Baryta Carbonica
By Constantine Hering — Os Sintomas-Guia da Nossa Matéria Médica
Carbonato de bário. Ba Co 3 .
Em 1824, Stapf publicou em seus Archives, vol. iii, n. 3, p. 183, a Baryta acetica, experimentada por ele mesmo e por seus amigos Gross, Hartman, Hartlaub, Sen., Adams e Rückert, Sen. Havia duzentos e cinquenta e quatro sintomas, e algumas observações e compilações adicionais de Hahnemann sobre Baryta muriatica. Muito poucas curas foram desde então publicadas, apesar da magistral análise de Stapf em seu prefácio.
Em 1828, na primeira edição de Doenças Crônicas, vol. ii, p. 32, apareceram as patogenesias de Baryta carbonica, contando cento e oito sintomas, que foram unidas às anteriores de acetica, perfazendo ao todo duzentos e oitenta e seis. Na segunda edição, em 1835, com o acréscimo de uma segunda experimentação de Hartlaub e das numerosas patogenesias feitas por Nenning numa casa cheia de meninas, além de uma experimentação de Rummel, o número de sintomas aumentou para seiscentos e dezoito. Nem Gross nem Rückert fizeram experimentação da carbonica; os sintomas entraram por engano por parte daqueles que fizeram a organização; também as valiosas observações do Dr. Neumann, feitas após prescrever grandes doses de Baryta muriatica a dois escolares, e confirmadas pela repetição. Elas chegaram até mesmo aos manuais e repertórios de Jahr, de onde devem ser eliminadas.
Como aqui temos de lidar principalmente com os sintomas curados, e apenas muito poucos de Baryta acetica foram mencionados, segue-se o exemplo de Hahnemann, e unem-se acetica e carbonica, a primeira assinalada como (bar. a).
Esta coleção reunida mostrará que, por grande que seja a diferença em relação à muriatica, quase não há nenhuma entre as outras duas, e certamente nenhuma nos sintomas curados.
MENTE [1]
Falta de lucidez mental. θ Velhice.
Sente-se aturdido; como se estivesse entorpecido; o cérebro parece mover-se para lá e para cá, como se estivesse solto, ao mover o corpo.
Memória fraca.
Memória deficiente; a criança não pode ser ensinada, porque não consegue recordar; é desatenta.
Esquece o que acabou de ser dito, acabado de fazer, ou o que ia fazer ou buscar.
Esquecido; no meio de um discurso faltam-lhe as palavras mais familiares.
(bar. a) Como ausente; distração. θ Apoplexia.
(bar. a) Não tem percepção clara. θ Apoplexia.
Grande fraqueza mental e corporal; infantilidade. θ Velhos.
Idiotia.
Imagina que anda de joelhos.
Andando na rua, imagina que os homens estão rindo dela, criticando-a desfavoravelmente; isso a torna tão tímida que não ousa erguer os olhos nem olhar para ninguém, e transpira pelo corpo todo.
Delírio, com figuras e imagens assustadoras diante dos olhos.
Mania loquaz; < durante os catamênios; tez amarelada; língua com saburra branca, com bordas vermelhas, pequenas úlceras na língua; náusea sem conseguir vomitar; pele fina que se desnuda com facilidade. θ Moças.
Mania; fala muito e confusamente; quer sair de casa. θ Durante a gravidez.
Inclinado a fazer esforços infrutíferos de memória; tenta recordar acontecimentos passados.
Loquacidade.
Gemidos e murmúrios. θ Velhice.
Comportamento infantil e irrefletido. θ Velhos. θ Apoplexia.
Aversão a estranhos e à companhia.
Preguiça, aversão ao trabalho corporal ou mental.
A criança não quer brincar, mas fica sentada num canto sem fazer nada.
Humor choroso.
Tristeza, abatimento de ânimo, aflição por ninharias.
Desesperança; desconfiança.
Ansioso com os assuntos mais triviais.
Subitamente é dominada por uma apreensão funesta; imagina, por exemplo, que um amigo querido adoeceu de repente e está morrendo.
Solicitude: acerca de seu futuro; acerca dos assuntos domésticos.
Um temor peculiar dos homens.
Medroso, assusta-se facilmente.
Ansiedade nervosa, inquietação, desejo de fugir.
Irresoluto, mudando constantemente de ideia.
O mais alto grau de irresolução; ela propõe uma pequena viagem, mas assim que faz os preparativos muda de ideia; vacila entre resoluções opostas; toda a autoconfiança desapareceu; grande timidez e covardia.
Perda da autoconfiança; desanimado: pusilânime.
Humor lamuriento.
Súbitos acessos de cólera, mas associados à covardia.
Assusta-se muito facilmente; um pequeno ruído na rua lhe parece como gritos de fogo; isso a assustou a tal ponto que todos os membros tremiam.
Dor surda nas protuberâncias da firmeza e da concentração, com sintomas mentais correspondentes.
Pensar em seus padecimentos os piora.
Piora em companhia; melhor quando sozinho.
SENSÓRIO [2]
Hipersensibilidade de todos os sentidos.
À noite, na cama, tudo balança dentro dele, como num navio.
Quando se ergue, parece como se a cabeça fosse virar-se do avesso.
Sensação como se o cérebro estivesse solto; parece mover-se para lá e para cá com o movimento do corpo; sente-se aturdido, como entorpecido.
(bar. a) Não tem plena consciência; é infantil e estúpido. θ Apoplexia.
Vertigem: com náusea; por curvar-se; ao levantar os braços; em velhos.
CABEÇA INTERNA [3]
Cefaleia à noite; todo ruído, especialmente vozes masculinas, afeta dolorosamente o cérebro.
Dor de cabeça logo acima dos olhos.
Pressão na testa e sobre os olhos; depois de Bismuth falhar.
Pressão no cérebro sob o vértice, em direção ao occipício, ao despertar, com rigidez do pescoço.
Pontadas compressivas no vértice, que se estendem por toda a cabeça, sempre que fica ao sol.
Cefaleia picante perto de um fogão quente.
Dor de cabeça como se a cabeça fosse comprimida num torno.
Dor compressiva, como se o crânio fosse rachar.
Cefaleia opressiva, logo acima dos olhos e da raiz do nariz.
Dor distensiva na cabeça e no nariz.
Pulsação nas têmporas.
Cefaleia < ao ar livre.
Enxaqueca.
Dor na cabeça, com calor na pele. θ Angina tonsilar.
A dor da cabeça estende-se à nuca.
Cefaleia, com tensão no occipício, em direção à nuca.
Peso no occipício, com sonolência e dores reumáticas.
Afluxo sanguíneo à cabeça; o sangue parece como se não pudesse circular.
Apoplexia; em velhos.
Cefaleia de pessoas idosas, que se tornaram infantis; sensório não claro; perda da fala; tremor dos membros, de bêbados.
Apoplexia serosa.
Pontadas nos lados da cabeça, após o jantar; na cabeça, em quarto quente; pressão no vértice ao caminhar ao sol.
Dor de cabeça em pessoas anãs mental e fisicamente.
CABEÇA EXTERNA [4]
O couro cabeludo, e especialmente as têmporas e a testa, parecem como se algo fosse muito levemente puxado sobre essas partes, com sensação de frio no rosto.
Entorpecimento na pele da testa até a raiz do nariz.
O lado direito da cabeça parece ardentemente quente, mas ao toque está realmente frio.
Cabeça sensível ao frio; tendência a resfriar-se ao lavar a cabeça.
O couro cabeludo é muito sensível ao toque, especialmente do lado sobre o qual ele se deita, com sensação de contusão, < ao coçar.
Formigamento sobre o couro cabeludo, como de formigas, em pontos.
(bar. a) Formicação e picadas muito incômodas sob a pele da cabeça e do rosto.
Crusta lactea, escamas secas; crostas úmidas; coceira; ardor; faz cair os cabelos; glândulas cervicais duras, inchadas.
Escamas secas ou úmidas na cabeça.
(bar. a) De toda a cabeça, uma secreção copiosa, com inchaço das glândulas cervicais; menina, æt. 11. θ Tinea capitis.
Tinha seca, após escarlatina.
Erupções na cabeça.
Impetigo larvalis.
Tumores encistados no couro cabeludo.
Sensação como se os cabelos estivessem eriçados, com sensação de frio.
Queda de cabelo; calvície, especialmente no vértice.
Calvície em jovens.
VISÃO E OLHOS [5]
A luz deslumbra e machuca os olhos; faíscas de fogo diante dos olhos no escuro.
Melhor no escuro: sensibilidade da cabeça.
Ilusões ópticas, geralmente em cores vivas.
Visão dupla.
Não consegue suportar olhar para um objeto por muito tempo.
Vê tudo como em neblina ao fechar os olhos e pressionar os globos.
Fraqueza dos olhos; < à noite à luz de vela; durante o dia uma nuvem diante do olho esquerdo; à luz de vela, um clarão.
Sensação de uma gaze diante dos olhos, de manhã, após uma refeição.
Moscas volantes e pontos pretos diante dos olhos.
Visão turva, não consegue ler.
Fraqueza da visão na velhice.
Morbus Basedowii.
Catarata.
Ardor e pressão nos olhos, se olha atentamente para alguma coisa.
Pressão profunda nos olhos; < olhando fixamente, ou para cima e para os lados; > olhando para baixo.
Rápida sucessão de dilatação e contração das pupilas; pupila irregular.
(bar. a) Pupilas imóveis. θ Apoplexia. θ Velhice.
Córnea opaca; inflamação dos olhos, com sensação de secura; evita a luz.
Pannus.
Ulceração da córnea. θ Oftalmia escrofulosa.
Os olhos parecem sonolentos o dia inteiro.
Olhos sem brilho, algo avermelhados. θ Velhice. θ Apoplexia.
Vermelhidão no branco do olho e uma espinha branca perto da córnea.
Inflamação dos olhos, com sensação de secura.
Vermelhidão da conjuntiva, com pálpebras inchadas.
Oftalmia subaguda, com sensação de areia nos olhos.
Inflamação escrofulosa, com flictênulas e úlceras na córnea; glândulas inchadas.
Globos oculares e pálpebras inflamados, com fotofobia.
Pálpebras coladas.
Coceira nos olhos.
Terçol no canto interno do olho esquerdo.
Tumores tarsais.
Peso sobre os olhos. θ Tifo.
AUDIÇÃO E OUVIDOS [6]
Zumbido e tinido nos ouvidos.
Sons no ouvido, ecos, estalidos, estampidos, reverberações.
Ruído no ouvido direito como o mar, a cada inspiração.
Estalido no ouvido ao espirrar, engolir ou caminhar depressa.
Dificuldade de audição.
Dor puxante nos ouvidos; uma espécie de pontada dolorosa de ouvido.
Violento latejamento no ouvido esquerdo. θ Odontalgia.
Dor lacerante, com perfuração e tração nos ossos diante do ouvido direito.
Coceira nos ouvidos.
Erupção sobre e atrás das orelhas.
Afecções escrofulosas dos ouvidos.
Tumefações nodosas atrás das orelhas.
Pequenos tubérculos achatados atrás das orelhas.
Inchaço glandular e erupção atrás das orelhas. θ Oftalmia escrofulosa.
Crostas atrás das orelhas.
Erupção nos lóbulos.
Parotidite após escarlatina.
OLFATO E NARIZ [7]
O olfato extremamente sensível.
Ela sente cheiro de fumaça de pinho. θ Após pneumonia.
Sangramento nasal frequente, especialmente em pessoas escrofulosas e pletóricas.
Sangramento nasal antes dos catamênios.
Secura atormentadora no nariz.
Espirro causando dor concussiva no cérebro.
Coriza fluente.
Secreção de muco espesso e amarelo pelo nariz.
Sai sangue e muco ao assoar o nariz.
Coriza < de manhã; nariz e lábio superior inchados, narinas avermelhadas, doloridas, com crostas; secreção de odor desagradável; (como Calc. e Grap.).
Coriza: nariz e lábio superior inchados; crianças com abdome grande.
Catarro afetando as coanas posteriores, especialmente se o paciente sofre de epistaxes frequentes.
Formação de crostas nas coanas posteriores e atrás da base da úvula.
Afecções no nariz externo.
Inflamação das bordas.
Ponta e bordas do nariz doloridas; espinhas nas asas do nariz.
Escamas sob o nariz.
FACE SUPERIOR [8]
Tensão como de teia de aranha sobre o rosto, têmporas e couro cabeludo.
Sensação de tensão em todo o rosto, como se clara de ovo tivesse secado sobre ele, com enjoo e diarreia.
(bar. a) Palidez cadavérica.
(bar. a) Rosto pálido; traços repuxados; sobrancelhas algo caídas.
Rosto pálido, inchado.
Emaciação, com rosto bloated e abdome inchado.
Sensação como se o rosto estivesse inchado.
A bochecha esquerda inchada, também atrás da orelha, com dor na têmpora. θ Odontalgia.
Vermelhidão da face. θ Angina tonsilar.
Vermelhidão escura da face, com congestão.
(bar. a) Vermelhidão escura circunscrita das bochechas. θ Apoplexia. θ Velhice.
Rosto vermelho à noite.
Rosto muito vermelho; lábios arroxeados.
Prosopalgia inflamatória.
Placa áspera e seca na bochecha direita.
Herpes faciei.
Erupções no rosto.
FACE INFERIOR [9]
Depois de comer, tão cansada que não consegue erguer as mãos; fraca demais para mastigar.
Dor na articulação ao fechar a mandíbula. θ Dor de garganta.
A mandíbula não podia ser abaixada suficientemente para examinar a garganta. θ Angina tonsilar.
(bar. a) Boca desviada para um lado. θ Apoplexia.
A tensão na mandíbula inferior estende-se até o osso hioide.
Lábios vermelho-escuros.
Inchaço do lábio superior, com dor em queimação; coriza.
Lábios e gengivas secos, não aliviados por beber.
Tumefação dolorosa das glândulas submaxilares, com endurecimento. θ Após escarlatina.
DENTES E GENGIVAS [10]
Bater involuntário dos dentes.
Odontalgia puxante, sacudida, latejante; os dentes direitos parecem tensos.
Abalos isolados nos dentes.
Esmigalhamento num dente cariado durante o dia.
Odontalgia: < ao pensar nela; desaparece quando a mente se distrai.
Pontadas ardentes em dente oco quando tocado por alimento quente; lado esquerdo.
Pontadas ardentes em dentes cariados se tocados por algo quente.
Odontalgia em dentes cariados antes das menstruações.
Odontalgia, com grande tendência a resfriar-se.
Dor em dentes cariados sempre após resfriar-se, com inchaço pálido das gengivas, bochecha inchada, dor irradiando para nariz, olhos e têmpora; latejamento violento nos ouvidos; < à noite.
Gengivas inchadas em torno de um dente oco.
As gengivas sangram, estão inchadas, vermelho-pálidas, com borda vermelho-escura.
As gengivas doem ao toque.
Fístula dentária; abscessos nas raízes.
GOSTO, FALA, LÍNGUA [11]
Gosto: delicado; amargo; detestável; adstringente.
Articulação da fala imperfeita.
Paralisia da língua. θ Velhos.
Sem fala; língua paralisada. θ Apoplexia.
Língua paralisada, não consegue falar, mas parece consciente. θ Apoplexia.
Secura da língua de manhã cedo, com sensação de inchaço na garganta.
(bar. a) Língua fria, algo enegrecida.
Língua saburrosa, como se fosse felpuda.
Endurecimento no meio da língua, ardendo ao toque; sensação ardente de escoriação na ponta; fissura na borda esquerda, com sensação de escoriado.
Vesículas pontiagudas no meio da língua.
Língua rachada, muito dolorida.
Vesículas no meio, na ponta ou sob a língua.
Bolhas ardentes na ponta da língua, de longa duração.
Dor no lado da língua, como de bolhas.
BOCA INTERNA [12]
A cavidade bucal parece entorpecida.
Secura da boca logo após levantar-se.
Pigarreia de muco; água corre da boca o dia todo; dorme apenas uma hora, depois fica desperto até uma hora antes da manhã. θ Hipocondria.
Muito incomodado por catarro espesso; a boca fica seca, com uma espécie de sede.
A saliva escorre da boca durante o sono, ao amanhecer.
Salivação profusa. θ Angina tonsilar.
Salivação; incapacidade de engolir; sufocação; garganta supurando; febre. θ Angina tonsillaris.
Fedor intolerável da boca, não percebido por ele mesmo.
Toda a boca cheia de vesículas, especialmente por dentro das bochechas.
PALATO E GARGANTA [13]
Crostas atrás da úvula e nas coanas posteriores.
Sensação na faringe como se uma folha fina estivesse diante das coanas posteriores; de manhã, ao despertar.
De manhã: catarro viscoso nas fauces. θ Amigdalite.
Inflamação das membranas celulares das fauces e das amígdalas, com febre; deglutição e fala difíceis. θ Angina tonsilar.
A garganta é pálida em vez da vermelhidão viva de Bellad.; as glândulas submaxilares e parótidas estão inchadas e sensíveis; o hálito é pútrido; criança escrofulosa e anã. θ Escarlatina.
θ Difterite.
Pontadas na amígdala direita.
Amígdalas inflamadas e aumentadas.
Amígdalas inflamadas, com varíola ou escarlatina, especialmente se Mercur. e Bellad. se mostram insuficientes.
Amigdalite aguda.
Amígdalas supurantes.
Dor de garganta e amígdalas inchadas, com ptialismo; deu alívio rápido quando os sintomas passaram da direita para a esquerda.
Angina tonsillaris.
Inchaço das parótidas, amígdalas e glândulas submaxilares, com muita saliva. θ Doença da garganta. θ Doenças de pele.
Tendência à amigdalite; após qualquer leve resfriado, ou supressão do suor dos pés.
Disposição à amigdalite aguda, com supuração.
Angina crônica, com grande tendência a retornar.
Endurecimento crônico das amígdalas; sensação como de um tampão na garganta; < depois de engolir sólidos.
As amígdalas tendem a supurar, especialmente a direita; palato inchado; urina castanho-escura; insônia.
Amígdalas simultaneamente hipertróficas e endurecidas, lívidas e cheias de veias varicosas.
Angina após resfriar-se, mesmo fleimonosa.
Pior ao engolir alimento ou saliva.
Ao engolir, sensação como se o alimento tivesse de forçar passagem sobre um ponto dolorido.
Sensação no esôfago como se um bocado de alimento ali tivesse ficado preso.
Ardor na garganta ao engolir; < ao engolir em vazio; garganta dolorida ao toque.
Picadas ao engolir saliva e durante a deglutição em vazio.
Dor compressiva e pungente ao engolir. θ Doença de pele.
Acessos de engasgamento na garganta após o jantar, estando sentado e escrevendo, com sensação como se a tireoide estivesse sendo comprimida para dentro; impedindo a respiração.
Incapaz de engolir; os líquidos colocados na boca eram ejetados pelas narinas. θ Angina tonsilar.
Incapacidade de engolir qualquer coisa além de líquidos. θ Estenose espasmódica do esôfago.
Dificuldade constante para engolir; < depois de falar muito. θ Amigdalite.
Espasmo esofágico, em velhos; só consegue engolir líquidos.
APETITE, SEDE. DESEJOS, AVERSÕES [14]
Com fome, mas não consegue comer; ou sente como se precisasse de alimento, mas não o deseja.
Geralmente perda de apetite.
Aversão a: frutas, especialmente ameixas; doces.
Repugnância súbita pelos alimentos durante a refeição.
Sede constante. θ Angina tonsilar.
Sede, com secura da boca, não aliviada pela bebida.
Sede, particularmente durante o calafrio.
COMER E BEBER [15]
Está com fome e não consegue comer, está com sono e não consegue dormir.
Fraco demais para mastigar, preguiçoso demais para comer.
Depois de comer, tão cansada que não consegue erguer as mãos; fraca demais para mastigar.
Enquanto come: náusea súbita; retorcimento doloroso enquanto o alimento desce, como se passasse por pontos doloridos.
Suor aumentado enquanto come.
A fraqueza no estômago desaparece.
Pressão como de uma pedra no estômago depois de comer pão; repleção após pouca comida.
Pior depois das refeições, particularmente após uma refeição satisfatória.
Dor de estômago também depois de comer.
Fraqueza da digestão depois de comer, pressão no estômago; e dor no abdome duro e inchado.
Depois das refeições: indolência; calor e mal-estar; sensação de desfalecimento; eructações; urgência para evacuar; pressão na bexiga; ansiedade na região lombar; dor no abdome duro e inchado.
Tosse por comer alimento quente.
Melhor com dieta fria.
SOLUÇOS, ERUCTAÇÕES, NÁUSEA E VÔMITO [16]
(bar. a) Náusea.
Náusea súbita durante as refeições.
Náusea prolongada.
Náusea, palpitação e ansiedade de manhã cedo.
Náusea matinal e vômitos.
Eructações após as refeições.
Eructações: como se o ar forçasse passagem através do estômago, causando sensação de dor em carne viva.
Eructações azedas.
Eructações; um bolo subindo e descendo.
Água na boca.
Água junta-se de repente na boca.
(bar. a) Ânsias de vômito.
(bar. a) Náusea seguida por vômito súbito e muito copioso de bile e de uma substância acastanhada (consistindo sem dúvida no chocolate tomado naquela manhã), após dez horas.
(bar. a) Vômito quase regularmente a cada hora durante vinte e quatro horas.
(bar. a) Graves acessos de vômitos muito copiosos.
Vômito de líquido, água e giz, seguido de prostração.
ESCROBÍCULO E ESTÔMAGO [17]
Sensibilidade do epigástrio; ao pisar com força, sente cada passo ali dolorosamente.
Dor de estômago ao tocar o epigástrio.
Sensação de dor em carne viva no estômago; mesmo em repouso.
O estômago dói em jejum e depois de comer.
Pressão no estômago, também depois de comer.
Pressão como de uma pedra; melhor pelas eructações.
Cãibra no estômago, subindo até a garganta, seguida de eructações que aliviam. θ Cardialgia.
Sensação de escoriação no estômago; ao comer, parece como se o alimento tivesse de forçar passagem através dele.
Gastralgia.
Dor no estômago como se estivesse cheio demais e tenso.
Sensação de tensão e peso no epigástrio; como por flatulência e palpitação.
Dureza acentuada na região do estômago.
Parece como se o estômago estivesse pendendo, relaxado.
Dispepsia com dor em carne viva no estômago.
Amolecimento do estômago na escrofulose.
HIPOCÔNDRIOS [18]
Dor em pequeno ponto no hipocôndrio direito ao inspirar profundamente, ou por pressão.
(bar. a) Sensação como de uma bola no fígado.
(bar. a) Sensação de inchaço e de frio na região do fígado.
ABDOME E LOMBOS [19]
Sensação de dor em carne viva ao redor do ventre, começando nas costas.
Dores no abdome, ao redor e abaixo do umbigo, que se estendem para baixo até a coxa, com dor violenta do lado esquerdo, estendendo-se para diante desde a ponta do quadril; dor na região da virilha direita; após três dias.
Ao virar-se na cama, parece como se os intestinos caíssem de um lado para o outro.
(bar. a) Rumor nos intestinos; borborigmo.
Latejamento aqui e ali no abdome.
Abdome duro, tenso. θ Crianças escrofulosas.
As glândulas mesentéricas podiam ser sentidas inchadas e duras, com grande ventre; músculos abdominais doloridos ao toque.
Tabes mesenterica.
Distensão e plenitude acima do púbis, como se as partes fossem romper-se, ao deitar de costas.
Abdome sensível ao toque.
Dor no abdome duro e inchado.
Fraqueza da digestão depois de comer; pressão no estômago.
Tensão e sensibilidade das paredes abdominais.
FEZES E RETO [20]
Urgência infrutífera para evacuar.
Urgência súbita e irresistível para evacuar, com dolorosa sensibilidade na região lombar, seguida de evacuações diarreicas frequentes.
Evacuações frequentes e pequenas, com sensação de grande alívio.
(bar. a) Diarreia.
Diarreia: com dores no lombo; à noite, com dores hemorroidárias; para a manhã, precedida por dor no abdome; mais tarde no dia evacuação amarela súbita, com muco e sangue.
(bar. a) Evacuações involuntárias.
(bar. a) Evacuação semilíquida após algumas horas, seguida de constipação.
Evacuação dura e insuficiente.
Evacuação difícil, nodosa.
Evacuação escassa, dura ou em caroços, expelida com dificuldade.
Constipação. θ Cardialgia. θ Velhice.
Passagem frequente de sangue, com abdome distendido.
Fezes de cor clara, às vezes misturadas com sangue.
Antes da evacuação: cólica.
Durante a evacuação: ardor no ânus e no reto.
Depois da evacuação: ardor no ânus; umidade exsudando das hemorróidas; eructações.
Eliminação de lombrigas.
Pequenos oxiúros saem com a evacuação; num adulto.
Rastejamento no reto. θ Ascarídeos.
Inflamação do tecido celular subcutâneo do lado esquerdo do ânus, estendendo-se 2 a 3 polegadas sobre a nádega esquerda e para diante ao longo do períneo, apresentando amolecimento, cercada por uma área dura, ardente, sensível e dolorosa.
Ardor e dolorimento ao redor do ânus, como se escoriado.
Ânus dolorido e úmido.
As hemorróidas protrudem, não apenas com as evacuações, mas também com a micção.
Afecções hemorroidárias.
ÓRGÃOS URINÁRIOS [21]
Irritação da bexiga, máxima à noite quando na cama.
Grande desejo de urinar; não consegue reter a urina.
Urgência constante e emissões frequentes de urina; dia sim, dia não.
Urgência para urinar e micções frequentes.
Micções frequentes. θ Velhice.
Urina frequente e copiosa.
(bar. a) Urina frequentemente; sem evacuação. θ Apoplexia.
(bar. a) Quando o apetite melhorou e a sede diminuiu, as secreções urinárias tornaram-se muito acentuadas.
Elimina muita urina à noite.
(bar. a) Urina clara e abundante.
A urina é clara ao ser emitida, logo se torna turva.
Urina castanho-escura. θ Amigdalite.
Ao urinar, ardor na uretra.
Antes da micção: desejo urgente de urinar.
Durante a micção: ardor na uretra.
Depois da micção: renovado esforço, com gotejamento de urina.
Urina escassa.
(bar. a) Incontinência quase completa de urina e fezes.
ÓRGÃOS SEXUAIS MASCULINOS [22]
Desejo e capacidade sexual diminuídos.
Impotência.
Pênis relaxado e emissão precoce.
Emissão em homem idoso, seguida de sensação de secura por todo o corpo.
Poluções noturnas excessivas.
Poluções em homem, æt. 30, que jamais tivera semelhante coisa.
Descarga insuficiente de sêmen.
Ereções somente de manhã antes de levantar-se.
Ereções ao cavalgar. θ Impotência.
Próstata hipertrofiada.
Aumento do corrimento uretral crônico purulento.
Corrimento uretral crônico, amarelado antes de urinar; dor na fossa navicular ao pressioná-la e ao começar a urinar.
Testículos pequenos e retraídos, com pulsação entre as omoplatas. θ Impotência.
Endurecimento crônico dos testículos.
Abalos na glande.
Entorpecimento dos genitais por vários minutos.
Dolorimento e escoriação úmida entre escroto e coxas.
Suor ao redor do escroto.
ÓRGÃOS SEXUAIS FEMININOS [23]
Catamênios escassos e de longa duração.
Menstruações escassas, duram apenas um dia.
Antes das menstruações: odontalgia; inchaço das bochechas e das gengivas; dor no abdome e nas costas; leucorreia; inchaço das glândulas; peso nos pés.
Odontalgia; inchaço dos membros.
Durante as menstruações: odontalgia; peso sobre o púbis; dor como de contusão no lombo; cólica em qualquer posição.
Amenorreia; menostase e clorose, especialmente em moças escrofulosas.
Dor lacerante na vulva, ou nas partes afetadas, tão violenta por intervalos que ela teria vontade de gritar.
Leucorreia sanguinolenta e mucosa, com palpitação ansiosa do coração, dor nas costas; mal-estar e fraqueza até quase desfalecer.
Leucorreia imediatamente antes das menstruações.
VOZ E LARINGE. TRAQUEIA E BRÔNQUIOS [25]
Sensação na laringe como se inspirasse fumaça ou breu.
Rouquidão e perda da voz por muco espesso na laringe e na traqueia.
Voz imperfeita, afonia; por muco espesso nas fauces e na laringe. θ Velhos.
Voz rouca, áspera. θ Amigdalite.
(bar. a) Voz extinta.
Rouquidão, com tosse noturna.
Catarro da traqueia.
Tosse espasmódica (como tosse convulsa) por aspereza e cócegas na garganta e no epigástrio.
RESPIRAÇÃO [26]
Hálito pútrido. θ Doença de pele.
Respiração curta por plenitude no peito, ao subir uma ladeira; pontadas no peito ao inspirar.
(bar. a) A respiração torna-se gradualmente cada vez mais embaraçada.
(bar. a) Respiração imperfeita e muito frequente; ruído respiratório quase inaudível.
Sensação como se os pulmões estivessem cheios de fumaça. θ Após pneumonia.
Opressão: com angústia; à noite, precisa afrouxar a roupa; com dor nas costas; com tosse seca.
(bar. a) Incapacidade de tossir, de expectorar, de articular palavras com mais de duas sílabas (devido à falência da expiração) ou de levantar a cabeça do travesseiro.
(bar. a) Asma.
Asma senil (depois de Ant. tart.).
Respiração sufocante, especialmente ao deitar-se. θ Aumento crônico das amígdalas; menino, æt. 6.
Catarro sufocativo dos velhos, com paralisia iminente dos pulmões.
TOSSE [27]
Tosse espasmódica, excitada por cócegas e aspereza na garganta e no epigástrio; pior à noite até meia-noite, deitado sobre o lado esquerdo, movimento ativo, subindo, curvando-se, no ar frio; ao pensar nela; ao comer, depois de esfriar os pés.
Tosse na presença de estranhos.
Tosse noturna, com respiração asmática.
Tosse excitada por irritação sentida na região cardíaca.
Tosse, particularmente à noite, até meia-noite.
Tosse noturna, peito cheio de catarro.
Tosse e coriza.
Tosse, com expectoração purulenta.
Expectoração predominante, particularmente à noite.
Tosse crônica em crianças escrofulosas, com glândulas inchadas e amígdalas aumentadas ; < após leve resfriado.
Catarro mucoso.
Tosse e falta de ar, em pessoas idosas e fleumáticas; sente um aperto na garganta e no peito, o catarro ora solto, ora preso; > de manhã, ao levantar-se, mas assim que entra no quarto de baixo sofre um forte acesso e tem de ir ao ar livre; > depois do café da manhã; a tosse e o chocalho < ao deitar, exceto quando deitado de bruços, o que alivia; precisa sentar-se frequentemente à noite; < em tempo úmido e depois de beber água fria.
PEITO INTERNO E PULMÕES [28]
Sensação como se os pulmões estivessem cheios de fumaça; ela sente cheiro de fumaça de pinho. θ Após pneumonia.
Sensação de dor em carne viva no peito, ao tossir.
Vômito por tossir.
Peito cheio de catarro.
Peso no peito; < ao deitar. θ Cardialgia.
Sensação como se algo tivesse caído dentro do peito.
Pneumonia, com dores violentíssimas no peito e faces congestionadas; em dois casos, lado direito, em um, esquerdo.
Catarro sufocativo e paralisia dos pulmões em velhos.
CORAÇÃO, PULSO E CIRCULAÇÃO [29]
Palpitação; sente o coração bater.
(bar. a) Sons do coração surdos e profundos.
Palpitação violenta e duradoura.
Palpitação quando deitado sobre o lado esquerdo, com dolorimento na região do coração; grande ansiedade, renovada ao pensar nisso.
Afluxo de sangue, com ansiedade; congestão ao rosto, com vermelhidão escura.
Palpitação sentida na cabeça, com dor latejante nas têmporas, ao levantar-se e caminhar.
Palpitação de moças cloróticas ou histéricas.
Pulso firme e duro.
Pulso geralmente acelerado, mas fraco. θ Apoplexia. θ Velhice.
(bar. a) Pulso 125-130, muito pequeno e frequente.
Pulso cheio, acelerado, com calor na pele. θ Angina tonsilar.
(bar. a) O pulso permaneceu bastante regular, mas sensivelmente retardado, 56 em vez de 70; em casos semelhantes observou-se cair a 25.
(bar. a) Irregularidade marcada, porém muito passageira, do pulso, em certa ocasião.
PEITO EXTERNO [30]
Peito sensível à pressão. θ Cardialgia.
Picadas ardentes e coceira em erupção úmida, pustulosa, no peito.
Nódulos na mama, dolorosos à pressão, às vezes com pontadas; em homem velho e gordo.
(bar. a) Erupção de espinhas acneicas no peito, que desaparecem em poucos dias.
PESCOÇO E COSTAS [31]
Dores como picadas no pescoço.
(bar. a) Finas pontadas no pescoço, seguidas de espinhas supurantes.
Tensão no pescoço e nas omoplatas; dores nos lombos no ar frio.
Cãibra no pescoço e no lado esquerdo da garganta.
Rigidez na nuca.
Inchaço na nuca, que, pouco a pouco, se espalha por toda a cabeça; com vermelhidão e dor da pele, como de ulceração; acompanhado de considerável inchaço das glândulas nesta região.
Inchaço do tecido celular do pescoço; glândulas inchadas; muita dor nos ouvidos e na cabeça. θ Escarlatina.
Inchaço das glândulas na nuca e no occipício.
Inflamação crônica das glândulas cervicais, lado direito; fora muito obstinada e resistira a outro tratamento.
Inchaço e endurecimento das glândulas, especialmente cervicais, mesmo depois de iniciada a supuração.
Tumores gordurosos, especialmente ao redor do pescoço.
Sarcoma no pescoço, com ardor.
Latejamento nas costas, em repouso e por emoções.
Ardor nas costas.
Irritação reumática da coluna.
De manhã, ao levantar-se, dor entre as omoplatas, a tal ponto que fica inteiramente rígido por causa dela e não consegue virar-se; depois elas se estendem para a nuca e o ombro esquerdo, onde são muito violentas, daí para o vértice e através dos músculos peitorais até o mamilo esquerdo.
Batimentos e pulsação nas costas.
Falta de mobilidade na coluna dorsal; ao ficar muito tempo sentado, parece como se fosse ceder.
Rigidez nas costas, mal consegue levantar-se de uma cadeira. θ Gota crônica.
(bar. a) Doença da coluna com tinea capitis.
Sensibilidade dolorosa na região lombar, seguida de evacuações diarreicas frequentes.
Dor na região lombar da coluna, seguida de apoplexia e paralisia.
Dor nas vértebras inferiores, com dor no peito.
Dor no lombo. θ Diarreia.
Dor puxante no lombo, como se um corpo pesado se movesse para baixo.
Dor tensiva no lombo; < à noite; não consegue nem erguer-se nem curvar-se para trás.
Rigidez no lombo, à noite, especialmente enquanto sentado, que não lhe permite nem levantar-se nem curvar-se para trás.
Coceira no lombo e entre as nádegas; precisa coçar até deixar em carne viva.
EXTREMIDADES SUPERIORES [32]
Grande inchaço glandular na axila direita; ultimamente muito sensível, doloroso, duro e vermelho.
Tumor encistado na axila.
Dores nos braços, com glândulas axilares duras e inchadas.
Dor no músculo deltóide ao levantar o braço.
Ao deitar-se sobre o braço, ele adormece.
O braço direito não pode ser movido. θ Apoplexia.
(bar. a) Peso no braço esquerdo, é movido com dificuldade; parece agir só o ombro; mão e antebraço estão paralisados; após sete horas.
Tensão em pequenos pontos dos braços.
Furúnculos no braço.
Veias e mãos distendidas.
Mãos quentes; mergulha-as frequentemente em água fria.
Pele das mãos seca e áspera.
Mãos frias com manchas azuladas. θ Velhice.
Dedos entorpecidos, como adormecidos.
Pele das pontas dos dedos rachada, descama.
Panarício, com latejamento noturno e ulceração, por farpa.
Verrugas.
EXTREMIDADES INFERIORES [33]
Do pé esquerdo, pontadas internas através de toda a coxa até os testículos, impedindo andar.
Dizia ter dores na coxa durante o sono.
Dor lacerante de cima para baixo na nádega direita, aumentando e diminuindo periodicamente.
Arrastamento das coxas, particularmente ao subir escadas, por sensação de paralisia no meio da coxa.
Sensação excessiva de contusão nas coxas.
Coceira intensa nas coxas.
Ataques súbitos de dor momentânea no joelho direito, como se as partes fossem rasgadas com uma faca, deixando a perna claudicante.
Dores lancinantes súbitas atravessando o joelho obrigam a sentar-se, deixando o joelho claudicante, após trabalho pesado; sobretudo em moças.
Ao ajoelhar-se, violenta pontada no joelho e logo depois uma tensão peculiar na rótula direita; não conseguia andar bem.
Os joelhos vacilam. θ Apoplexia.
Ardor dolorido na dobra dos joelhos.
Dor nos joelhos e pernas.
Cãibras nas panturrilhas.
Frieza do pé direito e tensão na panturrilha durante caminhada ao ar livre.
Dor puxante e lacerante nas pernas.
Dor puxante por toda a perna esquerda abaixo.
Dores nas pernas à noite, como após caminhar ou dançar em excesso.
Tensão como se os tendões fossem curtos demais; > deitado; < em pé.
Tremor dos pés ao ficar em pé, precisa segurar-se em alguma coisa para firmar-se. θ Apoplexia. θ Esclerose.
(bar. a) Falseio da perna direita, depois da esquerda; após oito horas.
Paralisia dos flexores dos pés, com tensão nos tendões.
Claudicação de cavalos com esparavão.
Úlceras nos pés.
Espinhas nos pés, que se espalham.
As plantas dos pés parecem machucadas, à noite, mantendo a pessoa acordada; > depois de levantar-se e caminhar.
Dor lacerante e pontadas no hálux esquerdo, com vexação.
Inchaço linfático doloroso na bola do hálux.
Calos, com ardor e picadas.
Suor fétido dos pés.
Suor dos pés; dedos e plantas ficam doloridos; odor ofensivo; (depois de silic.).
Supressão do suor dos pés.
Após supressão de suor fétido dos pés por pedilúvio frio, angina tonsillaris; (depois de Bellad. e Mercur. não fazerem efeito).
MEMBROS EM GERAL [34]
Pontadas nas articulações, que se sentem relaxadas.
Dor lacerante nos membros, com sensação de frio.
REPOUSO. POSIÇÃO. MOVIMENTO [35]
Repouso: latejamento nas costas.
Sentado: dor no lombo.
Em pé: tosse <; tensão, como se os tendões fossem curtos demais <; tremor dos pés.
Deitado: peso no peito <; tensão, como se os tendões fossem curtos demais, melhor.
Deitado sobre o lado esquerdo: tosse <; palpitação pior.
Deitado de bruços: tosse melhor.
Curvando-se: tosse <; vertigem.
Levantando o braço: dor no deltóide.
Movendo o corpo: o cérebro parece mover-se para lá e para cá.
Movimento ativo: tosse <; calafrio <.
Caminhando: palpitação sentida na cabeça.
Subindo: falta de ar.
NERVOS [36]
Nervosidade; irritação excessiva de todos os nervos.
Contrações e abalos do corpo durante o dia.
Às 8 da manhã, ataque súbito, como se a circulação tivesse parado, e formigamento por todo o corpo, estendendo-se à língua e às pontas dos dedos, com ansiedade; durou quinze minutos, seguido de prostração.
(bar. a) Mal-estar indescritível; após 3, 4 horas.
Cansado, com olhos sonolentos o dia inteiro.
Peso de todo o corpo.
A metade superior do corpo parece entorpecida e rígida.
Fraqueza geral dos nervos e do corpo.
(bar. a) Fraqueza aumentada, mal conseguia estender o braço esquerdo para tocar a campainha.
Perda de força.
(bar. a) Debilidade alarmante; após 2 horas.
(bar. a) Debilidade geral; após 3 ou 4 horas.
(bar. a) Após o primeiro vômito, o relaxamento muscular afetou os músculos posteriores do tronco; demasiado prostrado para permanecer na poltrona, teve de ir para a cama.
(bar. a) O relaxamento muscular durou 24 horas, depois diminuiu gradualmente, porém bastante rapidamente, seguindo o mesmo curso de quando surgiu; em menos de 20 horas após os primeiros leves movimentos dos pés e das mãos, pôde sustentar-se numa cadeira e sentar-se na cama, e logo pôde dar alguns passos pelo quarto.
Constantemente fraco e cansado, deseja apoiar-se em alguma coisa, sentar-se ou deitar-se, e ainda assim sente-se fraco e cansado.
Fraco demais até para mastigar seu alimento.
Grande fraqueza, mal consegue sentar-se na cama; se tenta, o pulso imediatamente se torna rápido e algo duro, depois de algum tempo imperceptível.
Grande fraqueza da mente e do corpo em velhos.
(bar. a) O organismo em geral permaneceu débil por mais de um mês; a descoloração dos tecidos e a emaciação duraram ainda mais, e o sono não se tornou profundo e reparador até decorridas oito ou dez semanas.
Claudicação após reumatismo.
Claudicação após supressão do suor dos pés.
Prostração, não consegue ficar em pé, os joelhos cedem.
(bar. a) Deita-se de costas na cama; privado de movimento voluntário.
Paralisia geral de velhos; perda da memória; infantilidade; tremor dos membros. θ Após apoplexia.
Paralisia e parésia de pessoas idosas.
Paralisia após apoplexia.
(bar. a) A paralisia estende-se rapidamente de cima para baixo.
Paralisia afetando primeiro os músculos abdominais, depois os que têm suas inserções no peito, depois os do pescoço e, por último, os esfíncteres da bexiga e do reto.
(bar. a) Morte em cerca de doze horas após tomar o veneno, com intelecto inalterado e sem ter saído de sua postura supina.
SONO [37]
Grande sonolência durante o dia.
Sonolência de dia e de noite.
Sonolento e não consegue dormir; com fome e não consegue comer.
(bar. a) Coma. θ Apoplexia.
Sopor. θ Velhice.
Insônia. θ Amigdalite. θ Velhos. θ Hipocondria.
Acorda frequentemente à noite; sente-se quente demais; as plantas dos pés parecem machucadas.
Sono cheio de inquietação interna.
(bar. a) Quer dormir o tempo todo, mas no sono há uma inquietação interior; gemidos e murmúrios. θ Apoplexia.
Fala durante o sono; homens velhos.
Delirante e desvairado durante o sono.
Devaneios fantásticos à noite e aturdimento.
Sensação de desfalecimento à noite, teve de vomitar.
Contração dos músculos de todo o corpo durante o sono.
Inquieto a noite inteira por causa de calor interno; uma criança.
Suor noturno.
Queixa-se de dor na coxa durante o sono.
Durante o sono deita-se de lado.
Ao despertar, pressão nos membros; membros cansados, fatigados.
Sente-se pesado, como machucado, estúpido depois de uma sesta.
TEMPO [38]
Ao amanhecer: saliva escorre da boca, durante o sono.
Manhã: ereções antes de levantar-se; coriza <; secura da língua; sensação na faringe como se uma folha fina estivesse diante das coanas posteriores ao despertar; catarro viscoso nas fauces; náusea, palpitação e ansiedade <; enjoo; tosse < ao levantar-se; dor entre as omoplatas; tosse >.
Às 8 da manhã: ataque súbito, como se a circulação tivesse parado.
O dia todo: olhos com aspecto sonolento; cansaço; água corre da boca.
Durante o dia: esfarelamento no dente cariado; contrações e abalos do corpo; grande sonolência; sonolência; afrontamentos.
Noite: cefaleia; rosto vermelho; opressão, precisa afrouxar a roupa; expectoração proeminente; dor no lombo <; calafrio alternando com calor.
Da noite até meia-noite: tosse espasmódica.
Noite: na cama tudo balança dentro dele, como num navio; odontalgia <; diarreia; irritação da bexiga; eliminação de muita urina; poluções seminais; tosse <; latejamento no panarício; dor nas pernas; sonolência; acorda frequentemente; devaneios fantásticos e aturdimento; sensação de desfalecimento, teve de vomitar; inquietação; suores; calafrio alternando com calor; afrontamentos; formigamento intolerável pelo corpo.
TEMPERATURA E TEMPO ATMOSFÉRICO [39]
Ar frio: tosse <; dor nos lombos; cabeça sensível.
Alimento frio: geralmente melhor.
Água fria: tosse <.
Lavagem fria: tendência a resfriar-se.
Ar livre: cefaleia <; tensão na panturrilha.
Tempo úmido: tosse pior.
Ao sol: dor no vértice.
Perto de fogão quente: cefaleia pior.
Alimento quente: tosse pior.
FEBRE [40]
Sensação de frio.
Dor lacerante nos membros, com sensação de frio.
Frio local na parte superior do corpo.
Calafrio do rosto ou do epigástrio para baixo pelo corpo; ou começando nos pés.
Muitas vezes como se água fria fosse derramada sobre a pessoa; > pelo calor externo; sede durante o calafrio.
Calafrio geralmente unilateral (esquerdo).
A sensação de frio aliviada pelo calor externo.
Calafrio aumentado pelo exercício; > em quarto quente.
Primeiro calafrio, depois calor.
Calafrio alternando com calor; à noite e de noite.
Mãos e pés frios, com bochechas quentes.
Afrontamentos, mais à noite, com grande inquietação.
Afrontamentos frequentes durante o dia; acessos noturnos, com grande ansiedade e inquietação.
Calor ao entardecer, com pouca sede; violenta pulsação externamente em direção à cabeça; ao levantar-se, vertigem, até cair; calor durante toda a noite, com sono perturbado; no dia seguinte sede violenta; bebe copos inteiros de água; tem uma saburra branca muito espessa na língua.
Mãos quentes, frequentemente as mergulha em água fria.
Suor aumentado na presença de estranhos.
Calor de partes externas isoladas.
Suor ansioso.
Suor ofensivo de um lado (na maioria das vezes o esquerdo).
Suor aumentado ao comer.
O suor retornava noite sim, noite não.
Febre héctica.
ACESSOS, PERIODICIDADE [41]
Retornando às 4 da tarde: pressão nos ossos do occipício.
Noite sim, noite não: suor.
Aumentando e diminuindo periodicamente.
LOCALIZAÇÃO E DIREÇÃO [42]
Direita: cabeça quente; ruído no ouvido; placa áspera e seca na bochecha; dentes parecem tensos; pontadas na amígdala; amígdala tende a supurar; dor na virilha; pneumonia; inflamação crônica das glândulas cervicais; tumefação glandular na axila; braço não pode ser movido; dor lacerante na nádega; dor no joelho; tensão na rótula; frieza do pé; perna cede.
Esquerda: nuvem diante do olho; terçol na pálpebra; latejamento no ouvido; inflamação do tecido subcutâneo sobre a nádega; deitado sobre o lado, tosse <; pneumonia; cãibra no lado da garganta; dor no ombro; dor no mamilo; peso do braço; pontadas no pé; dor descendo pela perna; perna cede; pontadas no hálux; suor ofensivo de um lado.
Da direita para a esquerda: movem-se os sintomas de dor de garganta.
De cima para baixo: dor lacerante na nádega direita; dor na perna.
De baixo para cima: pontadas no pé esquerdo.
SENSAÇÕES [43]
Como se a cabeça fosse virar-se do avesso; como se o cérebro estivesse solto; como se a cabeça fosse comprimida num torno; como se o crânio fosse rachar; como se o sangue não pudesse circular; como se algo fosse levemente puxado sobre o couro cabeludo; como se os cabelos estivessem eriçados; como se clara de ovo tivesse secado no rosto; como se o rosto estivesse inchado; língua como se felpuda; como se a garganta estivesse inchando; como de bolhas no lado da língua; como se uma folha fina estivesse diante das coanas posteriores; como de um tampão na garganta; como se o alimento tivesse de forçar passagem sobre um ponto dolorido no esôfago; como de uma pedra no estômago; como se a tireoide estivesse sendo comprimida para dentro; como se o ar forçasse passagem através do estômago; como se os intestinos caíssem de um lado para o outro, ao virar-se na cama; como se inspirasse fumaça ou breu; como se um corpo pesado se movesse para baixo nas costas; como se os pulmões estivessem cheios de fumaça; como de uma bola no fígado; como se algo tivesse caído dentro do peito; como se o púbis fosse romper-se; como se a coluna fosse ceder; como se fosse rasgado com uma faca, no joelho direito; como se água fria fosse derramada sobre a pessoa.
Perfuração: diante do ouvido direito.
Pontadas: no lado da cabeça; ardentes em dente oco; na amígdala direita; em nódulos da mama; no pescoço; através da coxa até os testículos; no hálux esquerdo; nas articulações; no peito.
Picadas: na garganta; erupção no peito; no pescoço; em calos.
Picações: cefaleia; cabeça e rosto; na pele.
Pontadas compressivas: no vértice.
Pontadas lancinantes: no joelho.
Abalos: odontalgia; na glande.
Dor lacerante: diante do ouvido direito; na nádega direita; nas pernas; no hálux esquerdo; nos membros; nos ossos longos; na vulva.
Puxão: nos ouvidos, e odontalgia em fisgada; no lombo; nas pernas.
Ardor: do lado direito da cabeça; nos olhos; no lábio superior; pontadas em dentes ocos; da língua e ponta; no ânus; na uretra; erupção no peito; nas costas; na dobra dos joelhos; em calos; no reto.
Ardor vivo: na garganta.
Dor distensiva: na cabeça e no nariz.
Esmigalhamento: no dente cariado.
Pressão: na testa; sobre os olhos; no cérebro; sob o vértice; no vértice; nos olhos; na garganta; no estômago; na bexiga; nos membros.
Dor: no hipocôndrio direito; no estômago.
Dor concussiva: no cérebro.
Dor em carne viva: no estômago; ao redor do ventre; na região lombar; ao redor do ânus; no peito; na dobra dos joelhos; na região do coração.
Latejamento: odontalgia; nos ouvidos; nas têmporas; nas costas; no panarício; no abdome.
Batimentos e pulsação: nas costas.
Dor como de contusão: no lombo; nas coxas; nas plantas dos pés.
Dor surda: nas protuberâncias da firmeza e da concentração.
Cefaleia opressiva: acima dos olhos e da raiz do nariz.
Cãibra: no estômago; no pescoço e garganta; nas panturrilhas.
Tensão: no occipício; sobre o rosto, têmpora e couro cabeludo; na mandíbula inferior; nos dentes; no estômago; do abdome; no pescoço e omoplata; no lombo; em pequenos pontos dos braços; na rótula direita; na panturrilha direita; nas pernas; nos ossos longos; na pele.
Dor indefinida: na cabeça; na articulação; na língua; no abdome; no lombo; entre as omoplatas; nas vértebras inferiores e no peito; nos braços; no músculo deltóide; na coxa; nos joelhos e pernas; na virilha direita; na fossa navicular; nos lombos.
Peso: no occipício; nos pés; no peito; do braço esquerdo; de todo o corpo.
Peso gravativo: sobre os olhos; sobre o púbis.
Formigamento: por todo o corpo.
Rastejamento: sobre o couro cabeludo; no rosto, no reto.
Sensação de paralisia: na coxa.
Entorpecimento: na pele da testa até a raiz do nariz; dos genitais; dos dedos; da metade superior do corpo.
Cócegas: na garganta.
Coceira: nos olhos; nos ouvidos; erupção no peito; no lombo; entre as nádegas; nas coxas.
Secura: dos olhos; no nariz; dos lábios e gengivas; da língua; em todo o corpo.
Frieza: no rosto; da língua; do pé direito; na região do fígado.
TECIDOS [44]
Crescimento anão, desenvolvimento mental e físico defeituoso.
Muitos dos sintomas sugerem esclerose do cérebro e da medula, especialmente em crianças e idosos. Comparar Bar. m.
Inchaço na nuca, que, pouco a pouco, se espalha por toda a cabeça, com vermelhidão e dor da pele, como por ulceração, acompanhado de considerável tumefação das glândulas dessa região por vários dias.
Inchaço e endurecimento das glândulas.
Úlceras fistulosas nas glândulas; sobretudo glândulas do pescoço; sensação de tensão.
Adenite.
Supuração incipiente nas glândulas (axilares) e nos tecidos celulares em qualquer parte do corpo.
Sequelas glandulares da escarlatina.
Escrofulose.
Tensão e encurtamento dos músculos.
Dor lacerante e tensão nos ossos longos; perfuração nos ossos.
(bar. a) Ossos tubulares.
(bar. a) Articulações.
Hidropisia após escarlatina.
Emaciação, com rosto inchado, abdome aumentado e compreensão difícil em crianças.
Grande emagrecimento na escrofulose e nas doenças de pele.
Atrofia, grande fraqueza; rosto vermelho e abdome distendido; glândulas inchadas; dificuldade em aprender a andar.
Atrophia scrofulosis (depois de Calc. ostr.).
Marasmus senilis
Endurecimento dos tecidos.
Esteatoma.
Sarcoma, com ardor.
Tumores gordurosos.
Tumores encistados.
Tumores lupóides (tuberculoides) e císticos.
Formações císticas, particularmente no crânio.
TOQUE. MOVIMENTO PASSIVO. LESÕES [45]
Toque: couro cabeludo sensível; gengivas doem; língua arde; garganta dolorida; abdome dolorido.
Tocando o epigástrio: dói o estômago.
Pressão: peito sensível; nódulos na mama sensíveis.
Pequenas feridas ulceram e ficam muito doloridas.
PELE [46]
Doenças de pele.
Tensão na pele.
Pele quente e seca.
(bar. a) Pele fria e algo úmida; ou coberta por suor profuso.
Coceira, picadas, ardor, aqui e ali; não aliviados por coçar nem esfregar.
Coçar provoca picadas; espinhas.
Formigamento intolerável por todo o corpo, especialmente nas costas, quadris, pernas, maléolos, dorso dos pés e dedos, despertando-o à noite e obrigando-o a coçar-se continuamente.
Coceira agravada por coçar.
Coceira na pele, erupção invisível.
Exantemas secos.
Escarlatina miliar.
Tinhas.
Pele dolorida e úmida.
Pequena ferida, como de farpa, lateja e ulcera.
Espinhas nos pés supuram e se espalham como úlceras.
Placas vermelhas, escoriadas, úmidas, ardentes entre o escroto e a coxa.
A pele não cicatriza prontamente.
Úlceras, com secreção escassa.
Dolorimento e umidade entre escroto e coxas.
Panarícios.
Verrugas.
ESTÁGIO DE VIDA, CONSTITUIÇÃO [47]
Pessoas histéricas, e aquelas com tendência a resfriar-se.
Adequado para afecções da primeira infância, mas mais particularmente para a velhice, com fraqueza mental ou física.
É especialmente adequado para mulheres anãs.
Queixas de crianças anãs, daquelas que não crescem.
Menina, æt. 7, após crusta lactea, escamas na garganta.
Menina, æt. 13, pouco desenvolvida, escrofulosa, amigdalites frequentes, cada vez com supuração.
Crianças escrofulosas; anãs; mente e corpo fracos; escamas na cabeça, orelhas, nariz; olhos inflamados, córnea opaca; cólicas, abdome inchado; rosto empapuçado; emagrecimento geral.
Pessoas sujeitas à angina tonsilar; especialmente aquelas que sofrem de inflamação da garganta e inchaço das amígdalas ao menor resfriado.
Mulheres em anos climatéricos, menstruações sempre escassas. θ Cardialgia.
Especialmente adaptado às doenças dos velhos.
Afecções de bêbados por resfriar-se após sobreaquecimento, boca distorcida; língua paralisada; afonia; consciência clara; movimento dos braços prejudicado.
(bar. a) Um velho bêbado, após um resfriado. θ Apoplético.
Velhos enfraquecidos por sangria. Apoplexia.
Homem, æt. 84. θ Apoplexia.
Velhos, após terem estado fracos e cambaleantes por muito tempo. θ Apoplexia. θ Paralisia.
(bar. a) Velhos caquéticos, de hábito escrofuloso, especialmente quando sofrem de queixas gotosas.
Velhos, especialmente quando gordos.
RELAÇÕES [48]
Os sintomas assinalados com '(bar. a)' provêm de Bar. ac.
Antídotos: Ant. tart., Bellad., Camphor., Dulcam., Mercur., Zincum.
Útil após: Scilla (pneumonia notha); após Arsen. (escrofula).
Frequentemente útil antes ou depois de Sulphur.
Incompatível: Calc. ostr. (escrofulose).
Semelhante a: Alum., Ant. tart. (paralisia dos pulmões); Bellad., Calc. ostr. (escrofulose, coriza etc.); Calc. jod. (amígdalas grandes); Caustic. (sintomas paréticos); Chamom., Cinchon., Conium (velhos); Dulcam. (tendência a resfriar-se); Fluor. ac. (velhos); Iodium (glândulas); Laches., Lycop. (amígdalas); Magn. carb., Mercur. (resfriados, glândulas, diarreia); Natr. carb., Phosphor., Pulsat., Sepia (tinhas); Silic. (glândulas, suor dos pés etc.); Sulphur., Tellur.