto, fazem sinais ansiosos com as mãos para que a água seja retirada, pois a voz e a respiração lhes faltam. --s. b.
A emoção mental sempre o agrava.
Notícia mortificante o afeta muito.
Certa selvageria de humor.
Disposto a zangar-se ; irrompendo em cólera.
Sente muito qualquer ofensa.
A excitabilidade impede o sono.
Bocejos frequentes sem sono, sobretudo quando tem de ouvir os outros.
Pensar em líquidos de qualquer espécie, até mesmo em sangue, provoca convulsões. --s. b.
A mera ideia de bebida, de líquidos, de despejar líquidos, pode causar um paroxismo. --s. b.
Hiperestesia, aerofobia, corrente de ar, luz intensa, vista de qualquer objeto brilhante, o menor toque, até mesmo a conversa nas proximidades do paciente, podem lançá-lo na mais violenta agitação e provocar convulsões graves. --s. b.
A mera ideia de líquidos, de beber, de engolir, ou a oferta de qualquer coisa para beber, basta para provocar convulsões ; o mesmo efeito é produzido por outras fontes de irritação, como um simples sopro de ar, a tentativa de tocar o doente, toda aproximação precipitada em sua direção, a luz de objetos brilhantes. --s. b.
Mesmo a vista de água, ou de outro fluido, ou de qualquer coisa que tenha a menor semelhança com isso, como um espelho ou uma substância branca, por dar ocasião à renovação da ideia de sua dor anterior, ocasiona o maior sofrimento e o retorno das convulsões. --s. b.
Os que estavam afligidos por pesar, por qualquer causa, eram atingidos pela doença muito mais cedo. Um susto súbito desencadeia convulsões. --s. b.
Dores no nariz ao pensar.
Não teve sintomas da doença por quatro meses, até depois de sofrer maus-tratos severos. --s. b.
Pavor e medo provocaram sintomas. --s. b.
Acesso de paixão ou excessos de qualquer espécie apressam o surto. --s. b.
Qualquer movimento súbito perto de um cão raivoso é estímulo para infligir a mordedura fatal. --s. b.
SENSORIUM [2]
Leveza peculiar na cabeça ; leveza após enjoo.
Sensação singular no alto da cabeça, como se por um momento perdesse a consciência, mas apenas naquele ponto ; ou como se uma sensação habitual tivesse desaparecido dali ; não é sensação de plenitude, nem movimento, mas provoca um movimento vacilante da cabeça ; ao entardecer.
Tontura : como se algo girasse em círculo, e como se não conseguisse manter a cabeça direita ; depois de deitar-se, como um choque na parte superior do encéfalo ; com tendência a cair para a direita ao abaixar-se ; ao entardecer, na parte superior da cabeça, como se fosse cair, ao caminhar ; frequente e passageira ; com turvação da vista ao caminhar e enquanto está sentado ; e enjoo ; com cólicas no abdómen ; temporariamente > pelo retorno das evacuações diarreicas ; < ao ensinar, ao soletrar, ou por ser forçado a prestar atenção às letras ; depois de deitar-se na cama, choque na parte superior do encéfalo ; turvação da visão ao erguer-se depois de abaixar-se ; ao levantar-se de uma cadeira, cambaleia ; enquanto está sentado ; ao levantar-se, não consegue andar em linha reta.
Uma vacilação ou oscilação lenta da cabeça, como se algo estivesse solto na parte superior da cabeça.
Sente-se internamente, nas profundezas do encéfalo, um afluxo em direção à cabeça.
Embotamento : da cabeça ; na testa, mais do lado direito ; no meio do encéfalo, onde há esse afluxo ; e obtusão mental à noite, com inquietação ; chegando a dor no occipício.
Tontura violenta durante a manhã, associada a um calafrio e a cefaleia intolerável, com irritabilidade brusca.
INTERIOR DA CABEÇA [3]
Dor de cabeça: com tontura, durando o dia todo; pela manhã, violenta, com vertigem (> por Tabac.); sobre os olhos; nas têmporas; muito intensa à tarde; < ao escrever; > pelo ar frio externo; do meio-dia até a noite; das 3 às 9 P. M.
< ao escrever; > pelo ar frio externo; alternando com ondas de calor no rosto; com dor lancinante na parte superior do rosto; perto do meio-dia, com aumento da secreção salivar; e odinofagia o dia todo; < ao ver água ou ouvi-la correr.
Sensação como se uma pequena bola de chumbo estivesse rolando dentro do encéfalo.
Afluxo sanguíneo para a cabeça: estando deitado; do tórax para cima, com odontalgia; durante a gravidez; ao levantar-se.
Dor de cabeça latejante na fronte, no vértice e no occipício, descendo até a nuca.
Ardor, subindo em ondas para a cabeça.
Dor acima do olho esquerdo, antes de ir para a cama.
Dor num pequeno ponto acima da sobrancelha direita < ao escrever.
Pressão para dentro, latejante ou repuxante, acima do olho direito.
Dor aguda acima das sobrancelhas, seguida de ardor nas pálpebras.
Dor aguda acima das sobrancelhas e subindo pelo nariz, cinco minutos após caminhar, com dor de cabeça.
Dores lancinantes intensas na cabeça, acima dos olhos e nas têmporas.
Dor de cabeça que se estende ao olho direito.
Dor nos ossos acima dos olhos, especialmente no direito; < ao abaixar-se.
Sensação na fronte como de algo se movendo.
Dor surda na fronte, com sensação de embotamento à tarde e à noite.
Dor opressiva ou em queimação na fronte.
Dor lacerante do meio da fronte em direção ao lado esquerdo.
Às 2 P. M., dor intensa na cabeça, estendendo-se da parte posterior da fronte ao órgão da firmeza; logo depois, por todo o alto da cabeça e até os olhos, durando o dia todo.
Dor surda e pesada na fronte e picadas agudas na têmpora esquerda, alternando por vezes com latejamento e sacudidas.
Pressão no vértice e na fronte, especialmente ao abaixar-se ou mover a cabeça; à tarde.
Leve dor de cabeça frontal pela manhã ao acordar, < depois de levantar-se.
Passa a mão pela fronte.
Dor opressiva na fronte, para fora, enlouquecedora; ele pressiona a cabeça contra a parede.
Dor opressiva na fronte e no alto da cabeça, retorna às 4 P. M., no sétimo dia, com desassossego psíquico ao ler ou pensar.
Dor surda contínua na fronte, principalmente do lado esquerdo, com estupefação, à tarde e à noite.
Dor latejante na fronte, no vértice e no occipício, estendendo-se à região da nuca.
Pressão na fronte, com leve sensação de calor, 6 P. M.
Dor de cabeça por vezes muito intensa na têmpora direita.
Dor de cabeça intensa em ambas as têmporas e acima dos olhos, começando às 9 A. M., tão insuportável que ele chora amargamente; sacudidas violentas nos membros.
Dor de cabeça violenta de têmpora a têmpora.
Dor lacerante: na têmpora direita; da mandíbula à têmpora.
Pontadas esporádicas na têmpora direita.
Dor em picadas agudas na têmpora esquerda, alternando com latejamento e pancadas.
Dor terebrante muito breve na têmpora direita, às 5 P. M.; repete-se em dias alternados; mas no quarto dia, na têmpora esquerda, e de manhã ao despertar.
Dor de cabeça em batidas, latejante: mais intensa na têmpora direita e acima do olho direito; cada osso parece quebrado e dolorido como por contusão; de têmpora a têmpora.
Dor de cabeça violenta, sobretudo nas têmporas e na fronte, < durante o dia e ao abaixar-se e movimentar-se. θ Doença uterina.
Dor opressiva intensa no lado esquerdo da cabeça, ocasionalmente com pontadas terebrantes de fora para dentro; posteriormente a pressão estende-se ao lado esquerdo da fronte e à órbita esquerda; 10 P. M.
Sensação surda de peso, primeiro no lado esquerdo da cabeça, depois no vértice.
Peso opressivo no osso parietal direito.
Dor em picadas surda no lado esquerdo, da cabeça até a cintura.
O lado esquerdo da cabeça é agora, e sempre foi, o mais gravemente afetado.
Dor de cabeça mais intensa a uma polegada e meia (cerca de 3,8 cm) acima da orelha esquerda, à noite.
Dor penetrante no lado direito da cabeça, com sensação de rigidez, ou como se a parte fosse ficar insensível.
Acordou de manhã com dor de cabeça ardente e dolorida no lado esquerdo da cabeça, descendo pela nuca.
No vértice: embotamento e sensação tensional; sensação de estupefação; abalos vertiginosos; uma sensação peculiar; peso opressivo; pungência opressiva, do lado direito; dor lancinante opressiva; batimento opressivo; sensação de peso opressiva, do lado direito; latejamento singular; ardor subindo em ondas; latejamento.
Pressão na parte superior da cabeça e na fronte: < ao abaixar-se ou mover a cabeça; às 4 P. M., ao ler e refletir, com inquietação psíquica.
Pressão frequente no vértice, como se um molde, ajustado ao alto da cabeça, o comprimisse para baixo.
Dor de cabeça intensa, estendendo-se da parte posterior da fronte ao órgão da firmeza, logo depois espalhando-se pelo vértice e até os olhos, às 2 P. M., durando o dia todo.
Pressão da fronte ao vértice e aos maxilares.
Dor no alto da cabeça e nos dentes, as dores confluindo entre si.
Pressão dolorosa, sobretudo na parte superior da cabeça, < ao mover a cabeça; posteriormente também na fronte, com calor acentuado e prostração.
No occipício: embotamento doloroso; pressão no lado esquerdo; dor lacerante e pungente como se fosse nos ossos, < depois de levantar-se; dor dolente; ardor; dor no lado esquerdo, < durante tempo úmido; dores pavorosas subindo pela nuca e descendo pela coluna, < ao deitar-se.
Dor aguda atravessando as sobrancelhas e subindo pelo nariz, ao caminhar ao ar livre; extremamente fatigado e exausto após uma curta caminhada.
Dor de cabeça intolerável, estendendo-se até a ponta do nariz e para os dentes; alguma pressão na cabeça e, por um momento, sensação como se um martelo invisível golpeasse a parte posterior da cabeça (melhorada por Tabac.).
Ataques frequentes de dor de cabeça, nos quais cabeça, nariz e dentes pareciam soldados entre si.
Sensação de tensão na cabeça; muita dor opressiva na cabeça.
A cabeça parece que vai se fender, com forte pressão no vértice.
Dor como se a cabeça fosse estourar. θ Gravidez.
Às 3 P. M.: dor de cabeça muito intensa; dor surda e pesada na cabeça.
À tarde, dor na cabeça; enxaqueca.
Dores de cabeça por mordedura de cães, raivosos ou não.
Em casos raros, derrame seroso no tecido subaracnoide opaco e no ventrículo lateral, e também aumento da aderência das membranas do encéfalo às circunvoluções. Durante toda a manhã, dor de cabeça intensa que o torna impaciente.
Ao meio-dia, leve dor de cabeça, durando o dia todo.
Dor surda e pesada na cabeça, à tarde.
Afluxo sanguíneo doloroso para a cabeça após mover-se, virar-se ou abaixar-se.
Dor de cabeça insuportável por três dias torna-a áspera, brusca e facilmente irritada; ninharias a aborrecem; a mandíbula inferior parece rígida e dolorida, mãos dormentes.
Chora amargamente durante a dor de cabeça.
Uma sensação peculiar na cabeça o dia todo, como se algo puxasse a cabeça em direção aos ombros.
Dor de cabeça com enjoo e dor como de contusão na região cardíaca, à tarde; > no ar frio externo.
Dor da boca subindo através da cabeça e descendo pela parte posterior da nuca.
Dor ardente e dolente do lado esquerdo do occipício, descendo pela nuca.
Dor de cabeça violenta e dor nas costas.
Pressão dolorosa no alto da cabeça ao mover a cabeça, com febre e prostração.
Dor de cabeça horrível, associada a cansaço geral.
Dor de cabeça nos ossos do crânio.
No alto da cabeça, sensação de peso opressiva; o mesmo no osso parietal direito.
Dor lacerante e pungente no occipício, como se fosse nos ossos, < depois de levantar-se.
Dor pulsátil na fronte, no osso parietal, no occipício e na região da nuca; > na nuca ao dobrar a cabeça para trás.
SUPERFÍCIE EXTERNA DA CABEÇA [4]
Dor de cabeça com irritabilidade; tocar a cabeça faz doer; couro cabeludo muito sensível.
O lado direito da cabeça parece enrijecido, como se fosse ficar entorpecido.
Entorpecimento do lado esquerdo da cabeça.
Dor de cabeça muito incômoda, mais externamente, perto do alto da cabeça, > por coçar suavemente, ou por esfregar, mas isso deve ser feito pelas mãos de outras pessoas, como que por uma espécie de mesmerismo.
Uma dor em pontada de dentro para fora, até o couro cabeludo, no lado direito do alto da cabeça, seguida de coceira.
Coceira na região da acquisitividade.
Pequena pústula, dolorosa ao toque, na eminência frontal esquerda; posteriormente a mesma na direita.
Cabelos que habitualmente são secos tornaram-se muito oleosos.
O couro cabeludo parece contraído e pinçado.
VISÃO E OLHOS [5]
Sensível à luz.
Olho esquerdo excessivamente sensível à luz e à água.
À vista de água: agitação; renova a ideia da dor; causa convulsões (gravidez).
Faíscas diante dos olhos.
Algo se move de um lado para outro diante dos olhos ao costurar, mas sempre um pouco além do ponto para o qual ela está olhando.
Falsa visão, embotamento da vista, juntamente com dilatação das pupilas, às vezes cegueira real.
Grande debilidade nos olhos, sem dor.
Havia cinco anos não conseguia ler por mais do que alguns minutos de cada vez, quando então via as letras duplas e lia algo diferente das palavras corretas; havia experimentado toda sorte de óculos sem benefício, e muitas vezes ficava envergonhada porque não conseguia assinar o próprio nome adequadamente.
Ao olhar para cima, os olhos ficam muito fracos.
Turvação da visão: com tontura; vertigem ao caminhar e ao sentar-se.
Visão muito comprometida ou ausente; dura doze horas.
Desaparecimento da visão.
Não podia ver nem ouvir. θ Lyssa.
Dor repuxante, pulsátil, sobre o olho direito, estendendo-se para os olhos.
Dor dolente sobre os olhos, como se fosse no osso, < do lado direito e ao curvar-se.
Dor sobre o olho direito, pressionando para dentro.
Sensação de pressão na parte superior da órbita direita.
Dor repuxante, pulsátil, sobre os olhos e para dentro dos globos oculares.
Latejamento sobre o olho direito.
Às 9 da noite: dores lancinantes intensas na cabeça, sobre os olhos e nas têmporas; também dor dolente muito violenta dentro do peito e por todo o tórax.
Dor sobre o olho esquerdo antes de deitar-se.
Dor aguda através das sobrancelhas, depois ardor nas pálpebras.
Dor em pequeno ponto sobre a sobrancelha direita, < ao escrever.
Sensibilidade dolorosa nos olhos e acima deles, dor na testa.
Sensação de pressão nas órbitas.
A dor de cabeça estende-se ao olho direito.
Às 9 da noite sentiu uma curiosa dor como picada no olho esquerdo, estendendo-se à testa; sobre o olho direito, dolorosa.
Os olhos parecem muito mal, com dor acentuada neles e em todas as articulações.
Os olhos doíam intensamente; sensação de sensibilidade dolorosa.
Ardor dos globos oculares.
O olho puxa calor da região da nuca.
Calor com coceira nos olhos.
Se a angústia psíquica é grande, as pupilas estão, em alguns casos, dilatadas, enquanto o rosto e as conjuntivas ficam injetados.
Durante o período de tranquilidade, no último estágio, as pupilas estão contraídas ou desiguais em tamanho, olhar fixo, estrabismo. As pupilas mostravam-se um pouco dilatadas, e o olhar tinha uma aparência algo selvagem e irrequieta. Os olhos são selvagens, revirados, arregalados e lívidos. Expressão alterada, ou olhos firmes e penetrantes.
As glândulas lacrimais evidenciam atividade aumentada. Olhos vermelhos e córnea algo inflamada.
Olhos congestionados e dolorosos.
Olhos inflamados e alguma febre após uma mordida no nariz.
Embotamento e inflamação dos olhos; cães.
Olhos inflamados, turvos, aguados, fixos, com pupilas muito dilatadas, pálpebra superior repuxada para cima e visão reduzida. θ Lyssa.
Olhos um tanto vermelhos e inflamados (córnea).
Olhos injetados e dolorosos.
Olhos levemente vermelhos, e pontadas esporádicas na têmpora direita.
Grande inflamação em um olho, do qual jorra pus espumoso; pústulas ao redor do olho; pela manhã, pálpebra inchada como uma casca de ovo, pequenas pústulas em um dedo. θ Dogbite.
As pálpebras se abrem involuntariamente.
Pressão no lado esquerdo, com pontadas que se estendem aos olhos à noite.
Ardor nas pálpebras.
As pálpebras parecem paralisadas ao despertar pela manhã, e aparentam estar mais firmemente cerradas, como se estivessem coladas.
Inchaço das pálpebras após mordida de cães. θ Em ovelhas.
Ulceração extrema do olho, pálpebras fechadas e inchadas pelo pus. θ Em ovelhas.
AUDIÇÃO E OUVIDOS [6]
A conversa nas proximidades do paciente pode lançá-lo numa agitação violentíssima. O repicar dos sinos da igreja deixa-o angustiado e provoca um gosto salgado penetrante, com pontadas no coração. A água despejada numa bacia, com ruído de respingos, fez o paroxismo reaparecer, com convulsão e agitação. Ruído súbito causa sobressaltos involuntários.
Ouvir água sendo despejada no cômodo ao lado deixa-o muito irritável e nervoso.
Ao atravessar de balsa, logo após comer, o ruído que a água fazia causou-lhe tortura indizível nas costas. --s. b.
Convulsões excitadas pelo latido de um cão, devido à grande sensibilidade; qualquer outro ruído súbito, o bater de uma porta ou uma rajada de vento, produz o mesmo. --s. b.
Durante seus acessos de dor de cabeça crônica, que sobrevêm após emoção psíquica ou esforço mental excessivo e duram um ou dois dias, ele não consegue suportar ouvir água correndo; se uma torneira é deixada aberta num cômodo contíguo, ou mesmo se água é despejada numa bacia, sua dor de cabeça aumenta até grau insuportável.
Depois que a dor subsequente a uma evacuação havia diminuído, e estando ele sentado à janela aberta, abriu-se o grande hidrante da rua para lavar as ruas; e, tão logo percebeu a água correndo pela sarjeta diante de sua casa, foi acometido por dores muito intensas e teve de ir imediatamente ao retrete. θ Disenteria.
Se, durante a noite, ou de manhã antes de se levantar, ele ouvisse água sendo despejada no cômodo ao lado, era imediatamente forçado a levantar-se e evacuar. θ Diarreia crônica de acampamento.
Ouvir água sendo despejada provocava convulsões. θ Gravidez.
Sensação como se houvesse afluxo sanguíneo para a orelha direita; depois, pressão como por uma faca sem corte, interna e superiormente.
Som como de água correndo na orelha esquerda. --s. b.
Zumbido na orelha direita.
Ouve vários ruídos à noite.
Obstrução temporária da orelha direita; cerca de duas horas depois, enquanto pensava nisso, a orelha começou a doer; a dor estende-se aos dentes e por toda a cabeça.
Dor lacerante do maxilar inferior para a orelha.
Dor dilacerante na orelha direita.
Dor lancinante e pontadas na orelha direita, de fora para dentro.
De manhã, pressão na fronte e sonolência, com pontadas que passam para dentro em ambas as orelhas.
Pressão pungente atrás das orelhas; à tarde.
Afluxo sanguíneo para a orelha direita; depois disso, uma pressão como de uma ponta romba.
Ardor compressivo na orelha externa direita.
Ardor e latejamento na orelha.
A dor de ouvido estende-se aos dentes.
Dor lacerante a algumas polegadas da orelha direita.
Pressão da região da nuca para a orelha.
Acima da orelha esquerda, a dor de cabeça é mais intensa.
Ardor compressivo na concha direita, ao entardecer.
As orelhas parecem enrijecidas.
Há cócega na orelha; após esfregar, dor.
Coceira em um pequeno ponto na parte superior de ambas as orelhas, desaparece após coçar.
OLFATO E NARIZ [7]
Odores fortes podem desencadear espasmos.
Durante três dias, seu olfato, que é sempre extremamente agudo, tornou-se dolorosamente agudo, especialmente em relação a eflúvios desagradáveis; o funcionamento das narinas, muitíssimo doloroso.
Sensibilidade extrema ao cheiro de tabaco; sente o gosto de rapé quando a caixa está a um pé (cerca de 30 cm) de distância.
Sangramento frequente pelo nariz; repetidamente, havia sangue coagulado no nariz.
Cócegas na cavidade nasal provocam espirros.
Coceira no nariz o dia todo.
Espirros reiterados, que cessam quando são interrompidos.
Espirros frequentes, principalmente cedo pela manhã ou tarde da noite, como se uma coriza estivesse para começar; também ao olhar para algo brilhante e com a menor poeira.
Corrimento líquido pelo nariz.
Coriza, com cócegas no palato e na parte anterior do nariz (melhorada por Phosphor).
Muco espesso, verde, escorre do nariz (cavalo).
Dor no nariz.
Sensação de rigidez no nariz, no lado direito do pescoço e, principalmente, nas mandíbulas.
Sensação de contusão no nariz.
O nariz, o lado direito do pescoço e o lado correspondente parecem muito rígidos, mais nas mandíbulas.
Nariz extremamente sensível ao toque.
A dor de cabeça estende-se ao nariz.
O nariz coça o dia todo.
FACE SUPERIOR [8]
Os ossos maxilares parecem bastante doloridos.
Ambos os maxilares parecem enrijecidos; formigamento nos ossos malares.
Sensação roedora e de rastejamento no zigoma direito.
Repuxamento transitório no lado esquerdo da face, do osso malar em direção ao nariz, como se fosse nos músculos, à noite.
Dor dilacerante no maxilar superior direito, estendendo-se para a orelha; o mesmo na têmpora.
Dores lancinantes no maxilar superior e dor de cabeça violenta.
Dores fulgurantes no lado direito da face.
Dor nevrálgica em ardor descendo pelo lado esquerdo da face.
Uma sensação desloca-se pelo lado direito da face e atravessa a testa.
Leves contrações musculares na face e nas mãos.
Tremor na face.
Os músculos faciais tornam-se contorcidos de vários modos; a fisionomia muda frequentemente de aspecto.
Afecções espasmódicas acometem os músculos da face, ocasionando contorções violentas e a mais horrível reunião de traços faciais; nos músculos que movem o maxilar inferior, induzindo ranger involuntário e trituração dos dentes, o que alguns interpretaram como desejo de morder; durante o acesso convulsivo a expressão da face indica grande angústia e alarme. --s. b.
Expressão alterada, com dispneia. --s. b.
Expressão da face bastante variável; a fisionomia avermelhada muitas vezes exibe reflexos da máxima miséria psíquica e física, da mais horrível agonia. --s. b.
Rosto afogueado; queixava-se da cabeça, dizia que estavam introduzindo agulhas correndo em seu cérebro. --s. b.
Calor no lado direito da face e na orelha direita, seguido de dor de cabeça no alto da cabeça e na testa; assim que a dor de cabeça >, o calor retorna; o calor vem de dentro e se espalha da parte posterior do pescoço para a orelha e para o olho e a face, associado a dor constante na região da nuca, a qual aumenta depois que o calor e a dor de cabeça desaparecem.
Sensação de calor e sensibilidade dolorosa no meio da bochecha esquerda.
Calor na face, com sensibilidade dolorosa da bochecha esquerda, por pensar.
Calor no lado direito da face e particularmente no olho, onde causa cócega; retorna após beber café.
Suor na face: com sensação de calor; com fogachos.
De manhã (6 h), cócega na bochecha esquerda.
Calor e rubor da face.
Primeiro calor no lado direito da face e na orelha, depois uma dor dolente tranquila na parte anterior da região superior da cabeça; essa dor de cabeça diminui, o calor aumenta.
Calor na face pela manhã, com rubor; por vezes muito intenso.
Tez pálida e cianótica, e expressão estúpida.
Fogachos e dor de cabeça alternadamente.
Face pálida com enjoo e náusea.
Face pálida e amarelenta, quase acastanhada.
Aparência peculiar; pele amarelo-terrosa, pálida ou anêmica; intumescido por toda parte, mas sem "cacifo". θ Evacuações diarreicas crônicas de acampamento.
Sensação como se tivesse sido mordida no lado esquerdo da face, perto da boca.
Cócega na bochecha esquerda, às 6 h.
Os arranhões na bochecha ficaram vermelhos trinta e três dias após a mordida e, no dia seguinte, pareciam bastante recentes, como se tivessem sido feitos apenas algumas horas antes, mas eram um pouco mais escuros do que abrasões recém-feitas. --s. b.
Pústula na proeminência da testa, dolorosa ao toque; posteriormente outra à direita.
Na bochecha esquerda, perto do nariz, em direção ao olho, uma dor, < ao toque; uma pústula com sensibilidade dolorosa ao redor.
Nódulos duros e sem dor na bochecha, onde uma pústula parecia ter aparecido; no nono dia, uma pequena crosta descamativa sobre ele e rubor; se for beliscado ou picado, sente-se na bochecha, mesmo a certa distância do nódulo, e aqui e ali profundamente na parte superior do maxilar, uma espécie de dor muito incômoda, porém não violenta; fica vermelho-azulado e macio; após se arrancar a crosta, elimina linfa e sangue.
Pústulas azuladas na face, de maturação lenta.
Dor na bochecha esquerda perto do nariz, do quinto ao sétimo dia; seguida de tumefação dura e sem dor, do tamanho de uma ervilha, que se tornou mais vermelha no trigésimo dia e ficou coberta por uma pequena crosta; no trigésimo segundo dia amoleceu e ficou vermelho-azulada, particularmente ao redor das bordas; à punção, uma dor incômoda, porém não acentuada, a alguma distância da tumefação e mais profundamente no interior da bochecha; foi eliminada uma pequena quantidade de sangue e pus; no quadragésimo dia o local parou de secretar e cicatrizou.
PARTE INFERIOR DA FACE [9]
Os ossos maxilares parecem doloridos; dor dolente no maxilar inferior.
Dores violentas, em sacudidas, no maxilar inferior.
Dor dilacerante no maxilar inferior e superior direitos, subindo até o ouvido.
Ao ler ou escrever, sentia dor no maxilar inferior; quanto mais lia, < ficava.
Os músculos masséteres não são afetados por espasmos.
Durante acessos frenéticos, fazem-se movimentos de estalido com o maxilar, de caráter involuntário ou espasmódico, guardando alguma semelhança com movimentos de morder. --s. b.
Tentou morder os próprios dedos antes da morte. --s. b.
Mordedura com estalidos, com convulsões. --s. b.
Os maxilares parecem enrijecidos; rastejamento no arco zigomático.
Maxilar inferior enrijecido e doloroso; com inclinação a bocejar; com dor de cabeça; imagina não conseguir abrir a boca.
Os maxilares parecem doloridos e enrijecidos; grande disposição para pressionar a mão contra o maxilar inferior.
Sensação como se fosse ter caxumba.
Sensação arrebatadora, mordente e de ardor na face interna do lábio superior direito, como se um ácido corrosivo tivesse tocado o local; a sensação passa para cima e para trás, em menor grau, até a cavidade nasal direita, onde produz cócegas e espirros; posteriormente, aumento da saliva; após várias horas.
Lábios rachados na face interna da linha mediana.
Espasmos com espuma diante da boca. Raramente acontece de se observar espuma ao redor da parte externa da boca. --s. b.
DENTES E GENGIVAS [10]
Ranger dos dentes.
Sensação dolorosa de frio irradia para os dentes; passa da parte posterior inferior para cima e para o maxilar.
Os dentes doem mais do lado direito; é uma espécie de dolorimento surdo.
Sensação no lado direito do maxilar inferior, como se fosse no osso; irradia para a raiz de um dente cariado.
Dor lancinante no canino superior direito, antecedida por ardor, descendo pelo esôfago.
Dor lancinante frequente nos dentes; todos os dentes doem.
Dolorimento na raiz cariada de um molar.
Odontalgia e outros incômodos durante a gravidez, com ebulição interna de sangue do tórax para a cabeça; a cabeça parece cheia de ar, como se fosse estourar.
Dentes muito sensíveis; sensação como se estivessem embotados.
Dor de cabeça e dor de ouvido estendem-se para os dentes.
Dor com calafrio começa nos dentes do lado direito, atrás e embaixo, no osso do maxilar inferior, e passa para cima.
Dores nevrálgicas nas gengivas, principalmente na parte anterior. --s. b.
Dolorimento nas gengivas tumefeitas do lado direito.
Repuxamento nas gengivas, mais na parte anterior.
PALADAR, FALA, LÍNGUA [11]
Os alimentos não têm o gosto correto.
Sabor áspero, com muita saliva.
Sabor amargo pela manhã, ao despertar.
Os alimentos salgados sabiam demasiado a sal; os outros alimentos aparentavam carecer de sal.
A fala é laboriosa, curta e patética. --s. b.
Fala difícil, incorreta. θ Constrição da garganta.
Embaraço na fala; começava uma frase com dificuldade, após várias tentativas infrutíferas; algumas vogais palatais não conseguia pronunciar, outras apenas incorretamente. θ Espasmos da garganta.
Sensação fresca na língua, como depois de hortelã-pimenta.
Dor na raiz da língua e no lado esquerdo da garganta.
Dor peculiar na raiz da língua, como se estivesse inchada.
Cócegas, sensação estranha na garganta e na raiz da língua.
A língua geralmente húmida e limpa; frequentemente ligeiramente saburrosa, mais raramente seca e espessamente saburrosa.
Língua coberta por uma fina camada de saburra branco-amarelada.
Língua coberta de espuma. Língua vermelho-escura nos lados, coberta no centro.
Língua grande, pálida e flácida. θ Diarreia crônica dos acampamentos.
Sensação de picadas sob a língua. θ Lissofobia.
Rânula retorna periodicamente, com secura da boca, < à tarde, sensibilidade dolorosa ao mastigar; com hemorróidas e obstipação.
CAVIDADE BUCAL [12]
Sensação de frio, como essência de hortelã-pimenta.
Dor acentuada que parte da boca, sobe pela cabeça e desce ao pescoço.
Sensação constante de intensa secura da boca e da garganta. θ Diarreia crônica de acampamento.
Secura na boca : à tarde ; com sede.
Boca dolorida, como se houvesse nódulos nela.
Muito muco tenaz na boca e na garganta.
Catarro espumoso, tenaz e escasso na boca (cavalo).
Espumava pela boca; tentava cuspir isso com muita dificuldade (antes da morte).
Saliva mais viscosa; cospe constantemente; sensação de mal-estar geral.
A saliva acumula-se na boca, sem motivo ; reflui para trás e é engolida.
Saliva na parte posterior da boca, como após açúcar, ou quando se engole alcaçuz.
Boca cheia de saliva, total aversão a beber.
Grande fluxo de saliva e dificuldade para engolir líquidos.
Acúmulo de saliva espumosa ; com inflamação da garganta.
Saliva mais abundante, porém rala e de cor amarela.
Secreção de uma saliva espessa e espumosa, mas sem qualquer repulsa mórbida às bebidas.
A saliva expelida é espumosa, viscosa e filamentosa.
Muita saliva tenaz, com garganta dolorida.
Grandes quantidades de saliva tenaz na boca, cuspindo constantemente. θ Diarreia.
A saliva não é expelida, mas escorre da boca aberta. --s. b.
Quantidades de saliva acumulam-se na boca e ao redor dela ; apresentam aspecto espumoso ; o paciente procura sem cessar livrar-se dela, limpando-a com um lenço ou cuspindo-a com grande força. --s. b.
Cospe o tempo todo pequenas quantidades de saliva espumosa ; com dores nos membros.
Cospe com frequência. θ Lissofobia.
Às 10 da manhã, começou a cuspir muito, continuando assim o dia todo até a ceia. θ Lissofobia.
Um líquido escuro, cor de café, escorria da boca (antes da morte).
Muito muco na garganta e no nariz ; pendendo nas coanas posteriores.
Sensação de raspagem no palato, onde antes havia sensação de frio; uma leve tosse não alcança o ponto, pigarrear e raspar a garganta às vezes o conseguem.
Fauces e faringe tomadas por um rubor escarlate-arroxeado uniformemente difuso; sem dor na garganta, salvo quando o paciente tenta engolir.
O aumento folicular é comum; envolve também os folículos faríngeos e as glândulas linfáticas na vizinhança da mandíbula ; inchaço semelhante na face interna da epiglote, bastante firme e caracterizado pela abundância de corpúsculos linfáticos encontrados na substância glandular.
Hiperplasia e inchaço recente das amígdalas e das glândulas foliculares da língua ; inchaços chatos, arredondados, na raiz da língua, no meio de cada um dos quais se via a abertura alargada de um folículo. Sensação como se a úvula estivesse comprida demais ; está levemente inflamada, mas não alongada.
A mucosa da faringe e da epiglote apresenta cor vermelho-escura e está injetada ; o véu palatino frequentemente avermelhado e inchado.
Toda a mucosa da boca e da faringe apresentava uma coloração rósea uniformemente distribuída, sem qualquer inchaço
PALATO E GARGANTA [13]
Ligeira vermelhidão do palato e da garganta, com espasmo do esôfago e dificuldade para falar.
Dor de garganta, como depois de engolir pimenta vermelha.
Dor de garganta acentuada, sensação constritiva muito < ao tentar engolir líquidos, o que não conseguia fazer sem dor; os sólidos não causavam dor.
Às 11 A. M.: sensibilidade dolorosa na garganta até o meio-dia.
Dor de garganta: muito intensa; o dia todo; pela manhã; > às 6 P. M.; após o jantar (7 P. M.); não conseguia engolir sem grande dor; como se estivesse inchada; como se em carne viva; dores; do lado direito; com dor de cabeça; com sensibilidade dolorosa nos olhos; com aumento da saliva tenaz.
Sensação de frescor no esôfago.
Garganta bastante dolorida, dor de cabeça em ambas as têmporas, entorpecimento em ambos os braços, leve dor na região lombar durante todo o dia.
As fauces e a faringe, até onde se pode ver, estão levemente inflamadas; há vontade de engolir e aumento da saliva.
Dor de garganta muito dolorosa, garganta muito inflamada, dor de cabeça <, muco tenaz na boca e na garganta; grande debilidade com repugnância a mover-se.
Inflamação da garganta com saliva espumosa.
Espasmo violento na garganta, como se fosse sufocar, das 2 P. M. às 9.30 P. M.
Grande calor na garganta e na região do coração.
Sacudidas súbitas que vão do esôfago ao coração.
Dor de garganta, desejo constante de engolir; muita saliva e sensação de contusão.
Espasmo periódico do esôfago, contínua vontade dolorosa de engolir sem conseguir engolir nada; a constrição é mais intensa ao levar água à boca; se tentasse engoli-la à força, tinha ardor e dores como picadas na garganta, tosse e ânsias de vômito que expulsavam o líquido da boca; dificuldade para falar.
Dificuldade para engolir; especialmente líquidos.
Secura na garganta e dificuldade para engolir, com leve vermelhidão erisipelatosa na faringe.
Sensação de picada ao engolir.
Dor de garganta às 2 P. M., com dificuldade para engolir líquidos; parecia como se a epiglote estivesse paralisada.
Dor de garganta com grande inflamação, só conseguia engolir com dificuldade; os líquidos voltavam pelo nariz.
Uma singular sensação de constrição na parte posterior da garganta às 3 P. M., < às 4 P. M.; não conseguia engolir sem dor; desapareceu às 6 P. M., mas voltou às 7 e durou até a hora de deitar.
Dor de garganta com constrição, especialmente ao tentar engolir líquidos, o que é doloroso.
Dor terrível na garganta, especialmente ao engolir.
Vontade constante de engolir, ou de remover catarro que parece aderir entre o nariz e a garganta.
Desejo constante de engolir, doloroso e ineficaz. θ Espasmo da garganta. θ Estreitamento da garganta.
Alguns bebem água sem dificuldade. --s. b.
A faculdade de beber se restabelece antes da morte súbita. --s. b.
Bebidas quentes, leite, sopas e vinho são muitas vezes ingeridos com mais facilidade do que água. Imagina não conseguir engolir nada. --s. b.
A dificuldade para engolir pode, a princípio, ser superada por firme resolução. --s. b.
Declarou que não podia engolir por haver algo na garganta que interrompia a passagem. --s. b.
Engolir era mais difícil às 5 P. M. do que pela manhã (após Bellad.).
Alimentos sólidos às vezes são ingeridos com grande dificuldade.
Impossibilidade absoluta de engolir qualquer coisa; sempre que se faz uma tentativa, sobrevêm ataques de sufocação e espasmos dos músculos respiratórios, bem como dos músculos do rosto, do pescoço e do restante do corpo, com grande perturbação psíquica. --s. b.
Após alguns dias, o paciente abominava tanto os sólidos quanto os líquidos; quando instado a comer, era lançado em convulsões. --s. b.
Qualquer tentativa de engolir pão ocasionava a maior agonia. --s. b.
Frequentemente acontece de conseguirem beber depois que aqueles ao redor se retiram, ou quando a tentativa é feita de olhos fechados e com auxílio de um canudo. --s. b.
Sem repugnância a líquidos até surgir a dificuldade de engolir; quando o líquido tocava as fauces, era como se sua vida corresse perigo. --s. b.
Às 3 P. M., sentiu uma singular sensação constritiva na parte posterior da garganta, nunca antes sentida, < às 4 P. M.; não conseguia engolir sem grande dor; passou às 6 P. M.; voltou em uma hora, durando até as 10 P. M.
Ao levar água à boca, a constrição era máxima. θ Espasmo da garganta.
Espasmo periódico do esôfago. θ Estreitamento da garganta.
A tentativa de beber água desencadeia convulsões. --s. b.
Tinha dificuldade para falar; uma frase seguida só podia ser proferida após várias tentativas infrutíferas; as letras palatais não podiam ser pronunciadas de modo algum, ou eram pronunciadas erradamente. θ Espasmos do esôfago.
Às 10 A. M., sentiu dor e sufocação na parte posterior da garganta.
Espasmo violento da garganta às 2 P. M., com sensação de que estava prestes a ser sufocado; passou às 9 P. M.
Como que uma bola sobe do estômago até a garganta, parecendo ameaçar sufocação.
Sensação de um caroço na garganta, com vontade de engolir.
Dor terrível na garganta o dia todo, e grande dor ao engolir.
A dor estendia-se para cima, do braço ferido em direção à garganta.
Sensação de pontada ao engolir.
Ardor e picadas no lado esquerdo do tórax, com palpitação à tarde.
Ardor e picadas na garganta. θ Estreitamento do esôfago.
Ao tentar engolir água à força, isso causava ardor e picadas na garganta, além de tosse e engasgos, que expulsavam o conteúdo da boca. θ Espasmo da garganta.
Ardor ao longo do esôfago.
Grande calor na garganta e ao redor do coração.
Ligeira vermelhidão das partes afetadas. θ Espasmo da garganta.
Inflamação intensa e profunda da mucosa da boca, gengivas, garganta e laringe, com dores urentes ao engolir.
Sente como se tivesse engolido uma pequena quantidade de pimenta vermelha.
APETITE, SEDE. DESEJOS, AVERSÕES [14]
Apetite bom, mas digestão deficiente; parte de quase tudo o que comia passava pelos intestinos em estado não digerido. θ Diarreia crônica de campanha.
Apetite voraz; engolia trigo sem mastigar.
Pouco apetite pela manhã; falta de apetite, dor de cabeça, abatimento.
Falta de apetite. θ Hidrofobia dos carneiros.
Não podia tomar nenhum alimento (com cuspidas), não podia permanecer à mesa. θ Lyssophobia.
Sintomas dos órgãos digestivos extremamente variáveis; sede excessiva, êmese, constipação.
Sede e falta de inclinação para alimento.
Sentia muita sede e não tinha repugnância a beber; ao contrário, bebia grandes quantidades de água. θ Lyssophobia.
Sede muito aumentada, queixa-se de dores em queimação na garganta.
Sede e desejo de beber, mas é impedido de fazê-lo por constrição convulsiva da garganta; as tentativas provocam sensações extremamente desagradáveis, até mesmo espasmos.
Havia algum tempo que não bebia água, apenas um pouco de chá quente. θ Disenteria.
Tomou um pouco de chá forte ao jantar, após o que a sialorreia cessou até as 8 da noite; então recomeçou. θ Lyssophobia.
Sem apetite, exceto para coisas azedas.
Pediu aguardente queimada e a bebeu; no dia seguinte, forte ascensão no estômago e impossibilidade de beber.
Desejo excessivo de sal.
Nos primeiros dias, o tabagismo era desagradável; após a primeira semana, um desejo louco e insaciável de fumar, não permite que o cachimbo esfrie.
Apanhava pedaços de algodão e farrapos de pano; pedaços de lasca e carvão eram devorados sempre que chegavam perto; qualquer coisa que estivesse ao alcance e pudesse ser agarrada pelos maxilares era roída muito depressa; um cão.
Urina e fezes eram frequentemente devoradas tão logo fossem eliminadas; um cão.
Desejos anormais durante a gravidez.
Repugnância à água; imagina que não consegue engolir; diz que está com sede, mas não consegue olhar para a água nem ouvir que a derramem.
Repugnância à água do lugar a que chegou. --s. b.
Repugnância a beber água, mas pode tomar pequenas quantidades de chocolate. θ Diarreia.
Repugnância a líquidos; grande sensibilidade a cada sopro de ar e ao reflexo da luz.
Desde a mordida ela tem uma medonha repugnância à água; no início conseguia lavar-se à força de grande autocontrole, mas posteriormente não mais.
O vinho tinha gosto ruim e o afetava mais do que de costume.
Repugnância a alimentos e bebidas gordurosos; permanece um longo gosto rançoso na boca, < após carneiro.
ALIMENTAÇÃO E BEBIDAS [15]
Antes do jantar, uma sensação muito singular, uma estranheza em todo o corpo.
Bebidas quentes, como leite, sopas e vinho, são ingeridas mais facilmente do que água.
Incapacidade de ingerir alimento sólido, ou então este é consumido com a maior dificuldade.
Às vezes, a capacidade de beber retorna antes da morte.
Depois da ceia, às 7 da noite, sente-se >, menos dor de garganta, nenhuma dificuldade para engolir.
Depois de comer: desaparecem todas as sensações refrescantes, de ardor, ondulatórias, assim como o afluxo sanguíneo; pressão para dentro na região epigástrica; lascívia com excitação genital; lubricidade com sensação de debilidade nas partes, mas com propensão a uma emissão de sêmen; aumento de lassitude e sonolência; dormiu uma hora sem que isso o melhorasse em nada.
Depois das refeições, fica muito mal-humorado; todo barulho o irrita; se outros comem maçãs, ou escarram, ou assoam o nariz, isso o tira de si; passa depois da sesta e do café.
Depois do jantar e à noite: indisposto a pensar.
Depois da ceia: pressão no baço.
Enjoo depois de comer ovos ou alimentos gordurosos.
Depois do café: batimentos do pulso mais frequentes; calor no rosto.
O tabaco o afetava mais do que de costume.
SOLUÇOS, ERUCTAÇÕES, NÁUSEA E VÔMITOS [16]
Sensação de enjoo ; falta de apetite à noite, seguida de grande sensação de leveza na cabeça.
Náusea : com tontura, dor de cabeça e rosto pálido ; com rosto pálido após evacuações diarreicas ; os alimentos não têm sabor normal ; e falta de apetite à noite ; 10 a 11 P. M.
Soluços.
Eructações contínuas de ar ; eructações espasmódicas.
Eructações pela manhã ; azedas, à tarde.
Arcadas ao tentar engolir água à força, expele-a pela boca. θ Espasmo da garganta.
Subida de bile à garganta durante o dia, ao mesmo tempo quantidade invulgar de saliva tenaz na boca e na garganta.
Náusea e vômitos, após evacuações diarreicas.
Vômitos : de alimentos ingeridos ; de líquido ao beber, seguido de desfalecimento ; do que foi comido no jantar, à noite, durante o sono.
Náusea e vômitos de uma substância espumosa, mucosa, de cor escura, assemelhando-se a borra de café.
ESCROBÍCULO E ESTÔMAGO [17]
Pressão no epigástrio depois de comer.
Dor sufocante na boca do estômago.
Angústia no epigástrio e na região precordial, com dispneia.
Na região epigástrica, sensação meio fria, meio ardente.
Dor na região epigástrica, profunda, como se fosse no duodeno ou por trás dele.
Dor dolente, com frieza no estômago.
Dor resfriante no estômago, com pressão aguda e pontiaguda aqui e ali.
Sensação de movimento no estômago.
Gorgolejo ruidoso no lado esquerdo do estômago, tornando-se mais contínuo, como água saindo de uma garrafa.
Um ruído forte, como um arrulho, no estômago, à esquerda, e, passado algum tempo, repetindo-se como um coaxar rápido.
Grande opressão no estômago; tem de afrouxar a roupa.
Sensação ligeiramente quente, tranquila e dolente, abaixo do tórax, às vezes mais abaixo, frequentemente em todo o abdómen, como se fosse nos intestinos.
Estômago vazio, ou podendo conter uma substância escura, opaca, frequentemente semelhante a borra de café; na mucosa do estômago e dos intestinos, injeção acentuada dos vasos sanguíneos; na mucosa do estômago, frequentemente erosões hemorrágicas.
HIPOCÔNDRIO [18]
Dor opressiva: no lado direito, perto das últimas costelas, ao respirar; no hipocôndrio, após caminhar rapidamente.
Dor lancinante no lado direito do abdómen.
Dor na região do fígado e do rim direito.
Dor de dentro para fora no lado direito.
Degeneração gordurosa do fígado. Na parte superior do abdómen, do lado esquerdo (região do estômago e do baço), uma pressão contínua, roedora, durante a manhã.
Dor dolente desde abaixo da cintura até os pés.
Dor no lado esquerdo, às 8 da manhã.
Dor opressiva na região do baço ao caminhar depressa.
Latejamento doloroso como se um abscesso estivesse se formando na região do baço, porém muito profundamente; a localização exata fica a meio caminho entre a linha mediana e o contorno do lado esquerdo; durou oito dias; com isso desapareceu o remanescente de uma afecção semelhante nessa localização,
contra a qual onze anos de tratamento alopático se haviam mostrado sem qualquer efeito.
Sob a mama, uma sensação de calor, com dor dolente e calma; às vezes a mesma sensação mais abaixo ou em todo o abdómen, como se estivesse nos intestinos.
Dor dilacerante da região do hipocôndrio esquerdo para a direita.
ABDÓMEN E LOMBOS [19]
Dor dilacerante atravessando o abdómen da esquerda para a direita, à noite, quando está na cama.
Dor no lado direito do abdómen, que parte do útero.
Dor ao longo do lado esquerdo do abdómen.
Sensação opressiva no abdómen.
Sensação repuxante no abdómen, abaixo do umbigo.
Cãibra na parte inferior do abdómen.
Sensação dolorosa profunda na porção superior do abdómen, como se por trás do duodeno; pela manhã.
Dor cólica no abdómen; quando cede, picadas na região lombar.
Forte dor abdominal, persistente durante uma hora, despertou do sono às 11h30.
Dor abdominal violenta.
Picadas: no lado direito do abdómen, ao respirar; no abdómen acima da anca; com sensação de movimento na parte inferior do abdómen.
Pontadas: no lado direito do abdómen; na barriga, a uma polegada da crista ilíaca.
Dores lancinantes no abdómen.
Sensação de movimento, com leve picada no meio do abdómen.
Um ardor ondulante, em vagas e em arremetidas, procedente do abdómen, espalha-se por todo o tórax até à cabeça.
Depois de terem diminuído a sensação de frio e a raspadura no esófago, surgiu em toda a parte superior do abdómen uma sensação meio fria, meio ardente.
Sensibilidade dolorosa geral em todo o baixo-ventre.
Distensão do abdómen; todas as tardes.
Rigidez dos músculos do abdómen.
De ambos os lombos, repuxamento para baixo, seguido de cãibras no baixo-ventre.
Dor dolente: nos lombos; para as costas; descendo até aos pés.
Dor opressiva surda acima da região inguinal direita, num ponto definido.
Dor na virilha direita, com alguma tumefação.
Dor repuxante e de arrastamento nas virilhas; sensação de peso e de machucado nas coxas.
Repuxamento das virilhas para baixo, depois cãibras no abdómen, acompanhadas de tontura.
Dor dolente das virilhas até aos pés, à noite.
Dor em ambas as virilhas; na direita, dois pequenos nódulos sob a pele, muito dolorosos.
As glândulas linfáticas inguinais ficam muito tumefeitas; doem durante duas horas.
EVACUAÇÕES E RECTO [20]
Tenesmo retal durante e após a evacuação.
Evacuações disentéricas com tenesmo retal; reaparecem assim que ouve ou vê água a correr.
Quando, de manhã, se despejava alguma água da bilha para a bacia, voltavam a dor e a vontade de evacuar. θ Disenteria.
Quando vê ou ouve água a correr, voltam dor muito intensa e tenesmo retal; num caso de disenteria, no Verão, com seis semanas de duração, em que as evacuações eram mais frequentes à noite, consistiam em muco com sangue e eram seguidas de dores no recto e na região lombar, que obrigavam o doente a andar de um lado para outro apesar da grande debilidade; não podia nem ficar de pé nem deitar-se; não bebeu água durante todo o período, apenas, ocasionalmente, chá quente.
Evacuações aquosas e profusas, com dor acentuada na parte inferior do intestino; a frequência das evacuações não era uniforme, alguns dias cinco ou seis, noutros quinze ou vinte, geralmente mais frequentes de manhã. θ Diarreia crônica dos acampamentos.
Diarreia: com muita dor, principalmente durante o dia, dezoito horas após a dose, persistindo vinte e quatro horas, com dores na parte inferior do intestino; < de manhã; seguida de enjoo como se tivesse de vomitar; acompanhada de dores muito intensas de manhã cedo; após pontadas no lado.
Diarreia crônica contraída nos acampamentos do Sul.
Eliminação difícil de gases, como se o ânus resistisse à expulsão.
Evacuações de muco com sangue. θ Diarreia.
Evacuações involuntárias.
Esforço para evacuar, provocando dor muito intensa na região lombar e no recto, obrigando-o depois a andar de um lado para outro, embora debilitado. θ Disenteria.
Intestino obstipado; evacuação de cor muito escura.
A evacuação tornou-se escura e de aspecto algo espesso, misturada com fiapos de lã ou algodão, pedaços de madeira e carvão que haviam sido engolidos; um cão.
Eliminação de sangue vermelho vivo pelo ânus, com terrível ardor e picadas nele como de espinhos.
Evacuação difícil; as hemorróidas protruem.
Afecções hemorroidárias, elimina sangue pelo ânus durante os catamênios.
Latejamento no ânus, externamente.
Lancinadas para dentro do ânus causam contração.
Órgãos urinários [21]
Pressão surda na região do rim esquerdo.
Dores erráticas aumentam, acometem os órgãos urinários; produzem dificuldade e calor ao eliminar a urina.
Alguma dor na região do colo da bexiga, à noite.
Sensação de frio, ardor e congestão na região da bexiga, à noite.
Urina abundante e aguada, à noite.
De manhã e à noite, a urina é amarelo-acastanhada, turva e reduzida em quantidade; sedimento avermelhado.
Urina escura, acastanhada, com sedimento esbranquiçado, visível ao urinar sobre a neve.
Urina de cor mais viva e em maior quantidade, porém não com maior frequência.
Urina escassa ou lodosa, frequentemente de cor amarelo-esverdeada opaca; cão.
Sedimento amarelo-esbranquiçado na urina.
Urina escassa, sem albumina; escura, turva, frequentemente contém açúcar, evidentemente em resultado de lesões na medula oblonga. --s. b.
Urina demasiado escassa e carregada. θ Diarreia crônica de campanha.
Vontade de urinar, após ligeira acumulação.
Desejo constante de urinar ao ver água corrente; urina um pouco de cada vez.
Ardor pruriginoso na uretra, próximo ao orifício, depois de urinar.
Depois de evacuar e urinar, há vontade de urinar novamente; ela desce devagar várias vezes, de cima para baixo, sem conseguir eliminar uma gota.
Sai líquido prostático após urinar.
Desde o décimo quarto dia após a mordida, diz que não urinou; elimina diariamente, de tempos em tempos, um pouco de sangue escuro pelo útero, diferente em quantidade e qualidade do fluxo menstrual.
Se elimina apenas pequena quantidade de urina, sua sensação de debilidade aumenta; debilidade após urinar, como se eliminasse juntamente suas forças.
ÓRGÃOS SEXUAIS MASCULINOS [22]
Propenso a ideias lascivas, embora não haja muito desejo sexual.
Lascívia: após comer, com sensação de debilidade nas partes genitais; com ereções à tarde.
Ereções com pouco desejo.
Ereções fortes, sem excitação sexual nem pensamentos sexuais, à noite, ao despir-se num quarto frio.
Indiferença sexual com ereções, mesmo durante o ato do coito, que é realizado perfeitamente.
Desejo sexual aumentado. θ Hidropisia da espinha em ovinos. θ Hidrofobia dos ovinos.
Priapismo, com emissões seminais frequentes.
Satiríase num garanhão; o hálito quente saía das narinas em jato.
Emissão seminal insuficiente.
O sémen é expelido demasiado tarde ou não é expelido de todo durante o coito.
Durante um abraço muito forte e ardente, a excitação diminui no auge, e não se segue emissão.
Sem emissão durante o coito, mas depois o sémen escapa inconscientemente durante o sono.
Uma emissão seminal com sonhos, bastante invulgar.
Sem ser antecedida por ereção, há saída de líquido prostático, com odor salino e bafiento; a glande do pénis está seca.
Sensação de debilidade em torno e no interior das partes genitais.
Após o coito, com emissão difícil e tardia, há sensação de vazio e desconforto nas partes genitais, persistindo durante todo o dia seguinte.
Ímpeto doloroso no pénis, como após coito excessivo, associado a lascívia.
Comichão e ardor na coroa da glande, com sensação de cócegas e corrimento de pus esverdeado, à tarde.
A glande está seca e adere ao prepúcio.
Ardor e tenesmo como se fossem na próstata e na uretra; à tarde.
Comichão no púbis, do lado esquerdo, estendendo-se à raiz do pénis.
Aumento dos movimentos peristálticos do escroto durante toda a tarde e noite; o movimento dos testículos também está aumentado.
Escroto fortemente retraído durante duas ou três semanas.
O escroto pende no oitavo dia, enquanto antes e depois estava contraído.
Sensação dolorosa nos testículos.
Dor nos testículos no dia seguinte a um abraço, especialmente sentida perto do meio-dia e nas primeiras horas da tarde.
Hidrocele.
Atrofia dos testículos; os testículos diminuem de tamanho, primeiro o esquerdo, depois o direito.
Queixas decorrentes de desejo sexual anormal.
ÓRGÃOS SEXUAIS FEMININOS [23]
Desejo afrodisíaco deficiente. θ Prolapso uterino.
Dor irradiada do útero para a mama e para o lado direito do abdómen.
Calor sexual insaciável ; nas vacas.
Dor na região do ovário esquerdo, com desassossego nessa região.
Sensação de peso para baixo na região uterina.
Dor aguda no útero, lancinante para baixo em direção aos lábios.
Dor aguda esporádica no útero e abaixo dele ; por vezes, dor lancinante violenta no lado esquerdo da vagina, estendendo-se para cima, tão intensa que quase a fazia gritar.
(Em doente :) aumento da sensibilidade uterina, consciência de ter um útero.
Com dolorosa sensibilidade do útero, ligeiro grau de prolapso, de modo que, após qualquer esforço físico acentuado, havia forte convicção de que estava prolapsado.
Dor acentuada na parte inferior das costas, com sensibilidade dolorosa sentida em toda a região púbica, o que foi claramente experimentado como estando no colo do útero pelo aumento da dor ao pressionar o dedo sobre o colo ; principalmente no ponto em que o dedo entrava em contacto com o útero. θ Prolapso subjetivo.
Útero alto no abdómen, aumentado de volume na porção superior e no fundo.
Escoriação ao redor do os tincæ (tratada com cáustico), persistindo alguma tumefação do colo e das paredes da vagina, indicando um baixo grau de inflamação. θ Prolapso.
O espéculo mostrou o os tincæ do tamanho de uma pequena pena de ganso, liso e fisiológico, salvo que dele pendia um fio de muco com sangue, do calibre do os, tão tenaz e viscoso que era difícil limpá-lo com uma esponja. θ Prolapso subjetivo.
Tumefação do útero em todas as suas partes, estendendo-se um tanto à vagina. θ Prolapso.
Rubor vivo da porção vaginal do útero. θ Prolapso.
Após o fluxo menstrual, verificou-se que o útero prolapsado, um caso considerado incurável, estava na sua posição correta, e assim permaneceu após um intervalo de dois meses, embora ela tenha feito muito para pôr à prova a cura, levantando à noite uma criança pesada para a tirar e colocar na cama, quando estava necessariamente sem o seu pessário de sustentação.
Prolapso uterino com sete anos de duração.
Metrite, prolapso ou endurecimento do útero ; nas vacas.
Uma rapariga, æt. 14, e outra, æt. 21, tomaram a 30ª depois de as cataménias terem cessado por três dias; no dia seguinte reapareceram.
As cataménias apareceram (após alguns glóbulos da 30ª) duas semanas antes do tempo, e muito abundantes.
Menstruação, com hemorróidas, latejamento no ânus e debilidade nas costas.
Fluxo menstrual algo frequente, prolongado, escuro e, por vezes, fétido. θ Prolapso uterino.
Durante o intervalo entre os fluxos menstruais, um "corrimento" que parecia bastante obstinado. θ Prolapso uterino.
Anemia em consequência de função genital alterada.
Corrimento contínuo de muco ofensivo proveniente do útero durante vários meses.
Corrimento branco semelhante a leucorreia, que a debilitava ; nunca tivera leucorreia.
Leucorreia viscosa.
Leucorreia acentuada, com dores nas costas e na parte inferior do ventre ; vagina dolorida.
Sensibilidade da vagina tornando a relação sexual bastante dolorosa. θ Prolapso uterino.
Fluxo menstrual demasiado profuso, por vezes um pouco frequente demais. θ Prolapso.
Perda de sangue pelo recto durante o fluxo menstrual.
Debilidade nas costas, com cataménias abundantes.
Dor dilacerante, seguida de pressão para baixo ; não conseguia apoiar o pé com firmeza durante as cataménias.
GRAVIDEZ. PARTO. LACTAÇÃO [24]
Durante a gravidez ; ideias singulares, desejos ou antojos ; afluxo sanguíneo do tórax para cima ; odontalgia, dor nas costas e outras queixas ; grande sensação de pressão para baixo ; dor intensa por inflamação do orifício uterino e do colo do útero (anteriormente tratada com Caustic.) ; grande sensibilidade dolorosa na região lombar e no baixo ventre.
Todas as mudanças de posição que inclinam ou rodam em grau moderado o orifício uterino causam muita dor. θ Durante a gravidez.
Espasmos desencadeados sempre que tenta beber água, ou se a ouve ser vertida de um recipiente para outro ; a visão ou o som da água a afetam desagradavelmente, embora deseje água. θ Convulsões puerperais.
Desde o parto, mais dor na relação sexual e aversão a ela. θ Prolapso subjetivo.
Desde a cessação dos lóquios, leucorreia acentuada ; dor nas costas e no baixo ventre ; sensibilidade dolorosa da vagina.
Ambas as mamas tumefeitas ao despertar pela manhã, ela quase não consegue levantar-se ; por três manhãs seguidas ; o mesmo tumefecimento das mamas à noite ao abrir o vestido.
VOZ E LARINGE. TRAQUÉIA E BRÔNQUIOS [25]
Voz modificada no tom ; sons muito suprimidos ; rouca ; áspera ; ríspida e fraca (último estágio) ; sons agudos, inarticulados ; sons agudos de extremo desespero, ou ocasionados por expirações violentas ; latido muito agudo e penetrante, mudando, próximo
do seu término, para um uivo contínuo e aflitivo (cães).
Epiglote rígida e seca. Inflamação ou rubor na parte superior da traquéia.
Dor junto à laringe, do lado direito, sentida ao virar o pescoço e à pressão.
RESPIRAÇÃO [26]
O hálito é quente ; sulfuroso. --s. b.
Jatos de hálito quente pelas narinas. θ Satiríase em um garanhão.
Ao inspirar : sensação de frescor ; picadas no lado esquerdo.
Mal pode falar por debilidade.
Debilidade do peito ; cansa-se de falar ou ler.
Ao respirar, pontadas no lado direito do abdome.
Respiração acelerada ou estertorosa no último estágio. Sensação asmática, o ar, ao passar pela laringe, produz uma espécie de sibilo.
Respiração com suspiros e gemidos, podendo ser ocasionada por expiração violenta.
Suspiros frequentes e respiração soluçante.
Uma sensação geral de mal-estar no peito obriga-o a respirar profundamente ou a soltar suspiros, que aliviam.
Suspiros, com dor no coração.
De vez em quando tem de tomar uma inspiração profunda, com sensação algo fria bem ao fundo e profundamente na garganta, seguida de grande alívio.
Às 9 A. M., sensação sufocante no peito; teve de suspirar várias vezes, persistindo até 10 1/2 P. M., quando adormeceu.
Respiração laboriosa e difícil, repetida rapidamente, e acompanhada de uma espécie constante e peculiar de pigarro, para expelir o ar, o que foi tomado por uma imitação de latido de cão.
Dispneia : com flatulência, tosse e estertores no peito ; com respiração com suspiros e gemidos ; por dor cardíaca ; < deitado.
A constrição ao redor do peito e a dificuldade em respirar tornam-se tão extremas que, ao soprar uma corrente de ar sobre eles, são tomados da maior angústia, cobrem a boca, parecem prestes a expirar, como se lutassem por ar.
Ao tentar, a pedido, beber um pouco de água ; sobreveio um violento espasmo dos músculos do pescoço e da garganta, antecedido por um suspiro profundo ou arquejo, como se ela acabasse de mergulhar em água fria.
Respiração difícil e sensação espasmódica na traqueia.
Espasmo sufocante na garganta.
Respiração convulsiva e espasmo nos músculos da garganta surgem juntos, ou a respiração precede os espasmos da garganta.
As respirações convulsivas durante os paroxismos são muito semelhantes às produzidas por um súbito banho de água fria, e estão sempre associadas a espasmos nos músculos da garganta.
Opressão respiratória antes que sobrevenha um grave ataque sufocante, provocado por contrações espasmódicas dos músculos respiratórios, combinadas com constrição espasmódica e alarmante da faringe.
Respiração, durante o paroxismo, arquejante, irregular e geralmente bastante rápida, muitas vezes com dispneia acentuada.
TOSSE [27]
Ladrante como um cão, com uma espécie de tosse ruidosa; cefaleia.
Ao tossir ao tentar engolir água, força-a para fora da boca. θ Espasmo da garganta.
Tosse e ânsia de vômito. θ Constrição da garganta.
INTERIOR DO PEITO E PULMÕES [28]
Tórax e abdómen parecem expandidos; expandir o tórax parece revigorá-lo, embora geralmente o fatigue.
Pressão no peito; entre a décima e a décima primeira costelas, do lado direito.
Dor reumática através do peito ao inspirar.
Dor como se fosse nos nervos, do lado do peito até a garganta.
Dor tipo cãibra e pontadas no lado esquerdo, seguidas de evacuações diarreicas e depois enjoo e inclinação para vomitar.
Dor em beliscão: na quarta costela do lado direito.
Picadas na parte inferior do peito.
Pontadas sob a mama esquerda, dirigindo-se para a esquerda.
Dor lancinante entre a mama esquerda e as últimas costelas.
Dores lancinantes, volantes, através do lado esquerdo do peito.
Ondas de ardor atravessando o peito.
Ardor com picadas no lado esquerdo do peito ao respirar profundamente.
Ardor, como azia, no lado direito das costas, na região onde terminam as costelas.
O sangue sobe do peito à cabeça.
Dor no útero, estendendo-se ao peito.
Grande debilidade no peito, especialmente ao caminhar e ao ler em voz alta; o peito sente-se fatigado; alguma dor profunda no lado esq.
Na pleura vê-se frequentemente um depósito saponáceo, como em caso de cólera.
Gangrena dos pulmões, causada por pulmonia e excitação sexual. θ Satiríase em um garanhão.
CORAÇÃO, PULSO E CIRCULAÇÃO [29]
Dor no lado esquerdo do tórax, em um pequeno ponto na região do coração; mais para trás e para a esquerda no tórax.
Dor surda no coração o dia todo, com dor em aperto ao redor da quarta costela, do lado direito.
Dor constante na parte inferior do coração.
Sensação muito singular e invulgar no coração, como se faixas o comprimíssem, no meio do tórax, e como se agulhas o picassem, uma espécie de dor pungente surda, muito dolorosa, alarmante e desagradável.
A dor no coração desapareceu completamente, mas a cada duas ou três horas sente ali um repuxão.
Choque ou abalo doloroso da parte inferior e posterior do esôfago em direção ao coração e à parte anterior do tórax.
Às 7 P. M., leve dor lancinante surda no coração, durando até que adormeceu às 10 1/2 P. M.
Dor acentuada no coração, e dor correspondente no lado direito; dor grave em pontada e lancinante, produzindo falta de ar e suspiros.
Às 11 A. M., duas ou três pontadas de caráter lancinante no coração, durando alguns minutos.
Pontadas no coração e ao redor dele. Dor picante e em pontada no coração. Dor urente, aguda, no coração. Dores em pontada, em intervalos, no coração.
Dores agudas e lancinantes na região do coração, persistentes por quatro horas.
Às 9 P. M., dor muito intensa, de caráter em pontada, no coração e à esquerda dele.
Pontadas no coração ao tinido dos sinos da igreja.
Pontadas no coração, mais ao caminhar; se continuassem, o matariam.
Durante três meses o coração não ficou livre de uma dor em pontada, repuxante e constritiva, resultado de um ataque de reumatismo e resfriado, juntamente com palpitação e dificuldade de respirar.
Dor muito intensa no coração, como se fosse rebentar ou como se agulhas o atravessassem.
Calor e ardor no coração.
Dor em queimação ao redor do coração e na testa.
Dor no coração: com dor de cabeça; com odinofagia e sensação de peso nas pernas.
Sensação que vai do coração através até as costas, com desfalecimento.
A dor na região cardíaca, à qual ele está sujeito, < meia hora depois, mas muito > em vários dias.
Enquanto escrevia, uma ebulição ardente e borbulhante da parte superior do abdómen através do tórax e da cabeça, a princípio seguida de dor na orelha; agora uma dor opressiva e pungente na parte interna superior do alto da cabeça à direita; como se uma corrente quente, ondulatória, estivesse avançando e se irradiando para fora, mas não se estendendo à coluna vertebral nem aos membros.
O coração palpitava veementemente e parecia como se subisse à goela; bebeu vários goles de água, o que aliviou.
A palpitação causa ansiedade.
Sente o batimento do pulso através de todo o corpo e, de tempos em tempos, como uma onda lenta ascendente através da goela até a cabeça, seguida pela sensação de um afluxo momentâneo de sangue.
Pulso arterial: regular, porém um tanto cheio e duro, cerca de dez batimentos acima do padrão fisiológico (80); levemente acelerado e duro, sendo mais frequentemente pequeno do que cheio; rápido e irritável; 160; torna-se pouco a pouco mais fraco e mais rápido, especialmente após o paroxismo, de 120 a
180; frequentemente irregular, tornando-se variável em sua frequência, e essa variação ocorre com grande rapidez; desigual, alguns batimentos mais fortes, alguns acelerados; fraco, rápido, intermitente; muito pequeno, irregular e muito rápido (último estágio); fraco, rápido e intermitente
(período posterior); torna-se sem cessar mais rápido e menor, até que por fim fica filiforme e, finalmente, já não pode mais ser sentido. --s. b.
PAREDE TORÁCICA [30]
As clavículas dão a sensação de que vão sair de seus encaixes; precisa colocar os braços na cintura.
Tremulações na região do esterno.
Dor lacerante convulsiva sob as costelas esquerdas; ao mesmo tempo, irradia-se até o ânus, onde causa uma constrição; e, ao mesmo tempo, também uma dor lacerante entre a pele e a carne, descendo pela coxa até o joelho.
Pressão: no esterno, entre as mamas; entre as últimas costelas do lado direito.
Pontadas na mama esquerda (entre a mama e as últimas costelas).
Tórax como se estivesse moído, à noite.
Sensibilidade dolorosa através do tórax, ambas as mamas tumefeitas; ao despertar pela manhã, quase não consegue levantar-se; por três manhãs seguidas.
PESCOÇO E COSTAS [31]
Dor constante no pescoço.
Irradiando-se para o pescoço: dor proveniente da cabeça e das costas.
Sensação de pressão no pescoço e na parte posterior da cabeça.
Do pescoço, o calor passa para a orelha e o rosto.
Pressão e dor puxante no pescoço.
Uma pontada na região da nuca.
Os músculos do pescoço e do peito, frequentemente todo o sistema muscular, contraem-se espasmodicamente.
Com calor interno, dores no pescoço, < quando a dor de cabeça é >, ou com calor no lado direito do rosto.
Dor em queimação no pescoço.
Dor pulsátil irradiada para o pescoço.
O pescoço parece rígido; o lado direito do pescoço está rígido; os músculos pareciam rígidos pela manhã.
Dor dilacerante, pontadas e rigidez no pescoço.
Pescoço rígido, com dores rasgantes e lancinantes.
Dor na cicatriz e também certa rigidez nos músculos do pescoço e da garganta.
Dor nos músculos do pescoço e ao longo da porção cervical da coluna vertebral.
Da região da nuca, um calor se estende pela orelha direita até o olho direito e o rosto, parecendo passar de dentro para fora.
O pescoço parece rígido; mantinha-se mais ereto que o habitual.
Durante todo o dia, dificuldade para mover a cabeça.
Rigidez nas articulações do pescoço; se deixa a cabeça pender por algum tempo, é difícil erguê-la.
O pescoço se sente mais confortável quando, ao espirrar, ela lança a cabeça para trás.
Tumefação enfisematosa do tecido celular subcutâneo da parte inferior do pescoço; pode estender-se ao longo da porção superior do peito e para o mediastino.
O músculo esternocleidomastoideo de cada lado sobressai como um cordão espesso; expressão de angústia e terror misturados no semblante.
A cabeça parece pender para um lado, como se algo a puxasse em direção ao ombro.
Às 2 P. M., deitou-se e percebeu a cabeça torcida para o lado esquerdo; em circunstâncias ordinárias teria logo mudado de posição, mas, para sua surpresa, achou-a bastante confortável e adormeceu; acordou às 4 P. M., sentiu entorpecimento no lado esquerdo da cabeça, e a pele da parte inferior do corpo parecia arrepiada.
Como se a cabeça estivesse sendo puxada para os ombros.
Pressão tipo cãibra sob a omoplata direita.
Dor opressiva sob a omoplata direita e entre as escápulas.
Nas costas, perto da omoplata direita, uma pressão com calor, que se irradia para a região da nuca e daí para os músculos da parte superior do braço esquerdo.
Às 2 P. M., dor acentuada transversalmente nas costas, entre os ombros e a cintura.
Dor em e entre ambos os ombros, como se ali houvesse um peso intenso, durando duas horas.
Sensação opressiva, correndo de entre os ombros para o occipício e através da orelha direita, pela manhã.
Abaixo da omoplata direita, uma pressão; não como se comprimisse de fora para dentro, nem > ao curvar-se para trás.
Pressão nas costas, cinco polegadas abaixo da ponta do ombro direito, a uma polegada da coluna; teve a mesma sensação durante cada uma de suas gestações, sempre do lado direito, para dentro, da costela mais baixa até o osso esterno.
Pontadas: abaixo da omoplata direita; nas vértebras cervicais.
Dor acentuada nas costas o dia todo, e entorpecimento das mãos.
Dor na coluna; o lado direito da garganta dolorido.
Dor nas costas e dor de cabeça.
Dor nas costas atravessando as ancas, durando todo o dia.
Dor nas costas e em ambas as virilhas.
Ardor nas costas, perto das últimas costelas, do lado direito, como azia.
Pressão na região dos rins; pressão surda na região do rim esquerdo.
Às 4 P. M., dor muito intensa no rim direito, durando uma hora.
Dor desde as 4 A. M. até a noite em ambos os rins e através das ancas, acentuada e com um pouco de ardor, > às 9 P. M.
Costas muitíssimo doloridas; como se estivessem moídas, à noite.
Dores com hiperestesia cutânea ao longo da coluna vertebral.
Não podia suportar o menor toque ao longo de toda a coluna vertebral; o menor toque produzia uma irritação semelhante a convulsões.
As ovelhas viram e retorcem as costas porque não podem suportar o calor da luz solar; excitação genital aumentada; sintomas apontando para loucura; coçar-lhes as costas parece ser-lhes agradável, pois ficam quietas e fazem um movimento peculiar com a boca, que não exprime dor.
Irradiação para as costas a partir do coração, com sensação de desfalecimento.
Falta de força nas costas; ao sentar-se, precisa apoiar-se no espaldar da cadeira.
Debilidade na região dos rins, dos lombos e do osso sacro.
Grande debilidade nas costas, como se fossem fender-se e cair aos pedaços. θ Lyssophobia.
Uma claudicação dolorosa nas costas, com algum grau de sensibilidade dolorosa no baixo-ventre. θ Prolapsus uteri.
Dor acentuada na parte inferior da coluna.
Dor acentuada na parte inferior das costas, com uma sensibilidade dolorosa que se estendia até a região púbica; a pressão de um dedo sobre o pescoço a aumentava.
Dor opressiva no osso sacro, do lado direito; posteriormente desloca-se para o meio das costas (reiterado oito vezes).
Dor lancinante atravessando a região lombar.
Afecção peculiar às ovelhas, denominada "gid"; hidropisia espinal.
EXTREMIDADES SUPERIORES [32]
Dor na parte superior da articulação do ombro direito.
Dor na articulação do ombro esquerdo, como se estivesse espancada e paralisada; sensação de impotência funcional na axila esquerda.
O dia todo, dor lacerante, depois pungente, na articulação do ombro esquerdo, como se fosse no meio do osso, descendo pelo braço até o dedo; e, depois de levantar-se da cama, por uma hora no braço direito, depois o dia todo no esquerdo.
À 1 P. M., leve dor na articulação do ombro direito; também na cabeça.
Tem um nódulo na axila direita.
Dor reumática, primeiro no ombro direito, depois no esquerdo.
Sensação de grande peso sobre os ombros o dia todo.
Dor lacerante e pungente nos ombros, descendo pelos ossos do braço até os dedos.
Dor súbita, penetrante, fulgurante, na mão mordida, subindo pelo braço até o ombro e a base do cérebro.
Dor ao longo do braço esquerdo ferido; geralmente à tarde e à noite, < às 10 horas.
O braço dói e está inchado.
Dor dolente no braço direito (o esquerdo está mordido); sensação como se o tempo fosse mudar.
Ligeiras sacudidas no braço direito.
De vez em quando, uma ferroada no braço dolorido, que a faz sobressaltar-se por inteiro (mordedura de cão).
Sentiu dois choques descendo pelo braço ferido, como de uma pilha galvânica, até as pontas dos dedos.
Cãibras nos braços.
A dor que subia pelo braço foi seguida de cãibras e repuxamento nas costas e nas extremidades do lado mordido.
Entorpecimento no braço direito às 4 P. M., persistente até a hora de deitar.
Às 10 1/2 P. M., logo após tomar a última dose, entorpecimento no braço direito.
Debilidade nos braços.
O braço direito torna-se tão pesado e inativo que escrever é um esforço excessivo, e ele deixa o braço cair.
Após alguma dor no braço (o dedo tinha um pequeno ferimento exposto durante a dissecação de um cão raivoso, quarenta dias antes), sensação de mal-estar e fadiga, seguida de morte.
Na parte superior do braço esquerdo, perto da axila, dor como se estivesse espancado e com impotência funcional; o mesmo perto do cotovelo e, vários minutos depois, no punho; à noite.
Seu braço tem estado muito sensível e dolorido, embora a ferida esteja quase cicatrizada.
Uma onda fria desce pelo braço como se água gelada estivesse sendo derramada sobre ele.
Sente um calafrio atingir-lhe o braço direito quando vai ao ar livre.
Dor em queimação ao longo do braço ferido.
Sentia como se pulgas corressem sobre o braço direito.
O braço coça por toda parte; coceira nos braços surgindo subitamente.
Dor no cotovelo direito como se estivesse paralisado, ao meio-dia; a mesma às 2 P. M. no esquerdo, > em posição horizontal e ao deixar o antebraço pender; logo depois, no joelho esquerdo.
À direita do cotovelo direito, uma mancha preta e azulada.
Dor pulsátil no antebraço direito, na face flexora.
Os músculos do antebraço, até a mão, dolorosos à pressão ou ao segurar qualquer coisa.
Coloração azulada em estrias ao longo do antebraço direito.
Os punhos têm estado há algum tempo como se tivessem sofrido distensão; < pela manhã.
Sensação de impotência funcional no punho.
Às 10 P. M., dor de distensão na mão direita.
Sensibilidade dolorosa na mão direita.
Tremulações nas mãos.
A mão treme tanto que ele mal consegue escrever.
Tremor da mão esquerda ao segurar qualquer coisa ou ao fazer pressão com ela; os músculos doem mais na face superior do antebraço até a mão.
Tremor da mão esquerda.
Mão direita entorpecida por muito tempo, desajeitada, rígida.
Mãos entorpecidas, com cefaleia.
Mão direita inchada.
A eminência tenar da mão direita, dura, contraída e inchada.
Após contar moedas de cobre, dor muito intensa na mão direita, entre o terceiro e o quarto metacarpos, em certos movimentos e à pressão.
Ardor na palma da mão direita.
Dor intensa no dedo indicador da mão esquerda.
Dor na primeira articulação do dedo anular direito, como se fosse supurar.
Rigidez dos dedos e da mão.
Acordou às 5 P. M. com picadas na porção anterior do dedo indicador direito; a unha ficou inteiramente azulada.
EXTREMIDADES INFERIORES [33]
Dor compressiva no osso do quadril direito, que daí se estende até a parte média do osso sacro.
Dor óssea no quadril esquerdo.
Sensação como se os ossos do quadril fossem escapar dos acetábulos; precisava apoiar as mãos nas ancas para > essa sensação.
Algo corre em volta, várias vezes, na carne da região do quadril, e depois desce pelo membro inferior até o joelho.
Dores nas coxas, especialmente na porção anterior; como por fadiga, após subir escadas; < depois de sentar-se.
Ao longo do nervo ciático esquerdo, dor surda, recorrente periodicamente; < ao levantar-se da posição sentada.
Dor na parte anterior da coxa direita, como por contusão.
Sacudidas no fêmur direito, como se alguém o puxasse de baixo; não dolorosas, vêm e vão.
Cãibras nas coxas.
Sensação mordicante e coceira nas coxas.
Dor que faz mancar na face interna da coxa esquerda, acima da articulação do joelho, estendendo-se para ela.
Dor lacerante desde a parte média da porção anterior da coxa direita até o joelho.
Dor lacerante na coxa esquerda até o joelho.
Os joelhos doem; dor lacerante e repuxante.
Pontadas no joelho direito.
Os joelhos tremem a cada passo.
Dor que faz mancar na articulação do joelho direito ao despertar durante a noite; na manhã seguinte, a mesma dor no joelho esquerdo.
Dor dolente e sensação de peso nas pernas abaixo do joelho.
Durante todo o dia, sensação de peso nas pernas abaixo do joelho; parecia haver várias libras de chumbo na tíbia de cada perna.
Entorpecimento na perna direita abaixo do joelho.
Dor em todas as articulações dos pés, como pressão por uma ponta romba, ora aqui, ora ali.
Dores nas pernas muito incômodas; incapaz de caminhar.
As pernas parecem como se ele tivesse reumatismo.
Dor descendo pelo membro inferior esquerdo.
Sacudidas nas pernas.
Pernas cansadas e doloridas; à noite, como se estivessem moídas; doloridas e muito pesadas.
Dor nas pernas, como se as coxas estivessem pesadas demais; passou à noite.
O membro inferior direito adormece; após sete horas.
Depois de ficar sentado por algum tempo, as extremidades inferiores adormecem; sensação de formigamento.
Debilidade nas pernas ao subir escadas.
Úlceras nas pernas, com emaciação e frieza, do lado esquerdo; contratura dos músculos isquiotibiais e relaxamento dos ligamentos da articulação do tornozelo e dos flexores dos artelhos.
Sensação curiosa nas pernas, como se a panturrilha estivesse mais pesada que o habitual.
Cãibra na panturrilha direita.
Cãibra nas panturrilhas à noite, na cama; < ao estender os membros.
A panturrilha esquerda doía como se tivesse sofrido uma cãibra, após despertar.
A dor na panturrilha surgia mesmo quando ele absolutamente não pensava na mordida; ultimamente, muito < e bastante acentuada. θ Hidrofobia.
Dor penetrante e mordicante no tornozelo esquerdo.
Claudicação dolorosa na articulação do tornozelo esquerdo, à noite, estando deitado na cama.
Sensação de peso nas extremidades inferiores, como se um peso estivesse preso aos tornozelos.
Dor do calcanhar estendendo-se até a coxa.
Depois de deitar-se, dor intensa na parte posterior do calcanhar direito.
Dor no calcanhar direito e nos artelhos do pé esquerdo.
As almofadas dos calcanhares estão tão doloridas que é doloroso caminhar.
Grande inchaço no calcanhar de uma vaca por mordedura de cão; muito inquieta.
Dor na planta do pé direito estendendo-se até o tornozelo. θ Hidrofobia.
Dor acentuada no peito do pé direito; < depois de ter ficado na cama durante as catamênias; por vezes, mover o pé é muitíssimo doloroso; não dói muito ao caminhar sobre a borda lateral do pé; o esquerdo incomoda levemente às vezes.
Dor que parte das virilhas e se estende até os pés.
A dor estende-se do maléolo ao hálux.
Dor lancinante do quarto artelho para o pé.
Alguma dor no quarto artelho do pé esquerdo; lancinando para o pé.
Dor lacerante na primeira articulação do pequeno artelho esquerdo.
Os artelhos de ambos os pés incomodam; sensação como se as unhas estivessem compridas demais e quebradas; dor na região lombar e na têmpora direita.
Cada dose que ele tomou fez com que sentisse como se estivesse formando calos em cada artelho; seus calos verdadeiros, porém, ficaram notavelmente bem e não lhe doíam de modo algum.
Desde a patogenesia, seus calos só a incomodaram em uma ocasião; nos locais em que sentia como se tivesse calos, tinha pontadas.
MEMBROS EM GERAL [34]
Dor como de reumatismo; dores lancinantes e pungentes dos joelhos para baixo; pontadas na palma da mão direita até as pontas dos dedos, como se tivesse caído sobre ela.
Dores nos joelhos e nos ombros.
Pouco depois, dor na articulação do ombro, na tarde do terceiro dia; a dor passa para a articulação do joelho do mesmo lado.
Sensação de pressão nos ombros e de peso nas pernas.
Dores ou sensação dolorosa em todos os membros; sensação de languidez e fadiga extrema.
Peso e sensação de peso nas pernas e nos ombros.
Sensação de peso nos membros.
Tremor espasmódico dos membros durante os acessos.
Quando deitado na cama, uma invulgar contratura mórbida e arremesso contínuo dos membros.
Abalos intensos nos braços e nas pernas, assemelhando-se muito à coreia.
Sacudidelas ou tremor espasmódico dos membros.
Sentia uma dor intensa, como de contusão, nos ombros, tórax, costas, braços e pernas.
Todos os músculos parecem machucados pela manhã; não consegue nem sentar-se nem deitar-se.
Perda de força nos membros; marcha insegura, às vezes alguma rigidez dos membros inferiores; cão.
REPOUSO. POSIÇÃO. MOVIMENTO [35]
Movia-se com bastante vivacidade, embora se sentisse fatigado.
Depois de mover-se, virar-se ou abaixar-se, sente como se a cabeça fosse rebentar.
O menor esforço o fatiga, e ele se sente bastante lânguido.
Durante todo o dia tinha disposição de endireitar-se.
Tinha de repousar com as mãos nas ancas para > a sensação de que os ossos das ancas escorregariam para fora de suas cavidades.
Posição horizontal: dor nos cotovelos >, também ao deixar o antebraço pender.
Deitado: pensa ser incapaz de mover a cabeça; como um choque na parte superior do encéfalo; afluxo sanguíneo à cabeça; dores que sobem pela nuca e descem pela coluna; impossível, por dor no recto e nos lombos; dispneia; impossível na disenteria; não podia dormir.
Deitado na cama: contratura e agitação dos membros.
Partes sobre as quais jaz: calor ardente.
Não deseja levantar-se.
Não pode nem sentar-se nem deitar-se: todos os músculos parecem como contundidos.
Sentado: tontura; tem de reclinar-se para trás, por falta de força nas costas; dor nas coxas <.
Depois de estar sentado algum tempo: os membros inferiores adormecem.
Ao levantar-se de uma cadeira: cambaleia; não pode andar em linha reta; dor surda ao longo do nervo ciático.
Ao erguer-se: afluxo sanguíneo à cabeça; dor dilacerante e pungente no occipício <.
Ao abaixar-se: inclinação a cair para a direita; dor nos ossos acima dos olhos <; opressão no alto da cabeça e na fronte; dor de cabeça violenta <; afluxo sanguíneo doloroso à cabeça; dor sobre os olhos <; tontura no lado direito da cabeça.
Ao erguer-se após abaixar-se: tontura e escurecimento da visão.
Ao virar o pescoço: dor na laringe.
Ao inclinar a cabeça para trás: dor na nuca >.
Se deixa a cabeça pender por algum tempo, é difícil erguê-la.
Atira a cabeça para trás: ao espirrar.
Curvar-se para trás: não > a pressão abaixo da omoplata.
Em pé: dor no recto e nos lombos; impossível, na disenteria.
Parado em pé: ao despertar, cabeça fixa.
Mudança de posição: indisposição para mudar a posição da cabeça; mudança contínua (cão); tudo o que inclinasse ou girasse o os uteri causaria muita dor.
Estendendo os membros: cãibras nas panturrilhas.
Quase não pode dobrar os dedos: rigidez.
Ao virar-se: afluxo sanguíneo doloroso à cabeça.
Ao segurar qualquer coisa: músculos do antebraço dolorosos; tremor da mão esquerda.
Ao menor movimento: todas as articulações estalavam.
Movendo-se: cabeça <; pressão no alto da cabeça e na fronte.
Repugnância a mover-se: grande debilidade.
A cada passo: os joelhos tremem.
Não podia dar um passo firme: durante as catamênias.
Ao caminhar: como se fosse cair; tontura, com visão obscurecida; cinco minutos depois, dor aguda acima das sobrancelhas e subindo pelo nariz; depressa, causa dor opressiva no hipocôndrio; dor na região do baço; forçado por terrível dor no recto e nos lombos;
grande debilidade no tórax; pontadas no coração; impossível por causa da dor nas pernas; doloroso por causa da sensibilidade dolorosa do calcanhar; sobre o lado do pé, o peito do pé não é tão doloroso.
Ao subir escadas: dor nas coxas; debilidade das pernas; muito fraco.
Depois de uma curta caminhada: extremamente fatigado e exausto.
Ao mexer-se: dor de cabeça violenta <; afluxo sanguíneo doloroso à cabeça.
Ao engolir: difícil, especialmente os líquidos; sensação pungente; causa constrição da goela; causa dor terrível; o pão causa a maior agonia; sensação de pontadas.
NERVOS [36]
Até a hora do jantar sentia-se de modo tão estranho em todo o corpo como nunca antes, sem conseguir definir a sensação.
Em todos os movimentos do corpo e no semblante manifesta-se um eretismo peculiar.
Tudo o afeta mais, inclusive o tabaco.
Irritabilidade ; agitações violentas.
Não conseguia nem deitar-se nem ficar em pé por muito tempo. θ Disenteria.
Grande inquietação, ansiedade, angústia ; debate-se de um lado para o outro.
À tarde, o corpo inteiro treme, ela mal consegue falar ; pontadas em uma das vértebras cervicais ; ao abaixar-se sente tontura do lado direito.
À tarde, tremor em todo o corpo e grande debilidade, quase não consegue falar.
Sensação contínua de tremor por todo o corpo. θ Lissofobia.
A sensação estranha transformou-se durante a noite em tremor, e ele está cheio de medo. θ Lissofobia.
Abalos musculares por todo o corpo (último estágio). --s. b.
Abalos dos tendões, com tendência a convulsões gerais. --s. b.
Fortes abalos nervosos em todo o corpo o dia todo.
Sentia-se todo trêmulo.
Se, durante a grande inquietação, tenta sentar-se e trabalhar, tem alternadamente abalos nos braços e nas pernas.
Abalos nervosos, com tremor da mão direita.
Sobressalta-se de vez em quando.
As contrações musculares aparecem com vários graus de intensidade, desde a menor convulsão até as de forma clônica mais grave ; frequentemente convulsões tetânicas. --s. b.
Espasmos de músculos isolados, bem como do sistema muscular em geral, clônicos, raramente tetânicos. --s. b.
Os espasmos têm caráter reflexo ; suas causas imediatas são : tentativas de engolir ; falar ; uma corrente de ar ; a visão ou a ideia de líquidos ; a visão ou o som de água corrente ; entrar em contato com outra pessoa ; uma luz forte ; a visão de objetos brilhantes ou de alguma pessoa estranha ; um barulho alto ou odores fortes. --s. b.
Sensações de movimentos convulsivos em diferentes partes ; angústia na região epigástrica ; sensação de peso nos membros e prostração geral. --s. b.
O esforço é frequentemente seguido de convulsões. --s. b.
Os ataques retornavam a cada poucos minutos, durante cinco horas, até serem sustados ; dor descendo pela coluna até os lombos e as ancas, e daí até os joelhos.
Convulsões associadas a um estado exaltado dos sentidos do olfato, do paladar e do tato. --s. b.
Espasmos das pernas e dos braços, por vezes muito acentuados. --s. b.
Convulsões clônicas ; não se observou tétano franco nem trismo ; opistótono em casos raros.
Em rápida sucessão, violentos ataques epilépticos. --s. b.
Espasmos tão violentos que quatro homens fortes mal conseguiam contê-lo e impedir que se ferisse. --s. b.
Todos os dias, às 9 da noite, sobressaltos convulsivos. Ela batia, desferia dentadas e mordia tudo e qualquer pessoa. --s. b.
Dor começando na cicatriz do polegar mordido, produzindo leve espasmo e disposição ainda maior para desferir dentadas, morder e ranger os dentes, tudo isso inteiramente fora de seu controle, fazendo-o cair ao chão. --s. b.
De repente, nove dias depois, uma dor acentuada no polegar mordido, passando instantaneamente pela coluna para cima e daí ao encéfalo, produzindo por alguns momentos uma convulsão nervosa violenta, com disposição para desferir dentadas e morder ; passou em dois ou três minutos. --s. b.
As convulsões surgiam e duravam pouco tempo, depois ficava completamente plácido por algum tempo antes da morte. --s. b.
Convulsões diariamente ; rola a cabeça de um lado para o outro ; pisca e revira os olhos ; tenta morder os outros ; a bacia e as pernas voltam-se para um lado tanto quanto possível. θ Criança,
æt. 2, após escarlatina.
Sente-se como quando se levantou de uma enfermidade de nove dias ; sente-se tão pesada e dolorida.
Grande debilidade e indisposição para mover-se, persistindo até as 2 da tarde, diminuindo pouco a pouco.
Sensação de mal-estar e debilidade às 3 da tarde, grande indisposição para mover-se.
Não deseja levantar-se.
Muito logo, sensação de debilidade, uma espécie de lassidão flácida, como nos dias após grande esforço, ou após uma febre ou outra doença.
Grande debilidade e inquietação, não sabe para onde se virar, preferiria deitar-se, mas isso afeta sua respiração.
Tamanha debilidade que os joelhos tremem a cada passo, e ela sente como se fosse cair.
Debilidade: com odinofagia ; após urinar ; dos órgãos genitais.
Durante o esgotamento, mais ágil e ativo.
Fadiga e sensação de peso nas pernas.
Grande relaxamento físico ; o corpo inteiro sente-se fatigado ; cansado por toda parte.
Sentia-se irritável, cansado e nervoso.
Com o entorpecimento dos sintomas paralíticos, aumenta a intensidade de todos os outros.
Por vezes, uma sensação singular, uma espécie de sensação de "esvair-se", inteiramente instantânea, que não consegue descrever ; parece atravessar a região cardíaca até as costas, associada a tremor ao redor do esterno e dor nos nervos, do lado esquerdo do tórax até a goela e o maxilar esquerdo ; palpitação na região do coração.
Sentia-se enrijecido e cansado ; precisava fazer esforço para inspirar.
Depois de cantar, cai de repente como morto, com os olhos fechados, rosto vermelho, respiração rápida, pulso 100. --s. b.
Um estágio de paralisia geral ; atenuação dos sintomas mais angustiantes ; respiração mais livre ; diminuição da excitabilidade reflexa ; menor impedimento à deglutição ; debilidade e prostração rapidamente crescentes antes da morte. --s. b.
SONO [37]
Inclinação para bocejar, com rigidez do maxilar inferior.
Sentia inclinação para abrir a boca e espreguiçar-se.
Sentia-se sonolento; à tarde; sonolência irresistível às 9 da noite.
Com sono após uma refeição, dormiu uma hora sem alívio.
Bocejos frequentes, sem sonolência, especialmente ao ouvir outros bocejarem.
Não dormiu mais de trinta minutos até depois das 2 da manhã.
Insónia; sem sono apesar de narcóticos. --s. b.
Passava a maior parte das noites sem dormir, caminhando para cima e para baixo em desespero. θ Lyssophobia.
Noite inquieta, com estupefação na cabeça.
Sono entrecortado, mudando continuamente de posição; cão.
Agitado, não consegue dormir.
Sentia-se como alguns anos antes, quando velava um parente doente três noites em cinco, incapaz de dormir durante o dia por ansiedade nervosa.
Quando se deitava não conseguia dormir, olhos abertos, a menos que os fechasse deliberadamente, quando então se reabriam involuntariamente.
Foi para a cama às 10 e meia da noite (como de costume), não conseguiu dormir (circunstância muito invulgar); cochilou e ouviu vários sons até às 3 da manhã, o que o levou a sair da cama para averiguar o que eram; assustava-se com frequência; dormiu profundamente das 7 às 8 e meia da manhã.
Foi para a cama às 10 da noite com grandes dores por todo o corpo; despertou às 11 e meia da noite com dor muito acentuada no estômago, persistente durante uma hora.
Depois das 10 da noite, enquanto na cama, todos os sintomas mais acentuados.
Teve uma noite inquieta, despertou repetidamente e sentiu-se cansado.
Despertou várias vezes durante a noite com dor no braço ferido.
Sobressaltos durante o sono, à tarde.
Tem de coçar o corpo inteiro, e por isso não dorme a noite toda.
Tornou-se mais inquieto na noite anterior à morte. --s. b.
Sonhos: com pessoas influentes perante as quais ocupa posição de servo ou subordinado; com um debate em latim com estudantes de direito, admirado com a facilidade e fluência com que falava latim, sendo muito maior do que era capaz no estado de vigília; com cães o tempo todo, mas são cães diferentes daquele que a mordeu; de luta, de lugares altos, de manicômio, de igrejas; incômodos, quando adormece, de noite ou de dia; apenas na primeira meia hora.
Saltou na cama.
Durante a noite dormiu pouco; foi perturbado por sonhos incômodos, desconexos; sentia-se estranhamente. θ Lyssophobia.
Ao despertar permanece completamente imóvel por algum tempo; cabeça fixa como se olhasse para algum objeto remoto; um cão.
Sonolência quando incapaz de dormir, e insónia quando, de outro modo, poderia ter dormido; geralmente inquieta à noite.
Ao despertar fica mal-humorado, propenso a zangar-se.
Desperta tarde, e com dificuldade para sair do sono.
Dormiu das 4 às 6 da tarde, despertou e sentiu-se horrivelmente nervoso; grande temor como se algo fosse acontecer.
De manhã, após sonhos excitantes, muito fatigado, sente-se cansado no osso sacro e nas costas.
Se tem inclinação para dormir, o sono é curto, perturbado, com sonhos medonhos, e ao despertar está sujeito a cair em ligeiras convulsões.
Ao despertar da sesta, entorpecimento na cabeça.
HORÁRIO [38]
Às 2 A. M. : não dormiu mais de trinta minutos até depois dessa hora.
Às 3 A. M. : ficou com frio na cama durante uma hora.
Manhã : tontura violenta, com calafrio e dor de cabeça ; depois de levantar-se, ligeira dor de cabeça frontal < ; ao despertar, dor terebrante nas têmporas ; acordou com dor de cabeça ardente e dolente ; dor de cabeça acentuada ; pálpebra inchada como uma casca de ovo ; ao despertar, as pálpebras parecem paralisadas antes de levantar-se ; ao ouvir água ser derramada, forçado a evacuar ; de manhã cedo, pressão na fronte ; espirros frequentes ; (6 A. M.) cócega na face esquerda ; calor no rosto ; gosto amargo ; deglutição menos difícil ; pouco apetite ; evacuações mais frequentes ; evacuações diarreicas, com dores muito intensas ; urina castanho-amarelenta ; ambas as mamas tumefeitas ; músculos rígidos ; pressão atravessando a orelha direita ; punhos como se distendidos < ; dor no joelho esquerdo ; todos os músculos parecem doloridos como se contundidos ; muito fatigado.
Às 8 A. M. : dor no lado esquerdo.
Às 9 A. M. : começa dor de cabeça acentuada ; sensação sufocante no tórax durando até 10 1/2 P. M.
Às 10 A. M. : começou a cuspir muito ; sensibilidade dolorosa e constrição na goela.
Às 11 A. M. : sensibilidade dolorosa na goela até o meio-dia ; pontadas no coração durante alguns minutos.
De manhã, antes do meio-dia : odinofagia ; eructações ; pressão roedora no lado esquerdo ; sensação dolorosa na parte superior do abdómen.
Perto do meio-dia : dor de cabeça com aumento da secreção salivar ; dor nos testículos <.
Ao meio-dia : ligeira dor de cabeça, durando o resto do dia ; dor no cotovelo direito.
Até a hora do almoço : sentia-se de modo singular em todo o corpo.
Após o almoço : indisposto a pensar ; dor de cabeça muito acentuada ; pressão na região epigástrica ; excitação sexual.
Tarde : dor de cabeça muito acentuada ; dor surda na fronte, com sensação de estupidez ; pressão no alto da cabeça e na fronte ; dor surda na fronte ; cefaleia com enjoo ; dor surda e pesada na cabeça ; dor de cabeça, com enjoo e dor como de contusão ao redor do coração ; pressão como picadas atrás das orelhas ; rânula, com secura da boca < ; picadas no tórax, com palpitação ; eructações ácidas ; ereções ; coceira e ardor na corona glandis ; ardor e tenesmo como se na próstata e na uretra ; aumento do movimento peristáltico da bolsa escrotal ; nas primeiras horas, dor nos testículos < ; dor no braço esquerdo ferido ; dor na articulação do ombro ; o corpo todo treme ; sonolento ; sobressaltos durante o sono ; febre.
À 1 P. M. : ligeira dor na articulação do ombro direito.
Às 2 P. M. : dor intensa na cabeça ; odinofagia ; espasmo violento da goela ; deitou-se e verificou que, com a cabeça torcida para o lado esquerdo, ficava inteiramente confortável ; sentiu entorpecimento no lado esquerdo ; dor acentuada atravessando as costas ; dor no cotovelo esquerdo.
Às 3 P. M. : dor de cabeça muito acentuada ; constrição singular na parte posterior da goela ; sensação de mal-estar e debilidade.
Até 4 P. M. : sente-se como se tivesse ouvido ou fosse ouvir notícias desagradáveis ; pressão na parte superior da cabeça.
Às 4 P. M. : constrição na goela < ; dor violenta no rim direito durando uma hora.
Às 5 P. M. : deglutição mais difícil ; despertou com dor como picadas na parte anterior do dedo indicador.
Durante o dia : subida de bílis à goela ; diarreia, com dor < ; incapaz de dormir por angústia nervosa ; sonhos desagradáveis ao adormecer, apenas na primeira meia hora.
Todo o dia : sentiu-se abatido e fraco ; cuspir saliva ; dor de cabeça com tontura ; odinofagia ; dor intensa na cabeça ; dor de cabeça violenta < ; uma sensação singular na cabeça ; coceira no nariz ; cuspir ; odinofagia muito acentuada ; ligeira dor na região lombossacral ; dor terrível na goela ; sensação de vazio e desconforto nas partes genitais após a relação sexual ; dor surda no coração ; dificuldade em mover a cabeça ; dorsalgia acentuada e entorpecimento das mãos ; dor nas costas atravessando os quadris ; dor dilacerante e como picadas na articulação do ombro esquerdo ; peso sobre os ombros ; sensação de peso nas pernas ; abalos nervosos intensos em todo o corpo ; teve de ficar deitado na cama, com dor acentuada em todos os ossos.
Noite : humor irritadiço, hipocondríaco ; movimento vacilante da cabeça ; dor surda na fronte ; dor acima da orelha esquerda ; dor lancinante irradiando para os olhos ; ardor compressivo na concha direita ; tarde, espirros frequentes ; repuxamento no lado da face ; indisposto a pensar ; falta de apetite, seguida de grande sensação de leveza na cabeça ; na cama, dor dilacerante através do abdómen ; dor dolente das virilhas até os pés ; dor ao redor do colo da bexiga urinária ; sensação de frescor, ardor e congestão na região da bexiga urinária ; urina aquosa abundante ; urina castanho-amarelenta ; ereções fortes sem excitação ou pensamentos sexuais ; aumento do movimento peristáltico da bolsa escrotal ; tórax como se moído ; costas muitíssimo doloridas como se contundidas ; dor no braço esquerdo ferido ; dor no braço esquerdo e no punho ; pernas cansadas e dolentes ; tarde, menos propenso a sensação de frio.
Após a ceia : pressão no baço ; lascívia, com fraqueza das partes genitais, mas propenso a uma emissão.
Às 6 P. M. : odinofagia >.
Às 7 P. M. : odinofagia ; ligeira dor lancinante e surda no coração até 10 1/2 P. M.
Às 8 P. M. : sialorreia reapareceu.
Às 9 P. M. : dor lancinante acentuada na cabeça ; curiosa dor como picadas no olho esquerdo ; espasmo da goela > ; dor violenta no coração ; sonolência irresistível ; suor quente, a gotejar, do punho até as unhas da mão direita. Às 10 P. M. : dor opressiva na cabeça ; dor no braço esquerdo ferido < ; dor como picadas na mão direita ; dores acentuadas até essa hora.
Depois de 10 P. M. : na cama, todos os sintomas mais acentuados.
Às 10.30 P. M. : entorpecimento no braço direito ; foi para a cama, não conseguiu dormir ; cochilou e ouviu vários sons até 3 A. M., sobressaltando-se com frequência.
Às 11 P. M. : como se fosse ter um ataque.
Às 11.30 P. M. : desperta do sono com dor abdominal intensa.
Depois de ir para a cama : dor intensa na parte posterior do calcanhar direito ; dor no calcanhar.
Noite : delírio < ; tentação de morder o travesseiro ; fala incessante ; sonhos perturbados ; obtusão com inquietação ; ao ouvir água ser derramada, forçado a evacuar ; ouve vários sons ; êmese durante o sono ; evacuações muito frequentes ; tumefação das mamas ; dor no joelho direito que faz mancar, ao despertar ; a dor nas pernas desaparece ; cãibra nas barrigas das pernas ; enquanto deitado na cama, dor que faz mancar na articulação do pé esquerdo ; claudicação dolorosa na articulação do tornozelo esquerdo ; a sensação singular transformou-se em tremor, geralmente sem sono ; andando de um lado para outro em desespero ; estupefação na cabeça ; acordou várias vezes com dor no braço ferido ; sem sono por ter de se coçar pelo corpo todo ; mais inquieto ; sonhos desagradáveis ; coceira bastante intensa ; coceira intolerável da parte inferior do corpo até os pés ; pontadas no coração ; dor nas costas ; coceira na metade inferior do abdómen.
TEMPERATURA E TEMPO [39]
Sensação de ardor no local mordido > quando vapor quente bate sobre ele. θ Lissofobia.
Insuportabilidade ao calor da luz solar. θ Hidropisia da coluna em carneiros.
O tempo úmido e quente o oprimia.
Manifestou desejo de entrar no banho; após um banho quente, ficava mais facilmente irritado pelo ar externo, o sintoma mais angustiante que ocorre. --s. b.
Grande sensibilidade a cada sopro de ar. --s. b.
Uma corrente de ar muito suave, projetada dos lábios sobre a testa do paciente e mantida por apenas alguns segundos, provocou um espasmo violento. --s. b.
Pediu à mãe que lhe rogasse que não soprasse novamente sobre o rosto dela, pois isso a afligia muito (após Bellad.). --s. b.
O ar, de temperatura agradável, parece frio e desagradável.
Manda continuamente que se feche uma janela que não está aberta.
Corrente de ar, ou abrir ou fechar a porta, provoca espasmos.
Sensibilidade extrema ao frio ou à menor variação da temperatura do ar. Calor da luz solar: não o pode suportar.
Bebidas quentes: são tomadas mais facilmente do que água.
Assim que se aquece na cama: coceira na face interna das coxas e dos joelhos; é compelido a coçar-se.
Ao fresco: dor de cabeça >; sente um calafrio atingir o braço direito.
Sopro de ar: sensível a.
Rajada de ar: causa a maior angústia.
Tempo chuvoso: dor dolente no lado esquerdo da cabeça <.
Em quarto frio, ao despir-se: ereções fortes.
Ar frio externo: dor de cabeça >; dor de cabeça, com enjoo e dor como de contusão na região cardíaca >.
FEBRE [40]
Paroxismos de frio intenso, com dor na coluna.
Durante o paroxismo, os membros ficam frios e lívidos.
Acessos de tontura, sensação de frio, por vezes arrepios; pelo menos um por dia durante vários dias, nem sempre acompanhada de tontura, embora acompanhe sempre esta.
Mais para o fim da noite, menos propenso à sensação de frio.
Sensação de frio, mais ao longo do braço direito (mordido).
Sentia-se com frio e gelado em todo o corpo; tremores.
Ficou com frio na cama às 3 da manhã, embora coberto com quatro cobertores; durou cerca de uma hora.
Arrepios entremeados e seguidos de calor e suor frio.
Febre, por vezes antecedida de ligeiros calafrios, em geral muito branda.
O rosto transpira, com ondas de calor.
Temperatura do corpo de 100 a 104° Fahrenheit, raramente sobe a 105 ou 106. Não suporta o calor do sol.
Febre à tarde.
Febre ligeira, com ondas de calor.
Febre todas as noites, começando ao anoitecer e durando até à hora de deitar (meia-noite).
Sensação de calor queimante nas partes sobre as quais ele está deitado.
Sente as pulsações do pulso arterial por todo o corpo; de tempos a tempos há uma onda que sobe pela goela até à cabeça, como uma vaga lenta.
Febre alta, sem calafrio; pulso arterial 160; sem apetite; sede intensa, bebe água fria com muita frequência; obtuso e sonolento.
Calor febril, com cefaleia.
Sensação como se uma onda quente, subtil, como vapor, percorresse o corpo, dirigindo-se para fora, sem contudo atingir a superfície nem estender-se aos membros.
Calor, com pressão na fronte e no dorso.
Depois de beber café, forte calor no lado direito do rosto, seguido de dor na parte anterior da região superior da cabeça; depois disso, novamente calor desde a região da nuca, subindo pela cabeça, passando sobre as orelhas e pelo lado direito do rosto; com calor no olho, de dentro para fora, e cócegas na orelha.
Sensação de calor sentida interna e externamente por todo o corpo, sem aquecimento externo; força o suor a sair no rosto como por debilidade, e é acompanhada de lassitude e dores dolentes nas pernas.
Às 9 da noite, suor quente, a escorrer, de toda a mão direita, do punho até às unhas; depois, mãos e dedos enrijecidos, ela quase não os consegue dobrar. --s. b.
Pele coberta por suor pegajoso (último estádio). --s. b.
Pele húmida, até coberta de suor; durante os acessos, os membros frios e lívidos.
Muito melhor depois de transpirar.
Febre intermitente.
ACESSOS, PERIODICIDADE [41]
"Outras doenças, quando o veneno é absorvido, têm os seus períodos; o veneno canino depende do clima e da constituição, e apresenta períodos diferentes, desde o primeiro dia até dezenove meses." s. b.
Tomou várias gotas de 300, após ter sido mordido no nariz; sintomas no dia seguinte e no subsequente, e no terceiro dia estava bem; os primeiros sintomas voltaram no décimo segundo dia.
Primeiro dia >, dia seguinte <; no terceiro dia voltou a sialorreia. θ Lissofobia.
Crises irregulares de dor nas costas e arrepios, em aumento constante. s. b.
Paroxismo, combinado com sensação de sufocação, quase produz estrangulamento.
Convulsões súbitas, de caráter paroxístico. --s. b.
Periodicamente, desde há duas semanas. θ Espasmo da garganta.
Acessos a cada poucos minutos, durante cinco horas: dor descendo pela coluna até aos lombos e joelhos.
Periódicos: rânula; espasmo do esófago; dor surda ao longo do nervo ciático esquerdo.
Alternados: calor e dor de cabeça; contrações súbitas nos braços e nas pernas.
Repetida oito vezes: dor do osso sacro até ao meio das costas.
Durante uma hora: dor no braço direito.
Durante duas horas: dor em ambos os ombros e entre eles; dor nos gânglios inguinais.
A cada duas ou três horas: tem uma contração brusca no coração.
Durante quatro horas: dores lancinantes, penetrantes, na região do coração.
Após sete horas: a perna direita adormece.
Do meio-dia até à noite: dor de cabeça.
Das 2 da tarde às 9h30 da noite: espasmo violento na garganta.
Das 3 às 9 da noite: dor de cabeça.
Das 4 da madrugada até à noite: dor nos rins, estendendo-se pelos quadris.
Das 4 da tarde até deitar-se: sensação de entorpecimento no braço direito.
Diariamente: elimina, de tempos a tempos, um pouco de sangue escuro do útero.
Todas as noites: distensão do abdómen; febre começando ao anoitecer e durando até à meia-noite.
Três manhãs sucessivas: sensibilidade dolorosa através do tórax, ambas as mamas inchadas.
Primeiros dias: fumar é desagradável; após a primeira semana, um desejo louco e insaciável de fumar.
No dia seguinte ao coito: dor nos testículos.
Dia sim, dia não, às 5 da tarde: dor perfurante nas têmporas.
Durante três dias: o seu olfato dolorosamente aguçado.
Durou oito dias: latejamento doloroso na região do baço.
Após nove dias: dor acentuada no polegar mordido, daí estendendo-se ao encéfalo; convulsão nervosa por alguns momentos, desaparece em dois ou três minutos.
Há quarenta dias: pequena ferida exposta durante a dissecção de um cão raivoso, sensação de mal-estar e fadiga, seguida de morte.
Duas semanas antes do tempo: cataménios.
Durante duas ou três semanas: bolsa escrotal fortemente retraída.
No verão, com seis semanas de duração: dor e tenesmo retal ao ouvir ou ver água corrente.
Durante vários meses: muco fétido proveniente do útero.
Durante três meses: dor no coração em pontadas, repuxante e constritiva.
Durante sete anos: prolapso uterino.
LOCALIZAÇÃO E DIREÇÃO [42]
Ombro direito, depois esquerdo: reumatismo.
Da direita para a esquerda: dor de cabeça.
Direita: tendência a cair para o lado; embotamento no lado da cabeça, sobre a sobrancelha; repuxamento acima do olho; dor de cabeça que se estende ao olho; dor de cabeça muito acentuada na têmpora; dor lacerante na têmpora; terebração na têmpora; pontadas esporádicas; peso opressivo no osso parietal; dor penetrante no lado da cabeça; picadas opressivas no lado do vértice; sensação de peso no vértice; sensação de rigidez no lado da cabeça; pontadas fulgurantes no vértice; dor repuxante, pulsátil, sobre o olho; dor dolente sobre o olho; dor sobre o olho, pressionando para dentro; sensação opressiva na parte superior da órbita direita; pulsação sobre o olho; dor curiosa, como picadas, sobre o olho; pontadas esporádicas na têmpora; como se o sangue afluísse ao ouvido; zumbido no ouvido; obstrução temporária do ouvido; dor dilacerante no ouvido; dores lancinantes e pontadas no ouvido; ardor compressivo na orelha externa; dor lacerante a algumas polegadas do ouvido; rigidez no lado do pescoço; sensação de roedura e formigamento no osso zigomático; dor lacerante no maxilar superior e inferior e no ouvido; dores fulgurantes no lado do rosto; uma sensação desloca-se pelo lado do rosto e através da testa; calor no lado do rosto e no ouvido; frio, sensação mordente e ardor na face interna do lábio superior até a cavidade nasal; os dentes doem mais desse lado; sensação que se lança ao maxilar inferior; dolorimento com sensação de frio nos dentes; dor dolente nas gengivas desse lado; dor na garganta; dor opressiva perto das últimas costelas; dores lancinantes no lado do abdómen; dor no rim; dor do interior para fora no lado; dor no lado do abdómen proveniente do útero; pontada no lado do abdómen; pontadas no lado do abdómen; acima da região inguinal, dor opressiva; dor na virilha; na virilha, dois pequenos nódulos sob a pele; dor no lado do abdómen; dor num lado da laringe; pontadas no lado do abdómen; pressão no tórax; dor em beliscão no lado; ardor como azia no lado das costas; picadas opressivas na parte superior lateral do vértice; pressão entre as últimas costelas, do lado; lado do pescoço rígido; calor sobre a orelha, estendendo-se aos olhos; pressão tipo cãibra sob a omoplata; dor opressiva sob a omoplata; pressão, com calor, perto da omoplata; pressão atravessando o ouvido; pressão abaixo da ponta do ombro; picadas abaixo da omoplata; lado da garganta dolorido; dor muito intensa no rim; dor opressiva num lado do osso sacro; dor na parte superior da articulação do ombro; leve dor na articulação do ombro; tem um nódulo na axila; dor reumática no ombro; dor dolente no braço; leves contrações no braço; entorpecimento do braço; o braço torna-se pesado e inativo; sente uma friagem atingir o braço; como se pulgas corressem sobre o braço; dor no cotovelo como se estivesse paralisado; à direita do cotovelo, mancha negra e azulada; dor pulsátil no antebraço; coloração azulada em estrias descendo pelo antebraço; dor como picadas na mão; sensibilidade dolorosa na mão; mão entorpecida; mão tumefeita; eminência palmar com cãibra e tumefeita; dor muito intensa na mão; ardor vivo na palma da mão; dor na primeira articulação do dedo anular; picadas na parte anterior do indicador, unha tornada azulada; dor compressiva no osso do quadril, dor na face anterior da coxa; sacudidas no fémur como se alguém puxasse por baixo; dor lacerante da metade da face anterior da coxa até o joelho; picadas no joelho; dor que faz mancar na articulação do joelho; entorpecimento no joelho; a perna adormece; cãibra na barriga da perna; dor intensa na parte posterior do calcanhar; dor no calcanhar; dor intensa no calcanhar; dor na planta do pé, estendendo-se ao tornozelo; dor acentuada no peito do pé; dor lacerante na primeira articulação do artelho mínimo; dor na têmpora; tontura desse lado; sensação de frio mais abaixo no braço mordido; calor intenso em um lado do rosto; coceira na mão.
Esquerda: sensação de mordida na barriga da perna; dor acima do olho; dor lacerante do meio da testa em direção ao lado; picada penetrante na têmpora; dor surda na testa <; dor opressiva no lado da cabeça, depois no lado da testa e na órbita; pressão surda no lado da cabeça; dor em picadas surda no lado, da cabeça até a cintura; o lado da cabeça é o mais severamente afetado; dor acentuada uma polegada e meia acima do ouvido; dor ardente e dolente do lado do occipício descendo pela nuca; entorpecimento do lado da cabeça; olho excessivamente sensível à luz e à água; dor curiosa, como picadas, no olho; som como de águas correntes no ouvido; dor mais intensa acima do ouvido; repuxamento transitório no lado do rosto; dores nevrálgicas descendo pelo lado do rosto; calor e sensibilidade dolorosa no meio da bochecha; cócegas na bochecha; como se tivesse sido mordida na bochecha; dor na bochecha perto do nariz; dor num lado da garganta; ardor com picadas num lado do tórax; gorgolejo sonoro em um lado do estômago; ruído arrulhante, sonoro, no estômago; na região do estômago e do baço, pressão roedora; dor descendo pelo lado do abdómen; pressão surda na região do rim; coceira num lado do osso púbico; dor na região do ovário; dor num lado da vagina; picadas no lado; dor tipo cãibra e pontadas no lado; pontadas sob a mama; dores lancinantes entre a mama e as últimas costelas; dores lancinantes, fugazes, através do tórax; ardor com picadas no lado; dor profunda no lado do tórax; dor muito intensa ao lado do coração; dor espasmódica sob as costelas; picadas na mama; cabeça torcida para o lado; entorpecimento do lado da cabeça; pressão, com calor, estendendo-se ao braço; pressão surda na região do rim; dor na articulação do ombro; sensação de manqueira na axila; dor lacerante e picadas na articulação do ombro; dor reumática no ombro; dor descendo pelo braço ferido; no braço, dor como se estivesse moído e tolhido, depois no punho; dor no cotovelo como se estivesse paralisado; tremor da mão; dor intensa no dedo indicador; dor dolente no osso do quadril; ao longo do nervo ciático, dor surda; dor que faz mancar na face interna da coxa, acima da articulação do joelho; dor lacerante na coxa até o joelho; dor paralisante no joelho; dor que faz mancar no joelho; dor descendo pela perna; frialdade no lado da perna; a barriga da perna doía como se tivesse tido cãibra; dor mordente, penetrante, no tornozelo; dor que faz mancar na articulação do pé; manqueira dolorosa na articulação do tornozelo; dor nos artelhos; dor no peito do pé; dor nos nervos do lado do tórax até a garganta e o maxilar; coceira no pé; herpes circinado na perna abaixo do joelho.
De fora para dentro: pontadas terebrantes na cabeça; pontadas no ouvido.
De dentro para fora: pontadas que se irradiam para o couro cabeludo; dor no lado direito; calor da região da nuca por sobre a orelha; calor no olho.
Da esquerda para a direita: dor lacerante na região hipocondríaca; dor dilacerante atravessando o abdómen; os testículos diminuem de tamanho.
De cima para baixo: urgência para urinar.
A dor da ferida ascende.
SENSAÇÕES [43]
Predomina por todo o corpo uma sensibilidade extremamente exaltada, particularmente nos órgãos dos sentidos. As sensações dolorosas locais persistem em grau aumentado, mas agora mal são notadas. Sente uma pressão como de uma ponta romba.
Uma dor lacerante, como por cãibra, na região hipocondríaca esquerda, movendo-se daí até a extremidade do reto, causando ali uma contração como por cãibra e, ao mesmo tempo, um rasgar entre a pele e os músculos, descendo do quadril ao joelho.
Sensações dolorosas aqui e ali no corpo, no tórax, no abdómen ou na região dos rins.
Dores agudas no local mordido ; lancinando em todas as direções para as partes vizinhas, frequentemente para o estômago, a garganta e os intestinos.
Sensação de picadas por todo o corpo, ora aqui, ora ali.
Sensação de movimento na testa, também no meio do abdómen, com leve sensação de picadas no estômago, e mais ou menos em todas as partes do corpo.
Sensação como se pudesse sentir o sangue a correr por toda parte.
Picadas na face interna da coxa esquerda ; na parte inferior do coração ; entre os ombros, e no ombro direito.
Sentia-se como se tivesse apanhado um forte resfriado, com dores reumáticas por todo o corpo, muito intensas durante todo o dia até às 11 da manhã, quando começaram a diminuir, e às 10 da noite eram quase imperceptíveis.
Assim que se levantou, sentiu-se como se tivesse sido espremido e estirado.
Sente-se dolorido por todo o corpo.
Sensação de calor queimante nas partes sobre as quais se deita, como se viesse de um fogão quente, mais na região dos rins, nos lombos e na região sacra.
Entorpecimento, por vezes, por todo o corpo.
A neuralgia local geralmente tem a peculiaridade de irradiar-se da parte mordida em direção ao tronco.
Dor em queimação na testa e no coração, e na parte posterior da cabeça e no pescoço, na orelha direita e no braço e perna esquerdos.
O nariz parece rígido.
Latejamento mais intenso na têmpora direita.
Todos os ossos parecem como se estivessem quebrados, tem de permanecer na cama.
Sensação de contusão, com dor de garganta ; pressão aqui e ali no tórax, no abdómen e na região dos rins.
Repuxamento do pescoço para a testa, logo em seguida seguido de centelhas diante dos olhos e desaparecimento da visão ; rosto vermelho ; ranger involuntário dos dentes ; segunda crise ; a primeira foi sentida na cabeça após lavar-se pela manhã ; sete dias após a mordida de um cão raivoso (Bellad. [300], três doses, Hyosc. intercalado uma vez ao dia).
Como se duas correntes de pensamento inteiramente diferentes a influenciassem ao mesmo tempo ; sentia como se tivesse recebido uma notícia alegre ; como se algo desagradável fosse acontecer ; como se não pudesse fazer nada ; como se fosse ter um ataque ; como se fosse morrer ; como se fosse desfalecer ; como se perdesse momentaneamente a consciência ; como se algo puxasse em círculo ; como se não pudesse manter a cabeça direita ; como se fosse cair ; como se uma pequena bola de chumbo rolasse no cérebro ; como se algo se movesse na testa ; rasgar como se fosse nos ossos da cabeça ; como de um martelo invisível batendo na parte posterior da cabeça ; como se cabeça, nariz e dentes estivessem soldados entre si ; como se a cabeça fosse fender-se ; como se a cabeça fosse rebentar ; como se algo puxasse a cabeça em direção aos ombros ; como se o lado direito da cabeça fosse ficar entorpecido ; ossos da cabeça como se estivessem despedaçados e doloridos ; como se partes da cabeça fossem tornar-se insensíveis ; como se um molde pressionasse para baixo o vértice ; dor como se fosse nos ossos acima dos olhos ; olhos como se estivessem colados ; como se o sangue afluísse à orelha direita ; pressão como de uma faca romba no ouvido ; pressão como de uma ponta romba na orelha direita ; espirros como se uma coriza fosse começar ; repuxamento no rosto como se fosse nos músculos ; como se agulhas penetrassem no cérebro ; como se tivesse sido mordida no lado esquerdo do rosto ; como se fosse ter papeira ; como se um ácido corrosivo tivesse tocado o lábio ; a cabeça parece cheia de ar até rebentar ; dentes como se estivessem embotados ; como se a raiz da língua estivesse inchada, como se houvesse nódulos nela ; como se a úvula fosse demasiado comprida ; garganta como se estivesse inchada ou em carne viva ; como se fosse sufocar com espasmo violento na garganta ; sensação como de espancamento ; como se a epiglote estivesse paralisada ; como se uma bola subisse do estômago para a garganta ; como se tivesse engolido pimenta vermelha ; dor como se fosse no duodeno ou atrás dele, dor como se fosse nos intestinos ; como se um abscesso estivesse a formar-se na região do baço ; como se tivesse de vomitar ; picadas como de espinhos no ânus ; como se perdesse as forças ao urinar ; ardor e tenesmo como se fossem na próstata ; como se lutasse por ar ; como se acabasse de mergulhar em água fria ; dor como se fosse nos nervos do tórax ; como se agulhas estivessem a cravar-se no coração ; como se o coração fosse rebentar ; como se uma corrente quente, em forma de onda, se movesse através do abdómen e do tórax ; como se estivesse a subir para a garganta ; como se uma onda lenta, ascendente, passasse pela garganta para a cabeça ; como se as clavículas fossem sair dos seus encaixes ; tórax como se estivesse espancado ; como se houvesse um peso intenso nos ombros ; costas como se estivessem espancadas ; como se as costas fossem fender-se e separar-se ; como se a articulação do ombro estivesse espancada e paralisada ; dor na articulação do ombro como se fosse no meio do osso, descendo pelo braço até ao dedo ; sensação como se o tempo fosse mudar ; dor como de contusão no braço esquerdo superior ; como se água gelada estivesse a ser vertida sobre o braço ; como se pulgas corressem sobre o braço direito ; cotovelos como se estivessem paralisados ; joelho esquerdo como se estivesse paralisado ; punhos como se estivessem distendidos ; como se a primeira articulação do dedo anular direito fosse supurar ; como se os ossos do quadril fossem sair dos seus encaixes ; coxas como se estivessem fatigadas ; dor nas coxas como de contusão ; como se houvesse várias libras de chumbo na tíbia de cada perna ; como de pressão com uma ponta romba nas articulações dos pés ; como se tivesse reumatismo nas pernas ; como se as coxas estivessem demasiado pesadas ; como se a barriga da perna estivesse mais pesada do que o habitual ; como se a barriga da perna esquerda tivesse tido cãibra ; como se um peso estivesse preso aos tornozelos ; como se as unhas dos artelhos estivessem demasiado compridas e quebradas ; como se lhe estivessem a nascer calos em cada artelho ; como se tivesse caído sobre a mão ; como se fosse cair ; cai como se estivesse morto ; cabeça fixa como se contemplasse algum objeto distante ; rasgar como se fosse no osso ; como se todos os ossos tivessem sido quebrados ou violentamente espancados.
Dor : na cabeça ; no coração ; no nariz ; no occipício ; sobre os olhos ; nas têmporas ; acima do olho esquerdo ; num pequeno ponto acima da sobrancelha direita ; da boca para cima através da cabeça e descendo pela parte posterior do pescoço ; nos ossos do crânio ; no alto da cabeça e nos dentes, correndo um para o outro ; na região da nuca ; na face esquerda, perto do nariz ; na raiz da língua e no lado esquerdo da garganta ; nos membros ; na garganta ao engolir, particularmente líquidos ; do braço ferido para a garganta ; na região epigástrica ; na região do fígado e do rim direito ; de dentro para fora no lado direito ; no lado esquerdo ; no lado direito do abdómen a partir do útero ; descendo pelo lado esquerdo do abdómen ; na virilha direita ; em dois pequenos nódulos sob a pele ; nos gânglios inguinais ; ao redor do colo da bexiga ; nos testículos ; do útero para a mama e para o lado direito do abdómen ; na região ovárica esquerda ; na parte inferior das costas ; nas costas e na parte inferior dos intestinos ; junto à laringe, do lado direito ; no coração ; no lado do tórax até à garganta ; no útero ; profundamente, no lado esquerdo ; no tórax esquerdo, num pequeno ponto na região do coração ; no ouvido ; da cabeça e das costas para o pescoço ; na cicatriz ; nos músculos do pescoço e ao longo da porção cervical da coluna vertebral ; nas costas, através dos quadris ; nas virilhas ; com hiperestesia cutânea ao longo da coluna vertebral ; no topo da articulação do ombro direito ; na articulação do ombro esquerdo ; descendo pelo braço esquerdo ferido ; na primeira articulação do dedo anular direito ; nas coxas ; na parte frontal da coxa direita ; em todas as articulações dos pés ; nas pernas ; descendo pela perna esquerda ; do calcanhar para a coxa ; no calcanhar direito e nos artelhos do pé esquerdo ; na planta do pé direito até ao tornozelo ; das virilhas aos pés ; do osso do tornozelo ao dedo grande do pé ; no dedo ao lado do dedo mínimo do pé esquerdo ; na região lombar e na têmpora direita ; na articulação do ombro ; descendo pela coluna até aos lombos e aos quadris, daí aos joelhos ; na cicatriz do polegar mordido ; nos nervos do lado esquerdo do tórax até à garganta e ao maxilar ; na coluna.
Tormento indizível : nas costas.
Dor insuportável : na cabeça.
Dor intolerável : na cabeça até à extremidade do nariz e para dentro dos dentes.
Dor enlouquecedora, com pressão para fora : na testa.
Dor intensa : na cabeça, da testa ao órgão da firmeza, depois ao alto da cabeça e aos olhos ; por inflamação do orifício e do colo uterinos ; no dedo indicador da mão esquerda ; no calcanhar direito.
Dor terrível : na garganta ao engolir ; no reto e na região lombar.
Dores medonhas : subindo pelo pescoço e descendo pela coluna.
Cefaleia intolerável, em golpes bruscos.
Dor violenta : na cabeça ; nas costas ; de têmpora a têmpora ; nas têmporas e na testa ; no coração ; no rim direito ; na mão direita.
Dor muito intensa : na cabeça.
Dor acentuada : nas têmporas e acima dos olhos ; nos olhos e em todas as suas articulações ; da boca para cima através da cabeça e descendo pelo pescoço ; no abdómen ; nos intestinos inferiores ; através das costas, entre os ombros e a cintura ; nas costas ; em ambos os rins e através dos quadris ; no peito do pé direito ; no polegar mordido ; no estômago.
Dor aguda : no útero e abaixo dele.
Dor horrível : na cabeça.
Ardor e picadas terríveis : no ânus.
Dor muito violenta, dolorida : no lado do tórax e por todo ele.
Dor lancinante violenta : à esquerda da vagina.
Dores lancinantes acentuadas : na cabeça, sobre os olhos e nas têmporas.
Pontada violenta : no coração e à esquerda dele.
Dor intensa como de contusão : nos ombros, tórax, costas, braços e pernas ; em todos os músculos.
Dor lacerante : do meio da testa em direção ao lado esquerdo ; na têmpora direita ; do maxilar à têmpora ; a algumas polegadas da orelha direita ; no maxilar inferior e superior direitos, entrando no ouvido ; da região hipocondríaca esquerda para a direita ; entre a pele e a carne, descendo pela coxa até ao joelho ; na articulação do ombro esquerdo ; do meio da porção frontal da coxa direita até ao joelho ; na coxa esquerda até ao joelho ; na primeira articulação do dedo mínimo do pé.
Dor dilacerante : na orelha direita ; através do abdómen, da esquerda para a direita ; no pescoço.
Dor lacerante e puxante : nos joelhos.
Lacerante, como picadas : no occipício.
Dor lacerante espasmódica : sob as costelas esquerdas até ao ânus.
Dor lancinante : na parte superior do rosto ; para os olhos ; na orelha direita ; no maxilar superior ; no canino direito ; nos dentes ; no lado direito do abdómen ; no abdómen ; entre a mama esquerda e as últimas costelas ; no lado direito ; na região do coração ; no pescoço ; através da região lombar ; do quarto artelho ao pé.
Dores lancinantes e fugazes : através do tórax esquerdo.
Dores fugazes : nos órgãos urinários.
Sensação premente e lancinante : no vértice.
Dor aguda em fisgadas : na mão mordida ; subindo pelo braço até ao ombro e à base do cérebro.
Fisgadas : de dentro para fora, para o couro cabeludo ; no lado direito do vértice ; no lado do rosto ; para o ânus.
Dor em pontadas, puxante e compressiva : no coração.
Dor penetrante : no lado direito da cabeça.
Dor perfurante : nas têmporas.
Pontadas perfurantes : na cabeça.
Pontadas : na têmpora direita ; no coração ; na orelha direita ; em ambas as orelhas ; no lado direito do abdómen ; no ventre ; no lado esquerdo ; sob a mama esquerda ; na região da nuca.
Pontadas ocasionais : na têmpora direita.
Dor aguda : acima das sobrancelhas e subindo pelo nariz ; no útero, disparando para os lábios vulvares.
Dor pulsátil : na testa, no osso parietal, no occipício e na região da nuca ; na têmpora direita e acima do olho direito.
Latejamento premente : no vértice.
Dor latejante : na cabeça ; na testa ; no vértice ; no occipício ; na têmpora esquerda ; na região da nuca ; sobre o olho direito ; no ânus ; no pescoço ; no antebraço direito, no lado flexor.
Latejamento doloroso : na região do baço.
Pinçamento : na têmpora esquerda.
Dor em pinçamento : na quarta costela, do lado direito.
Dor aguda, mordente : no tornozelo esquerdo.
Dor premente acentuada : no lado esquerdo da cabeça.
Dores nevrálgicas : nas gengivas.
Dor constante : na parte inferior do coração ; no pescoço.
Dor em queimação : na testa ; no lado esquerdo da cabeça e descendo pelo pescoço ; na garganta ; em volta do coração ; no pescoço ; descendo pelo braço ferido.
Dor em queimação, nevrálgica : descendo pelo lado esquerdo do rosto.
Dor como picadas : na garganta ; no coração ; na mama esquerda ; no pescoço ; abaixo da omoplata direita ; nas vértebras cervicais ; na articulação do ombro esquerdo ; na mão direita ; na parte anterior do indicador direito ; no joelho direito ; dos joelhos para baixo ; na palma da mão direita até às pontas dos dedos ; numa das vértebras cervicais.
Dor sufocante : na boca do estômago.
Picada : no braço dolorido.
Dor picante, em pontadas : no coração.
Pontadas : no lado direito do abdómen ; no lado direito.
Sensação de pontada : ao engolir.
Sensação arrepiante, mordente e ardente : no lado interno do lábio superior direito, passa para cima e para trás até à cavidade nasal direita.
Pressão com picadas : atrás das orelhas.
Premente, como picadas : no lado direito do vértice.
Ardor com picadas : na garganta ; no lado esquerdo do tórax.
Ardor compressivo : na orelha externa direita.
Sensação de picadas : na garganta ; na região lombar ; no meio do abdómen ; no lado esquerdo do tórax.
Ardor : nas pálpebras ; no vértice ; no ouvido ; do canino pelo esófago abaixo ; na uretra ; no lado direito das costas ; no coração ; nas costas perto das últimas costelas ; em ambos os rins e através dos quadris.
Calor queimante : nas partes sobre as quais ele se deita.
Ardor, em ondas ascendentes : em direção à cabeça a partir do abdómen ; através do tórax.
Cócegas e ardor : na uretra.
Grande calor : na garganta e ao redor do coração.
Calor interno : no pescoço.
Calor : no ouvido ; no lado direito do rosto e na orelha direita ; da parte posterior do pescoço, também para o olho ; no meio da face esquerda ; no rosto ; no coração ; do pescoço para a orelha e o rosto ; na testa e nas costas ; interna e externamente por todo o corpo.
Comichão e ardor : na coroa da glande.
Calor pruriginoso : nos olhos.
Dor ardente : ao engolir ; na palma da mão direita.
Picadas agudas : na testa ; na têmpora esquerda.
Sensação mordente : em diversas partes do corpo.
Dor como de contusão : no coração.
Extrema sensibilidade dolorosa : das costas.
Sensibilidade dolorosa : da garganta ; nos olhos e acima deles ; do osso maxilar ; no meio da face esquerda ; da boca ; na parte posterior da garganta ; em todo o abdómen inferior ; através da região púbica ; da vagina ; na parte inferior das costas ; através do tórax ; do lado direito da garganta ; no braço ; na mão direita ; das almofadas dos calcanhares.
Dor puxante e pulsátil : sobre o olho.
Dor puxante e arrastante : nas virilhas.
Dor reumática : através do tórax ; primeiro no ombro direito, depois no esquerdo ; dos joelhos para baixo.
Dor como por cãibra : no lado esquerdo do tórax.
Dor cólica : no abdómen.
Dor opressiva : na cabeça ; na testa ; no lado direito, perto das últimas costelas ; nos hipocôndrios ; na região do baço ; sob a omoplata direita e entre as escápulas ; no sacro, do lado direito ; no osso do quadril direito, daí até ao osso sacro.
Cãibras : no abdómen ; nos braços ; nas costas e nos membros do lado mordido ; nas barrigas das pernas.
Dor surda em pontadas : no coração.
Dor surda lancinante : no coração.
Dor surda : na testa ; no coração ; ao longo do nervo ciático esquerdo.
Dor que faz mancar : na face interna da coxa, estendendo-se ao joelho ; na articulação do joelho direito, depois no joelho esquerdo ; na articulação do pé esquerdo.
Dor curiosa, como picadas : do olho esquerdo para a testa, sobre o olho direito.
Dor surda, em picadas : no lado esquerdo, da cabeça à cintura.
Dor dolorida : nos ossos acima dos olhos ; no occipício ; no maxilar ; sobre os olhos ; na orelha direita ; no ouvido, estende-se aos dentes ; no maxilar inferior ; em todos os dentes ; na raiz cariada de um molar ; no lado direito da garganta ; no estômago ; de baixo da cintura até aos pés ; nos lombos, para as costas e descendo até aos pés ; em e entre ambos os ombros ; na coluna ; nas costas e na cabeça ; nos braços ; no osso do quadril esquerdo ; nos joelhos ; nas pernas abaixo do joelho ; nas pernas ; nos joelhos e ombros ; em todos os seus membros ; na parte frontal da porção superior da cabeça.
Sensação dolorida calma, levemente quente : abaixo do tórax, muitas vezes em todo o abdómen.
Dor dolorida calma : na parte frontal da porção superior da cabeça.
Sensação dolorida e surda : nos dentes.
Dor surda e pesada : na testa.
Dor fria : no estômago.
Sensação dolorosa de frio : começa nos dentes do lado direito, atrás e abaixo, no osso do maxilar inferior, e passa para cima.
Frieza dolorosa : dispara para os dentes.
Sensação dolorosa : profunda na parte superior do abdómen ; nos testículos.
Sensação dolorosa e surda : no occipício.
Desejo doloroso de engolir.
Urgência dolorosa : no pénis.
Dor peculiar : na raiz da língua.
Tipo de dor incômodo : na face e profundamente na parte superior do maxilar.
Dor ligeira : na região lombar ; na articulação do ombro direito ; na cabeça.
Dor por pressão : na parte superior da cabeça.
Pressão roedora : na região do estômago e do baço.
Pressão como por cãibra : sob a omoplata direita.
Pressão pontiaguda : no estômago.
Pressão romba : no lado esquerdo da cabeça e no vértice ; acima da região inguinal direita ; na região do rim esquerdo.
Sensação premente : na testa ; da região da nuca para o ouvido ; para dentro, no epigástrio ; no baço ; no abdómen ; no tórax ; no pescoço e subindo pela parte posterior da cabeça ; com calor nas costas perto da omoplata direita, para a região da nuca, daí para os músculos do braço esquerdo superior ; correndo de entre os ombros para o occipício e através da orelha direita ; na região dos rins.
Pressão : no lado esquerdo do occipício ; na parte superior da cabeça e na testa ; na parte superior da órbita direita ; no lado esquerdo ; na orelha direita ; no esterno entre as mamas ; no pescoço ; abaixo da omoplata direita ; nas costas, cinco polegadas abaixo da ponta do ombro direito, uma polegada da coluna ; nos ombros.
Peso premente : no alto da cabeça ; no osso parietal direito ; no lado direito da cabeça.
Pressão para dentro, latejante ou puxante : acima do olho direito.
Sensação pesada como de contusão : nas coxas.
Sensação refrescante, ardente e congestiva : na região da bexiga.
Sensação de contusão : no nariz.
Sensação de raspagem : no palato.
Sensibilidade : do couro cabeludo ; dos dentes ; do útero ; da vagina.
Repuxamento : nas gengivas ; no abdómen abaixo do umbigo ; das virilhas para baixo ; no pescoço ; nas costas e membros do lado mordido.
Sensação roedora : no zigoma direito.
Sensação de beliscadura : do couro cabeludo.
Peso para baixo : na região uterina.
Peculiar sensação de constrição : na parte posterior da garganta.
Sensação peculiar : no vértice.
Dificuldade de movimento com sensibilidade dolorosa : nas costas ; na axila esquerda ; no braço esquerdo superior e perto do cotovelo, depois no punho.
Sensação de impotência motora : no punho.
Sensação de formigueiro : nos membros inferiores.
Sensação de picadas : sob a língua.
Dificuldade dolorosa de movimento : na articulação do tornozelo esquerdo.
Repuxamento transitório : no lado esquerdo do rosto.
Sensação estranha : na cabeça ; em todo o corpo ; no coração.
Sensação curiosa : nas pernas.
Incômodo : no tórax.
Espasmo sufocante : na garganta.
Sensação de cãibra : na eminência tenar da mão direita.
Sensação espasmódica : na traqueia.
Contratura : dos isquiotibiais.
Sensação de retração : do couro cabeludo.
Sensação constritiva : na garganta ; ao redor da mama.
Sensação sufocante : no tórax.
Ondas ascendentes : em direção à cabeça, sentidas profundamente no cérebro ; no vértice.
Sensação de expansão : do tórax e do abdómen.
Sensação de vazio e incômodo : das partes após o coito.
Leveza : na cabeça.
Sensação de 'desfalecer' : estende-se através do coração até às costas.
Grande angústia : no epigástrio e nas regiões precordiais.
Sensação de paralisia : nos olhos.
Sensação de embotamento : na testa.
Afundamento : no coração.
Grande debilidade : com repugnância de mover-se ; no tórax ; nas costas.
Debilidade : nos órgãos sexuais ; das costas ; do tórax ; na região dos rins, nos lombos e na região lombar ; nos braços ; nas pernas.
Embotamento : da testa ; da cabeça ; do vértice.
Sensação de fadiga : no tórax ; no braço ferido.
Sensação de cansaço : nas pernas.
Tensão : na cabeça ; no vértice.
Grande opressão : no estômago.
Peso : sobre os ossos dos tornozelos ; nas pernas.
Sensação de peso : nas pernas abaixo dos joelhos.
Peso : nas pernas ; no braço direito ; nos membros.
Formigueiro : nos ossos malares.
Cócegas : do ouvido ; na cavidade nasal ; no céu da boca e na parte anterior do nariz ; na face esquerda ; na garganta e raiz da língua ; da coroa da glande.
Mal-estar : na região ovárica esquerda.
Rigidez : das orelhas ; do maxilar ; do lado direito da cabeça ; no nariz ; do lado direito do pescoço ; do maxilar inferior ; do pescoço ; nos músculos do pescoço e da garganta ; da mão direita ; dos dedos e das mãos.
Entorpecimento : do lado esquerdo da cabeça ; em ambos os braços e mãos ; no braço direito ; na perna direita abaixo do joelho.
Secura : da boca ; da garganta ; da glande.
Sacudidas violentas : nos membros ; no maxilar inferior.
Sacudidas : na têmpora esquerda ; do esófago ao coração.
Sensação como de choque : descendo pelo braço ferido até às pontas dos dedos.
Contrações : no fémur direito ; nas pernas ; nos braços e pernas ; dos músculos por todo o corpo ; dos tendões.
Leves contrações : no rosto e nas mãos ; no braço direito.
Latejamento estranho : no vértice.
Pulsações : no ânus.
Vacilação : na cabeça.
Oscilação : da cabeça.
Tremor : da mão esquerda ; nos joelhos ; dos membros ; por todo o corpo.
Tremor fino : no rosto ; ao redor do esterno ; nas mãos ; por toda parte ; em volta do osso do peito.
Palpitação trémula : em volta do coração.
Algo corre em círculo várias vezes na carne, na região do quadril, depois desce pela perna até ao joelho.
Uma sensação move-se pelo lado direito do rosto e atravessa a testa ; do coração para as costas.
Sensação de movimento : no estômago ; na parte inferior do abdómen ; no meio do abdómen.
Sensação de rastejamento : no zigoma direito.
Sensação meio fria, meio ardente : em toda a região epigástrica.
Sensação de frio : nos membros ; descendo pelo braço mordido ; por todo o corpo.
Sensação fria : muito para trás e profundamente na garganta.
Sensação fresca : na língua ; no esófago.
Frieza : no estômago ; no lado esquerdo ; na coluna.
Comichão intolerável : na parte inferior do corpo até aos pés.
Comichão : na região da acquisitividade ; num pequeno ponto na parte superior de ambas as orelhas ; no nariz ; sobre o púbis, estendendo-se até à raiz do pénis ; por todos os braços ; na mão direita ; no pé direito ; em diversas partes do corpo.
TECIDOS [44]
Afeta principalmente o sistema nervoso. Grande coloração azulada das veias e rubor das artérias no braço ferido.
Dores dilacerantes e lancinantes, como se fossem no osso.
Os ossos supraorbitários parecem estilhaçados.
Dor nos ossos; cada osso parece machucado e dolorido; como se cada osso tivesse sido quebrado ou veementemente espancado; nunca tivera tais dores, teve de voltar ao leito e ali ficar deitado o dia todo.
Todas as suas articulações estalavam ao menor movimento, e a dor era bastante acentuada até as 10 P. M.
Perdeu carne, ficando mais magro em todo o corpo.
Rápida tendência dos corpos à putrefação. --s. b.
Clorose.
TOQUE. MOVIMENTO PASSIVO. LESÕES [45]
Ele não suporta andar de carruagem; sente-se geralmente mal durante ou depois disso.
Quando a água (no banho) era minimamente agitada, de modo a tocar uma superfície fresca, desencadeavam-se convulsões. --s. b.
Dor na face depois de perfurar uma espinha na bochecha.
Ferida lacerada na bochecha direita, atrás do ramo do maxilar, de uma polegada e meia, e três linhas de escoriação na parte anterior da mesma bochecha. --s. b.
As sensações locais de dor na ferida ou cicatriz frequentemente continuam após o estágio prodrômico, em grau aumentado no estágio mais elevado, mas no último mal são percebidas. Sensações peculiares são frequentemente sentidas no local da mordida, ou nas partes adjacentes; como sensação de picadas, perfuração ou
ardor, sempre partindo da ferida. --s. b.
Queixou-se de dor no braço direito (a parte mordida); não se pôde descobrir inflamação nem aumento das glândulas da axila. --s. b.
Dores lacerantes muitas vezes partem das partes feridas, frequentemente atribuídas pelos pacientes aos efeitos de um resfriado e ao reumatismo daí induzido. --s. b.
Dores lancinantes irradiando da parte mordida em direção ao tronco, menos frequentemente estendendo-se para fora a partir do sensorium, ou em alguma localização diferente da parte lesada. --s. b.
A ferida, em casos excepcionais, parece inflamada e inchada; de tonalidade avermelhada ou azulada. --s. b.
Sensação de rastejamento e dor na cicatriz. --s. b.
Na manhã seguinte, a ferida estava vermelha ao redor das bordas. --s. b.
Grande vermelhidão dos pequenos vasos sanguíneos ao redor da ferida. --s. b.
Sensibilidade dolorosa nos músculos ao redor da ferida, que agora está quase cicatrizada. --s. b.
A ferida cicatrizou sem irritação, favoravelmente, no curso de doze ou catorze dias. --s. b.
Alguns não têm dor na parte mordida. --s. b.
Nenhuma dor, inchaço ou inflamação nas glândulas linfáticas entre a mordida e o tórax. --s. b.
As feridas cicatrizam favoravelmente e se caracterizam por notável ausência de reação inflamatória. --s. b.
A reação inflamatória subsequente (após cáusticos) é em geral leve, enquanto a dor assim produzida é moderada. --s. b.
Mesmo após a aplicação de cáusticos fortes, as feridas manifestam forte tendência a se recobrirem de pele sem granular. --s. b.
Nunca viu uma ferida mais disposta a cicatrizar; ele já estava fora de casa em cinco semanas, e ainda assim depois foi acometido por hidrofobia. --s. b.
A pronta cicatrização da ferida produzida pela mordida de um animal raivoso é semelhante à rápida cicatrização de feridas nos acometidos de lepra.
Diz-se que tocar a cicatriz produz sensações peculiares, um estremecimento, sensação de angústia e suspiros. Sensação de rastejamento e dor na cicatriz. --s. b.
Uma mordida de um cão enfurecido na coxa direita não havia cicatrizado, transformou-se em úlceras malignas; bordas circundantes vermelho-azuladas, elevadas e duras, bases com supuração deficiente e icorosa, com vermelhidão e endurecimento.
Cicatrizes de uma mordida nas fossas nasais inchadas e vermelhas por quinze meses.
Úlceras remanescentes após mordida de cães de índole má.
A dor no local mordido tornou-se ardente e estendeu-se por todo o corpo, e ele se sentia de modo muito estranho. θ Lyssophobia.
Sentia uma dor contínua no local da panturrilha direita onde fora mordido, mas sem lesão. θ Lyssophobia.
Feridas de mordida de cães, em ovelhas.
Uma vaca mordida por um cão na articulação do pé apresentou grande inchaço da parte, e o animal ficou muito inquieto. --s. b.
Dois filhotes, mordidos por sua mãe raivosa, não enlouqueceram depois de tomar Lyssin.
Pode ser um profilático contra a hidrofobia, mas nunca sem ao mesmo tempo aplicar calor radiante à parte mordida, e sessões frequentes em sala quente de banho turco; durante o ataque, os remédios devem ser aplicados de acordo com os sintomas.
O menor toque: provoca convulsões; ao longo de toda a coluna vertebral causa irritabilidade semelhante a convulsões.
Toque: na cabeça provoca dor de cabeça; pequenas pústulas na eminência frontal; fossas nasais muito sensíveis; espinha na eminência da testa dolorosa; dor na bochecha <.
Pressão: sobre o colo da bexiga urinária; causa < dor no pescoço; causa dor na laringe; músculos do antebraço dolorosos; dor muito intensa na mão direita.
Disposição para pressionar a mão contra o maxilar inferior.
Pressiona a cabeça contra a parede; dor de cabeça.
Fricção: dor de cabeça >; faz a orelha doer.
Arranhar suave: dor de cabeça >.
Arranhar: a coceira em ambas as orelhas desaparece; arranca a crosta da espinha, com saída de linfa e sangue; nas costas das ovelhas as acalma; < mordedura e coceira em várias partes do corpo; causa pequenas manchas vermelhas em círculo na face interna das coxas.
PELE [46]
Rápida tendência da ferida a cicatrizar (o mesmo na lepra).
Muitos tiveram varíola após receberem a mordida e, depois de se restabelecerem, morreram de hidrofobia.
Coceira mordicante em várias partes do corpo, < ao coçar.
Dor de cabeça muito leve e coceira mordicante por todo o corpo e nas pernas.
Coceira bastante intensa durante a noite.
Tinha de coçar-se frequentemente, ou antes esfregar-se.
Durante toda a noite, coceira intolerável na parte inferior do corpo até os pés.
Coceira na mão direita, no pé esquerdo e em várias partes do corpo.
Coloração azulada do local mordido (após Laches.).
Coceira assim que começa a aquecer-se na cama, especialmente nas faces internas das coxas e dos joelhos; depois de coçar, apareceram pequenas manchas vermelhas em círculo.
Quando está na cama é compelido a coçar-se; não consegue dormir a noite toda.
Pústulas: na testa; ao redor do olho inflamado; no dedo (após mordida).
Úlceras malignas por mordida de cão.
Cicatriz vermelha de mordida de cão.
Feridas cancerosas.
Apareceu herpes circinado na perna esquerda, abaixo do joelho, e a tez amarelo-lívida cedeu lugar a uma cor saudável.
FASE DA VIDA, CONSTITUIÇÃO [47]
Pessoas sofreram doenças (especialmente varíola) entre o momento da mordedura e a hidrofobia posterior. s. b.
Homem, æt. 40, robusto, de resto em boa saúde; espasmo da garganta. s. b.
Mary Mx, æt. 32, de constituição pletórica, saudável, robusta, mordida por um cão raivoso na mão direita; tratada imprudentemente. s. b.
Mordido por um cão raivoso, no sexto ano de vida, em vários pontos; apresentou sonambulismo 10 anos depois. s. b.
Uma mulher, æt. 36, pele branca, loira, olhos azuis, de pequena estatura, de temperamento calmo, não muito sensível a medicamentos. s. b.
Menina, æt. 12, do mesmo tipo. s. b.
Æt. 24, mesma constituição. s. b.
Uma menina, æt. 11; sintomas após uma mordedura.
RELAÇÕES [48]
Antídotos : Bellad., Hyosc., Stramon.
Compatível : Natr. mur . segue-se bem ; após Tabac ., na dor de cabeça ; após Arg. nit ., na afecção uterina ; após Stannum ,
na nevralgia.
Comparar : Canthar .